Batman é adiado para 2022 pela Warner Bros.

Filme era previsto para outubro de 2021
ARTHUR ELOI

Warner Bros. adiou a estreia de Batman para 2022. O filme de Matt Reeves originalmente estava previsto para 1º de outubro de 2021, mas agora só chega aos cinemas norte-americanos em 4 de março de 2022 [via Variety].

Essa não foi a única alteração de calendário da Warner Bros. O estúdio também adiou as estreias de The FlashShazam! 2, além de ter deixado Adão Negro– antes previsto para 2021 – sem data definida; saiba mais.

Estrelado por Robert PattinsonJeffrey WrightZoë KravitzPaul Dano e Colin FarrellBatman é dirigido por Matt Reeves.

Um olhar sobre o moderno escritório da Black Rabbit em em Tel Aviv, Israel

A empresa de tecnologia de viagens Black Rabbit contratou o estúdio de design EN Design Studio para projetar seu novo escritório em Tel Aviv, Israel.

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Café / seating area

“Para maximizar o espaço, planejamos corredores que continham elementos como armários, escrivaninhas e bancos, o que cria um espaço ativo com limites borrados e múltiplas possibilidades de movimento e trabalho. Queríamos infundir vários elementos-chave no design, como natureza, exteriores, globalidade e simplicidade. O escritório possui um layout que lembra a anatomia de uma árvore com galhos. Possui um “cubo” de centro público no núcleo e áreas de trabalho ao seu redor, o que permite que os movimentos e atividades fluam e circulem facilmente em todas as direções.

O “cubo” central principal combina cinco salas de reuniões de diferentes tipos, que apoiam o trabalho colaborativo entre os funcionários. Existem duas salas de reuniões informais concebidas como um aconchegante lounge doméstico, uma cabine telefônica privativa e armários para armazenamento pessoal e duas salas de conferências para reuniões de grupo .A atmosfera exterior e global é expressa através da escolha de materiais e uma paleta colorida. O piso principal é um ladrilho de mosaico único que percorre todo o escritório, e nas áreas de trabalho escolhemos pranchas de parquet de madeira quentes. O uso de algumas cores vivas permite que os materiais naturais e os ricos elementos gráficos se destaquem e enfatizem o sentido de exteriores e um ambiente multicultural.

Uma das áreas importantes para o cliente era o refeitório, a empresa queria um ponto central de encontro para os funcionários. Fomos encarregados de criar um espaço multifuncional com opções de uso misto, desde jantares comunitários na hora do almoço até reuniões e eventos para toda a empresa. Por exemplo, o bar principal costuma ser usado para reuniões da empresa, apesar de ser central e aberto. Outras soluções que nos ajudaram a criar um espaço agradável e homogéneo foram a utilização de cores vivas nas áreas de trabalho, nomeadamente tectos e sistemas de construção, cadeiras, bem como semi-divisórias penduradas ao longo dos postos de trabalho ”, afirma EN Design Studio.

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Café / seating area
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Café / seating area
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Café / seating area
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Meeting room
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Meeting room
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Meeting room
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Meeting room
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Open-plan workspace
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Open-plan workspace
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Workstations
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Workstations
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Conference room
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Small meeting room
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Corridor / wall murals
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Hotdesk
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Lockers / wall murals
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Workstations

Closet do futuro: como a moda circular e colaborativa deve engolir o mercado

Acelerado pela pandemia, o recommerce de moda, principalmente de luxo, cresce e traz novas formas de comprar e de se relacionar com as roupas. O armário passa a ser visto como um acervo inteligente, com valor de revenda e, acima de tudo, sustentável. Marie Claire investiga como a moda circular e colaborativa deve passar de mercado paralelo para parte do motor central da indústria

Closet do futuro (Foto: Colagem: Mariana Simonetti)
Closet do futuro (Foto: Colagem: Mariana Simonetti)

Em 2018, mais de US$ 37 milhões em roupas e cosméticos da Burberry viraram fumaça. Literalmente. Incinerar o excedente para evitar que a marca perca seu valor, sendo vendida a preços mais baixos em liquidações e mercados paralelos, é, ainda, uma prática relativamente comum no luxo. É também um paradoxo: para manter a presença em pontos de venda e acelerar a expansão, é necessário produzir mais, mesmo que a mercadoria vá para a fogueira. Naquele ano, a ira do público fez com que a Burberry anunciasse prontamente o fim da incineração de excedentes e uma revisão de seus processos que incluiu um experimento que se tornou emblemático: numa parceria com o The RealReal, uma das maiores plataformas de consignação de artigos de luxo do mundo, os clientes que revendessem um produto da marca no site ganhariam um desconto para adquirir um novo.

Mesmo que tangente, a entrada da Burberry na economia circular não representa apenas o luxo tentando se adequar às exigências dos novos tempos. É uma questão de sobrevivência. Segundo uma pesquisa realizada pela ThredUp, maior plataforma de venda de roupas de segunda mão do mundo, e pela GlobalData, em 2019, o mercado de revenda cresceu 25 vezes mais rápido que o varejo tradicional e movimentou mais de US$ 28 bilhões. Em 2028, a expectativa é de US$ 64 bilhões.

O que antes eram os brechós de luxo online – uma cria da recessão de 2008 e do avanço das redes sociais que gerava renda extra de um lado e bons negócios de outro –, hoje são marketplaces prontos para engolir o varejo: a StockX, plataforma especializada em resale de tênis e streetwear, em 2019, alcançou o status de “unicórnio” (termo usado para descrever uma startup avaliada em mais de US$ 1 bilhão). No mesmo ano, o TheRealReal abriu seu capital. Se na pré-pandemia a expectativa era de que o mercado de revenda de moda dobrasse em pouco tempo, agora esse crescimento pode acelerar ainda mais, justamente no mesmo cenário em que floresceu: na crise. Com as pessoas passando mais tempo em casa e querendo gerar novas fontes de renda, o guarda-roupa se torna uma fonte de possibilidades. “Todas as previsões já anunciavam o fim do excesso e o crescimento do mercado de segunda mão. A pandemia massificou, em dois meses, tendências para daqui dois anos”, explica Julia Faria, head de novos negócios do bureau de tendências WGSN.

Além da crise econômica, o mercado surfa, claro, na onda da economia circular, bandeira das novas gerações. “Diferentemente dos millennials, a geração Z, que está entrando no mercado de trabalho agora, viu os pais perderem os empregos e os efeitos da recessão de 2008. Neles, as questões do custo-benefício e da inteligência de compra são muito mais apuradas, além de serem a geração que nasceu no digital e nas redes sociais”, detalha Julia. Não à toa, a plataforma preferida é o Depop, aplicativo peer-to-­peer com uma interface parecida com a do Instagram e do TikTok. “É uma turma que gosta de garimpar, customizar e está cansada da massificação do fast fashion. Nessa lógica, o vintage é único e serve ao propósito sustentável, valor que cobram intensamente do mercado”, completa. E as pressões não vêm apenas do público. “Investidores estão atentos ao movimento e esperam soluções sustentáveis da indústria têxtil, que ainda não produziu uma resposta massificada e efetiva para as diversas nuances do seu impacto ambiental. Ações como upcycling e participação na economia circular são saídas que tocam em uma deles: os resíduos pós-consumo”, explica o professor Heiko Spitzek, diretor do núcleo de sustentabilidade da Fundação Dom Cabral. 

O Brasil hoje se apresenta como um mercado em expansão e cheio de possibilidades. Há players de longa data no mercado como a Pretty New, plataforma de resale de produtos de luxo fundada em 2014. Em junho, a atriz e modelo Fiorella Mattheis lançou a Gringa, site de consignação de bolsas. Em agosto, o grupo Arezzo lançou um serviço dentro de seu novo e-commerce, o ZZ Mall, onde clientes podem vendar peças pre-owned de suas marcas (como Schutz e Alexandre Birman). No mesmo mês, o Shopping Cidade Jardim inaugurou dentro do CJFashion.com o Take Me Vintage, um sessão de produtos de luxo de segunda mão com curadoria de Ana Piva e Melissa Moraes, que começaram o negócio vendendo pelo Instagram. “A consumidora que ama moda reconhece o valor criativo agregado à peça, independentemente da data em que ela foi lançada. Não há atitude mais contemporânea do que misturar o vintage com o novo”, crava Bruno Astuto, CCO do Grupo JHSF, dono do shopping.

E o pulo do gato dos serviços de revenda não está apenas em fazer uma ponte entre compradores e revendedores e tirar uma porcentagem da transação, mas também em atrair as próprias marcas de moda com dados sobre consumidores que elas não estão atingindo, como comportamentos de compra, preferências, taxa de retorno, além de expertise em logística reversa e gestão de estoque para empresas que precisam dar vazão a coleções paradas. Essa dinâmica foi uma das apostas que Isabel Braga Teixeira fez em 2009, quando lançou o ClosetBoBags, site de aluguel e revenda de moda de luxo. Ela explica que o futuro do consumo estará na fusão das esferas física e online, com produtos de segunda mão e novos, de diferentes marcas e pessoas, com compra e aluguel, uma empreitada que, inclusive, deve lançar em breve. “Com a pandemia, muita gente entendeu a necessidade do online e reviu o custo de manter um espaço físico. O Bo Market é uma plataforma omnichannel de resale e aluguel em que pessoas e marcas poderão deixar seus closets, itens de decoração e coleções novas ou antigas para serem alugados ou vendidos. Para as marcas é interessante, pois podem testar itens antes de produzi-los em larga escala, proporcionando uma manufatura mais inteligente.”

E o boom do resale não muda apenas como consumimos, mas também nosso feed. “O mercado de influenciadores se transformará. Os revendedores passarão a ser os novos influencers. Vamos segui-los não só por desejo do que eles têm para vender, mas para saber quais marcas aquela pessoa consome e por quê”, explica Julia. Com isso, o post patrocinado também cai por terra. “Como esses novos influencers vão ocupar esse espaço organicamente, a tendência é de não perder a essência vendendo espaço como um outdoor”, completa.

Um dos desafios da moda circular, no entanto, segue sendo o de trazer mais pessoas para o hábito. “A mulher sempre foi valorizada mais pelo consumo repetido do que por sua inteligência de compra. Estamos entendendo, ainda aos poucos, que nosso guardaroupa é um asset valioso”, finaliza Isabel. [FERNANDA MOURA GUIMARÃES]

NOT | Spring Summer 2021 | Full Show

NOT | Spring Summer 2021 by Jenny Lai | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – New York Fashion Week)

Neon lança conta digital MEI Fácil, voltada a microempreendedores

A conta não cobra mensalidade e oferece serviços financeiros como cartão de débito físico e virtual e também geração de boletos

 A Neon afirma que nos próximos meses lançará um cartão de crédito MEI Fácil e uma maquininha

A fintech brasileira Neon anuncia nesta segunda-feira, 5, o lançamento da conta MEI fácil, voltada especificamente a microempreendedores. Trata-se de uma conta digital para pessoas jurídicas, que não cobra mensalidade e oferece serviços financeiros como cartão de débito (físico e virtual) e geração de boletos.

O novo produto é mais um passo da empresa para atender o público de microempreendedores: em setembro do ano passado, a Neon comprou uma startup chamada MEI Fácil, especializada em serviços para microempreendedores individuais. 

O processo de abertura da conta digital será feito dentro do aplicativo MEI Fácil. Com o serviço, o usuário também pode usar o meio de pagamentos o Pix, do Banco Central.

A fintech oferece contas digitais para pessoas jurídicas desde 2018, que já atendia alguns clientes MEI. A ideia, agora, é disponibilizar um serviço que atenda às necessidades específicas desse público, como pagar o imposto mensal em poucos cliques. 

“Diferentemente de uma empresa de porte maior, quando se fala do MEI, não há separação entre e a gestão financeira e a burocrática: todas as esferas de sua empresa são integradas. Então facilita muito a sua vida ter, num só aplicativo, um espaço para a resolução de todas essas questões”, diz Marcelo Moraes, diretor da área de pessoa jurídica da Neon e fundador da MEI Fácil. A fintech afirma que nos próximos meses lançará um cartão de crédito MEI Fácil e uma maquininha.

A conta permite um saque gratuito a cada mês —  os demais saques custam R$ 6,90 cada. 

Zuber | Spring Summer 2021 | Full Show

Zuber | Spring Summer 2021 by Ilai Jikoiono | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – The ‘Momi Bay’ Collection at Fiji Marriott Resort Momi Bay)

Blood of Zeus: Netflix divulga trailer e data de estreia do novo anime

Gabriel Witiuk

(Fonte: Netflix/Reprodução)

Netflix lançou nesta segunda-feira (5) o primeiro trailer de Blood of Zeus, anime da própria plataforma de streaming produzido pela Powerhouse Animation Studios. O vídeo divulgado também serviu para anunciar que a animação irá estrear no dia 27 de outubro.

Novo anime da Netflix

Blood of Zeus, como o próprio nome já indica, trabalhará com a mitologia grega. O enredo do seriado começa com os Deuses gregos destruindo os Titãs, que lançam uma maldição na terra: gigantes e bestas prontas para acabar com o mundo. Com isso, o Panteão grego precisa se defender.

Em um pequeno vilarejo da Grécia está Heron, filho de Zeus com uma mortal, que irá usar seus poderes de semideus para ajudar na luta contra os demônios criados pelos Titãs.

Produção de Blood of Zeus

O novo anime da Netflix é uma produção da Powerhouse Animation Studios, a mesma que fez Castlevania. Shaunt Nigoghossian (Justice League Action) será o diretor, enquanto Charley e Vlas Parlapanides (Death Note) têm os papéis de showrunners, criadores, roteiristas e produtores executivos da animação.

Os atores que darão voz aos personagens do anime são: Jason O’Mara (Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.), Mamie Gummer (True Detective), Derek Phillips (Friday Night Lights), Chris Diamantopoulos (Silicon Valley), Jessica Henwick (Luke Cage), Melina Kanakaredes (The Resident), Claudia Christian (9-1-1), e Elias Toufexis (The Expanse).

Campanha da Samsung cria conto romântico inspirado em foto real

Por Soraia Alves

Criada pela Mother London, a nova campanha da Samsung no Reino Unido transformou uma foto real de um produto em um conto romântico. No vídeo de “True Photo – Onions”, vemos a história de dois atendentes de restaurantes rivais especializados em pratos à base de cebola, que se apaixonam à distância.

O anúncio traz os restaurantes localizados um em frente ao outro. Eventualmente, depois de muito flerte tímido, eles têm a chance de se encontrar justamente comprando cebolas.

O conceito do filme dirigido por Sam Hibbard foi inspirado em uma foto real de um saco de cebolas tirada com um Samsung Galaxy. “Raramente nos é dada a liberdade criativa para buscar inspiração em coisas que geralmente passam por nós. A foto de um saco de cebolas é apenas isso, um saco de cebolas – até você pensar sobre como esse vegetal onipresente é um conector cultural, pode provocar emoções e tem o potencial de aproximar as pessoas.”, explica o diretor.

A Samsung também está incentivando os consumidores a compartilharem suas próprias imagens com a hashtag #WithGalaxy. As fotos podem virar inspiração para o próximo filme a ser lançado pela campanha.

Photographer Nagi Sakai for Vogue Czech with Lineisy Montero

Photographer: Nagi Sakai. Fashion Stylist: Dianna Lunt. Hair Stylist: Pasquale Ferrante at The Wall Group. Makeup Artist: Stevie Huynh at Bryant Artists. Production: Richard Polio at De Facto Inc. Model: Lineisy Montero at Next Models.