Margot Robbie with Laura Bailey after the Spring-Summer 2021 Ready-to-Wear Show — CHANEL

Impressões de Londres – A embaixatriz da House, Margot Robbie, fala sobre suas primeiras impressões do desfile CHANEL Spring-Summer 2021 Ready-to-Wear com Laura Bailey.

Novo design do Uber Eats busca otimizar experiência do usuário

Entre as novidades, será possível fazer pedido em vários restaurantes ao mesmo tempo e ver o que pessoas próximas a você estão pedindo
Por Soraia Alves

Uber Eats anunciou uma reformulação do app e do site ubereats.com. As mudanças, que começam a ficar disponíveis para os usuários ainda em outubro, foram desenvolvidas para ajudar as pessoas a encontrarem o que procuram de uma forma mais rápida e para facilitar a imersão em novas experiências e categorias.

“Procuramos sempre tornar a experiência de encontrar refeições mais conveniente e agradável. Passamos muito tempo conversando com nossos usuários, portanto, sabemos que embora seja conveniente e satisfatório fazer um pedido e rastreá-lo, encontrar a melhor opção de comida é demorado e, às vezes, difícil. Foi por isso que redesenhamos o app do Uber Eats e o site: para ajudá-lo a encontrar exatamente o que procura – mais rápido”, explica Daniel Danker, Head de Produto do Uber Eats.

Nas próximas semanas, navegar pelo app Uber Eats será diferente, proporcionando uma nova experiência ao usuário. Entre as novidades, destacam-se:

• Atalhos visuais – Com os novos ícones das suas cozinhas e categorias favoritas (chamados de atalhos), será possível encontrar rapidamente sua comida preferida e – onde estiver disponível – mercados e outros comércios locais, como floriculturas, açougues, pet shops e mais.

• “Para retirar” – Para quem prefere ir buscar a comida diretamente no estabelecimento, o novo mapa de navegação contém mais informações e indicações visuais sobre restaurantes próximos que oferecem esta opção, bem como outras lojas interessantes e ofertas locais.

• Personalização sofisticada – Restaurantes sob medida com recomendações mais calibradas, de acordo com as preferências dos usuários que costumam fazer pedidos no Uber Eats, para que eles possam repetir seus favoritos ou descobrir novas “joias gastronômicas” escondidas na vizinhança. Dessa forma, o consumidor passa menos tempo escolhendo.

• Praticidade de pedir em vários restaurantes ao mesmo tempo – Agora, o usuário do Uber Eats poderá fazer um único pedido feito em diferentes restaurantes.

• Inspiração a um clique – O usuário também poderá ver o que outras pessoas ao seu redor estão pedindo. A ideia é que os pedidos de outros consumidores se tornem opções para o consumidor experimentar novos pratos e restaurantes.

HAIM lança clipe de “Man From The Magazine”, dirigido por Paul Thomas Anderson

Canção faz parte do disco Women In Music Pt. III
NICOLAOS GARÓFALO

Quatro meses depois do lançamento de Women In Music Pt. III, as HAIM divulgaram o clipe do single “Man From The Magazine”, 11ª faixa do álbum. Dirigido por Paul Thomas Anderson (Trama Fantasma), o vídeo mostra Danielle Haim atendendo clientes de uma vendinha – veja acima.

As HAIM têm uma longa parceria com Anderson. O cineasta comandou diversos clipes das irmãs, incluindo os recentes “Now I’m In It”, “The Steps” e “Summer Girl”.

Antes de Women in Music Pt. III, a banda lançou outros dois discos de estúdio desde que começou a carreira: Days Are Gone, de 2013, e Something to Tell You, de 2017.

Modelo Eloisa Fontes, desaparecida há um ano, é encontrada desorientada no Morro do Cantagalo

Agentes da Operação Ipanema Presente localizaram, na última terça-feira (06), a modelo alagoana Eloisa Pinto Fontes, de 26 anos, que estava sendo procurada por parentes há cerca de um ano. Ela estaria vivendo no interior do Morro do Cantagalo, na Zona Sul do Rio, e, no momento em que foi encontrada, aparentava estar desorientada.

Modelo Eloisa Fontes Foto: Reprodução

Em junho de 2019, a jovem já havia sido dada como desaparecida em Nova Iorque, onde estava morando por razões profissionais. Na ocasião, ela acabou encontrada cinco dias depois, vagando pela rua em uma cidade próxima, visivilmente desorientada. A família da modelo ainda não forneceu detalhes sobre como ou quando ela retornou ao Brasil à época, nem sobre as circunstâncias deste segundo desaparecimento.

De acordo com a polícia, Eloisa foi levada para a base do Ipanema Presente, na Praça General Osório, onde recebeu apoio social. De lá, ela foi encaminhada para o Instituto Municipal Philippe Pinel, onde passou por uma avaliação psiquiátrica e ficou internada para cuidados com sua saúde mental. A mãe e um casal de amigos da alagoana já foram localizados pelo serviço social.

A Secretaria municipal de Saúde confirmou que Eloisa deu entrada no Instituto Municipal Philippe Pinel ainda na terça-feira e segue em avaliação de saúde mental. No entanto, as informações sobre a situação da modelo são restritas à família.

Eloísa Pontes estava no Morro do Cantagalo
Eloísa Pontes estava no Morro do Cantagalo Foto: Divulgação

Modelo tem uma filha

Nascida em uma cidade pequena no interior de Alagoas, a modelo deixou oito irmãos no Brasil para tentar, desde muito jovem, carreira como modelo no exterior. Ela foi casada e tem uma filha, Azzurra, com o modelo e produtor executivo russo Andre Birleanu, de 41 anos. Os dois se conheceram em 2012, em São Paulo, e se casaram em 2014. Ele — que ficou conhecido pela sua participação no programa americano “America’s most smartest model” — tem a guarda da criança.

Eloisa já fez capas para revistas conceituadas como “Elle”, “Grazia” e “Glamour”, além de campanhas para grifes como Dolce & Gabbana. “É uma modelo responsável que, infelizmente, pode estar passando por problemas pessoais. Eu realmente espero que a gente consiga encontrá-la”, disse um agente da jovem no ano passado, em meio ao primeiro desaparecimento em Nova Iorque.

Billie Eilish anuncia show online pago em 24 de outubro

Where do We Go? The Livestream custará US$ 30
NICOLAOS GARÓFALO

Com a turnê do disco When We All Fall Asleep, Where Do We Go? cancelada por conta da pandemia do coronavírus, Billie Eilish fará um show on demand em 24 de outubro. A apresentação Where Do We Go? The Livestream custará US$ 30 (R$ 166,38) e ficará disponível por 24 horas para quem comprar os ingressos no site oficial do evento.

Billie Eilish recentemente fez história no Grammy, e se tornou a primeira mulher a levar as categorias de Álbum do Ano, Artista Revelação, Canção do Ano e Gravação do Ano na mesma edição da premiação. Em setembro de 2020, a cantora afirmou que seu próximo trabalho de estúdio só será lançado após a disponibilização da vacina do coronavírus.

Estilistas negros comemoram popularização e apoio a peças com estampas africanas

Empresas de moda de empresários negros produzem roupas inspiradas em padrões africanos. O que acontece quanto, inevitavelmente, todo mundo começa a comprar as peças?
Shira Telushkin, The New York Times – Life/Style

A recente manifestação de apoio a empresas de propriedade de negros chamou a atenção para marcas de moda que trabalham com estampas africanas. As marcas, muitas delas fundadas por designers da África Ocidental que vivem nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, estão transformando os padrões tradicionais de tecidos da África Ocidental em silhuetas americanas contemporâneas.

Nicolette Orji, também conhecida como Nikki Billie Jean, fundadora do blog All Things Ankara e também designer, está  otimista. “Qualquer pessoa que esteja vendendo qualquer coisa on-line agora está sentindo esse apoio, e é incrível – ainda que meio atrasado.”

Embora o maior mercado para a maioria desses designers sejam os negros nascidos e criados nos Estados Unidos, o sucesso neste ano também trouxe novos compradores. “Quando eu lancei minhas máscaras pela primeira vez, uma das minhas amigas brancas me mandou uma mensagem dizendo, ‘Posso comprar isso ou seria uma má ideia?’”, disse Maya Lake, fundadora da Boxing Kitten, a marca que costuma ser creditada como uma das primeiras a colocar os tecidos com estampas associadas à Áfricano radar da moda americana.

“Eu disse que ela deveria comprar. Quero dizer, especialmente agora se você quiser apoiar negócios cujos proprietários são negros. Eu acho que está tudo bem”. Mas, disse Maya, há uma distinção importante entre compradores não-negros que usam seu dinheiro para apoiar designers negros e designers não-negros que usam estampas associadas à África para ganhar dinheiro para si mesmos. “Como negra americana, identifico-me com o tecido de uma maneira diferente”, disse ela.

“Se alguém não tem uma conexão pessoal, culturalmente, com o tecido, isso não é legal”, disse ela, referindo-se a grifes como Stella McCartney, que recebeu críticas por usar estampas africanas. “Apenas ir a um lugar e estudar algo não significa que você pode cooptá-lo para ganhar dinheiro.”

A distinção entre compradores e designers é importante para muitos no setor. “Gostaria de ver estampas africanas em todos os lugares”, disse Yetunde Olukoya, uma estilista nigeriana que se mudou para os Estados Unidos com o marido quando ela tinha 26 anos. “Desde que seja feita na África e valorize as pessoas que realmente tornaram essa moda popular, então eu adoraria vê-la usada em todo o mundo”.

A Ray Darten, marca que ela fundou e começou a vender em sua sala de estar em 2016 com 160 peças que costurou à mão, agora emprega mais de 100 trabalhadores na Nigéria. Para Yetunde, as roupas com estampas africanas vão contra as narrativas que muitas vezes associam grande parte da África à pobreza e às doenças.

“Os americanos precisam aprender que há coisas bonitas que saem daqui”, disse ela. Yetunde estima que cerca de 80% de sua base de clientes seja afro-americana. Para Addie, que se mudou da Nigériapara os Estados Unidosainda criança, é importante que qualquer estilista que popularize a estampa africana seja de ascendência africana. “Caso contrário, pareceria que teríamos que esperar por outra raça para usar isso antes que o mundo pudesse considerá-lo popular”, disse ela.

Nicolette, do All Things Ankara, viu um aumento acentuado de compradores brancos em seu site em julho, uma tendência que ela acolhe. Ela publica fotografias de modelos que não são negros com estampas africanas. “Se quisermos que essas estampas se popularizem, precisamos que mais pessoas as usem”, disse ela.

Parte do que está impulsionando a conversa atual é que, embora os designers africanos vejam a estampa africana como uma forma de divulgar sua cultura, eles a estão vendendo em um país que tem sua própria história e relação com esses tecidos. Muitas pessoas nos Estados Unidos – de todas as cores – cresceram associando roupas com estampas africanas com expressões de orgulho negro, com base em sua popularidade durante a era dos direitos civis e seu uso no movimento Black Power como uma forma de mostrar solidariedade e conexão com a herança africana de alguém.

Eles veem a moda não como uma forma de divulgar a cultura africana, mas de recuperá-la. “A primeira vez que um cliente chorou em um dos meus stands em uma feira, não sabia o que fazer”, disse Yetunde, da Ray Darten. “Mas quando ela começou a me explicar como se sentia, comecei a chorar também. Sou nigeriana, sei de onde venho e não consigo imaginar como seria se não soubesse de onde venho. Não se trata apenas das roupas nas prateleiras. É sobre estar confiante nelas e na cultura”.

Outros designers veem sua herança africana como um ponto de partida a partir do qual podem trazer algo novo para o cenário da moda global. “Enquanto estava de férias, parecendo básica porque não tinha mais nada para vestir, decidi começar a buscar maiôs”, disse Buki Ade em relação ao motivo que a fez fundar a Bfyne, uma empresa de moda praia conhecida por seu uso inovador de alças, mangas e estampas inspiradas por sua herança nigeriana.

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Suva swimsuit

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“Nesses designs, você pode entrar na sala e não precisa dizer uma palavra porque sua roupa já lhe apresentou”, disse ela. “É um estilo”. Os últimos meses trouxeram mais atenção, incluindo de revistas como Allure e Elle, que ela acredita que não teriam conhecido sua marca se não fosse por um maior reconhecimento aos designers negros. Ela é grata pela atenção, mas acha difícil pensar a respeito da razão pela qual tantos designers negros de repente estão recebendo os holofotes.

Scot Brown, professor da UCLA e historiador de movimentos sociais e da cultura popular afro-americana, não está preocupado se a estampa africana perderá seu significado para a comunidade afro-americana caso se torne popular. Embora ame seus blazers D’iyanu, ele vê o uso inovador desta estampa para roupas de negócios ocidentais como outro sinal de que a moda africana evoluirá e se adaptará constantemente às novas circunstâncias.

“Quando algo se torna popular, sempre há algo novo acontecendo no underground”, disse Brown, acrescentando que as expressões de orgulho negro irão simplesmente evoluir e assumir novas formas. “O estilo africano é um conjunto de criatividade tão vasto, quase infinito, que você não precisa se preocupar em ficar sem gás criativo.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Enfants Riches Déprimés Spring/Summer 2021

Enfants Riches Déprimés presented its Spring/Summer 2021 collection during Paris Fashion Week.

Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar “harmonia”

O Museu de Arte He foi desenhado pelo arquiteto japonês com o intuito de combinar arte contemporânea à história da região
LUIZA QUEIROZ | FOTOS: DIVULGAÇÃO / MUSEU HEM ©HEM

O edifício foi projetado para expressar a ideia de harmonia e equilíbrio (Foto: Museu HEM ©HEM)

Após sete meses de adiamento de sua data inicial de inauguração, o Museu de Arte He (HEM) foi inaugurado em outubro na província de Cantão (Guangdong), na China. O edifício é assinado por Tadao Ando, vencedor do Prêmio Pritzker de 1995, e é composto por vários planos circulares que se sobrepõem em meio a muita luz natural, como é característico dos projetos do arquiteto japonês. O local também será um dos primeiros dedicados à cultura de Lingnan (ou cultura cantonesa) da região, unindo-a às exibições de arte contemporânea que ocorrerão no espaço.

Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)

O museu é nomeado em homenagem a seu fundador, o empreendedor He Jianfeng, que decidiu construir o espaço em sua cidade natal, próximo ao QG comercial de sua empresa e do parque da cidade. O novo museu foi posicionado estrategicamente para criar uma área de entretenimento e lazer para os moradores da região. No entanto, apesar de o nome do edifício ser uma referência ao empresário, a palavra “He”, em chinês (和), tem o significado de “harmonia”, e foi este o conceito que inspirou a criação de Ando.

Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)

O HEM tem quatro andares conectados por uma escada em espiral. Cada um dos pavimentos é mais amplo do que o anterior, aumentando de tamanho à medida em que o visitante sobe pelas escadas circulares. Todo o interior é iluminado por uma claraboia central, valorizando a luz do Sol na região — um toque característico dos projetos de Ando. O edifício também possui lagos artificiais em seu entorno, para refrescar naturalmente a construção.

Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)

“O caractere ‘He’ (和 ) tem uma conatação de equilíbrio e boa sorte, especialmente na região de Cantão. O design do prédio, portanto, tem ‘harmonia’ como tema central. O design arquitetônico e o artesanato dos detalhes são apresentados por meio de uma variedade de círculos”, diz o arquiteto. “Esta é uma tentativa de criar um novo centro cultural que integra a cultura cantonesa extraindo o significado único de sua forma geométrica no contexto regional (…) Este também é um design para o clima subtropical, com as variações de luz criando novas atmosferas”.

Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)

Desenhado para abrigar a coleção de arte de seu fundador, o HEM conta com um acervo de aproximadamente 500 obras, mas também será palco para exposições artísticas independentes. A primeira exposição será “From the Mundane World”, que propõe uma reflexão sobre questões como consumismo, produção e ecologia, e promete abordar também a atual pandemia do novo coronavírus.

Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)
Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)
Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)
Tadao Ando projeta museu circular na China para expressar "harmonia" (Foto: Museu HEM ©HEM)

Um tour pelo escritório cool do co-working The Coven em Saint Paul, Minnesota

The Coven, uma co-working que concentra mulheres, indivíduos não binários e trans contratou recentemente a empresa de design de interiores Studio BV para projetar seu novo local de coworking em Saint Paul, Minnesota.

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Reception

“O objetivo do projeto de sua localização principal em St. Paul, MN, era transformar um espaço escuro e histórico em um espaço luminoso e acolhedor que incentive o empoderamento das mulheres e defina uma base sólida para o futuro. O objetivo do projeto foi capacitar aqueles que habitam o espaço e criar um senso de comunidade e equidade.

A recepção e o lounge aberto aproveitam os tetos altos, a luz natural e o rico caráter arquitetônico. A equipe de design restaurou os detalhes históricos do espaço e adicionou recursos personalizados exclusivos para corresponder a esse nível de detalhe. O balcão de check-in personalizado é feito de um estofamento azul suave que cria um momento aconchegante na porta da frente. Na entrada do Coven, um mosaico de piso personalizado com o logotipo do Coven é colocado no chão. Este detalhe, juntamente com hardware personalizado e iluminação decorativa tornam a entrada memorável.

O uso inesperado de cores e materiais reflete a individualidade dos membros e convidados. O café aberto personalizado serve como um centro social para uma área de trabalho colaborativa e para eventos especiais. A mobília é macia, colorida e flexível. O mantra do Coven é “fazer o melhor.” Transformamos essas palavras em um aplicativo de revestimento de parede personalizado no café. Isso fornece uma impressão ousada e poderosa no espaço.

A escada de ligação é um movimento ousado que simboliza força e comunidade e conecta o espaço de reunião aberto do primeiro andar com as suítes de escritório do nível inferior.

O nível inferior foi transformado em um espaço luminoso e convidativo. Os tetos são pintados de branco e momentos de surpresa acontecem por toda parte. Escritórios privados e salas de conferências são atenciosos e confortáveis. Oportunidades de branding e personalização são abundantes. Paredes de tijolos e nichos escondidos servem como fundos sólidos e intencionais para esses momentos.

Todo o espaço está repleto de arte feita apenas para este espaço. O Coven apoia artistas femininas locais e o espaço está repleto de murais, tecelagens, pinturas, tapeçarias, azulejos, gravuras e objetos selecionados e criados para este espaço. Eles são elementos importantes no design e criam uma tela que expressa a comunidade e a diversidade ”, afirma Studio BV.

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Staircase
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Communal space
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Corridor
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Communal space
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Café
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Café
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Lounge
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Kitchenette
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Phone booths
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Phone booths
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Hot desks
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Meeting space
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Private office
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Meeting room
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Bathroom