Minimalismos de Paris: cabelo lambido e pele glow

O olho preto estumado da Chanel.

Semana de moda de Paris: Chanel (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Chanel (Foto: Divulgação )

Uma característica forte, possível de perceber em uma olhada rápida nos desfiles da Semana de Moda de Paris, é uma beleza muito leve, minimalista. Mas afinando o olhar é possível encontrar muito mais coincidências (ou zeitgest): a maquiagem é discreta, quase imperceptível, com, no máximo, um reforço nos olhos, como na Chanel. Ou um corte na sobrancelha como no show da Miu Miu. Mas em geral era uma pele iluminada, cheia de viço, e só. Até a máscara de cílios foi dispensada pela maioria.
E nem os cabelos escaparam desse inconsciente coletivo: fios úmidos, puxados para trás, lambidos, em um rabo de cavalo baixo ou tranças.

Acompanhe as imagens e inspire-se.

Louis Vuitton

Semana de moda de Paris: Louis Vuitton (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Louis Vuitton (Foto: Divulgação )

A maquiagem não-maquiagem da Louis Vuitton.


Miu Miu

Semana de moda de Paris: Miu Miu (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Miu Miu (Foto: Divulgação )

Miu Miu: Tranças nos cabelos e corte nas sobrancelhas.


Hermès

Semana de moda de Paris: Hermès (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Hermès (Foto: Divulgação )

Givenchy

Semana de moda de Paris: Givenchy (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Givenchy (Foto: Divulgação )

Wet look nos cabelos escovados para trás de Givenchy.


Altuzarra

Semana de moda de Paris: Altuzarra (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Altuzarra (Foto: Divulgação )

No desfile de Altuzarra, rabos de cavalo e pontos de brilho na make


Paco Rabane

Semana de moda de Paris: Paco Rabane (Foto: Divulgação )
Semana de moda de Paris: Paco Rabane (Foto: Divulgação )

Iluminador e lápis preto para definir o contorno do olhar no desfil de Paco Rabane.

Glenn Martens é nomeado Diretor de Criação da DIESEL!

Glenn Martens é nomeado Diretor de Criação da DIESEL, enquanto continua sua posição no comando criativo da Y / PROJECT.

“Estou extremamente honrado e animado por me juntar à família Diesel. Sinônimo de radicalidade, honestidade e otimismo, Diesel ajudou a moldar a forma como vemos o futuro. Sua voz única o tornou um ícone inegável. Hoje, mais do que nunca, sinto a necessidade de celebrar estes valores fundadores, de construir pontes através de uma mensagem de esperança ”. – Glenn Martens

EUA contra Big Tech

Os democratas querem leis como as da Grande Depressão, que proibiram bancos de investimento de oferecerem serviços no varejo. Ou seja, leis similares proibiram empresas de atuarem em dois mercados paralelos que podem promover monopólio.
Por Pedro Doria – O Estado de S. Paulo

Investigação sobre as quatro gigantes levou 15 meses e captou mais de 1,3 milhão de documentos

Após 15 meses de investigação, a Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados dos EUA soltou um extenso relatório que ataca práticas anticompetitivas por parte de quatro das cinco gigantes da tecnologia. A Microsoft escapa. Mas, com graus distintos de rispidez, os negócios de AmazonAppleFacebook Google são cuidadosamente detalhados, os problemas realçados e, no relatório oficial, uma série de propostas legislativas apresentadas.

Relatório oficial, pois é. Há três relatórios distintos. O primeiro, assinado pela maioria, é do Partido Democrata. E os Republicanos, tendo discordado da maioria, também entre si se dividiram e apresentaram mais dois textos. O curioso é que as discordâncias não são a respeito do diagnóstico. O grosso do texto, que detalha onde as quatro companhias atentam contra o livre mercado pela prática do monopólio, tem um de acordo coletivo. O problema está em parte no remédio proposto. E, em parte, num debate sobre a livre expressão online. No que eles concordam, ora, é o diagnóstico.

A Amazon é, para o conjunto, o caso mais simples e claro. Segundo os deputados, a empresa toca dois negócios simultâneos. Um é a loja virtual, onde vende ela própria produtos, assim como abre para comerciantes grandes, médios e pequenos sua plataforma. O outro negócio é na oferta de produtos com marcas próprias. Termina injusto com muitos fabricantes e comerciantes. 

Afinal, a empresa tem acesso a dados de venda de todo mundo, que mostra preços que os consumidores estão dispostos a pagar e categorias de maior sucesso. Assim, sempre que alguma empresa em sua plataforma começa a se dar bem, corre o risco de ver surgir a Amazon como concorrente. Aí, a sugestão de solução é a mais simples: leis que impeçam o benefício de suas marcas numa plataforma que se controla.

Com a Apple, o problema é possivelmente o menos sério — ela é acusada de controle da App Store. Apps para iPhones e iPads, só pela sua loja. E a empresa leva 30% de comissão nas vendas. Não há outra forma de atingir os usuários da segunda plataforma de smartphones mais populares do mundo. É menos sério por um motivo simples: os iPhones têm um rival, o Android.  E apenas o negócio dos apps é atingido.

A coisa começa a ficar complicada com Facebook e Google. O Google controla dois mercados — o de busca e o de publicidade atrelada a busca. E é um negócio tão amarrado num canto a outro que tudo parece fazer parte dum conjunto. O Chrome seria o browser mais popular do mundo se não fosse promovido pelo Google? A busca seria assim tão livre de concorrentes se não estivesse integrada a todos os smartphones com Android? Os Mapas seriam dominantes caso não fossem parte do todo?

O Facebook tampouco tem competidores reais. Então a competição é interna — Facebook com Instagram, WhatsApp com Messenger. Na ausência de concorrência, alegam os deputados, a privacidade piorou nas plataformas e também a qualidade deteriorou, tornando-se o ambiente celeiro de desinformação.

O Congresso não tem poder de dividir empresas num processo antitruste. Isso só o Departamento de Justiça pode fazer, argumentando perante um juiz. Mas pode legislar. Os democratas querem leis como as da Grande Depressão, que proibiram bancos de investimento de oferecerem serviços de banco no varejo. Ou seja, leis similares proibiram empresas de atuarem em dois mercados paralelos que podem promover benefícios monopolistas.

Os republicanos têm dois problemas distintos. Um grupo deles, marcadamente liberal na economia, concorda com dar mais recursos para os reguladores agirem, concorda em produzir uma lei semelhante à Lei de Proteção de Dados brasileira. Mas discorda de leis que entrem no como os negócios funcionam. Acham que não é papel do parlamento.

O grupo mais conservador se queixa de outra coisa. Queria que o relatório apontasse o que veem como um viés contra a direita nas plataformas. Estes queriam entrar em como os negócios funcionam, interferindo em como moderam o conteúdo.

Microsoft lança ataque às políticas da App Store

A gigante não citou a Maçã nominalmente, mas o endereço é certo

Já sabemos que a Apple está num mato sem cachorro quando o assunto é a App Store e as suas acusações de práticas monopolistas. Mesmo as demais gigantes do ramo já se manifestaram contra a Maçã: a Microsoft, por exemplo, declarou apoio (parcial) à Epic Games no seu processo contra Cupertino e protestou severamente em oposição às políticas da loja acerca de plataformas de streaming de jogos, como o xCloud.

Hoje, entretanto, a gigante de Redmond desferiu o ataque mais contundente contra a Apple até agora. A empresa atualizou as diretrizes da Microsoft Store com dez novos princípios que têm o objetivo de “promover o direito de escolha, a equidade de condições e a inovação”.

Apesar de não citar a Apple nominalmente em momento algum, fica claro que a movimentação da Microsoft é um enorme puxão de orelha (para dizer o mínimo) em Cupertino. Basta ver as palavras da vice-presidente e conselheira-geral da gigante, Rima Alaily, ao apresentar os novos princípios:

O Windows 10 é uma plataforma aberta. Ao contrário de outras plataformas digitais populares, os desenvolvedores são livres para escolher a forma como distribuem seus apps. A Microsoft Store é uma dessas formas. Nós acreditamos que a loja oferece benefícios significativos para consumidores e desenvolvedores, garantindo que seus apps apresentem privacidade sólida e obedeçam a padrões de segurança e proteção — ao mesmo tempo que torna os aplicativos fáceis de serem achados e fornece ferramentas e serviços adicionais para que os desenvolvedores possam focar apenas no seu desenvolvimento.

As dez novas regras da Microsoft Store são baseadas em indicações da Coalition for App Fairness (CAE)grupo fundado pelo Spotify, pela Tile, pela própria Epic Games e algumas outras empresas com o objetivo de “lutar contra o monopólio no mercado de apps”.

Entre as diretrizes recém-estabelecidas, a gigante de Redmond promete garantir que desenvolvedores possam distribuir seus aplicativos das formas que bem entenderem, inclusive adicionando neles sistemas de pagamento alternativos, e cobrar “taxas razoáveis” em sua própria loja, baseadas na média cobrada pela concorrência.

A rigor, os dez princípios publicados pela Microsoft seguem abaixo:

  1. Desenvolvedores terão o direito de escolher se distribuirão seus apps para Windows pela Microsoft Store ou não. Lojas concorrentes não serão bloqueadas na plataforma.
  2. Aplicativos não serão banidos do Windows com base no modelo de negócios do desenvolvedor ou a forma como ele entrega conteúdo e serviços; isso inclui apps cujo conteúdo está presente no dispositivo ou é gerado via streaming da nuvem.
  3. Aplicativos não serão banidos do Windows com base no sistema de pagamentos escolhido pelo desenvolvedor para compras realizadas dentro do app.
  4. A Microsoft dará aos desenvolvedores acesso às informações de interfaces interoperáveis do Windows, como disposto nos Princípios de Interoperabilidade da empresa.
  5. Qualquer desenvolvedor terá acesso à Microsoft Store, contanto que siga padrões e requerimentos objetivos relacionados a segurança, privacidade, qualidade, conteúdo e proteção digital.
  6. A Microsoft Store cobrará taxas razoáveis, em linha com aquelas cobradas por lojas concorrentes no Windows, e não forçará os desenvolvedores a vender dentro dos seus apps nada que eles não queiram vender.
  7. A Microsoft Store não impedirá que desenvolvedores comuniquem-se diretamente com seus usuários, por meio dos seus apps, para propósito de negócios.
  8. A loja dará aos apps da Microsoft total igualdade de condições e escrutínio que dá aos aplicativos da concorrência.
  9. A Microsoft não usará quaisquer dados privativos de apps, desenvolvedores ou da própria Microsoft Store para aprimorar seus próprios aplicativos.
  10. A Microsoft Store será transparente sobre suas regras, políticas e oportunidades para marketing e divulgação; essas regras serão aplicadas consistente e objetivamente e quaisquer mudanças serão avisadas com antecedência. A empresa disponibilizará um processo justo para resolver contestações e disputas.

Sobre o sexto item, a Microsoft não especificou ainda se diminuirá de fato as taxas da sua loja de aplicativos — hoje, a plataforma cobra dos desenvolvedores os mesmos 30% coletados pela App Store.

Alaily explicou também o motivo de a empresa não estender os novos princípios, ao menos por ora, à loja do Xbox. Segundo a executiva, consoles de jogos são “dispositivos especializados, otimizados para um uso específico” e seu modelo de negócios é muito diferente do ecossistema de computadores, tablets e smartphones; por isso, até o momento, a loja de jogos da Microsoft permanecerá com as regras e princípios de sempre. 🤷🏼‍♂️

A Apple não comentou as novidades e certamente não o fará, mas uma coisa é certa: considerando essa movimentação da Microsoft e o documento publicado recentemente pela ala democrata do congresso dos Estados Unidos, é possível dizer que o cenário que se desenha não é dos mais favoráveis a Cupertino. [MacMagazine]

VIA THE VERGE

Watch: Film Noirs presented by IN THE BLK

Outubro marca o Mês da História Negra na Europa. Geralmente é uma maneira de lembrar pessoas e eventos importantes na história da diáspora africana, mas a história ainda está em formação. Embora a Paris Fashion Week possa estar encerrando esta temporada, o Film Noirs celebra os designers e criativos negros e fala em solidariedade e independência dentro da comunidade negra. Em seu apoio a IN THE BLK, a Fédération de la Haute Couture et de la Mode lançou FILM NOIRS, a plataforma online oficial do PFW.

Apresentado por IN THE BLK, um coletivo de criativos negros na indústria da moda que se dedicam a criar e expandir espaços para colegas designers negros, FILM NOIRS é uma série de filmes em cinco partes do mundo todo. Criados em parceria com a Equator Productions, os cinco curtas-metragens são dirigidos por Ademola Faloma, Anthony Prince Leslie, Elisha Smith-Leverock, Numa Perrier e Sean Frank, figurinos liderados por Ade Samuel e Memsor Kamarake, e apresentam coleções dos seguintes Black designers: ASHYA, Bien Abyé, Fanmon, Fe Noel, House of Aama, Khiry, Off-White, Orange Culture, Sergio Hudson, Sewit Sium, Stella Jean e mais.

A IN THE BLK foi fundada e liderada pelo designer haitiano-americano, Victor Glemaud. Os membros do coletivo vêm de nações ao redor do mundo, incluindo Estados Unidos, Nigéria, Itália, África do Sul, França, Senegal, Etiópia, Gana e muito mais e compõem uma extensa lista de designers renomados, incluindo: Aliétte NY, ASHYA, Awa Meité , Bantu Wax, Bien Abyé, Christie Brown, Daily Paper, Fanm Mon, Fe Noel, House of Aama, Kenneth Ize, Khiry, Lem Lem, LoveOhLou, Loza Maléombho, Lukhanyo Mdingi, Maki Oh, Marty Moto, Maxhosa de Laduma, OffWhite , Cultura Orange, Rich Mnisi, Romeo Hunte, Tongoro, San Sovino 6, Selly Raby Kane, Sergio Hudson, Sewit Sium, Shekudo, Stella Jean, Studio 189, Thebe Magugu, THIRD CROWN, Tokyo James e Zashadu.

CREDITS
Overall Costume Designers: Ade Samuel and Memsor Kamarake
Live Stream Editor: Jacob Robbins
Rejoice Resist A film by Elisha Smith-Leverock – London, UK
Rebel Seed A film by Sean Frank – New York, USA
We Do A film by Numa Perrier– Los Angeles, USA
Identity A film by Ademola Faloma – Lagos, Nigeria
A film by Anthony Prince Leslie – New York, USA
Special thanks to Instagram, Fédération de la Haute Couture et de la Mode, Alaska—Alaska, The Chamber Group, Beyond 8, Julie Gilhart and Ademusoyo Awosika-Olumo, Creatic Venture.

Os novos projetos de moda sustentável da Hering e da Malwee têm a ver com você!

A Malwee fez parceria com o Repassa, que retorna 60% do valor da peça ao dono original

Tem vários projetos de sustentabilidade surgindo entre grandes marcas brasileiras. A Malwee, que está entre as 20 mais transparentes do mundo segundo o Índice de Transparência na Moda de 2019, acaba de lançar o Moda Sem Ponto Final, chamando suas coleções maiores de Primaveras, Verões, Outonos e Invernos. Ou seja, reforçando a ideia de que as peças devem durar mais do que uma estação!

E a novidade mais bacana é que eles ampliaram a parceria com o Repassa, antes restrita a algumas lojas físicas. Quem comprar no e-commerce da Malwee nos próximos dois meses, vai receber a “sacola do bem” para enviar as peças que estão paradas no armário para o Repassa, um brechó online que remunera o dono da roupa usada por 60% do valor comercializado.

Hering lança projeto Vestir o Brasil em comemoração aos seus 140 anos!

E a Hering, que está comemorando 140 anos (fato raríssimo no Brasil!), também lançou recentemente a campanha  Vestir o Brasil, com o propósito de estimular o empreendedorismo nas comunidades brasileiras. As 15 equipes inscritas no projeto vão receber mentoria e participar de oficinas virtuais.

A ONG Junior Achievement vai estimular os grupos a pensar como a moda pode mudar o país, enquanto o Instituto Reciclar questiona o que é vestir o Brasil. A partir dessas reflexões, os participantes vão desenvolver estampas e uma delas vai fazer parte da nova coleção da Hering, com 100% do lucro revertido para o Instituto Reciclar. [L’Officiel]

Best of Paris Fashion Week Spring/Summer 2021| Bazaar UK

Das maiores tendências às coleções de nova temporada mais cobiçadas, reunimos tudo o que você precisa ver nos desfiles da Paris Fashion Week primavera / verão 2021 – incluindo destaques da celebração de Hollywood por Chanel, o tributo de Dior a artistas femininas e o virtual de Louis Vuitton obra-prima

O Studio Modijefsky transforma o antigo espaço industrial em casa e estúdio para casal de artistas

Studio Modijefsky transformou uma área industrial monumental no terreno de Hembrug, em Zaandam, na casa e no estúdio de um casal de artistas.

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Open white shelving

“A volumosa volumetria deste edifício com potencialidades foi sabiamente dividido em dois níveis, permitindo assim acomodar diferentes funções: um escritório e uma oficina no rés-do-chão, um espaço de galeria e uma habitação no primeiro andar. Os dois pisos estão ligados por duas escadas escultóricas, uma das quais conduz à casa através da cozinha, a outra conduz os visitantes da oficina para o espaço da galeria. O nível do solo foi projetado de forma que todas as funções da oficina sejam implementadas. Este piso pode operar sozinho atendendo a todas as necessidades da produção e atividades diárias. Conforme você sobe a escada principal e atravessa a soleira, Ketelhuis (traduzido como “casa da caldeira”) aparece como aberto para visitantes. Logo ao entrar, o interior surge sóbrio e acolhedor, sendo definido por três acabamentos principais: materiais pintados de branco, madeira de carvalho e latão. As paredes totalmente brancas revelam sutilmente a grade estrutural, realçada por um jogo de relevos que se tornam vestígios da função, uma celebração do edifício. À sua frente, mais perto da entrada acessível através da segunda escada, um grande espaço de galeria foi minimamente pensado para acolher diferentes tipos de momentos e eventos, deixando espaço para a imaginação. As vigas industriais brancas têm vista para o piso de madeira haring bone, dois elementos simples em equilíbrio harmônico um com o outro. Três orifícios no teto, que antes acomodavam tantas chaminés, agora são substituídos por vigias de vidro, transformando as aberturas em claraboias.

Durante os shows e apresentações, este grande espaço da galeria é servido pela cozinha aberta totalmente customizada e não convencional que faz parte da casa. Uma peça central, a ilha, foi cuidadosamente projetada e trabalhada inteiramente em latão, totalmente preenchida com gabinetes em cada um dos quatro lados e coberta por uma bela tampa de aço inoxidável. Dois ‘especiais’ complementam o design elegante: puxadores de bronze feitos sob medida e prateleiras extraíveis de madeira. A parte de trás da cozinha é um sistema de prateleiras brancas abertas apoiadas na caixa de vidro transparente da entrada principal. Uma grande mesa de carvalho e um conjunto de cadeiras vintage são encimadas por uma peça de arte: um caiaque construído por você mesmo convertido em um objeto de luz quente pendurado de cabeça para baixo acima de todo o comprimento da mesa. Uma grande abertura na parede convida-o a descobrir um espaço muito mais intimista e envolvente, a verdadeira sala de estar, que se caracteriza por um conjunto de objetos de madeira e peças de mobiliário vintage que conferem ao espaço uma profunda sensação de calor. Aqui, um sofá confortável está voltado para um fogão a lenha. Indo pelo corredor, algumas portas de correr para o quarto de hóspedes, closet, banheiro e toaletes, camuflagem com as paredes. No final dela o teto quase dobra de altura e o quarto principal revela. A ampla sala e a luz natural favorecem a presença de diferentes espécies de plantas, que criam um ambiente de encantamento. A altura do teto permite um mezanino com vista para o quarto e a vista. Os degraus que levam a este “quarto no quarto” escondem um armário de madeira que serve ao espaço, refinado por uma grade de metal branco simples, mas detalhada. Em seguida, um espaço em forma de varanda abriga uma banheira vitoriana com uma janela de teto que permite observar as estrelas enquanto se banha, sendo cercada por inúmeras plantas conectando visualmente os dois níveis. O layout maluco desta sala deriva de uma mistura de opções que refletem as personalidades extravagantes dos proprietários. Nas paredes norte do quarto, casa de banho e sala, as janelas originais deixadas sem função devido à anexação de um novo edifício, são agora utilizadas como lightboxes que difundem luz quente para os quartos.

Os ladrilhos brancos em espinha dos banheiros e banheiros complementam a madeira de carvalho e o mármore branco dos armários, enquanto os espelhos altos acima das pias aumentam a altura do teto. As luminárias de bronze, projetadas e confeccionadas pelo ateliê do cliente, podem ser encontradas em todo o espaço como pequenas surpresas agradáveis. Um sistema de venezianas brancas minimalistas permite modificar a abertura original do edifício industrial, tornando-o um espaço habitável e permitindo aos habitantes regular a quantidade de luz desejada ao longo do dia em todas as áreas da casa. Ketelhuis é um lugar onde cada área foi projetada para complementar o edifício original, mas para realçar o uso designado de cada uma das salas ”, explica Esther Stam, fundadora do Studio Modijefsky

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Gallery space
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Customized kitchen with bright island
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Oak table and vintage chairs
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Kayak converted in light object
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Living room & wood-burning stove
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ketelhuis-home-zaandam-studio-modijefsky11
Master bedroom
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Balcony & free-standing bathtub
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ketelhuis-home-zaandam-studio-modijefsky23
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Isabel Marant | Spring Summer 2021 | Full Show

Isabel Marant | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/Multi Camera – Detailed/1080p – PFW/Paris Fashion Week)