Kristen Stewart com Cleo Wade após o Spring-Summer 2021 Ready-to-Wear Show — CHANEL

Impressions from Los Angeles – A embaixatriz da House Kristen Stewart é acompanhada por Cleo Wade após o show CHANEL Spring-Summer 2021 Ready-to-Wear.

Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe

Edifício de 250 metros de altura na China foi fotografado por diversos ângulos e pode ser visitado mesmo com pandemia

Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe (Foto: Divulgação)

Chongqing, na China, tem um cartão-postal imponente que não passa despercebido: o maior arranha-céu horizontal do mundo, com 300 metros de comprimento elevado a 250 metros de altura. Inaugurado em junho após 8 anos de planejamento, design e construção, o edifício foi fotografado de diversos ângulos por dentro e por fora, e impressiona de onde quer que se olhe.

Encravado no distrito de Yuzhong, o projeto combina escritórios, residências, hotéis, lojas e instalações recreativas em 22,7 acres, com uma área total construída de mais de 1 milhão de metros quadrados, à beira da confluência dos rios Yangtze e Jialing.

Cinco das oito estruturas verticais são residenciais, uma atende a escritórios e as duas restantes se dividem entre uma torre de uso misto com escritórios e apartamentos com serviços, e outra com escritórios e um hotel.

No topo do edifício “Crystal”, o deck exploratório – com jardins, restaurantes, um bar e um espaço para eventos – tem capacidade para receber 3 mil visitantes todos os dias, proporcionando uma visão panorâmica de 270 graus da cidade e a sensação de que se anda em pleno ar, por conta do piso de vidro.

O elevador que leva os visitantes para o topo demora apenas 52 segundos para chegar ao deck, no 47º andar. Mesmo em tempos de pandemia de Covid-19, os jardins e as instalações de cristal estão abertas aos visitantes durante todo o ano, segundo o site “Design Boom”.

“Nosso design traz as pessoas para dentro em diferentes níveis, seja a pé, de carro, metrô ou balsa, para reconectar a cidade ao seu local mais histórico, a praça Chaotianmen”, diz Moshe Safdie, Safdie Architects’ – essa é a quarta colaboração do escritório com a Capitaland, uma das maiores incorporadoras imobiliárias da Ásia.

Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe (Foto: Divulgação)
Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe (Foto: Divulgação)
Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe (Foto: Divulgação)
Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe (Foto: Divulgação)
Maior arranha-céu horizontal do mundo impressiona de onde se olhe (Foto: Divulgação)
Arranha-céu horizontal é inaugurado na China  (Foto: Divulgação)
Arranha-céu horizontal é inaugurado na China  (Foto: Divulgação)
Arranha-céu horizontal é inaugurado na China  (Foto: Divulgação)
Arranha-céu horizontal é inaugurado na China  (Foto: Divulgação)

‘No dia em que Eloisa reencontrar a filha, metade dos problemas dela serão solucionados’, diz ex-agente de modelo alagoana

A modelo estadunidense e atiPaulo Fernando Santos trabalhou com modelo encontrada em comunidade carioca
Joana Dale

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé e casamento
Eloisa e sua filha Azurra desfilando para a Dolce & Gabbana em 2015 Foto: Divulgação

“No dia em que Eloisa reencontrar a filha, metade dos problemas dela serão solucionados. Testemunhei a infelicidade dela por ter que viver longe da menina”, conta ele.

Paulo lembra que a relação de Eloisa com Andre sempre foi difícil:

“Durante a gravidez, ele batia nela.”


De acordo com o booker, o russo – que atualmente mora em Londres com a menina – ganhou a guarda da criança ao apresentar fotos de Eloísa em “cenas comprometedoras” e a acusou de ser uma “modelo prostituta”. 
 
“São fotos em ato sexual, feitas pelo próprio. Ela sofre muito com essas imagens, que foram publicadas em alguns sites.

Agente de Eloisa Pinto Fontes durante um ano e meio em Nova York, o carioca Paulo Fernando Santos acredita que os problemas psicológicos pelos quais a modelo alagoana está passando são consequência de ela ter perdido a guarda da filha, Azzurra, para o ex-companheiro, o modelo e produtor executivo russo Andre Birleanu.

Em 2016, a modelo posou com a filha para a capa da “Elle” romena. No ano anterior, ela foi fotografada com o então companheiro para uma campanha da Dolce & Gabbana. Eloisa e André se conheceram em 2012, em São Paulo, e se casaram em 2014. Ele ficou conhecido pela sua participação no programa americano “America’s most smartest model” . 

Filha de uma família humilde, Eloisa deixou mãe e os sete irmãos em Alagoas para ir tentar a vida de modelo em São Paulo, aos 17 anos.PUBLICIDADE

“Assim como muitas mulheres brasileiras, que são abusadas às vezes dentro de casa por familiares, o mesmo pode ter acontecido com ela. Claro não podemos confirmar o que não temos certeza, mas é infelizmente uma realidade.”

Paulo, que hoje trabalha na agência Ford em Nova York, a conheceu na cidade americana quando ela fazia parte do casting da agência Marylin.

“Ela era modelo fotográfica, fazia look books, fotos para e-commerce. Poucas vezes faltava a um casting ou chegava atrasada. Era trabalhadora e ganhava seu dinheiro”. 

Paulo torce para que Eloisa reencontre, em breve, a filha, que atualmente tem 7 anos.

“Espero que ela não tenha que esperar a menina fazer 18 anos para ter autonomia para conseguir descobrir quem é sua mãe. Afinal, toda história tem dois lados.”

A equipe tentou contato com o ex-marido da modelo, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Entenda o caso

Na última terça-feira, dia 6, agentes da Operação Ipanema Presente localizaram a modelo, de 26 anos, que estava sendo procurada pela família há um ano. Eloisa estaria vivendo no interior do Morro do Cantagalo, na Zona Sul do Rio, e no momento em que foi encontrada, aparentava estar desorientada.

De acordo com a polícia, Eloisa foi levada para a base do Ipanema Presente, na Praça General Osório, onde recebeu apoio social. De lá, ela foi encaminhada para o Instituto Municipal Philippe Pinel, onde passou por uma avaliação psiquiátrica e ficou internada para cuidados de sua saúde mental.

Em junho de 2019, a modelo foi dada como desaparecida em Nova York, onde vivia e trabalhava. Cinco dias depois, ela foi vista andando, visivelmente desorientada, em uma rua de White Plains, cidade do estado de Nova York que fica a cerca de 30 minutos de trem do centro de Mahanttan. Um transeunte a encontrou na rua e chamou a polícia, que a identificou. Eloisa foi levada para um hospital de White Planis, onde ficou internada durante cerca de um mês.

Randy Tran for ELLE Vietnam with Chloe Blanchard

Photographer: Randy Tran. Fashion Stylist: Donna Lisa. Hair Stylist: Darine Sengseevong at Art Department LA. Makeup Artist: Jenny Ventura. Retoucher: Dorian Qi. Model: Chloe Blanchard at The Lions LA.

Arthur Avellano Spring/Summer 2021

Arthur Avellano unveiled his Spring/Summer 2021 collection during Paris Fashion Week.

‘A Eloisa Fontes é uma grande vítima do meio, da moda e da vida’, diz amiga de modelo resgatada em favela

Baiana, que também foi modelo, é uma das poucas amigas que a alagoana tem. A intenção é intervir para ajudar Eloisa a se recuperar
Marjoriê Cristine

Eloisa Fontes em uma das últimas imagens postadas em suas redes sociais, em março de 2020, no Rio Foto: Redes Sociais / Reprodução
Eloisa Fontes em uma das últimas imagens postadas em suas redes sociais, em março de 2020, no Rio Foto: Redes Sociais / Reprodução

O sonho de se tornar uma modelo internacional sempre esteve nos planos de Eloisa Fontes. Antes mesmo de completar 18 anos, a jovem deixou o interior de Alagoas para buscar o seu objetivo em São Paulo, um dos maiores mercados da moda no mundo. Mas se nas passarelas e nos ensaios fotográficos a modelo se destacava e brilhava cada vez mais, no lado pessoal as coisas não eram tão belas quanto pareciam.

Uma amiga de Eloisa revelou ao GLOBO que a modelo, que foi resgatada desorientada por agentes do Ipanema Presente no Morro do Cantagalo, na Zona Sul do Rio, na terça-feira, dia 6, não tinha amigos próximos e era “uma vítima da vida”.

— É tudo meio complicado. A Eloisa é uma grande vítima do meio, da moda, da vida! Se aproveitam das pessoas com fraqueza, como é o caso dela. Tanto fora quanto aqui, falta um suporte maior. Ela sempre foi muito desamparada. Vive há anos sem amigos, que só aparecem quando querem e só se preocupam com a sua vida. Ela já sofreu muita coisa e, provavelmente, não contou para ninguém. Já fui modelo como ela, sei como esse meio funciona — conta a jovem, que é baiana e prefere não se identificar.

Eloisa Fontes Foto: .
Eloisa Fontes

Segundo a amiga, que também é ex-modelo, os problemas podem ter começado quando justamente nessa transição do interior para cidade grande. Ela explica que as agências de modelos não dão suporte psicológico para suas agenciadas, o que prejudica ainda mais a carreira de muitas delas, como no caso de Eloisa. A falta de amigos próximos e fieis também prejudicaram o lado emocional da alagoana.

— Eu acredito que ela esteja nessa situação por falta de suporte. Ela não tinha amigos próximos. Na verdade, não tem. Como tem problemas psicológicos, ela não se permite ser aproximada, não fala muito, não compreende muitas coisas. Comigo mesma, ela aparece, fala um pouco e some. Logo depois desse desaparecimento em NY, ela veio me contar que estava no Rio, que estava tudo bem — afirma.

 Sem instruções sobre apoio psicológico, ela não conseguiria procurar sozinha a ajuda de um profissional qualificado, como psicólogo ou um psiquiatra.

— A grande questão é que as agências de modelos não nos dão suporte, não dão apoio psicológico. Na verdade, poucas fazem isso, só pensam em faturar e só se preocupam quando você traz dinheiro para eles. Mas quando você está em casa sem trabalhar, daí o problema é seu. Ela ganhou muito dinheiro com os trabalhos que fazia, mas não sei quem toma conta do dinheiro dela agora. Mas por ela não compreender muito das coisas, as pessoas pagavam menos do que ela merecia —  diz.

Eloisa segue internada no Instituto Municipal Philippe Pinel, em Botafogo, desde o dia 6 de outubro. Por enquanto, sem previsão de alta. A família não vive no Rio, mas a mãe da modelo virá para capital Fluminense quando ela for liberada pelos médicos. A amiga baiana afirma que vai tentar levá-la para Salvador ou ajudá-la a ficar segura com a mãe em Alagoas.

— Quero tentar intervir, tentar trazer ela para Salvador. Tenho amigos no Rio, mas não queria deixar ela lá porque é mais fácil de cair nessa situação novamente. O melhor é ela ir para o interior de Alagoas com a mãe ou vir para cá, ou para um lugar onde tenha apoio.

Com Letitia Wright, Mangrove abre o Festival de Londres, politiza e emociona

Diretor de 12 Anos de Escravidão, Steve McQueen marca os 50 anos da marcha dos Nove do Mangrove
PATRÍCIA DANTAS

Nada de tapete vermelho, coletivas de imprensa ou chá da tarde com os cineastas. Para quem está acostumada a cobrir o Festival de Cinema de Londres, que deu início à sua 64a. edição na última quarta-feira, o formato de 2020 é bem diferente dos anos anteriores. Em tempos de pandemia, a maior parte dos filmes está sendo exibida virtualmente na plataforma do British Film Institute, com apenas alguns títulos disponíveis em cinemas selecionados no Reino Unido para o público.

Porém, apesar de sentir falta de sentar na sala de cinema e encontrar com meus colegas jornalistas entre uma sessão e outra, nem tudo parece incomum no evento deste ano. A começar pelo filme de abertura do festival, Mangrove, de Steve McQueen. Vencedor do Oscar de Melhor Filme com 12 Anos de Escravidão em 2014, o diretor britânico é habitué do festival, onde abriu a edição de 2018 com seu As Viúvas.

Mangrove faz parte de uma antologia assinada pelo cineasta, intitulada Small Axe, que vai ao ar a partir de 15 de novembro na BBC e 20 de novembro no Amazon Prime Video com cinco filmes originais baseados em experiências reais da comunidade das Índias Ocidentais em Londres. Especificamente em Mangrove, a trama se passa entre as décadas de 60 e 70 em Notting Hill, na região Centro-Oeste da capital, bairro charmoso que nem sempre foi palco de comédias românticas e ainda tem ruínas evidentes da época do Pós-Guerra.

Há 50 anos, a área, repleta de moradias precárias, atraía imigrantes, incluindo descendentes de ex-colônias britânicas do Caribe, também conhecidos como geração “Windrush”, a viver em Notting Hill pelo aluguel barato. (Quando Caetano Veloso canta em “Nine out of Ten” que frequenta o Electric Cinema e passeia pela Portobello Road ao som do reggae, é da Notting Hill dos anos 70 que ele fala.) Dado o contexto, a partir de então, o filme conta a história verídica de Frank Crichlow (Shaun Parkes), cujo restaurante caribenho, Mangrove, acaba se tornando um centro comunitário animado em Notting Hill, para moradores, intelectuais, artistas e ativistas.

Embora ressalte que ali “é um lugar de respeito onde se vende apenas comida apimentada”, Frank é alvo constante de batidas policiais e acusações de atividades ilegais. Em uma tentativa de acabar com a discriminação e a destruição de sua base comunitária, Frank e seus amigos decidem sair às ruas em um protesto pacífico ocorrido em 1970, e o filme lida com a reação violenta da polícia a essa iniciativa, e se transforma numa história de tribunal quando os detidos – conhecidos como “Os nove de Mangrove”, incluindo Frank e a líder do
Movimento British Black Panther, Altheia Jones-LeCointe (Letitia Wright) – são julgados pelo protesto no Old Bailey Court, a mais alta corte de justiça do Reino Unido.

Algumas cenas do filme são realmente poderosas, pelo apelo emocional, especialmente em tempos de Black Lives Matter: uma delas é quando Altheia diz a Frank para não ceder ao sistema e não se declarar culpado das acusações. Quando Frank se emociona ao ouvir o veredito para cada membro do “Mangrove 9” é outro momento forte do filme, de causar arrepios.

Ao marcar os 50 anos da marcha de protesto, Mangrove ensina que, apesar das adversidades e da vontade de desistir às vezes, a resiliência pode levar a recompensas realmente valiosas. O filme de McQueen abre o Festival de Londres com esse tom político evidente, em sintonia com o Black Lives Matter e outros movimentos que reivindicam o protagonismo das narrativas negras suprimidas há séculos, e a essa altura de 2020 isso seria até incontornável.

Moose Knuckles Fall/Winter 2020 Campaign

A campanha Moose Knuckles Fall/Winter 2020 intitulada “Bring the Heat”, não só fala sobre as roupas resistentes às intempéries da marca, mas também destaca indivíduos que estão inspirando e motivando os outros.

A campanha é liderada pelo artista musical de alto nível Young Thug, exibindo imagens de heróis dele vestindo a coleção FW20 de Moose Knuckles.

Gauchere | Spring Summer 2021 | Full Show

Gauchère | Spring Summer 2021 by Marie-Christine Statz | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)