Aguabendita | Resort 2021 | Full Show

Aguabendita | Resort 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PARAISO Miami Beach) #Miamiswim

William Davies – Vamanos Cubanos/Deja Te Ver/Mi Chica Latina

20 fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui)

Selecionamos os melhores cliques com os detalhes de maquiagem e cabelo da última temporada de moda
LUANDA VIEIRA (@LUANDAVIEIRA)

As fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui) (Foto: Imaxtree)

Quem vê a modelo pronta na passarela, não imagina quantos grampos, retoques e testes de maquiagem ela passou nos bastidores. Longe dos holofotes, muitos profissionais dividem o mesmo espaço para garantir que a tendência chegue até nós da melhor forma possível. Entre uma mudança ou outra, sempre tem um fotógrafo atento para registrar toda a preparação, exatamente o que resolvemos mostrar por aqui.

As fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui) (Foto: Imaxtree)
As fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui) (Foto: Imaxtree)

Na temporada de moda que terminou na última semana, vimos a sobrancelha riscada ganhar vida na Miu Miu (foto de abertura), o cabelo molhado ser a sensação da Versace, o olhão preto ganhar vida na Chanel e na Dior e a boca vermelha continuar seu reinado na Dolce & Gabbana, além de muitas tranças, coques e franjas para nos inspirar. Por aqui, mostramos em fotos parte do processo por trás da finalização dos cabelos e maquiagens.  

Confira:

info@imaxtree.com (Foto: Imaxtree)
As fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui) (Foto: Imaxtree)
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As fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui) (Foto: Imaxtree)
As fotos de beleza que você só vai ver no backstage de um desfile (ou aqui) (Foto: Imaxtree)
Foto do maquiador Guido Palau no Backstage da Chloé (Foto: Reprodução Instagram)
Foto do maquiador Guido Palau no Backstage da Chloé (Foto: Reprodução Instagram)

Essa bolsa foi hit entre as fashionistas no street style da semana de moda de Paris

Fashionistas foram clicadas pelas ruas parisienses carregando a Swipe Bag da grife francesa Coperni

Street style Paris (Foto: Getty Images)

Se nas passarelas as bolsas hit foram as versões micro do verão 2021 da Chanel, no street style de Paris, que foi bem menos movimentado do que o normal nesta temporada de moda, o acessório que chamou atenção foi a Swipe Bag da Coperni, que conquistou nove a cada dez fashionistas que foram clicadas pelas ruas parisienses. Apesar de minimalista, a bolsa feita em couro tem uma silhueta supermoderna escultural e conta um zíper de duas pontas que corre ao redor da alça oval. Disponível em três tamanhos (mini, médio e grande) e no shape baguette e tote, a bolsa é versátil e vai bem no dia a dia para trabalhar (nas opções maiores) e até num evento noturno.  

Street style Paris (Foto: Getty Images)
Street style Paris (Foto: Getty Images)
Street style Paris (Foto: Getty Images)
Street style Paris (Foto: Getty Images)

A it-bag, que aparece em diferentes tons (dos clássicos como preto ao vibrante vermelho, e no desfile de verão 2021 ganhou novas cores como um verde pastel e também acabamento texturizado), é inspirada no ícone “deslizar para desbloquear” do iPhone. E essa não é a única bolsa da grife francesa que faz referência ao mundo da tecnologia. Outro modelo, a “App bag”, lembra os ícones de aplicativo do aparelho. Já a “WiFi Bag” tem seu design criado a partir do símbolo que indica conexão de internet sem fio. Escolhas perfeitas para uma fashionista conectada e que gosta de peças contemporâneas. 

Street style Paris (Foto: Getty Images)
Street style Paris (Foto: Getty Images)
Street style Paris (Foto: Getty Images)
Street style Paris (Foto: Getty Images)

Fundada pela dupla Sébastian Meyer e Arnauld Vaillant em 2013, a etiqueta ganhou o prêmio ANDAM (que tem o objetivo ajudar profissionais da moda a estabelecer-se no mercado) em 2014 na categoria marca criativa (e ficou como finalista na edição de 2019) e também foi uma das finalistas do prêmio LVMH de 2015, dedicado a novos talentos. A Coperni havia ficado em hiato durante os dois anos que a Meyer e Vaillant estiveram à frente da Courregès (de 2015 a 2017), mas foi relançada em 2019 com preços mais acessíveis e itens unissex. Além das bolsas, a grife conta com uma linha completa de ready-to-wear.

‘Ela caiu no vício por causa do ex-marido’, diz modelo que namorou Eloisa Fontes

Jovem radicado em Nova York se organiza para pagar rehab de Eloísa e afirma que Andre Birleanu chegou a ameaçá-la de morte
O Globo

A modelo posou para a revista Design Scene em 2013 Foto: Divulgação
A modelo posou para a revista Design Scene em 2013 Foto: Divulgação

Preocupado com as declarações do produtor russo Andre Birleanu, ex-marido de Eloisa Fontes, a modelo alagoana que foi internada no Pinel, seu ex-namorado, um carioca radicado há anos em Nova York, topou falar sobre o sofrimento de Eloisa, desde que seu nome seja mantido em sigilo. 

“Ele (Birleanu) é muito perigoso, filho de mafiosos. Prefiro me preservar”, disse o modelo por mensagens de voz. O rapaz e Eloisa romperam o namoro um mês antes de ela se envolver com o russo e continuaram amigos. “Nos falamos um dia antes de ela ser resgatada na rua. Vi umas fotos dela no Rio, fiquei preocupado e liguei para saber o que estava acontecendo. Ela não quis falar muito porque tem vergonha”, contou o modelo.

Segundo ele, Eloisa “caiu no vício por causa da depressão e do ex-marido, que é uma grande pedra no sapato dela”. “O trabalho de modelo não estava rolando por causa da Covid-19. Ela entrou em depressão e caiu no vício. Minha mãe mora no Brasil e se ofereceu para pagar uma clínica de reabilitação”. 

Ainda de acordo com o rapaz, a modelo tinha uma carreira promissora e uma energia muito boa, que começou a desandar quando foi proibida de ver a filha, hoje com 7 anos. “Se ela pudesse recuperar a guarda, tudo isso ia passar”, acredita, endossando a tese do agente Paulo Santos, que conversou com a equipe da ELA ontem.

Eloisa na campanha da Dolce & Gabbana em 2016 Foto: Divulgação
Eloisa na campanha da Dolce & Gabbana em 2016 Foto: Divulgação

Uma ex-namorada de Andre ouvida pela equipe de ELA, que também não quer se identificar, disse que a filha de Eloisa está bem, longe do pai, e sob os cuidados de uma “família de acolhimento”. “Andre foi preso na Inglaterra depois de bater em outra mulher e perdeu a guarda da menina”, diz o modelo carioca. “Agora está em Milão infernizando a vida de outra garota. Ele tem envolvimento com a máfia. Acabou com a vida de Eloisa e de muitas mulheres. A Eloisa era uma princesa, uma pessoa do bem, não tinha surto nenhum. Foi morar com ele e me dizia que tinha medo, que ele batia nela e a ameçava de morte.”PUBLICIDADEhttps://ff00206c26387b21ebae5442c74796db.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Eloisa e sua filha Azurra desfilando para a Dolce & Gabbana em 2015 Foto: Divulgação
Eloisa e sua filha Azurra desfilando para a Dolce & Gabbana em 2015 Foto: Divulgação

Segundo a ex de André e o modelo, uma new face baiana que ficou um mês com o produtor “teve de sair da Bahia porque ele a perseguia”. “Ele é um psicopata. A gente precisa juntar várias vítimas para fazer uma corrente e desmarcará-lo”, dizem.

Em entrevista ao jornal Extra, Andre rebate acusações feitas pelo agente Paulo Santos e afirma que Eloísa foi quem abandonou a filha.

Uma olhada no novo escritório da Cefora em Bruxelas

A instituição de ensino Cefora contratou recentemente o estúdio de design de interiores Twodesigners para projetar seu novo escritório em Bruxelas, Bélgica.

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Kitchen

“O principal pedido da equipe da Cefora foi fazer com que seus colaboradores quisessem trabalhar com mais regularidade na matriz, oferecendo um ambiente de trabalho ergonômico, aconchegante e inspirador. A integração de um espaço de reunião para as equipas e de salas de formação polivalentes e criativas também fez parte da reflexão inicial.

A partir dessa observação, a equipe do Twodesigners imaginou, desenhou e modelou um espaço que reúne estética, funcionalidade e conforto. Os colaboradores têm o prazer de desfrutar de seus novos escritórios, muito agradáveis ​​e na vanguarda da modernidade. O espaço do novo escritório da Cefora sendo consequentemente grande, a Twodesigners convocou terceiros para garantir uma expertise em todos os domínios e todas as fases do andamento do projeto. Nossa equipe de arquitetos e designers de interiores trabalhou com um empresário geral, uma agência de engenheiros e também com um coordenador de reuniões semanais.

A acústica do local foi um aspecto do layout que foi muito estudado e pensado. Era importante focar na criação de algo perfeito. Esta é uma parte oculta da expertise de Twodesigners que também proporciona um domínio técnico em todos os seus projetos. A técnica é a chave, mas não é tudo! A equipe de anti-heróis então usou seu cérebro para apresentar layouts estéticos, naturais e mutáveis ​​para Cefora, no grande espaço interior.

Em muitas partes do layout, usamos madeira e feltro, para dar um ambiente acolhedor e motivador. Também optamos por montar duas paredes vegetais, para dar ao espaço um ambiente aconchegante e natural, que agrada os colaboradores que vêm trabalhar todos os dias na Cefora. Para o lado gráfico do espaço da Cefora, a Twodesigners utilizou madeira reinjetada, inclusive para o suporte da sinalização das placas das portas. Animações tipográficas divertidas e coloridas sobre o tema de inclinação foram adicionadas para um ambiente estudioso, mas relaxado ao mesmo tempo, um ponto que Olivier Lambert e sua equipe realmente queriam refletir em seu espaço ”, disse TwoDesigners

  • Location: Brussels, Belgium
  • Date completed: 2020
  • Size: 16,145 square feet
  • Design: Twodesigners
  • Photos: Halo Studio
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Corridor / meeting room
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Communal space
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Lounge
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Open-plan workspace
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Workstations
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Conference room
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Breakout space
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Seating area
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Hotdesks
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Hotdesk

Per Florian Appelgren for ELLE Hungary with Adama Jobe & Gode

Photographer: Per Florian Appelgren. Fashion Stylist: Gino Gurrieri. Hair & Makeup: Sophie Wortelboer. Photo Assistant: Lukas Wiegand. Retouch: Victoria Gorecki. Model: Adama Jobe & Gode.

“Pacientes pretos sempre têm algo em comum. O racismo atravessa a nossa existência”, afirma a psicóloga Milena Reis

No Dia Internacional da Saúde Mental, 10 de outubro, a psicóloga Milena Reis conta à Glamour como é ser uma terapeuta negra em 2020 e dar apoio àqueles que estão passando pelos mesmos traumas que ela.
POR MALU PINHEIRO (@MARILUISAPP)

Young black depressed female character sitting on the floor and holding their knees, a cartoon scribble above their head, mental health issues (Foto: Getty Images/iStockphoto)
“Pacientes pretos sempre têm algo em comum. O racismo atravessa a nossa existência”, afirma a psicóloga Milena Reis (Foto: Getty Images/iStockphoto)

“Desde os 16 anos eu sempre quis ser psicóloga. Nunca fiz inscrição para outro curso no vestibular, nunca tive troca de carreira… A ideia da justiça social sempre me atraiu. Quando eu entrei na universidade, eu queria trabalhar com pessoas pretas em situações de risco. Eu mal sabia o que isso, de fato, era, mas eu queria – e hoje eu trabalho exatamente com isso.

Eu nunca fui ao psicólogo nem fiz terapia quando mais jovem, mas hoje percebo o quanto o teria feito diferença na minha vida, principalmente porque racismo não me atravessa na hora que eu entendo o que é racismo, ele me atravessa o tempo todo.

É importante a gente nomear as coisas. Às vezes, a experiência de uma pessoa preta parece que é pontual, que aquilo é só com ela. Por exemplo, existe um termo que chamamos de solidão da mulher preta. Adolescentes negras, em sua maioria, não têm namoradinhos – elas servem muito mais de ponte entre pessoas do que um destino de afeto. E eu achava que isso era só comigo por ser de um jeito ou de outro, mas quando você começa a ouvir as pessoas, você percebe que não, não é só com você.

Parece que a nossa experiência, principalmente para pessoas que vivem em lugares embranquecidos, é algo particular. Eu vivi 33 anos na região da Paulista, em São Paulo, em uma realidade completamente privilegiada – eu fiz inglês, eu fiz dois anos de cursinho. É importante a gente repensar nosso privilégio, claro, mas tem algumas situações que todo mundo passa: racismo te atravessa. E aí, você passa a entender como ele desumaniza a gente e tira da gente o que a gente é.

A psicologia fala de relações humanas, mas quando a relação é com outra pessoa preta, ela é ainda mais íntima. A gente vai percebendo algumas semelhanças e começa a propor objetos de estudo. Hoje eu faço uma especialização de prevenção e posvenção do suicídio e o tema do meu artigo é O racismo como fator de risco para o suicídio. O suicídio, em geral, é um tema amplamente discutido, mas só existe um livro publicado que relaciona população preta e LGBT com o suicídio. A gente não é tema.

“Atender pessoas pretas me atravessa, mas também me dá material para produzir conhecimento”Milena Reis

No código de ética do profissional da psicologia é indicado que o psicólogo deve contribuir para erradicar qualquer tipo de preconceito, discriminação e opressão – mas nem sempre se enxerga isso como um dever. É importante pensar que a gente vive em uma sociedade racista. Todas as nossas relações são baseadas a partir do racismo. A psicologia deveria ser instrumento antirracista? Deveria. Isso acontece na prática? Nem sempre. Toda vez que a gente tem um sistema de privilégio, as pessoas não querem deixar o privilégio para trás.

Psychologist african american woman and young girl patient in therapy session. Treatment of stress, addictions and mental problems. (Foto: Getty Images/iStockphoto)
“Pacientes pretos sempre têm algo em comum. O racismo atravessa a nossa existência”, afirma a psicóloga Milena Reis (Foto: Getty Images/iStockphoto)

Eu ouço muito de pessoas pretas que passaram por psicólogos brancos, quando o racismo é assunto, existe um movimento de negá-lo. “Imagina, isso não acontece”, “A gente está em 2020” … Existe uma negação e negar o racismo é uma forma de silenciamento. Quando você fala isso, você principalmente nega o direito daquela pessoa de cuidar da sua própria saúde mental.

O racismo é uma ferida que não cicatriza. Você pode não se reconhecer como pessoa negra, mas o racismo vai chegar até você – as oportunidades são diminuídas. Me parece que o racismo estrutural normaliza a ideia de que pessoas pretas não são capazes.

Na psicologia, quando a gente atende alguém as questões do paciente podem se relacionar com a gente – seja pessoa branca, preta, hétero, trans, etc. Na experiência clínica, cada psicólogo desenvolve sua prática, priorizando a escuta ativa e a interpretação do discurso do paciente. Aliado a isso, eu faço terapia e supervisão dos casos, e sempre muito ligado como eu vou me relacionar com o discurso do paciente.

Sempre quando atendemos alguém, o racismo é pano de fundo. Eu preciso estar com o meu alerta ligado porque eu sou uma psicóloga preta e o racismo também chega até mim como profissional. Eu já escutei: “Mas e a psicóloga? Quando ela chega?”. Então, o alerta precisa estar ligado tanto para eu entender algumas questões do racismo chegando até essa psicóloga preta, mas também para eu entender o meu paciente. Preciso de munir de conhecimento, de técnica, refletir sobre a minha prática e, principalmente, fazer terapia.

Black community, african people gathered together, a set of male and female characters wearing casual clothes and different hairstyles (Foto: Getty Images/iStockphoto)
“Pacientes pretos sempre têm algo em comum. O racismo atravessa a nossa existência”, afirma a psicóloga Milena Reis (Foto: Getty Images/iStockphoto)

Daí, surgiu a Clínica Preta – atender e começar a perceber que os pacientes pretos tinham alguma coisa em comum. Mas, a ideia não é só para atender clientes pretos, é uma clínica afrocentrada, uma psicologia pensando na valorização dos psicólogos pretos. A partir disso, a gente começa a trilhar atendimentos baseadas na técnica e na psicologia preta.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Toda pessoa negra terá que lidar com o racismo a sua vida toda. Como ele atravessa a nossa existência, hora ou outra ele vai aparecer na clínica. Ele pode não ter esse nome. E eu não preciso dizer isso para ela, mas eu entendo que a questão é um reflexo do racismo. Talvez, é preciso ser dito. Talvez, não. Mas o racismo está ali.”

Show Highlights from the Grand Palais — CHANEL

Reviva o dia do show CHANEL Spring-Summer 2021 Ready-to-Wear. Ouça amigos da casa compartilharem sua experiência do show ao redor do mundo.