Devota & Lomba | Spring Summer 2021 | Highlights

Devota & Lomba | Spring Summer 2021 | Highlights in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Mercedes-Benz Fashion Week Madrid/IFEMA)

Anok Yai, Niki Geux, Daan Duez, Lennert de Lathauwer e + AnOther Magazine A/W 2020 By Willy Vanderperre

Parade: Maison Margiela Artisanal  —   AnOther Magazine A/W 2020   —   www.anothermag.com
Photography: Willy Vanderperre Model: Anok Yai, Niki Geux, Daan Duez, Lennert de Lathauwer, Malick Bodian, Anton Engbrox, Abdoulaye Diop & Fedor Diakonov Styling: Olivier Rizzo  Hair: Anthony Turner Make-Up: Lynsey Alexander Manicure: Delphine Aïssi

Olga Noronha | Spring Summer 2021 | Full Show

Olga Noronha | Spring Summer 2021 | Full Edited Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Moda Lisboa/Lisboa Fashion Week) #Modalisboa

Um olhar sobre o novo escritório da First Gulf em Toronto – Fase 2

A incorporadora imobiliária First Gulf contratou recentemente a empresa de design de interiores Figure3 para projetar seu novo escritório em Toronto, Canadá.

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Corridor

“Localizado no célebre Globe and Mail Center de 17 andares construído pela First Gulf, esta seria uma oportunidade de retribuir aos seus funcionários, que trabalharam em um espaço de cubículos altos e silos. Foi também uma oportunidade de mostrar aos clientes quem eles eram; um líder com visão de futuro no desenvolvimento de propriedades comerciais, de uso misto, de varejo e industriais.

A placa de piso retangular de 25.000 sf era típica, mas os cantos arredondados ajudaram a criar um espaço que se abre para seus convidados. Uma paleta neutra com tons naturais quentes e uma combinação de diferentes madeiras permitiram um contraste complementar com as texturas de pedra bruta e tetos expostos. É um local de trabalho atraente, mas discreto; moderno e sofisticado, acolhedor e convidativo, que se faz sentir assim que sai do elevador.

Na recepção, uma mistura de detalhes de design moderno e tradicional pode ser vista. As referências da coluna coríntia rebitada combinam-se facilmente com uma mesa espelhada que reflete a atividade do escritório. Muito consciente da sustentabilidade em seus projetos, a First Gulf encomendou uma obra de arte escultural personalizada que descreve a influência humana de Toronto.

Os vidros da sala de conferências e da diretoria criam um corredor em estilo de galeria que oferece vistas panorâmicas. Frentes de vidro fumê com cantos curvos permitem que a cena da cidade seja refletida. De dentro da sala de reuniões, uma escultura personalizada de um veado enrolado em bronze está dobrada no canto do corredor, supervisionando os negócios, simbolizando também a influência humana na natureza.

O design permite que a cultura do escritório esteja em exibição, com luz natural fluindo e vistas incríveis da cidade como pano de fundo. Um equilíbrio de configurações de trabalho, incluindo assentos abertos, escritórios internos e salas de privacidade não reserváveis, permite que os funcionários não apenas sejam mais visíveis uns aos outros, mas também colaborem de maneiras mais eficientes e eficazes.

O lounge é um espaço de tirar o fôlego, normalmente não visto no design de um escritório – criando uma atmosfera mais voltada para a hospitalidade. Com uma grande variedade de cabines de jantar embutidas e aconchegantes e pequenos estudos, o espaço oferece flexibilidade para a equipe, mantendo sua função, e também para o First Gulf entreter clientes e hospedar eventos. ”

  • Location: Toronto, Canada
  • Date completed: 2020
  • Size: 25,000 square feet
  • Design: Figure3
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Private offices / corridor
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Lobby
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Conference room
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Privacy space
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Communal space
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Communal space
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Communal space

ModaLisboa SS21 Backstage!

Dê uma olhada no the Spring/Summer 2021 backstage do Lisbon Fashion Week, captured by Marc Medina, com exclusividade para Fucking Young!

ANTONIO CASTRO

CONSTANÇA ENTRUDO

DUARTE

FILIPE AUGUSTO

HIBU

KOLOVRAT

Miss Monique – MiMo Weekly Podcast 022 [Progressive House/Melodic Techno DJ Mix] 4K

Miss Monique presents new Progressive House / Melodic Techno DJ Mix in new MiMo Weekly Podcast 022 (October 2020)

Tracklist: https://1001.tl/ky7kub1

‘Temos que fazer isso de novo’, diz Mel C sobre retorno das Spice Girls

Cantora afirmou que pandemia atrasou os esforços para um retorno do grupo, que se apresentou em 2019 sem Victoria Beckham
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

Melanie Chisholm disse que existem ‘conversas’ sobre um retorno do grupo em 2021

O grupo musical Spice Girls fez sucesso no final da década de 1990 e no começo dos anos 2000, com muitos fãs que ainda esperam por um retorno do grupo. E, para alegria deles, a cantora Melanie Chisholm, que integrou o grupo como Mel C, disse que existem conversas sobre uma nova turnê especial das cantoras.

A possibilidade de um retorno do grupo Spice Girls em 2021 já tinha sido revelada por um jornal britânico em junho de 2020, e Mel C falou sobre isso em uma entrevista no programa Lorraine, na quarta-feira, 14, quando relembrou a breve turnê no Reino Unido e na Irlanda em 2019, sem a participação de Victoria Beckham.

Melanie Chisholm disse que existem 'conversas' sobre um retorno do grupo em 2021
Melanie Chisholm disse que existem ‘conversas’ sobre um retorno do grupo em 2021 Foto: Gilbert Tourte / Reuters

“Tivemos um ano incrível, no ano passado, nos apresentando em estádios, e nós temos que fazer isso de novo, nós falamos sobre isso toda hora”, comentou Melanie, que não descartou a possibilidade que, dessa vez, Victoria se junte a Mel C, Mel B, Geri Horner e Emma Bunton. 

Ela destacou, porém, que a pandemia do novo coronavírus “deixou tudo um caos”, e que isso está “atrasando o retorno das Spice Girls para os palcos”. “Mas eu estou fazendo dentro do meu poder para fazer isso acontecer”, afirmou a cantora.

O ano de 2021 é especial para o grupo, pois marca o aniversário de 25 anos do primeiro álbum das Spice Girls, que inclui o sucesso Wannabe. “Nós gostamos umas das outras mais do que nunca. Nós nos amamos e nos deixamos doidas na mesma medida, somos como família”, contou Mel C.

Perguntada sobre a possibilidade de um filme biográfico sobre o grupo, a cantora se animou com a ideia, mas não disse se algo está sendo desenvolvido. “Eu acho que é a hora perfeita para isso. A música e a história das Spice Girls, o começo [do grupo], tudo o que aconteceu no meio, são temas perfeitos para um filme.”

Robert Dudzic explores cinematic sound design | Sounds of Komplete 13 | Native Instruments

O designer de som Robert Dudzic faz uma viagem pelas ofertas cinematográficas etéreas do KOMPLETE 13 – dos sons de arrepiar de THRILL às atmosferas misteriosas de MYSTERIA e as texturas granulares maiores que a vida de PHARLIGHT e STRAYLIGHT.

Chapters:

00:00 – Thrill 6:14 – Mysteria 11:12 – Pharlight 16:43 – Straylight

A coragem de Face e Twitter nos EUA

A decisão das plataformas levanta o debate a respeito da fronteira entre imprensa e redes sociais
Por Pedro Doria – O Estado de S. Paulo

Facebook e Twitter tomaram a decisão de interferir para diminuir a distribuição da história do New York Post

O que Facebook e Twitter fizeram quarta-feira, nos Estados Unidos, é histórico. Cercadas por críticas justas relacionadas a suas condutas em inúmeras eleições — incluindo as que levaram à presidência Donald Trump, em 2016 —, as duas plataformas agiram com incrível coragem numa decisão particularmente difícil. Do ponto de vista jornalístico, porém, uma decisão indubitavelmente correta. Uma decisão que também levanta o debate a respeito da fronteira entre imprensa e redes sociais.

Na mesma quarta, o tabloide New York Post publicou uma extensa reportagem sobre o candidato democrata à presidência Joe Biden e seu filho, Hunter. Na capa, o jornal classificava a matéria como uma bomba capaz até de mudar os destinos do pleito. E as duas redes sociais tomaram a decisão de interferir para diminuir a distribuição da história. É algo que já fazem corriqueiramente com fake news óbvias, mas é uma decisão que se torna mais difícil quando o relato vem de um veículo da imprensa tradicional.

Post, típico tabloide sensacionalista nova-iorquino, pertence a Rupert Murdoch, também dono da FoxNews, canal de apoio a Donald Trump. E este contexto é importante. A reportagem afirma  ter conseguido, através de Rudolph Giuliani, advogado de Trump e ex-prefeito de Nova York, o conteúdo do disco rígido de um computador que pertencia a Hunter Biden e que foi misteriosamente abandonado em uma oficina para consertar. Lá dentro, e-mails comprometedores, fotos pessoais, que indicariam contatos de Hunter com corruptos ucranianos. Entre os e-mails indícios de que o filho teria envolvido o pai quando ainda vice-presidente na história.

Foi por usar o poder da presidência americana para pressionar seu par ucraniano a investigar Biden por um escândalo sem indício concreto que Trump viu aberto contra si um processo de impeachment. A agenda oficial de Biden quando vice, que é controlada, demonstra que um encontro chave citado na reportagem não deve ter ocorrido. O Post publicou fotos privadas de Hunter, portanto algo tem. Mas seus repórteres não apresentaram o caminho que seguiram para determinar a autenticidade e a origem dos e-mails que dizem ter conseguido. E-mails são falsificáveis. E, como fonte, Giuliani é justamente quem está há pelo menos dois anos tentando bancar uma história que, até agora tudo indica, é apenas uma teoria conspiratória.

Não é à toa que o governo Trump vem tentando colar em Biden a pecha de corrupto desde o início de 2019. Sempre foi o candidato democrata que o presidente mais temia enfrentar. Contra um homem abertamente de esquerda como Bernie Sanders, nos EUA, a briga seria mais fácil. Contra um social-liberal centrista é mais duro. Em ano de pandemia no qual a conduta da Casa Branca é criticada, pior.

Quando se publica um material destes, o bom jornalismo precisa dar ao leitor pistas de como conseguiu determinar sua autenticidade. O Post não o fez. Por vir de uma holding que há mais de quatro anos faz campanha aberta para Trump, as razões para editores olharem para o trabalho de reportagem do tabloide com dois pés atrás são evidentes.

Estes são critérios jornalísticos.

Oficialmente, o Facebook reduziu a distribuição das matérias até seus parceiros terceirizados que fazem checagem revejam o material. A conclusão à qual chegarão é evidente e, na rede social, provavelmente seus executivos já a conhecem. A matéria não se sustenta. O Twitter usou outro argumento. Não permite distribuição de conteúdo obtido através de hackers.

São dribles. As duas empresas não querem admitir que usaram critérios jornalísticos para impedir que desinformação circule e afete a eleição. E, ao fazê-lo, tomaram uma decisão politicamente corajosa e correta.