Sacai | Fall Winter 2020/2021 Full Show | Menswear

Sacai | Fall Winter 2020/2021 by Chitose Abe | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video – PFW/Paris Fashion Week Men’s) #FFLikedalot

Matt Goodman – Are You In The Mood/To Myself/Save It For A Rainy Day

Lily Allen revela que não viu David Harbour em 45 dos 48 dias desde o casamento deles

Cantora britânica e ator americano se casaram em Las Vegas em setembro

O casamento de Lily Allen e David Harbour (Foto: Reprodução/Instagram)
O casamento de Lily Allen e David Harbour (Foto: Reprodução/Instagram)

Lily Allen só passou três dias com seu marido, o ator americano David Harbour, desde que eles se casaram em setembro.

A artista britânica de 35 anos fez a revelação durante uma live no Instagram nesta quarta-feira (28). Ela explicou que não conseguiu ver o astro de ‘Stranger Things’, de 45 anos, por causa das agendas de trabalho tumultuadas deles.

“Eu me casei 48 dias atrás. Não vi meu marido por 45 dias desde que me casei”, revelou Lily aos fãs. As informações são do jornal Daily Mail.

Porém, felizmente, a cantora pôde ir a Nova York e rever David Harbour nesta semana. Ela foi flagrada em Manhattan por paparazzi.

Lily Allen e David Harbour começaram a namorar em 2019, e, desde então, têm dividido seu tempo entre o Reino Unido e os Estados Unidos. Eles se casaram em 7 de setembro, em uma cerimônia em Las Vegas.

Lily tem uma casa em Londres, onde mora com as duas filhas de seu casamento com Sam Cooper: Ethel, de oito anos, e Marnie, de sete.

Recentemente, ela lançou seu próprio brinquedo sexual, e prometeu que o produto dará às mulheres “orgasmos transformadores”. “As mulheres não deveriam ter vergonha de sua sexualidade, e todos nós merecemos nosso prazer. Espero que este pequeno brinquedo ajude você a fazer isso”, ela declarou nas redes sociais.

Lily Allen e seu brinquedo sexual (Foto: divulgação)
Lily Allen e seu brinquedo sexual (Foto: divulgação)

Diretora-executiva de criação Andrea Siqueira da BETC/Havas defende mais diversidade no mercado

Publicitária Andrea Siqueira criou a seção ‘Homenagem ao Top’ desta edição

Andrea Siqueira, diretora-executiva de criação da agência de publicidade BETC São Paulo
Andrea Siqueira, diretora-executiva de criação da BETC/Havas – Estúdio Genga/Divulgação

Diretora-executiva de criação da BETC/Havas, a publicitária Andrea Siqueira, 45, venceu o prêmio Caboré Profissional de Criação 2019. Entre os clientes que atende estão Peugeot, Citroën, Hershey’s, Reckitt Benckiser, Pão de Açúcar e PepsiCo.

“Eu sei da minha responsabilidade como líder de colaborar com a mudança efetiva para um mercado mais diverso e mais colorido”, afirma ela, que comanda uma equipe de 60 criativos na agência e é formada em publicidade e propaganda pela UCSal (Universidade Católica do Salvador).

Andrea foi convidada a criar a seção “Homenagem ao Top” desta edição da Folha Top of Mind, que você confere abaixo, junto de suas campanhas de destaque.

Ilustração criada pela publicitária Andrea Siqueira, da BETC/Havas, em homenagem à Folha Top of Mind 2020
Ilustração criada pela publicitária Andrea Siqueira, da BETC/Havas, em homenagem à Folha Top of Mind 2020 – BETC/Havas

Principais campanhas
“HerShe”, Hershey’s
“Me Gosto com Gosto”, eQlibri
“#eKingPelé”, Puma
“Desafio Gêmeas”, Vanish
“Felicidade Pode Ser Tanta Coisa”, Pão de Açúcar
“Coleção 100 Anos”, Citroën e Scarf Me

Karlie Kloss – Vogue US March 2017 By Mikael Jansson

Spirited Away
Vogue US March 2017

www.vogue.com Photography: Mikael Jansson Model: Karlie Kloss Styling: Phyllis Posnick Hair: Julian D’Ys Make-Up: Hannah Murray Location: Ise-Shima National Park, Japan

Marion Cottilard – Harper’s Bazaar Russia November 2020 By Claire Rothstein

Noon In Paris   —   Harper’s Bazaar Russia November 2020   —   www.harpersbazaar.ru
Photography: Claire Rothstein Model: Marion Cottilard  Styling: Jonathan Huguet Hair: Wendy Iles Make-Up: Christophe Dachaud Manicure: Edwige Llorente

Documentário ‘Welcome to Chechnya’ usa deepfake para mostrar perseguição e mortes de LGBTs na Rússia

Tiago Dias
Do TAB

Jovens fogem da Rússia em cena de “Welcome to Chechnya”, do diretor David FranceImagem: Divulgação

Há um desconforto que acompanha o espectador durante todo o documentário “Welcome to Chechnya” (Bem-Vindo à Chechênia), exibido no Brasil pela primeira vez dentro da programação online da 44ª Mostra de Cinema de São Paulo, e que estreia em 18 de novembro nas plataformas on demand.

Primeiro pelo óbvio: o filme revela em detalhes a terrível cruzada contra gays e lésbicas na Chechênia, pequena república de maioria muçulmana, no sudoeste da Rússia. Ali, homossexuais são alvos das autoridades e de suas próprias famílias, encorajadas a matar os entes com comportamentos considerados “desviantes”.

As imagens interceptadas de grupos radicais, que registram os ataques como troféus, são bastante gráficas e chocam. Em pleno século 21, um país prende, tortura e mata pessoas por simplesmente serem homossexuais. É como se Gilead, o regime autoritário da obra distópica “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, existisse ali do outro lado do mundo.

“É por isso que eu chamo o filme de ‘Bem-vindo à Chechênia’. Vemos o que acontece por lá, mas é apenas a ponta do iceberg”, explica o diretor americano David France ao TAB. “Essa ascensão do populismo de direita está usando a comunidade LGBTQI+ como bode expiatório para reforçar seu controle autoritário. de assustar a população e nos dividir, criando esses inimigos . Isso está acontecendo em toda a Rússia, no Leste Europeu e em outros lugares da Europa. Isso está acontecendo nos Estados Unidos. E certamente está acontecendo no Brasil”, observa.

France passou os últimos anos acompanhando o trabalho de uma organização que ajuda chechenos que correm risco de morte a conseguir refúgio seguro em outros países. Dentro de um abrigo secreto, acompanhamos seus dramas, mas há algo na face e nos olhos desses jovens que causa estranheza. Para não revelar suas verdadeiras identidades, os rostos foram modificados digitalmente utilizando o deepfake, técnica de inteligência artificial que permite trocar rostos e mudar expressões faciais.

Cena do documentário “Bem Vindo à Chechênia”, do diretor David France Imagem: Divulgação.

A tecnologia é polêmica por ser uma ferramenta de profusão de fake news, mas, no filme, esse “vale da estranheza” — como é chamada a sensação que os efeitos especiais provocam no espectador — serve como recurso narrativo na jornada de muitos desses jovens, para poder ser quem se é. E era fundamental que o público percebesse o uso da técnica na tela. “Queríamos que soubessem que as pessoas foram forçadas a se esconder. Mesmo dentro da rede secreta de abrigos, após conseguirem deixar a Rússia e encontrarem novos lares em partes mais liberais do mundo, eles estão em perigo”, diz o diretor.

Em busca da identidade

France é jornalista investigativo e, desde 2013, retrata no cinema as lutas e a busca da comunidade LGBT pela sua própria identidade. Seu filme anterior, “A Morte e a Vida de Marsha P. Johnson” (disponível na Netflix) contava a trajetória da mulher trans que foi apagada dos registros da luta LGBTQI+ nos Estados Unidos.

“Absolutamente, é algo que me move. Sou de uma comunidade de ativistas, e o que me atraiu para o cinema foi a possibilidade de fazer uma crônica, contar histórias desse ativismo queer radical e transformador. Meus filmes contam uma variedade disso. Neste, é sobre o ativismo que está acontecendo em um mundo que é tão perigoso que o reconhecimento da identidade pode levá-los à própria morte”, explica.

David France, diretor de “Welcome to Chechnya” Imagem: Divulgação.

O uso do deepfake não estava no horizonte quando o projeto começou, mas todos os métodos pensados se mostraram inadequados para contar aquelas histórias. “Eram técnicas que não tendiam a disfarçar aquelas pessoas, mas ampliar suas singularidades como se fossem caricaturas. Chegou um momento em que estávamos realmente preocupados em não encontrar uma maneira para que eles recuperassem suas próprias narrativas”

Supervisor de efeitos visuais, com créditos que incluem “Harry Potter e a Câmara Secreta” (2002), Ryan Laney convenceu o direitor de que a inteligência artificial poderia ser usada para fins afirmativos. Assim, os personagens ganham rostos de ativistas americanos, que cederam suas imagens como “escudos”.

Em um dos momentos mais fortes do filme, a tecnologia é desfeita na tela quando um personagem revela seu rosto e nome: Maksim Lapunov. Ele foi o primeiro homossexual que desafiou as ameaças de morte das forças de segurança da Chechênia e apresentou denúncia formal nos tribunais.

Um ato de coragem necessário. Apesar dos relatos, não havia provas e testemunhas para contradizer Ramzan Kadyrov. Nomeado presidente da Chechênia pelo presidente russo Vladmir Putin em 2007, Kadyrov construiu ali uma espécie de Estado paralelo e nunca escondeu que os homossexuais estão no topo da lista de “indesejáveis”. Ele nega tortura e assassinato, mas só por um motivo: “”Não temos esses tipos de pessoas aqui.”.

Danos de um genocídio

Nessa jornada de fuga e sobrevivência, o diretor se deparou com cenas pesadas no abrigo: horas antes de embarcar para um novo país, um dos jovens tenta se matar. France disse que aquilo o marcou para sempre. “As pessoas congelaram no tempo. É horrível ver quanto dano um sobrevivente desse tipo de genocídio carrega. Aquele jovem está bem, mas sua vida não ficou muito mais fácil depois disso. Isso não me atraiu como cineasta, mas como ser humano”, disse. “Eu sinto uma responsabilidade pessoal por cada um daqueles indivíduos que eu conheci. Assim como os ativistas no filme, sinto que a responsabilidade não termina na fronteira.”

O diretor diz manter contato com os personagens, mas de dois, em específico, nunca ouviu mais falar. O cantor checheno Saleem Bakiyev é um deles. Uma das revelações pop do país, ele desapareceu do dia pra noite. ‘Infelizmente, seus amigos e sua família aceitaram a declaração do governo checheno de que ele está realmente morto. Embora não tenham apresentado nenhum corpo, presume-se que ele foi morto durante a tortura, enquanto estava sob custódia dos agentes de segurança”, conta France.

Casa secreta na Rússia abriga refugiados da cruzada contra LGBTs na Chechênia Imagem: Divulgação

Histórias como esta fazem do filme um poderoso veículo para abrir os olhos do mundo para a questão. Desde sua estreia nos Estados Unidos, em julho, o diretor tem feito exibições para legisladores. A ideia é forçar o governo de Donald Trump a emitir sanções contra os líderes da Chechênia.

“Vamos lançar o filme em algumas semanas na Rússia, finalmente. Queremos chegar aos russos que não têm acesso a notícias sem censura. Espero acessar corações e mentes do povo russo para ajudar a montar o tipo de resistência cultural necessária para acabar com isso”, deseja France. Para ele, é uma questão de direitos humanos. Uma questão de todos os países.

“Estamos em um período de extrema retração após décadas de avanços na questão da tolerância, aceitação e integração das minorias sexuais. Todos nós estamos caminhando para a Chechênia de uma forma ou de outra. E é por isso que acho o filme é tão urgente. É algo que todos nós precisamos ver: é o que está por vir.”

CW anuncia datas de retorno de Batwoman e Flash e estreia de Superman & Lois

Riverdale e Nancy Drew também entram no calendário
JULIA SABBAGA

Superman & Lois


CW anunciou hoje a programação de retorno de diversas séries, incluindo títulos da DC como Batwoman, The Flash e Raio Negro. Entre as revelações está também a data de estreia da nova série Superman & Lois, marcada para 23 de fevereiro

Confira abaixo as datas de retorno das maiores séries da CW: 

  • 17/01 – Batwoman
  • 20/01 – Riverdale e Nancy Drew
  • 21/01 – Legacies
  • 24/01 – Charmed
  • 08/02 – Raio Negro
  • 23/02 – The Flash

No início de 2021 a CW também estreará Walkerreboot de Walker, Texas Ranger, protagonizado por Jared Padaleckide Supernatural. Nos EUA, a série será lançada em 21 de janeiro. 

Gucci vende meia-calça rasgada por mais de R$ 1 mil e é criticada nas redes

Meia-calça da Gucci, que era vendida por mais de R$ 1 mil – Imagem: Divulgação/Gucci

A famosa grife italiana Gucci vendeu todo o estoque de uma meia-calça rasgada por 190 dólares (mais de R$ 1 mil), em um aparente sucesso comercial. Porém, usuários de redes sociais criticaram a marca por comercializar o produto. Muitos apontaram que o valor não era condizente com a peça, que foi comparada com colãs velhos e usados ou customizados em casa.

Todavia, nos anúncios, a Gucci apresentou as meias-calças como “collants de malha elástica em preto, de cintura-alta. De aparência desgastada por toda a extensão. Com logotipo de tecido no cós elástico”.

Mas, a elegância, que frequentemente está atrelada à grife, parece não ter sido alcançada dessa vez.Em uma página de Instagram que satiriza o mundo fashion, o anúncio das meias-calças da Gucci foi alvo de piada.

A conta escreve na legenda da imagem, em tom bastante ácido: “Para quem pagou 190 dólares por essas meias pré-rasgadas @gucci … você está bem?” #rasgadonaItália”.

Os comentários da publicação também foram muito críticos. Um usuário comparou a peça com aquelas meias-calças feitas em DIY (roupas recortadas em casa, no estilo “faça-você-mesmo”). “Esse é o tutorial que nunca pensei que precisaria”, escreveu, com ironia.

Enquanto isso, outra pessoa disse que até já tinha aqueles produtos em casa.”O queee? eu tenho 6 pares velhos e rasgados e doarei eles de graça no [brechó de doações de roupas] Free9″, comentou.

Por outro lado, um seguidor procurou encontrar algo bom no produto, mas também não resistiu em criticar a Gucci. “É melhor que [as meias-calças] tenham algum tipo de design de traseiro chique que as faça não rasgar em nada depois de usá-las. Se elas forem realmente apenas meias rasgadas normais, estou rindo “, opinou.

Já alguns internautas foram um pouco mais trágicos. “Vender estoque danificado não conta como sustentabilidade”, escreveu uma pessoa. Outra sentenciou: “A moda está oficialmente MORTA!”.

Saiba como ver figuras de Halloween em 3D no Google pelo celular

Após a moda dos animais de zoológico em 3D, o Google traz figuras como caveiras e fantasmas, que podem ser vistas a partir de uma pesquisa no buscador da empresa

Fantasmas, abóboras e esqueletos: figuras de Halloween viram parte da decoração de Halloween com ferramenta do Google

Em comemoração ao dia das bruxas, comemorado no próximo dia 31, o Google lançou mais uma versão das suas animações em 3D que podem ser vistas no celular. Pela página de buscas da empresa, já é possível encontrar fantasmas, abóboras decoradas e esqueletos típicos da data, com a tecnologia de realidade aumentada

Assim como na visualização dos animais de zoológico em 3D, é preciso fazer uma pesquisa no buscador do Google para ver as figuras. Ao buscar, por exemplo, a palavra “Halloween”, você encontra o modelo 3D disponibilizado pelo Google — com a figura em mãos, basta seguir as orientações para ativá-la na câmera do seu celular como se ela estivesse em pé na sua frente. A funcionalidade está disponível no aplicativo para Android iOS.

A funcionalidade foi anunciada pela empresa na sua conferência Google I/O de 2019, mas ganhou a atenção das pessoas justamente no início do isolamento social no Brasil, no final de março. Desde então, pelo buscador ou pelo aplicativo Arts and Culture, é possível brincar com representações de realidade aumentada como animais pré-históricos e obras de arte

Saiba como ver animações do dia das bruxas no Google:

  • Abra o aplicativo de buscas do Google para celular
  • Pesquise pela palavra “Halloween”
  • Role os resultados de pesquisa para baixo até encontrar o modelo em 3D das figuras
  • Toque em “Veja em 3D”
  • Quando o objeto aparecer em 3D aparecer, toque em “Veja no seu espaço”
  • O aplicativo vai pedir para você apontar a câmera para o chão. Isso serve para a ferramenta de realidade aumentada se ambientar. Em alguns segundos, o animal deve aparecer na sua tela como se estivesse parado à sua frente
  • Você pode tirar fotos ou filmar a animação, inclusive com uma pessoa junto como se estivesse com ele