Self-Portrait | Spring Summer 2020 | Full Show

Self-Portrait Studio | Spring Summer 2020 by Han Chong | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – NYFW/New York Fashion Week) #FFLikedalot

Jeff Dale – I Needed You
Bob Bradley – Roll With Me

Makes History: First Black Female 007 – Harper’s Bazaar UK December – Lashana Lynch By Richard Phibbs

Makes History: First Black Female 007   —   Harper’s Bazaar UK December 2020   —   www.harpersbazaar.com/uk/
Photography: Richard Phibbs Model: Lashana Lynch Styling: Leith Clark Hair: Earl Simms Make-Up: Alex Babsky Manicure: Robbie Tomkins  Artwork: Rosanna Webster

Agenda 19/11 – Galeria em Pinheiros reúne mais de 40 artistas para compras de Natal

A Arte de Usar acontece de 19 de novembro a 19 de dezembro na New Gallery, localizada em Pinheiros.

O evento conta com mais de 40 expositores entre jolheiros, estilistas e artistas plásticos, uma excelente opção para compras de natal mais segura, sem as aglomerações dos shoppings e grandes centros de compras.

Alguns nomes confirmados para a participação no evento: Paula Mourão, Renato Camargo, Márcia Cirne, Nami Wakabayashi, Nicole Uurbanus, Renata Porto, Miriam Papallardo, Lucia Higuchi e Fellipe Caetano, além do lançamento de uma coleção de Elisa Stecca.

Assim como uma loja de museu, o evento “A Arte de Usar” vai contar com mais de 40 nomes de artistas, joalheiros e estilistas autorais. A sinergia entre as artistas Vera Havir, Ana Calbucci e Isabela Drummond deu vida ao evento neste ano tão incomum marcado por contatos digitais. O evento acontece de 19 de novembro a 19 de dezembro, na New Gallery, galeria localizada em Pinheiros, bem próxima ao Instituto Tomie Ohtake.

“A Arte de Usar”  mostra-se versátil para o período, já que oferece a oportunidade de fazer compras para presentear durante o natal, fugindo de grandes aglomerações como shoppings, por exemplo. Nesta edição, Vera e Ana, que estão em São Paulo, e Isabela do Rio de Janeiro, fizeram a curadoria de mais de 40 marcas e artistas que reúne o melhor da joalheria contemporânea, da roupa-arte, objetos de design, artes plásticas e cerâmica artística. Entre peças e obras inéditas de Elisa Stecca, inclusive o lançamento da segunda edição do Oráculo da artista, acontece no espaço no dia 21 de novembro. “A caixa do oráculo contém 50 cartas abordando silêncio, introspecção e contato sereno com nosso próprio desejo; estratégia, planificação e projeto; ação, encorajamento e perseverança; avaliação e autoanálise, e finalmente, recomeço, que é um processo inexorável. Por isso a Serpente comendo o próprio rabo (Oroborus, um símbolo alquímico) ilustra a caixa, representando a eterna roda do autoconhecimento e evolução”, diz Elisa.

Com esta iniciativa, pretendemos proporcionar uma vivência ao visitante, esse encontro com a Arte de Usar, que dá título à proposta. Claro, respeitando todos os protocolos de segurança necessários, com pequenos grupos e agendamentos para que as recomendações das autoridades sanitárias sejam cumpridas. diz Vera Havir.

A abertura do evento coincide com a aproximação do Natal e surge como uma alternativa para quem quer encontrar aquele presente único, criado e assinado por um artista.

No andar térreo, área expositiva da galeria, haverá uma exibição do grupo de cerâmica-arte com curadoria de Brisa Noronha e colaboração da galerista Jacqueline Martins. No Anexo FL, o destaque vai para a seleção diversificada de 20 joalheiros, entre eles Paula Mourão, Renato Camargo, Márcia Cirne, Nami Wakabayashi, Nicole Uurbanus, Renata Porto e também com artistas em evidência no cenário fashion e artes plásticas.

O espaço dedicado à moda, “A roupa Arte”, vem somar com nomes importantes como Miriam Papallardo, Lucia Higuchi e Fellipe Caetano, todos com peças especialmente feitas para o evento.

As curadoras avisam que apresentarão algumas promessas entre jovens joalheiros mostrando trabalhos inéditos, desenvolvidos no isolamento e antes dele. “Foi um período de imersão intensa, com busca de soluções alternativas que se transformaram em peças muito criativas”, completa Ana Calbucci.

Serviço:

New Gallery  – “A Arte de Usar”

Onde: Rua Padre Garcia Velho, 173

Quando: 19 de novembro a 19 de dezembro 2020

Horário: de terça a sexta: 11hs às 18hhs, Sábados:  das 11h às 14h. Domingo; fechado

Estacionamento conveniado Ceará Park  – endereço Rua Pde Garcia Velho, 78

Pagamento: cartão débito e crédito em até 3 vezes

Telefone para informações: 011 95677-7177

Spotify começa a liberar streaming direto no Apple Watch

Usuários do Spotify que andam com Apple Watches no pulso, tremei: depois de algumas semanas em testes, o recurso que permite que o conteúdo da plataforma seja transmitido diretamente pelo relógio está começando a ser distribuído para todos os usuários.

Leitores do MacMagazine avisaram da novidade pelo Twitter (e também no artigo anterior falando sobre o recurso), e hoje o Spotify confirmou que a transmissão direta pelo Apple Watch está chegando ao seu aplicativo. Com ela, o app do serviço para watchOS deixa de ser um mero “controle remoto” da reprodução no iPhone — de fato, você poderá deixar o smartphone em casa e ouvir suas músicas ou podcasts do Spotify diretamente pelo Apple Watch (contanto, claro, que esteja conectado a uma rede Wi-Fi ou celular).

A novidade está aparecendo para usuários ao redor do mundo dentro da tela “ouvir no dispositivo”, onde você pode selecionar o aparelho no qual será feita a reprodução. Em alguns casos, a possibilidade de fazer o streaming diretamente pelo Apple Watch aparece com o selo de recurso beta, mas tudo no geral já funciona como se esperaria.

Para complementar a novidade, o aplicativo do Spotify no Apple Watch agora traz, também, uma seção de conteúdos reproduzidos recentemente para que você possa ter acesso rápido às suas playlists, artistas, álbuns e podcasts mais ouvidos. Ainda não há uma ferramenta de busca, então será necessário recorrer à Siri para encontrar um conteúdo específico que não esteja na sua biblioteca ou não tenha sido reproduzido recentemente.

O Spotify, apesar de ter confirmado o recurso, ainda não realizou nenhum anúncio oficial sobre a novidade — não há como saber, portanto, quando a transmissão direta no Watch será disponibilizada para todos os usuários. Parece que tudo será concluído nos próximos dias, de qualquer forma.

Mary del Priore: ‘As mulheres que não querem ter filhos rompem 500 anos de lógica patriarcal no Brasil’

Em novo livro, historiadora conta as trajetórias das brasileiras que enfrentaram uma sociedade dominada por homens e mostra que, apesar da violência, as conquistas são muitas
Renata Izaal

A partir da esquerda: Brites de Albuquerque, que comandou a capitania de Pernambuco por 40 anos; Auta de Souza, poeta simbolista com livro publicado em 1900; Luciana de Abreu, professora em Porto Alegre e primeira mulher a defender em público a emancipação feminina, em 1872 Foto: Arte de Ana Luiza Costa

Em 1554, a portuguesa Brites de Albuquerque assumiu o comando da capitania de Pernambuco após a morte do marido, Duarte Coelho, o fundador de Olinda. Nos 40 anos de sua administração, as terras se tornaram as mais lucrativas da Colônia. Em 1872, a professora Luciana de Abreu mantinha uma bem-sucedida escola particular em Porto Alegre. Quando subiu à tribuna da Sociedade Partenon Literário, tornou-se a primeira mulher a discursar em público para defender a emancipação feminina. A escritora Auta de Souza, mulher negra nascida no Sertão do Rio Grande do Norte e criada pela avó, publicou seus poemas no livro “Horto”, lançado em 1900. A obra, com prefácio de Olavo Bilac, teve ótima repercussão na época e foi impressa também em Paris.

Brites, Luciana e Auta construíram trajetórias alternativas ao papel secundário que a sociedade brasileira desenhou para elas. Como as três, ao longo da História do Brasil foram muitas as mulheres que afirmaram sua liberdade e exerceram seus potenciais, apesar das restrições impostas pelo patriarcado. É sobre elas que a historiadora Mary del Priore se debruça no recém-lançado “Sobreviventes e Guerreiras: uma breve história da mulher no Brasil de 1500 a 2000” (Ed. Planeta).

— Ao longo da História do Brasil, as circunstâncias foram muito adversas para as mulheres. Mas os documentos históricos não mentem: está registrado como, mesmo nos momentos mais difíceis, elas reagiram, buscaram letramento, investiram na educação dos filhos e partiram do privado para gradualmente conquistar o espaço público — afirma del Priore, que decidiu escrever o livro como uma alternativa às terríveis estatísticas brasileiras. — Uma mulher é assassinada a cada duas horas e tantas outras são perseguidas e agredidas. É um exercício de autoestima mesmo, para levantar a nossa bola. Eu quero lembrar que a história da mulher no Brasil é cheia de conquistas e que essa caminhada é muito bonita também.

Uma caminhada que precisou driblar a família patriarcal e a Igreja Católica. Consigo, os colonizadores portugueses trouxeram ao Brasil uma ideia de família que tinha como base o sacramento do matrimônio como fora definido no Concílio de Trento. Ou seja, um instrumento de luta contra a Reforma Protestante e um difusor dos valores do catolicismo. A família patriarcal brasileira era mais forte que o poder público e, embora a dominação masculina fosse regra, muitas matriarcas subverteram o mito da mulher submissa.Mas não foi só entre mulheres com recursos que isso se deu. Ao contrário.

Embora o ideal católico da mulher dedicada à família e obediente ao marido persista há séculos,trabalhadoras brasileiras precisaram contorná-lo para ganhar o sustento. No século XVIII, era comum mulheres mais velhas comandarem grupos familiares, impondo regras econômicas e morais e preservando tradições. Trabalhando em casa ou na rua, sustentavam filhos e outros dependentes. Mulheres negras estabeleceram famílias e pequenos negócios, usando seu dinheiro para educar os filhos e comprar a liberdade de seus companheiros de luta. Já nas primeiras décadas do século XX, operárias tiravam do trabalho nas fábricas o sustento de suas famílias. Segundo o Censo de 1920, as mulheres representavam mais de 50% da força de trabalho nas tecelagens brasileiras. Um cotidiano que ressoa no Brasil de hoje, onde 45% das famílias são chefiadas por mulheres, segundo dados do IBGE de 2018.

— As condições materiais tornaram essas mulheres dinâmicas. Obviamente, não estamos falando das mulheres  da elite, da Corte. É preciso desmistificar essa ideia de que a sociedade brasileira era constituída apenas por senhoras brancas e negras escravizadas. Desde o Brasil Colônia havia uma grande massa de trabalhadoras que conduziam seus negócios, empreendimentos e ações judiciais — explica del Priore, apontando o papel importante das mulheres negras livres nesse contexto. — No final do século XVIII, a segunda classe com mais recursos na capitania de Minas Gerais era a formada por mulheres negras forras. Elas compravam a própria alforria, bens, tinham propriedades e faziam negócios. Muitas delas vinham de etnias matrilineares e, mesmo em nações africanas que eram patriarcais, havia uma tradição de mulheres tocando os negócios.

Para a historiadora, essas mulheres  são o nó górdio que segurou as estruturas de trabalho e familiares, ou seja, elas organizaram o Brasil (“A chefia de família por mulheres é uma das coisas mais antigas que temos nesse país”) investindo sobretudo na educação dos filhos. Maria Patrícia, negra alforriada que tinha uma quitanda no centro do Rio, juntou os recursos que possibilitaram ao filho estudar Direito na Sorbonne, em Paris. Francisco de Sales Torres Homem tornou-se  um importante político do Segundo Reinado, ministro da Fazenda e nomeado Visconde de Inhomirim depois de sua atuação no Senado durante as discussões da Lei do Ventre Livre.

Mas todo o investimento feminino em sua independência e na dos seus não aconteceu sem tentativas de retrocesso:

— No governo Vargas, por exemplo, houve uma campanha enorme para tirar as mulhres do mercado de trabalho. Elas já eram operárias na fábrica e ganhavam o seu dinheiro, mas a ideia era que ficassem em casa parindo os futuros soldados do Exército Brasileiro. Esse discurso aconteceu de forma sistemática até a ditadura, quando as marchas pela família insistiam que o lugar das mulheres era dentro de casa, cuidando dos filhos. Foram quase 500 anos de perpetuação de uma ideia da mulher como mãe, por isso acho que a grande inovação hoje são as mulheres que não querem ter filhos. Elas rompem com essa tradição.

Mary del Priore cita momentos históricos que foram pontos de virada para as mulheres brasileiras: a decadência do ciclo do café, que leva ao declínio da figura do patriarca; as conquistas dos movimentos abolicionista, republicano e sufragista; a chegada da pílula e a discussão sobre a sexualidade feminina e o planejamento familiar; a entrada em massa das mulheres nas universidades e no mercado de trabalho; e a atual horizontalização do debate na sociedade em redes.

— O pano de fundo disso tudo é a discussão sobre a presença e o declínio do patriarcado. É óbvio que ele não vai terminar por decreto, mas caminhamos para um mundo de maior inteligência. Vai ser bom para os homens também já que o papel de provedor e a virilidade que exige ereções constantes é um tiro no pé deles mesmos. É um fenômeno transcultural, mas o patriarcado está no final — reflete.

A historiadora acredita que, nesse cenário, ainda há muito a ser estudado e escrito sobre a história das mulheres brasileiras, tema que ficou mais forte na Academia a partir dos anos 80, sob influência da historiografia francesa e dos estudos de gênero:

— Até os anos 1970, o foco estava no econômico, na produção, na dependência. Mas, apartir dos anos 1980, com a influência da historiografia francesa, dos estudos de mentalidade, cultura e de gênero, o tema da mulher chegou. — explica del Priore, para quem houve uma feminização muito grande nas Ciências Humanas. — Há muitas mulheres trabalhando e orientando teses, apesar desse govern oestar bombardeando as universidades. Há muita gente boa trabalhando para que os cursos continuem funcionando e para que os alunos continuem recebendo conhecimento.

Para ela, ainda há muito a ser estudado sobre as mulheres brasileiras.

— Os nossos arquivos estão abandonados, precisando de um socorro que este governo não vai dar. Mas eles continuam sendo o grande interlocutor do historiador. É indo aos arquivos que nós estamos construindo sempre uma nova História. A História, eu digo, só se pode escrever no gerúndio. Estamos sempre descobrindo documentos, lendo e relendo. A tarefa é infinita.

Mostra 2020: Repescagem conta com 130 filmes que se destacaram

Plataforma digital exibe filmes selecionados que fizeram parte da programação do evento

Weiwei
Cena do filme ‘Vivos’, do realizador chinês Ai Weiwei, um dos destaques da repescagem da Mostra 2020 Foto: Mostra Play

A repescagem da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo exibe a partir de amanhã, 5, uma seleção de filmes que se destacaram durante a 44ª edição do evento.

Ao todo, cerca de 130 títulos foram selecionados para a repescagem, que oferece uma nova chance para os cinéfilos assistirem aos filmes que perderam durante as duas semanas de evento.

Os filmes da repescagem serão exibidos por meio da plataforma digital Mostra Play, cada título custa R$ 6,00 e os filmes podem ser assistidos até o dia 8 de novembro.

Confira abaixo a lista de filmes disponíveis na repescagem da Mostra:

#EAGORAOQUE|Jean-Claude Bernardet e Rubens Rewald

17 QUADRAS|Davy Rothbart

499|Rodrigo Reyes

9,75|Uluç Bayraktar

A DEUSA DOS VAGALUMES|Anaïs Barbeau-Lavalette

A MARINA|Étienne Galloy and Christophe Levac

A MORTE DO CINEMA E DO MEU PAI TAMBÉM|Dani Rosenberg

A PASTORA E AS SETE CANÇÕES|Pushpendra Singh

A SANTA DO IMPOSSÍVEL|Marc Wilkins

A TERRA É AZUL COMO UMA LARANJA|Iryna Tsilyk

A VIDA NA ESTRADA|Sidra Rezwan – Salwa Soleiman Sedo – Ekhlas

Heydar Samubud- Adnan Faroq

AL-SHAFAQ – QUANDO O CÉU SE DIVIDE|Esen Isik

ANA. SEM TÍTULO|Lucia Murat

ANERCA, RESPIRAÇÃO DA VIDA|Markku Lehmuskallio

ANIMA|Reza Golchin

AO ENTARDECER|Sharunas Bartas

APENAS MORTAIS|Liu Ze

AS ÓRBITAS DA ÁGUA|Frederico Machado

AS VEIAS DO MUNDO|Byambasuren Davaa

ASSIM COMO ACIMA, ABAIXO|Sarah Francis

ASSIM DESSE JEITO|Kislay

BEANS|Tracey Deer

BERLIN ALEXANDERPLATZ|Burhan Qurbani

CALAZAR|Janis Rafa

CAMINHANDO CONTRA O VENTO|Shujun Wei

CASULO|Leonie Krippendorff

CAVALEIRO DE VERÃO|Xing YOU

CHICO VENTANA TAMBÉM QUERIA TER UM SUBMARINO|Alex Piperno

CICLO SOLITÁRIO|Qi ZHANG

CIDADE PÁSSARO|Matias Mariane

CORRENDO PARA O CÉU|Mirlan Abdykalykov

CORVOS|Naghi Nemati

COZINHAR F*DER MATAR|Mira Fornay

CRIANÇAS DO SOL|Majid Majidi

DE VOLTA A VISEGRAD|Julie Biro and Antoine Jaccoud

DENTE POR DENTE|Julio Taubkin e Pedro Arantes

DEZESSEIS PRIMAVERAS|Suzanne Lindon

DIAS|Tsai Ming-Liang

EM MEUS SONHOS|Murat Çeri

ENTRE CÃO E LOBO|Irene Gutiérrez

ENTRE MORTES|Hilal Baydarov

EQUINÓCIO|Lena Knauss

ESPACATE|Christian Johannes Koch

ESTAVA CHOVENDO PÁSSAROS|Louise Archambault

ÊXTASE|Moara Passoni

EYIMOFE (ESSE É MEU DESEJO)|Arie Esiri, Chuko Esiri

FEELS GOOD MAN|Arthur Jones

FILHO DE BOI|Haroldo Borges

GATO NA PAREDE|Mina Mileva, Vesela Kazakova

GÊNERO, PAN|Lav Diaz

GLAUBER, CLARO|César Meneghetti

HAVEL|Slávek Horák

IMPEDIMENTO EM CARTUM|Marwa Zein

IRMÃ|Luciana Mazeto e Vinícius Lopes

JANTAR NA AMÉRICA|Adam Rehmeier

JOSEP|Aurélien Froment

KAIRÓS|Nicolás Buenaventura Vidal

KUBRICK POR KUBRICK|Grégory Monro

LA FRANCISCA, UNA JUVENTUD CHILENA|Rodrigo Litorriaga

LABIRINTO YO’EME|Sergi Pedro Ros

LAMAÇAL|Franco Verdoia

LIMIAR|Rouzbeh Akhbari and Felix Kalmenson

LORELEI|Sabrina Doyle

LUA VERMELHA|Lois Patiño

MÃE DE ALUGUEL|Jeremy Hersh

MÃES DE VERDADE|Naomi Kawase

MALMKROG|Cristi Puiu

MAMÃE, MAMÃE, MAMÃE|Sol Berruezo Pichon-Riviére

MAR DE DENTRO|Dainara Toffoli

MASTERS IN SHORT| Sergei Losnitza, Jia Zhang-ke, Evan Johnson,

Galen Johnson, Guy Maddin e Jafar Panahi

MATE-O E DEIXE ESTA CIDADE|Mariusz Wilczyński

MATRIARCA|Jure Pavlovic

MEU CORAÇÃO SÓ IRÁ BATER SE VOCÊ PEDIR|Jonathan Cuartas

MEU REMBRANDT|Oeke Hoogendijk

MINHA IRMÃ|Stéphanie Chuat, Véronique Reymond

MISS MARX|Susanna Nicchiarelli

MOSQUITO|João Pinto Nuno

MULHER OCEANO|Djin Sganzerla

MURMÚRIO|Heather Young

NADANDO ATÉ O MAR SE TORNAR AZUL|Jia Zhang-ke

NADIA, BORBOLETA|Pascal Plante

NÃO HÁ MAL ALGUM|MOHAMMAD RASOULOF

NARIZ SANGRANDO, BOLSOS VAZIOS|Bill Ross, Turner Ross

NAS ASAS DA PAN AM|Silvio Tendler

NEM HERÓI NEM TRAIDOR|Nicolás Savignone

NHEENGATU|José Barahona

NOSSA SENHORA DO NILO|Atiq Rahimi

NOTTURNO|Gianfranco Rosi

NÚMEROS|Oleg Sentsov, Akhtem Seitablaev

O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS|João Botelho

O CHARLATÃO|Agnieszka Holland

O CLUBE VINLAND|Benoit Pilon

O NARIZ OU A CONSPIRAÇÃO DOS DISSIDENTES|Andrey Khrzhanovsky

O NEON ATRAVÉS DO OCEANO|Matthew Victor Pastor

O PERGAMINHO VERMELHO|Nelson Botter Jr

O PROBLEMA DE NASCER|Sandra Wollner

O SÉCULO 20|Matthew Rankin

O TREMOR|Balaji Vembu Chelli

O ÚLTIMO BANHO|David Bonneville

OLLIVER HAWK, O HIPNOTIZADOR|Arthur Franck

ORDEM MORAL|Mário Barroso

OS NOMES DAS FLORES|Bahman Tavoosi

PAISAGEM NA SOMBRA|Bohdan Sláma

PANQUIACO|Ana Elena Tejera

PARI|Siamak Etemadi

PIEDRA SOLA|Alejandro Telemaco Tarraf

PRAZER, CAMARADAS!|José Filipe Costa

PROBLEMAS COM A NATUREZA|Illum Jacobi

QUANDO A LUA ESTAVA CHEIA|Narges Abyar

QUANDO ANOITECE|Braden King

REBELDES DE VERÃO|Martina Saková

ROSE INTERPRETA JULIE|Christine Molloy and Joe Lawlor

SANGUINETTI|Christian Díaz Pardo

SEM RESSENTIMENTOS|Faraz Shariat

SEM VOZ|Pascal Rabaté

SHIRLEY|Josephine Decker

SILÊNCIO E PÔR DO SOL|Kazufumi Umemura

SPORTIN’ LIFE|Abel Ferrara

STARDUST|Gabriel Range

SUMMERTIME|Carlos López Estrada

SUOR|Magnus von Horn

TODAS AS MELODIAS|Marco Abujamra

UM CRIME EM COMUM|Francisco Marquez

UM DIA COM JERUSA|Viviane Ferreira

UMA MÁQUINA PARA HABITAR|Yoni Goldstein

VALENTINA|Cássio Pereira dos Santos

VERÃO BRANCO|Rodrigo Ruiz Patterson

VIVOS|Ai Weiwei

WALDEN|Bojena Horackova

XEQUE MATE|Bruna Piantino

Pokémon Go supera receita de US$ 1 bi e bate recorde em 2020

O jogo, lançado em 2016, perdeu adeptos ao longo dos últimos anos, mas superou as expectativas em tempos de pandemia mundial

Pokémon Go figura entre os três jogos com maior faturamento em 2020 em mercados fora da China

Quatro anos após o lançamento do game Pokémon Go para celulares, o jogo continua em alta para fãs e adeptos do anime. Segundo o Sensor Tower, o game ultrapassou a receita de US$ 1 bilhão nos primeiros 10 meses de 2020, recorde para Niantic, empresa dona do jogo, somando US$ 4 bilhões em toda a sua história. 

A empresa conseguiu manter o sucesso neste ano de pandemia graças às adaptações que promoveu no jogo para que os usuários continuassem a exploras as aventuras — e batalhas — Pokémon sem sair de casa. Os ovos de monstrinhos podem ser “chocados” com menos passos registrados e as disputas podem ocorrer em ginásios mais distantes. Algumas facilidades também entraram para a loja do jogo, aumentando o volume de compras dentro do próprio aplicativo.

A iniciativa parece ter dado resultado: o crescimento estimado é de cerca de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior, recuperando os jogadores que deixaram o game após seu lançamento estrondoso, em 2016. 

Agora, Pokémon Go figura entre os três jogos com maior faturamento em 2020 em mercados fora da China e com um acumulado de cerca de cerca de US$ 4,2 bilhões em receita global. 

Foodtech Liv Up lança pizza para delivery na cidade de São Paulo

Com ingredientes naturais e massa com fermentação natural, a startup de comidas saudáveis quer expandir seus serviços com as cloud kitchens
Por Bruna Arimathea* – O Estado de S. Paulo

Os preços das pizzas da Brotto variam entre R$ 29,90 e R$ 44,90 e podem ser pedidas diretamente no app da Liv Up
Os preços das pizzas da Brotto variam entre R$ 29,90 e R$ 44,90 e podem ser pedidas diretamente no app da Liv Up

startup de comidas saudáveis Liv Up acaba de dar mais um passo para sua expansão de cozinhas no Brasil. A foodtech anuncia nesta quarta-feira, 4, a inauguração da Brotto, seu serviço de entrega de pizzas delivery, com ingredientes naturais e orgânicos. Inicialmente, o serviço vai funcionar apenas na cidade de São Paulo. 

A nova cloud kitchen — como são chamadas as cozinhas que não possuem um espaço de restaurante no local — se junta ao delivery de saladas da empresa, que aposta em uma alimentação saudável desde de seus produtos congelados, carro chefe da startup. Segundo Tatiana Lanna, chefe da divisão de cozinhas da Liv Up, a ideia do delivery de pizza surgiu para alternar com as saladas, que tinham bom desempenho de segunda a sexta, mas não atendiam ao gosto dos clientes no final de semana. 

“O modelo de cloud kitchen tem um grande diferencial que é gerar várias marcas dentro de um mesmo restaurante. Isso te permite trabalhar por horários de consumo”, afirma Tatiana, em entrevista ao Estadão. “Salada é uma coisa que vende super bem de segunda à sexta-feira. Conversando com os nossos clientes, e porque estamos em São Paulo, a gente sabia que a pizza poderia fazer sentido”.

Para viabilizar a operação, a empresa decidiu dividir os horários de suas cozinhas. Assim, as pizzas podem ser encontradas de quarta-feira a domingo, em porções individuais, com 25mm de diâmetro e massa de fermentação lenta. Nas opções, é possível encontrar combinações clássicas como a tradicional quatro queijos, além de versões próprias da casa, como a pizza de abobrinha, gorgonzola e mel. Os preços variam entre R$ 29,90 e R$ 44,90 e podem ser pedidas diretamente no app da Liv Up. 

Para desenvolver os sabores, Tatiana conta que a empresa contou com profissionais e com a ajuda de produtores, para oferecer a garantia de ingredientes saudáveis e orgânicos. As pizzas com calabresa da Brotto, por exemplo, estão no menu graças a uma receita desenvolvida especialmente para a foodtech, para permitir que o produto não tenha aditivos como conservantes.

Nascida na pandemia

Apesar de ter toda a sua operação de cloud kitchen concentrada no período de pandemia — com operação desde 2016, a Liv Up fez sua estreia nas cozinhas apenas alguns dias depois do início das restrições — Tatiana afirma que o crescimento, de dois dígitos todos os meses, demonstra a força do setor no mercado para o ano que vem e aposta que o delivery veio para ficar na empresa.

“A gente tem uma expectativa bem alta de faturamento para 2021, quando a categoria vai estar realmente estabilizada. A pizza é uma categoria que vai fazer muito sentido não só para agregar valor ao consumidor mas também para dentro das estratégias dessas cozinhas para conseguir alavancar esse negócio”, explica. 

Com quatro cozinhas em São Paulo, a foodtech pretende também expandir para outras capitais no ano que vem. Em planos de crescimento, a empresa está focada em aumentar a abrangência e o cardápio de produtos, com novas opções saindo do forno já em março do ano que vem. 

“A cloud kitchen só faz sentido se você trabalha várias culinárias, porque você acaba tendo uma eficiência em termos de custos dentro do negócio que faz muito mais sentido para um restaurante. Provavelmente vamos ter mais cozinhas em São Paulo e também vamos expandir para outras regiões que também fazem sentido em 2021. Não só por meio de uma expansão regional, mas também com outras marcas”.

Buzina | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Buzina | Fall Winter 2020/2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Moda Lisboa – Lisboa Fashion Week) #Modalisboa

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