Bananhot | Spring Summer 2020 | Full Show

Bananhot | Spring Summer 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Miami Swim Week)

Martin Felix Kaczmarski – Daylight Motion/Glimmer Gear/Golden Glide

Carmen Rose for Harper’s Bazaar Vietnam with Genevieve Barker

Photographer: Carmen Rose. Fashion Stylist: Rosie Deschanel. Hair & Makeup: Joise Hanuska. Model: Genevieve Barker.

Sarah & Sebastian Earrings, La Collection Dress & Blazer, Bared Boots.
Sarah & Sebastian Earrings & Necklace, La Collection Dress.
Reliquia Earrings, Bul Blouse, La Collection Trench Coat, La Collection Trousers, Bared Boots.
Reliquia Earrings, Bul Trench Coat, Anna Quan Dress
Sarah & Sebastian Earrings, Atelier Romy Bracelet & Ring, Thurley Top, Wynn Hamlyn Vest & Trouser, Nelson Made Sandals.
Atelier Romy Earrings, Meadowlark Ring, White Story Suit, Nelson Made Sandals.
Emery Studio Earrings, Meadowlark Ring, Marie Louise Demonterey Bralette, Jacinta James Dress

‘Os sete de Chicago’, ótimo filme da Netflix, retrata julgamento histórico

Cena de ‘Os sete de Chicago’, da Netflix (Foto: Niko Tavernise/Netflix)

Quem ainda está na espuma dos acontecimentos da política americana da última semana vai gostar de “Os sete de Chicago”, filme de Aaron Sorkin que acaba de chegar à Netflix. A trama retrata um conflito histórico ocorrido em 1968. O governo Nixon fora recém-empossado. Dr. Martin Luther King Jr. havia sido assassinado alguns meses antes. O movimento pacifista fervia entre os estudantes, que tinham como palavra de ordem: “O mundo inteiro está assistindo”. Nesse ambiente, um protesto contra a Guerra do Vietnã durante a Convenção Nacional do Partido Democrata, em Chicago, acabou em violência. As autoridades queriam punição. E os representantes de diversas organizações foram parar no banco dos réus. Eram membros do International Party (os Yippies); do Students for a Democratic Society; e do National Mobilization Committee to End the War in Vietnam.

O racismo, a polarização política, o ódio e as manifestações nas ruas de então podem facilmente ser associados às injustiças e convulsões sociais de hoje. Os sete do título, de saída, eram oito. O líder dos Panteras Negras, Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), foi incluído sem estar de fato envolvido nos choques. As acusações contra ele, felizmente, acabaram rejeitadas. Antes de isso acontecer, porém, ele apanhou e foi amordaçado e amarrado no tribunal, criando um espetáculo trágico à parte. Acompanhamos os mais de seis meses pelos quais o julgamento se arrastou. O júri se reuniu inúmeras vezes e ouviu cerca de 200 testemunhas, com reviravoltas emocionantes. É uma daquelas histórias reais que parecem boa ficção. Foi um jogo de cartas marcadas liderado por um juiz debochado, Julius Hoffman (Frank Langella). Ele fez um papelão e não conseguiu enxergar o óbvio: seria, por sua vez, julgado à luz da História. Dito e feito: não é lembrado com glórias.

Um dos líderes do movimento pacifista era Abbie Hoffman, interpretado lindamente por Sacha Baron Cohen. Visto com tanta frequência em personagens cômicos, ele se consagra aqui num papel dramático, ao qual atribui uma carga de emoção. Ao lado dele, está Jeremy Strong, o Kendall de “Succession” (HBO). É outro ator soberbo. Ele interpreta o ativista Jerry Rubin. O elenco conta ainda com Michael Keaton, como o ex-procurador Ramsey Clark, responsável por grandes momentos na trama.

A produção tem um problema de ritmo e demora a engrenar. Isso se resolve no terço final e a calibragem sobe até o desfecho, apoteótico. Não desista, portanto. Vale lembrar, finalmente, que Sorkin foi criador de “The West Wing”, um clássico. “Os sete de Chicago” tem, claro, outro formato e ainda mais ambição. O filme é candidato, desde já, a muitos prêmios importantes. Vale conferir. [PATRÍCIA KOGUT]

Alice & Só | Comédia romântica com Bruna Linzmeyer ganha trailer

Filme de Daniel Lieff acompanha dupla musical em busca do sucesso
GABRIEL AVILA

20th Century Studios revelou o primeiro trailer de Alice & . A prévia da comédia romântica acompanha Alice (Bruna Linzmeyer) e Sócrates (Johnny Massaro), uma dupla que busca o sucesso no mundo da música.

Alice & Só tem direção de Daniel Lieff (1 Contra Todos), e completam o elenco Felipe CamargoGuta StresserEduardo SterblitchNanda Costa Guilherme Weber. O filme tem estreia marcada para 12 de novembro nos cinemas.

TJ Swim | Spring Summer 2020 | Full Show

TJ Swim | Spring Summer 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Miami Swim Week)

Martin Felix Kaczmarski – Hold Me/Breezy

08/11/20 – Transmissão ao vivo SPFW 25 Anos

Transmissão ao vivo SPFW 25 Anos

iPhone ‘sem carregador’ tem bandeira ecológica, mas sucesso de meta é difícil

Para reduzir emissões de carbono e lixo eletrônico, Apple decidiu não incluir adaptador de energia nem fones de ouvido em seus aparelhos novos; impacto de medida ambiental pode ser reduzido, mas aponta futuro para o mercado de smartphones
Por Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Caixinha. A partir de agora, todos os iPhones vendidos oficialmente pela Apple – incluindo modelos antigos, como XR e SE – não terão carregador nem fone de ouvido em suas caixas

Como acontece todo ano, a chegada de um novo iPhone fez muito barulho em 2020. Mas desta vez, apesar da introdução da conectividade 5G nos aparelhos, foi uma ausência que chamou a atenção. Pela primeira vez, a Apple vai vender o smartphone sem o carregador e os fones de ouvido – acessórios que acompanham o celular desde 2007. A medida também vale para aparelhos antigos, como o iPhone XR e o SE 2020, mas que estejam sendo comprados agora. A justificativa veio embrulhada num discurso sustentável e causou polêmica nas redes sociais, com muita gente reclamando da necessidade de comprar um carregador à parte, vendido no País por R$ 200. 

Embora o histórico recente da Apple levante suspeitas, o que já se pode ver é que a decisão pode causar um impacto irreversível no mercado de smartphones, ainda que o sucesso ‘verde’ não seja fácil de se alcançar. Segundo a Apple, existem hoje mais de 2 bilhões de carregadores de iPhone no mundo. Muitos deles estão nas mãos de usuários que trocam de aparelho da marca constantemente. Na visão da empresa, todos poderiam ser reutilizados com os novos celulares – na caixa do iPhone 12, virá apenas um cabo Lightning/USB-C, o mesmo vendido com o iPhone 11. 

Assim, a empresa poderia reduzir a produção de carregadores, diminuindo seu impacto na mineração e nas emissões de carbono. De quebra, a fabricante de Cupertino também tentaria abaixar a quantidade de lixo eletrônico no mundo – mas a medida pode mudar pouco a questão. 

Segundo o relatório E-Waster Monitor 2020, feito por diversas instituições e com a participação da ONU, o total de lixo eletrônico produzido em 2019 foi de 53,6 milhões de toneladas. Até 2030, a marca pode chegar a 74 milhões. Mas o peso de carregadores de celular neste total é pequeno: apenas 0,1%, afirmou Ruediger Kuehr, coautor do levantamento, à revista Wired. Levando em conta apenas os acessórios da Apple, a marca cairia para 0,05%. 

O histórico da Apple nos últimos anos, porém, deixa dúvida sobre a bandeira ecológica. Em 2012, a empresa trocou o conector de energia do iPhone – do cabo de 30 pinos ao Lightning –,  o que tornou obsoletos cabos e acessórios de quatro gerações do celular. Quatro anos depois, foi a vez da remoção da entrada de fones de ouvido P2. Quem quisesse ouvir música no celular precisava de um adaptador, o que exigiu a criação de um novo acessório. Além disso, a mudança impulsionou o mercado de fones de ouvido sem fio, na qual a empresa também surfou com os AirPods, vendidos por valores acima dos R$ 1 mil. 

Além disso, a decisão da Apple vai contra discussões recentes na indústria de tecnologia para reduzir o lixo eletrônico. Em janeiro, a União Europeia começou um processo para exigir conectores universais dos fabricantes, como o USB-C, buscando reduzir a compra de novos carregadores e cabos. “Nesse aspecto, a Apple não aderiu, uma vez que manteve o formato proprietário Lightning nos aparelhos, em vez de usar o USB-C”, diz Renato Franzin, professor da USP. 

Puxando a fila  

No primeiro momento, o movimento da Apple abre oportunidades para outros fabricantes. A chinesa Xiaomi, por exemplo, lançou um carregador compatível com o iPhone por US$ 5 nos EUA – lá, o da Apple custa US$ 19. Concorrentes no mercado de smartphones, por sua vez, devem usar a presença de carregadores nos seus aparelhos como ferramenta de marketing. Não é algo inédito: ao longo da década, a incompatibilidade da Apple com o sistema Flash ou mesmo a já citada entrada de fone de ouvido também foram usados como tática por rivais. 

Com preço de R$ 199, o carregador não acompanha o cabo de conexão
Com preço de R$ 199, o carregador não acompanha o cabo de conexão

Mas passada a onda inicial, é possível que a situação mude. “Acredito que (a ausência dos carregadores) é um movimento que chegará a outros fabricantes”, diz Tereza Cristina Carvalho, membro do IEEE e professora de sustentabilidade e tecnologia na USP. Historicamente, é isso o que acontece com a Apple. 

Quando a empresa abandonou a entrada para fones ou adotou o entalhe para a câmera frontal, os concorrentes primeiro fizeram piada e depois seguiram os passos. Dessa forma, o impacto no meio ambiente poderia ser maior.Já circulam rumores na imprensa da Coreia do Sul de que o próximo celular da família Galaxy S, a ser lançado em 2021 pela Samsung, deve vir sem o carregador e os fones. A empresa não comentou a notícia.

O fim dos carregadores como acessório de celular pode ser apenas o primeiro passo de um projeto ainda maior. “Tenho a impressão de que a Apple está fazendo um movimento em direção ao carregamento sem fio, o que seria realmente sustentável”, diz Tereza. Carregadores sem fio consomem mais energia do que os carregadores tradicionais, mas ela afirma que um único carregador sem fio para uma única casa, com vários donos de iPhone, poderia ter saldo positivo para o meio ambiente. 

Desde 2017, os iPhones têm suporte a tecnologia de carregamento sem fio. Porém, com o iPhone 12, a empresa dobrou a aposta. Os aparelhos contam agora com tecnologia MagSafe, que permite carregamento sem fio de 15 Watts, inédito no mercado, além do carregamento de outros equipamentos, como o Apple Watch. “O caminho do iPhone é se tornar um aparelho monolítico, sem nenhum tipo de orifício”, diz Franzin. Dessa maneira, segundo ele, a Apple poderia turbinar seus programas de logística reversa ao receber com exclusividade iPhones antigos. “Isso sim seria sustentável”, afirma o professor da USP. 

E o consumidor, como fica?   

Apesar do movimento aparentemente sustentável, ainda ficaram dúvidas sobre o quanto a decisão pode ser prejudicial para o consumidor. Nos EUA, o preço do iPhone não caiu mesmo com a ausência dos componentes e com a redução de embalagem. “Estimo que o preço de produção de um carregador seja de US$ 3 a US$ 5, não faria sentido esse repasse”, diz Tereza. Para Franzin, a “Apple poderia argumentar também que incluiu componentes e tecnologias mais caras, então uma coisa compensaria a outra.” 

A atitude da empresa, porém, levanta dúvidas sobre venda casada – prática que é vedada pelo Código de Defesa do Consumidor brasileiro e várias outras leis consumeristas no exterior. Afinal, é preciso comprar um carregador para usar o celular, não é mesmo? Aqui no Brasil, o Procon de São Paulo decidiu notificar a empresa, que tem até o dia 10 para se pronunciar. 

“Tenho apenas uma pergunta para a Apple: os novos iPhones precisarão de um carregador específico, mesmo que fabricado por terceiros? Isso poderia configurar uma venda casada”, explica Fernando Capez, diretor executivo do órgão. A tese, porém, não deve prosperar, dado que carregadores USB-C são universais e funcionam com o cabo ofertado pela Apple. Mas o movimento se justifica, dado que o acessório custa R$ 200 no País – a atual cotação do dólar é cruel com o bolso do brasileiro.  

Outra preocupação seria o impacto da ausência do carregador na revenda de iPhones, mas há quem afirme que esse efeito é reduzido. “Há quatro anos, as pessoas se importavam em comprar um celular usado com seu carregador original, mas isso mudou”, explica Guille Freire, fundador da Trocafone, startup que compra e vende smartphones de segunda mão. Segundo ele, 80% dos clientes do site não compram carregadores. “Fomos investigar esses clientes e descobrimos que a principal causa para o comportamento é que eles preferem usar carregadores antigos”, diz, reforçando a tese da Apple. 

O que acontece quando as startups vão para a garagem ou para a sala de estar

Muitas vezes fundadas dentro de um cômodo em casa, empresas inovadoras tiveram que descobrir como era trabalhar sem ter um escritório em meio à pandemia
Por Cade Metz – The New York Times

A bancada de trabalho na garagem onde David Packard e Bill Hewlett começaram a Hewlett-Packard

No Vale do Silício, é bastante comum a história da startup que nasce em uma garagem e desponta com um produto inovador. O que muita gente não esperava em 2020 é que uma pandemia forçaria as empresas a voltarem para a garagem para seguir de pé. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Colin Wessels, fundador e CEO da Natron Energy, uma startup que almeja construir um novo tipo de bateria. 

Em março, quando as ordens de distanciamento social levaram ao fechamento dos escritórios de sua empresa em Santa Clara, Califórnia, ele e seus engenheiros não podiam mais usar o laboratório onde testavam as baterias. Então, ele embalou o máximo de equipamento que pôde, colocou em uma picape, levou tudo para casa e recriou parte do laboratório em sua garagem. “Era apenas uma parte do equipamento de teste”, disse Wessells. “Mas poderíamos, pelo menos, realizar alguns novos experimentos.”

Projetar e criar novas tecnologias – tarefas nunca fáceis – tornaram-se muito mais difíceis durante a pandemia. Se no mundo do código de software já é difícil, a complexidade aumenta para empresas que fabricam baterias, chips de computador, robôs, carros autônomos e qualquer outra tecnologia que envolva mais do que algumas linhas de programação. 

Embora muitos trabalhadores americanos possam sobreviver com um laptop e uma conexão à internet, os engenheiros de startups que montam novos tipos de hardware também precisam de placas de circuito, peças de automóveis, ferros de solda, microscópios e, no final de tudo, uma linha de montagem.

Mas o Vale do Silício não é o lar da engenhosidade à toa. Quando a pandemia bateu, muitos engenheiros de startups na área, como Wessells, levaram seus equipamentos para as garagens de suas casas para que pudessem continuar inovando. E se não era a garagem, então era a sala de estar.

“Movimentamos milhões de dólares em equipamentos apenas para que as pessoas pudessem continuar trabalhando”, disse Andrew Feldman, CEO da Cerebras Systems, uma startup em Los Altos, Califórnia, que está construindo o que pode ser o maior chip de computador do mundo. “Era a única maneira de continuarmos fazendo essas coisas físicas.”

Para continuar o desenvolvimento do chip da Cerebras – um equipamento do tamanho de um prato raso – mesmo quando o escritório estava fechado, um dos engenheiros da companhia transformou sua sala de estar em um laboratório de hardware. Em meados de março, Phil Hedges preencheu a sala de 12 metros quadrados com chips e placas de circuito. Também havia monitores, ferros de solda, microscópios e osciloscópios, que analisam os sinais elétricos que viajam pelo hardware.

Para acomodar o equipamento, Hedges montou três mesas dobráveis. Ele colocou metade do equipamento nas mesas e a outra metade no chão, debaixo delas. Havia tanto aquecimento de hardware de computador funcionando dia e noite que ele também instalou resfriadores enormes para evitar que o laboratório improvisado esquentasse demais.

Em julho, ele devolveu parte do equipamento aos escritórios da Cerebras, onde agora trabalha às vezes, quase sempre sozinho. Apenas sete outras pessoas têm permissão para entrar no escritório de mais de 3 mil metros quadrados, com a maioria das outras ainda em casa com seus próprios equipamentos. O arranjo funciona bem o bastante, disse Hedges, embora ele nem sempre tenha o equipamento de que precisa, porque tudo está espalhado pelas residências de muitas pessoas.

Se tudo mais falhasse, sempre haveria a garagem

No Vale do Silício, a garagem há muito tempo tem uma espécie de aura mítica. Na década de 1990, Larry Page e Sergey Brin desenvolveram o Google em uma garagem. No final dos anos 1930, Bill Hewlett e David Packard criaram a Hewlett-Packard em outra. Hoje, o local permanece bem preservado, é conhecido como HP Garage, em Palo Alto, e às vezes é chamado de “local de nascimento do Vale do Silício”.

Agora, na pandemia, a garagem do Vale do Silício se tornou uma metáfora para o uso de qualquer espaço disponível para fazer o que precisa ser feito, disseram os engenheiros. Hedges, o engenheiro da Cerebras, disse que só levou os equipamentos para a sala porque não tinha uma garagem. “Se tivéssemos uma garagem, minha esposa me colocaria lá junto com os resfriadores”, disse ele.

Na garagem para um carro do CEO da Natron Energy, a recriação do laboratório do escritório permitiu que ele testasse baterias dentro de “câmaras ambientais” do tamanho de minifrigoríficos, que controlam temperatura e umidade. Ele disse que havia tomado conta da garagem com sua mesa de trabalho e todo o equipamento.

Em julho, novos decretos do governo permitiram que a Natron – considerada um negócio essencial porque atendia a redes de telefonia celular – levasse alguns engenheiros de volta ao laboratório, em horários alternados.

A startup também instalou softwares nos computadores que permitiram aos engenheiros acessar os equipamentos do laboratório de casa. O arranjo não era o ideal. Não era como ter o equipamento na frente das pessoas, mas funcionou, disseram os engenheiros da Natron. “É como se eu estivesse sentado lá”, disse Aaron Loar, engenheiro da Natron que ajuda a escrever o software que opera as baterias. “Mas estou um pouco cerceado.”

A Natron também voltou a fabricar baterias em uma unidade em Santa Clara, onde reorganizou a linha de montagem de modo a respeitar o distanciamento social. Ela instalou barreiras de plástico entre cada trabalhador na linha e reconstruiu o sistema de fluxo de ar do edifício. Embora a linha de montagem esteja mais lenta, ninguém testou positivo para o novo coronavírus, disse Wessells. “A equipe de engenharia não está tão rápida. A linha de fabricação não está tão rápida”, disse ele. “Mas isso é apenas o custo dos negócios durante a covid-19.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA