Uma olhada no escritório minimalista da Admitad em Minsk, Bielo-Rússia

A empresa de tecnologia Admitad contratou a empresa de design de interiores Studio11 para projetar seu novo escritório em Minsk, Bielo-Rússia.

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“Em 2017, concluímos um novo interior de escritório para a rede global de afiliados Admitad em Minsk, Bielo-Rússia. O resultado final é este espaço de escritório minimalista que consiste em um zoneamento distinto que proporciona privacidade extra, divisórias de couro dourado no espaço aberto restrito e uma lua de cobre no espaço da cozinha feito de materiais harmoniosamente organizados ”, diz Studio11.

  • Location: Minsk, Belarus
  • Date completed: 2017
  • Size: 3,067 square feet
  • Design: Studio11
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Open-plan workspace
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Open-plan workspace
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Coffee point
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Coffee point / seating area
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Lounge / corridor
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Lounge
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Meeting space

KORG OPSIX – All Playing, No Talking

Adam Berzowski da Kraft Music explora as paisagens sônicas do Sintetizador de FM Alterado Korg Opsix

Korg Opsix representa uma ampla re-imaginação da síntese digital clássica, oferecendo uma abordagem poderosa, musical e imediatamente acessível para a geração de som FM. Um sintetizador FM de seis operadores “alterado”, o mixer do operador surpreendentemente acessível e o mecanismo de som flexível da Opsix vão muito além do FM tradicional. Além disso, o Opsix oferece edição completa por meio de seus botões de entrada de dados, cinco modos de operador expandidos, 40 algoritmos predefinidos e algoritmos de usuário, uma ampla gama de modulação, filtros e efeitos, um sequenciador polifônico de 16 etapas, um recurso Randomize para adicionar imprevisibilidade a sons e 37 teclas de tamanho completo.

Met mostra como a memória mapeia o futuro da moda ao celebrar seu 150º aniversário

Mostra ‘About Time: Fashion and Duration’ privilegia mais o conhecimento que o exibicionismo, diz o curador Andrew Bolton
Vanessa Friedman

Look em "About Time: Fashion and Duration", no Met
Look em “About Time: Fashion and Duration”, no Met TIMOTHY A. CLARY/AFP

THE NEW YORK TIMES – Você é capaz de recordar por um momento o segundo trimestre de 2019?

O mercado de ações ainda estava em alta. “Vingadores: Ultimato” batia recordes de bilheteria. O ciclo do consumo estava cada vez mais frenético. Os estilistas de moda estavam se queixando da impossibilidade de se manterem criativos com um cronograma acelerado, e em um momento em que estavam produzindo montanhas cada vez maiores de coisas. A mídia social acelerou o ciclo de notícias, e Trump inundava o panorama de comunicação. O tempo mesmo parecia ter se tornado uma mercadoria preciosa.

Pouco admira que isso tudo tenha gerado a fagulha de uma ideia na mente de Andrew Bolton, o curador encarregado do Costume Institute do Museu de Arte Metropolitano de Nova York (Met), que vinha contemplando o que fazer em sua próxima grande mostra de moda, que celebraria o 150º aniversário do museu.

E a ideia conduziu Bolton não só ao seu depósito de materiais mas em uma viagem conceitual, que passa por Charles Baudelaire, o filósofo Henri Bergson, do começo do século 20, Albert Einstein e Walter Benjamin, Proust e Virginia Woolf.

Ele emergiu com um tema: duas cronologias paralelas, uma avançando a partir de 1870, o ano de fundação do museu, e a segunda se curvando em torno da primeira como uma dupla hélice, usando a moda —que constantemente se refere ao próprio passado em busca de referência e inspiração, como maneira de refletir melhor a evolução da cultura ao seu redor— a fim de demonstrar as maneiras pelas quais o passado dá forma ao presente, e a história dá forma e significado ao que virá a seguir.

O tema parecia sério o suficiente para um aniversário importante e serviria como contraponto às exposições sobre moda enquadradas à cultura pop e criadas para satisfazer plateias, como “Camp”, no passado, e a anterior, “China Through The Looking Glass”. A mostra, disse Bolton, “teria por base os objetos” e respeitaria mais o conhecimento que o exibicionismo.

A exposição teria de oferecer credibilidade cultural suficiente para os nababos do museu, mas glamour suficiente para a mistura de festa e evento de arrecadação de fundos que é o Met Gala, a principal fonte de verbas para o Costume Institute. A Louis Vuitton concordou em bancar as despesas da exposição. Emma Stone e Lin-Manuel Miranda seriam os anfitriões da festa.

E aí tudo parou. O novo coronavírus levou ao fechamento do museu de março até o final de agosto. A mostra foi suspensa. O Met Gala foi cancelado. A economia entrou em parafuso. O movimento Black Lives Matter, a partir da metade do ano, forçou as instituições culturais e o setor de moda a recalibrar suas posturas

Esta semana, a exposição “About Time: Fashion and Duration” estreou sem a festa habitual.

O timing não podia ser mais perfeito.

E não só porque os quase sete meses adicionais de trabalho permitiram que Bolton reconsiderasse a mostra, refletindo sobre suas escolhas iniciais à luz da justiça social e atualizando o acervo a fim de exibir mais criações de estilistas não brancos e peças mais atuais.

(Cerca de 25% das peças exibidas mudaram, e os novos trabalhos —de Shayne Oliver, da Hood by Air, Stephen Burrows e Xuly Bët, entre outros estilistas— podem ser identificados por meio de uma comparação entre a mostra física e o catálogo da exposição, um elegante tomo em branco e preto, sobre papel fosco, que foi impresso em fevereiro.)

Mas porque Bolton não poderia ter criado um evento melhor para o momento estranho e complicado que vivemos se tivesse começado com esse propósito.

O tempo, afinal, se tornou um conceito de certa forma abstrato para todos nós; existimos no perturbador submundo do presente, no qual ações do passado são selecionadas e reexaminadas e aquilo que acontecerá a seguir parece impossível de prever.

A realidade política da eleição deu origem a uma conversa ampla que remonta aos princípios fundacionais do país, ao mesmo tempo em que debate seu futuro.

As preocupações de que a mostra trata assumiram uma nova dimensão, agudamente pessoal. Suas dimensões relativamente contidas são calmantes, em uma era bombástica. E o museu mais silencioso e socialmente distanciado que as regras de visita ditadas por protocolos de segurança criaram, em lugar de diminuir a experiência, termina por fortalecê-la.

Ao contrário da espaçosa “Heavenly Bodies: Fashion and the Catholic Imagination”, de 2018, que escapou aos limites da galeria e se espalhou pelo museu e pelo anexo Cloisters, “About Time” se restringe às salas Iris and B. Gerald Cantor.

Look criado pelo estilista francês Christian Lacroix; ao fundo, no alto, peça de Thierry Mugler
Look criado pelo estilista francês Christian Lacroix; ao fundo, no alto, peça de Thierry Mugler KENA BETANCUR/AFP

Você entra por um corredor que parece um casulo escuro, ouvindo uma leitura em voz suave e monótona, por Nicole Kidman, do texto de “Orlando”, romance de Virginia Woolf sobre viagens no tempo, e emerge em uma sala de relógio igualmente escura, onde um pêndulo de bronze oscila no centro. (Es Devlin responde pelo design fantasmagórico da exposição), em sincronia com “The Poet Acts”, de Philip Glass, da trilha sonora do filme “As Horas”, que por sua vez se baseia em “Mrs. Dalloway”, outro romance de Woolf.

A atmosfera parece pesada, como que em animação suspensa. Em lugar de placas escritas nas paredes ao lado de cada peça, o que poderia encorajar visitantes a se congregarem nas proximidades, os textos da exposição para cada par de trajes —o precedente e o seguinte— devem ser baixados pelos visitantes para seus smartphones.

Os textos descrevem cada look da coleção, e o contexto social em que foi criado. Isso sublinha ainda mais o senso de comunhão privativa entre o olhar e aquilo que ele abarca, que são os “minutos” da mostra: 60 duetos de vestidos, ternos, casacos ou confecções de diferentes períodos e estilistas, que ecoam uns aos outros ao longo das décadas, em termos de silhueta, motivo ou material. São quase todos pretos, com o uso raro de branco para pontuação.

A técnica de espelhamento também foi empregada com efeito poderoso, se bem que em escala menor, em uma seção da mostra “Camp”, do ano passado, que comparava certos looks clássicos às suas contrapartes exageradas que serviam de tema à exposição, mas aqui esse é o princípio guia da montagem, e ele é altamente efetivo.

Assim, o laço de cintura volumoso de um vestido de passeio de 1885, inspirado por Charles Frederick Worth, é justaposto às linhas semelhantes de um casaco de lã de Yohji Yamamoto, de 1986/7, que parece estar derramando uma fonte de tule branco de suas costas.

As ancas de moldura prateada de um “robe de style” de 1927, criado em tafetá por Jeanne Lanvin, surgem ao lado das anquinhas de renda transparentes de um vestido criado por Jonathan Anderson para a Loewe em 2020 (que por sua vez recuam às anquinhas usadas nos vestidos de corte).

E o slip de tecido acetinado preto de Chanel, com flores em uma das alças, criado em 1925, complementa o vestidinho preto básico acetinado de Norman Norell, um modelo de 1965 que vincula explicitamente as liberdades da década de 1920 e as da década de 1960. Os dois também são tão parecidos um com o outro que foi bom que Diet Prada, o fiscal que expõe plágios de moda no Instagram, não estivesse vendo a exposição.

(A mostra também ilustra por que é tão difícil estabelecer copyright sobre designs de roupas, e por que o setor encontra tamanha dificuldade para se adaptar ao conceito contemporâneo de apropriação e atribuição, porque vem tomando elementos de empréstimo a si mesmo por mais de um século, sem o menor problema.)

O visitante então sai do escuro para a luz, ao som de novos trechos de “Orlando”, desta vez lidos por Meryl Streep, e uma nova peça sonora de Philip Glass, chegando a uma segunda sala, espelhada até o teto, refratando reproduções de reproduções: O vestido “disco voador” sanfonado de Issey Miyake, de 1994, e o vestido pregueado “Delphos”, de Mariano Fortuny, de 1930, ambos maravilhas técnicas em termos de estruturação que abstrai o peso; um vestido de malha justo de Marc Jacobs para a grife Perry Ellis, de 1993, “rasgado” no umbigo, com as mangas longas comprimidas em um amassado permanente, e um vestido justo, de lã, criado por Rudi Gernreich em 1965-6, com as mesmas mangas e linhas, a mesma declaração consciente de rebelião maltrapilha.

Um vestido sem alças de PVC criado por Iris van Herpen em 2012, com apêndices ao estilo “Alien” se curvando em torno dos quadris e coxas, é mostrado ao lado de um vestido de baile em cetim creme desenhado em 1951 por Charles James, com apêndices tentaculares semelhantes nos quadris e saia.

O look final da mostra, porém, está sozinho. Um vestido branco angelical de Viktor & Rolf, feito de sobras de renda de velhas coleções costuradas juntas em um novo tecido, e usadas por uma manequim suspensa no ar: passado e futuro unidos no presente. O vestido traz a mostra a uma conclusão graciosa e otimista. (E leva a imaginar se sustentabilidade e circularidade podem ser os próximos temas de Bolton.)

De fato, todas as camadas do arcabouço analítico que Bolton usou para apresentar seu tema, formalizado no ensaio de Theodore Martin que faz parte do catálogo da exposição e em um novo conto, “Orlando”, de Michael Cunningham, encomendado especialmente para o catálogo, provam ser apenas maneiras de desviar a atenção quanto ao argumento central da mostra.

Claro que algumas das parelhas criadas são mais forçadas do que outras. (“Laços” representam uma interconexão histórica ou uma simples decoração genérica?) E, para algumas pessoas, a conclusão a extrair pode ser menos uma revelação do que um simples “e quem não sabia disso?”

Mas em geral, o uso das roupas para demonstrar de que forma ideias, criatividade e identidade são produtos de um multiverso, em lugar de progressões lineares —como os significados ganham novas formas enquanto as formas se atraem e repetem, e como isso incentiva a mudança—, se prova convincente. E vai bem além da moda.

Talvez todas essas firulas intelectuais sejam necessárias de um ponto de vista de política interna, já que a moda foi sempre vista como filha adotiva bastarda pelo museu, sempre forçada a justificar sua presença entre as belas artes. (Quando o Costume Institute foi criado, em 1946, depois que o Museum of Costume Art se tornou parte do Met, foi sob a condição de que só ele, de todos os departamentos de curadoria do museu, encontrasse sozinho verbas para se sustentar.) Mas para aqueles que não vivem com o peso desses preconceitos, o intelectualismo só atrapalha.

De fato, a questão persistente é por que o Costume Institute continua a ser, como Max Hollein afirma na introdução, “uma entidade independente dentro do museu”, em lugar de ser simplesmente parte dele. Em sua claridade e relevância, a mostra deixa claro que é mais que hora de que isso reja repensado.

O que viria a calhar.

Tradução de Paulo Migliacci

Spotify pagará US$ 235 milhões em empresa de publicidade de podcasts Megaphone

Empresa usará a tecnologia para criar anúncios direcionados e disponibilizará suas ferramentas para produtoras
Por Agências – Reuters

Spotify compra empresa de publicidade para podcasts 

Spotify anunciou nesta terça-feira, 10, que concordou em comprar a plataforma de publicidade e publicação de podcasts Megaphone, a última de uma série de acordos para impulsionar sua plataforma de podcasts. O acordo é avaliado em US$ 235 milhões, disse um porta-voz do Spotify.

A empresa usará a tecnologia da Megaphone para criar anúncios direcionados e disponibilizará suas ferramentas de monitoramento de anúncios para produtoras de podcasts.

O Spotify, que obtém sua receita de assinaturas pagas e de anúncios para usuários gratuitos, viu seu negócio de publicidade voltar a crescer no terceiro trimestre após ter sido atingido pela pandemia no início do ano. Executivos disseram que o crescimento dos anúncios vai acelerar no trimestre atual.

Seus pesados investimentos em podcasts, num esforço para se tornar a Netflix do conteúdo de áudio, ajudaram a impulsionar o crescimento de assinantes em um momento em que muitas pessoas estão isoladas devido à pandemia de coronavírus.

Desde o ano passado, o Spotify gastou centenas de milhões de dólares para comprar empresas como a Gimlet Media, uma produtora de podcasts, e a Ringer, uma rede de podcasts de esportes e entretenimento.

Apple M1 Chip: Let’s Talk!

O chip Apple M1 está aqui e há 3 novos Macs para lançá-lo. Meus pensamentos!

Apple apresenta o seu primeiro chip para Macs, o M1

Como prometido, a Apple começou hoje de forma oficial a sua transição da Intel para os seus próprios chips. E o primeiro apresentado pela empresa para equipar esses novos Macs é o M1.

O processador é, como em iPhones e iPads, um SoC1 completo, englobando CPU2, GPU3, RAM, chip de segurança (Secure Enclave), processador de sinal de imagens, entre outros que antes eram “componentes isolados” na placa lógica do Mac.

Ele também tem uma arquitetura de memória unificada (agilizando a troca de dados) e é fabricando num processo de 5 nanômetros (como o A14 Bionic). No total, temos nada mais nada menos que 16 bilhões de transistores e oito núcleos da CPU, com núcleos de performance e de eficiência separados (quatro para cada). De acordo com a Apple, o núcleo de performance é o mais rápido do mundo.

Os núcleos de eficiência usam 1/10 de força, mas ainda oferecem ótima performance para aqueles momentos que você não precisa de muito desempenho do Mac. Já com os núcleos de performance em funcionamento, temos um desempenho similar ao de um MacBook Air atual dual-core.

Em termos de GPU, temos também oito núcleos que chegam a 2,6 teraflops de performance. Segundo a Maçã, a eficiência coloca o M1 bem acima de qualquer GPU eficiente hoje no mercado, ao mesmo tempo em que oferece um desempenho inigualável — são, ao todo, 11 trilhões de operações por segundo executadas pelo M1.

macOS Big Sur

O macOS Big Sur, é claro, funciona em perfeita sincroniza com o chip M1. O Safari, por exemplo, ganhou melhorias de performance com o novo processador; as animações de sistema estão mais responsivas bem como a edição de vídeos e outras tarefas comuns no macOS.

O sistema dará acesso a mais memória gráfica do que nunca para apps e também otimizará ao máximo o gerenciamento de força quando rodando no M1. Como consequência disso, teremos Macs mais silenciosos e com baterias que duram ainda mais.

Todos os apps nativos da Apple foram otimizados para o M1 — desde o mais simples até os complexos, como Logic Pro, Final Cut Pro e GarageBand — e a tendência é que o mercado como um todo também faça essa migração de forma acelerada. Para termos uma ideia, renders de vídeos ficam até 6x mais rápidos usando o M1.

Mas o Big Sur não abandonará quem não estiver pronto para essa transição de imediato. A Apple oferecerá suporte a apps universais (que funcionam em Macs com chips Intel e da própria Apple) bem como conta com o Rosetta 2, ferramenta que entende e adapta apps automaticamente para a nova arquitetura, mantendo a melhor performance possível. Em alguns cenários, eles rodam até melhor do que em Intel. 😱

De acordo com a Apple, o macOS Big Sur será lançado na próxima quinta-feira, dia 12 de novembro. [MacMagazine]

CBS determina que reality shows, como o ‘Big Brother’, tenham 50% de negros ou indígenas

Participantes do Big Brother EUA 22 Foto: Divulgação

A emissora americana CBS anunciou esta semana que todos as futuras temporadas de seus reality shows terão ao menos 50% dos participantes negros, indígenas ou mestiços. A rede de televisão exibe nos Estados Unidos programas como “Survivor”, “Big Brother” e “Love Island”, que devem já vir mais diversificados a partir do próximo ano.

“À medida que nos esforçamos para melhorar todos esses aspectos criativos, os compromissos anunciados hoje são os primeiros passos importantes na obtenção de novas vozes para criar conteúdo e expandir ainda mais a diversidade em nossa programação de realities, bem como em nossa rede”, disse George Cheeks, presidente e diretor executivo da CBS, segundo a revista americana Entertainment Weekly.

A mudança vem após diversas críticas, principalmente de participantes do “Survivor”, sobre a falta de diversidade nos elencos. O “Big Brother” também teve controvérsias sobre questões raciais ao longo dos anos, principalmente em 2019, devido a comentários feitos por concorrentes brancos no programa.

Além da mudança nos reality shows, a emissora anunciou que alocará um mínimo de 25% de seus orçamentos para o desenvolvimento de projetos criados ou co-criados por negros, indígenas ou mestiços.

Apple anuncia novo MacBook Air com M1, 18 horas de bateria e sem ventoinha

O Apple Silicon está entre nós!

Vocês já viram todas as promessas extremamente ambiciosas do M1, primeiro chip para Macs projetado pela própria Apple. Agora, é hora de conhecermos a primeira máquina equipada com o novo processador — refiro-me, claro, ao novo MacBook Air.

A ideia da Apple é redefinir (mais uma vez!) o que um computador fino e leve pode fazer. Para isso, o produto mais popular da linha dos Macs traz todo o poder do chip M1, com oito núcleos (quatro de performance, quatro de economia de energia): trata-se de uma máquina até 3,5x mais rápida que a sua geração anterior, com gráficos 5x(!) superiores. Isso permitirá taxas de quadros muito maiores em jogos, e será possível editar streams simultâneos de ProRes 4K, inclusive.

A performance da Neural Engine é 9x melhor, tornando o novo MacBook Air muito mais inteligente. Até o SSD está mais rápido — duas vezes mais rápido, para ser mais preciso. E o processamento de imagem na câmera FaceTime está melhor (apesar de o componente ainda ser 720p).

Tudo isso é conquistado com um design sem ventoinhas — o novo MacBook Air, portanto, é completamente silencioso. E graças à administração de energia do M1, o tempo bateria foi dramaticamente ampliado: agora, temos 15 horas de navegação via Wi-Fi ou 18 horas de reprodução de vídeo, quase o dobro(!) de antes.

Ainda temos, claro, a tela Retina com suporte à ampla gama de cores P3, o tradicional conjunto de alto-falantes, o Touch ID, o Magic Keyboard, as duas portas Thunderbolt 3 na esquerda e a saída para fones de ouvido.

Nos Estados Unidos, o novo MacBook Air continua com o mesmo preço do seu anterior: a partir de US$1.000, ou US$900 na sua versão educacional. No Brasil, o novo MacBook Air custará a partir de R$13 mil. [MacMagazine]

Japonesa Asics busca start-ups no Brasil para programa global de aceleração

Por Bruno Rosa

Asics busca start-ups na América Latina | Bloomberg

A japonesa Asics, de artigos esportivos, quer buscar start-ups na América Latina. Para isso, está aumentando os esforços para atrair empreendedores locais para seu programa de aceleração global. A ideia da chamada é selecionar projetos que incentivem a prática de esportes, como desenvolvedores de aplicativos e de tecnologias vestíveis wearables.

-As portas estão se abrindo mais para a América Latina. Queremos buscar projetos novos – destaca ela. As inscrições vão até o dia 16.