Equator2: Mind-Bending Sounds

O Equator2 vem com 1.300 MPE incrivelmente detalhados e sons MIDI padrão. Experimente a extensa e diversificada biblioteca de predefinições do Equator – de Broken Tape Machine Guitar a Lazy Amp Wurli e The Happy Raver.

Filling Pieces FW20 “Au Revoir” Editorial

Filling Pieces revelou um novo editorial filmado no Marrocos por Miftha Bahardeen em colaboração com criativos marroquinos locais. Intitulada “Au Revoir”, esta nova história apresenta a coleção outono / inverno 2020 da marca.

KORG synth evangelists Luke and Andy introduce the new KORG NAUTILUS workstation

Os evangelistas de sintetizadores da KORG no Reino Unido, Luke e Andy, mergulham um pouco mais fundo na nova estação de trabalho KORG NAUTILUS. Como você verá aqui, esta é uma versão simplificada do KRONOS líder da indústria da KORG, com novos sons para explorar, do essencial ao experimental e de ponta.

‘The Crown’ finalmente faz de Elizabeth 2ª a vilã da própria história

Quarta temporada da série da Netflix chega mais agitada, mas tem exageros dispensáveis
NOVA TEMPORADA DE ‘THE CROWN’ ***
Quando a partir de domingo (15)
Onde Netflix

 4ª temporada de The Crown

“O que eu estou fazendo aqui?”, pergunta a primeira-ministra Margaret Thatcher a seu marido Dennis. A convite da família real britânica, o casal está passando um fim de semana no castelo de Balmoral, na Escócia, e sendo submetido a provações humilhantes, como uma caçada sob chuva fina, ridículos jogos de salão e até um pito por sentar “na poltrona da rainha Vitória”. Como anfitriões, os Windsor deixam muito a desejar.

“Estou lutando para encontrar qualidades redentoras nessa gente”, prossegue a Dama de Ferro. “Eles não são sofisticados, nem cultos, nem elegantes, nem nada perto de um ideal. Eles são… Chatos, esnobes e mal-educados”, completa Dennis.

Bem-vindos à quarta temporada de “The Crown”, em que Elizabeth 2ª, papel de Olivia Colman, praticamente se torna a vilã de sua própria história. Presa a formalidades e incapaz de manifestar afeto pelos filhos nem quando está a sós com algum deles, a monarca não entende mais o que seus súditos —e mesmo seus parentes mais próximos— esperam dela.

O período coberto por esta nova fase vai de 1977 a 1990, uma era de enormes transformações políticas e sociais, e é marcado pela entrada em cena de duas outras grandes figuras femininas. A primeira é a senhora Thatcher, eleita em 1979 ao posto máximo do governo do Reino Unido. Orgulhosa de sua origem humilde e de sua rígida ética de trabalho, a primeira mulher a se tornar primeira-ministra britânica não tem muita paciência para os salamaleques que a convivência com os “royals” lhe impõe.

Disposta a consertar a economia do país nem que isto custe, num primeiro momento, mais desemprego e inflação, ela também é pintada como uma megera sem charme nem humor, o que não corresponde à realidade. Com a voz exageradamente rouca e um eterno ar de reprovação, a atriz Gillian Anderson (a agente Scully da série “Arquivo X”) transforma o personagem numa caricatura, pronta para participar de um esquete do humorístico “Saturday Night Live”.

A outra mulher-chave dessa temporada é, evidentemente, Diana. A novata Emma Corrin captura com precisão os ombros encolhidos, o olhar tímido e a cabeça eternamente inclinada que a princesa de Gales exibia em seus primeiros anos sob o escrutínio público. Mas o roteiro soa falso quando, já noiva do príncipe Charles, a jovem lady Spencer vai morar no Palácio de Buckingham. É improvável que ela, nascida e criada em uma família rica e aristocrática, se deslumbrasse feito uma caipira diante da vastidão faustosa de seu novo endereço.

“The Crown” nunca se vendeu como um documentário fidedigno, apesar de beber da ampla bibliografia sobre a monarquia britânica e de relatos impiedosos de testemunhas oculares, que volta e meia pipocam na imprensa. Como em qualquer obra dramática, situações são criadas, suprimidas ou condensadas, e diálogos que aconteceram entre quatro paredes precisam ser inventados. O que importa é ser fiel à essência dos protagonistas.

Mas uma sequência, em especial, peca pela falta de sutileza. Incentivada por Charles, Diana aceita almoçar com ninguém menos do que Camilla Parker-Bowles, que manteve um caso com o príncipe mesmo depois que ele se casou. O restaurante escolhido, que realmente existiu na Londres dos anos de 1980, chama-se Ménage à Trois —mas será que elas foram lá mesmo? Quando chega a conta e Diana propõe que cada uma pague sua própria despesa, Camilla dispara: “eu adoro dividir”.

Mulher branca idosa loira acena
A ex-primeira-ministra do Reino Unido Margaret Thatcher – Getty Images/BBC News Brasil

Tais exageros seriam dispensáveis, pois esta é mesmo a temporada mais agitada de “The Crown”. A década coberta foi mirabolante para os Windsor, que passaram por dois casamentos reais, um atentado a bomba e até uma invasão dos aposentos da rainha por um reles plebeu, que burlou o então pífio esquema de segurança. Felizmente, o sujeito só queria conversar, e Elizabeth 2ª manteve o sangue frio graças a sua treinadíssima fleuma.

Além disso, os eventos narrados ainda estão frescos na memória de muita gente. E é fascinante ver o que teriam sido os bastidores de tantos fatos históricos, mesmo com uma certa dose de ficção por cima.

Roisin Murphy – Irish Tatler November 2020 By Conor Clinch

Murphy’s Law   —   Irish Tatler November 2020   —   www.irishtatler.com
Photography: Conor Clinch Model: Roisin Murphy Styling: Kieran Kilgallon Hair: Eamonn Hughes Make-Up: Maria Comparetto

Homenagem ou objetificação? Estátua da pioneira do feminismo Mary Wollstonecraft gera controvérsia por representá-la nua

A ‘mãe do feminismo’ britânico Mary Wollstonecraft foi homenageada com uma escultura no norte de Londres mais de 200 anos após sua morte, mas a estátua gerou controvérsia por retratar uma mulher nua
O Globo, com agências internacionais

A pensadora feminista Mary Wollstonecraft é homenageada em escultura feita pela artista britânica Maggi Hambling exposta na região norte de Londres Foto: Reuters

Considerada a “mãe do feminismo” europeu, a britânica Mary Wollstonecraft (1759-1797)foi homenageada com uma estátua em Londres, 200 anos depois da sua morte. Criado pela escultora Maggi Hambling, o monumento foi inaugurado na última terça-feira (10), mas tem sido alvo de críticas por representar a pensadora nua.

A escultura é fundida em bronze prateado e apresenta uma mulher nua emergindo com força de uma amálgama de outros corpos femininos, enquanto uma citação de Wollstonecraft é apresentada na base: “Não desejo que as mulheres tenham poder sobre os homens, mas sobre si mesmas.”

A campanha para colocar uma estátua na região de Newington Green, em Londres, onde Wollstonecraft abriu um internato para meninas quando ela tinha 25 anos, em pleno século XIII, estava em andamento há 10 anos.

No entanto, a obra de arte revoltou feministas e outros críticos, que disseram que a figura nua chama atenção para o corpo feminino, ao invés de homenagear as conquistas e a influência da intelectual do século XIII.

A autora e ativista Caroline Criado-Perez, que liderou pedidos bem-sucedidos para que Jane Austen fosse retratada na nota de 10libras, descreveu a estátua como “muito decepcionante”. “Tenho tentado morder a língua sobre isso, mas na verdade, não consigo … Que desperdício colossal. Tão decepcionante. Desculpe, não posso apoiar.”

A escritora Tracy King disse que a estátua era “maciçamente regressiva” e “uma chocante perda de oportunidade”. “Como as conquistas e legados das mulheres podem ser levados a sério quando estamos sendo distraídas por malditos peitos”, ela tuitou.

Alguns comentaristas acreditaram que a mulher nua seria a própria Wollstonecraft. Mas as ativistas responsáveis pela campanha afirmaram anteriormente que o objetivo do trabalho é representar todas as mulheres. Diziam: “A escultura combina formas femininas que se fundem e se erguem como se fossem uma, culminando na figura de uma mulher livre. Ela é toda mulher, sua própria pessoa, pronta para enfrentar o mundo.”

Um tema central da reação negativa foi que homens celebrados com monumentos costumam ser retratados vestidos. A criadora da escultura respondeu dizendo que quis se distanciar da tradição da “estatuaria masculina heroica” para criar algo atemporal, e não histórico.

Estátua em homenagem a Mary Wollstonecraft, da artista Maggi Hambling, é vista coberta por camiseta em Newington Green, Londres; escultura foi criticada por usar figura de mulher nua para celebrar pensadora considerada a mãe do feminismo europeu Foto: PAUL CHILDS / REUTERS
Estátua em homenagem a Mary Wollstonecraft, da artista Maggi Hambling, é vista coberta por camiseta em Newington Green, Londres; escultura foi criticada por usar figura de mulher nua para celebrar pensadora considerada a mãe do feminismo europeu Foto: PAUL CHILDS / REUTERS

“Ao contrário da estatuaria heróica masculina tradicional, a mulher independente evoluiu organicamente, com apoio e ela não esquece todos as suas antecessoras que defenderam, fizeram campanha e se sacrificaram pela emancipação das mulheres.”

Para Hambling, os críticos interpretaram mal seu trabalho: “Minha escultura, espero, celebra o espírito de Mary Wollstonecraft. Certamente não é uma semelhança histórica”, dizendo que aqueles que a criticaram “não estão lendo uma palavra importante, que está no pedestal muito claramente: ‘para’ Mary Wollstonecraft. Não é ‘de’ Mary Wollstonecraft.”

Depois de ser inaugurada, a estátua foi visitada e pessoas desconhecidas cobriram as  suas partes íntimas e colocaram duas máscaras do tipo usado para conter a disseminação da Covid-19 em seus ombros, como um manto. A imagem circulou nas redes sociais na noite de terça-feira. Na manhã de quarta-feira, os itens haviam sido retirados, mas um fotógrafo da Reuters viu duas mulheres cobrindo a figura com uma camiseta e colocando um cartaz perto da base.

O cartaz continha uma citação do trabalho revolucionário de Wollstonecraft de 1792, “Uma Justificação dos Direitos da Mulher”, dizendo: “Fortaleçam a mente feminina ampliando-a, e haverá um fim à obediência cega”.

Alfredo Volpi e seus herdeiros artísticos em exposição conjunta

Galeria Millan abre mostra com obras do pintor e dos contemporâneos Elizabeth Jobim e Paulo Pasta
Antonio Gonçalves Filho, O Estado de S. Paulo

Exposição reúne Volpi e seus herdeiros
O pintor Paulo Pasta posa ao lado de sua tela, de uma fachada de Volpi e das pedras de Elizabeth Jobim Foto: Daniel Teixeira/Estadão

A Galeria Millan abre nesta quinta-feira, 12, em parceria com a Galeria Raquel Arnaud, no espaço da primeira, a exposição Transições entre Passagens, que reúne o principal pintor moderno brasileiro, Alfredo Volpi (1896-1988), e dois pintores contemporâneos, Elizabeth Jobim e Paulo Pasta. Embora não fosse a intenção original da curadora Gisela Gueiros, o título da mostra remete à fragmentária obra de Walter Benjamin (Das Passagen-Werk/Passagens) em que o pensador berlinense, refletindo sobre as bruscas alterações na fisionomia arquitetônica da Paris de sua época, cita uma frase de Maxime Du Camp em que o escritor e fotógrafo francês compara a história a Janus, a mítica figura de duas faces: “quer olhe o passado, quer olhe o presente, ela vê as mesmas coisas”. Pode-se dizer o mesmo de Paulo Pasta e Elizabeth Jobim: o olhar de ambos parece convergir para a maneira de Volpi ver o mundo, que, evidentemente, não era nostálgica nem futurista.

É tão evidente a proximidade entre as obras dos dois com a do mestre Volpi que a palavra “passagem” faz todo sentido nessa exposição conjunta. Benjamin, comentando como a construção em ferro na Paris de sua época ocupava uma posição híbrida que permitia certa analogia com a da igreja barroca – e não só pela cobertura (Halle) em abóbada –, concluiu ser possível dizer que permanecia algo de sagrado nessa construção, um “resquício de nave de igreja”.

Não é demais lembrar que as atuais pinturas de Pasta evocam igualmente algo de sagrado na história da pintura. Mais precisamente, o retábulo da Anunciação criado por Ducio para o altar-mor de Siena, do qual Pasta extraiu as figuras do arcanjo Gabriel e da Virgem, reinterpretando a estrutura original e tornando equivalentes o espaço sagrado e o profano, antes separados por uma coluna.

Exposição reúne Volpi e seus herdeiros
Tela de Paulo Pasta que usa cores atmosféricas e sugere passagem virtual Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Alegoria

Essa “passagem” não eleva nem a pintura de Volpi nem a de Pasta à condição de alegoria. Nenhum deles é um crente, no sentido tradicional. Pasta faz uma pintura antinarrativa. Ela não “conta” uma história. Antes, revela. Colocadas lado a lado, uma pequena tela vertical com uma fachada de Volpi e uma pintura de um rosa renascentista de Pasta revelam que a estrutura construtiva que sustenta as duas obras remete à ideia benjaminiana da transformação como reafirmação de uma ordem primordial. Volpi e Pasta pintam, enfim, a passagem do tempo, apresentam um mundo sujeito à destruição e imediata reconstrução na hora em que o espectador está diante da tela, no intervalo entre a epifania e a desilusão.

Há poucas obras (10) na exposição, um acerto da curadora Gisela Gueiros, que, convidada pelo curador Gabriel Pérez-Barreiro, da plataforma digital Preview, pensou numa exposição virtual – que virou física – a partir de um conceito formulado pelo pintor alemão Josef Albers em seu livro Interação da Cor, de 1963. Albers defendia que nossa percepção das cores deveria ser relativizada. Até mesmo o contexto em que estão pode afetar a maneira como vemos a construção cromática – Volpi usava a artesanal técnica da têmpera, Pasta usa óleo e Elizabeth Jobim impregna blocos de concreto com pigmentos. Ou sejam, os três recorrem a procedimentos antigos, mas num contexto moderno e contemporâneo.

Concreto

Lembrando que a lição de Albers ensina haver uma discrepância entre fato físico e efeito físico na percepção visual, a pintora Elizabeth Jobim revela que os pigmentos usados para interagir com os blocos são os mesmos de suas telas (vermelho-veneziano, siena) com pequenas variações. A curadora vê pontos de contato entre essas pequenas estruturas esculpidas de Jobim e as soluções estruturais das superfícies descontínuas de Volpi em sua passagem pelo concretismo. Pasta, aproximando-se do neoconcreto Hélio Oiticica dos metaesquemas, define sua pintura atual como uma forma de promover a passagem ao espaço tridimensional, em alguns casos por meio de cores atmosféricas (azul da Prússia, azul-ultramarino).

Exposição reúne Volpi e seus herdeiros
Obra de Elizabeth Jobim: o lugar onde cor e forma são sinônimos Foto: Daniel Teixeira/Estadão

É um mundo no limite do desaparecimento, que se esvai no infinito, como a coluna brancusiana de Volpi (de 1957) exposta ao lado da mais recente tela de Pasta, que sugere um confronto entre o espaço ilusório e a superfície concreta. A curadora da exposição chama a atenção para essa coluna volpiana em forma de ampulheta estática, que sugere a suspensão do tempo. Pasta comenta que a ideia do vazio presente na exposição remete à situação de isolamento provocado pela pandemia, cujo efeito positivo é conduzir o espectador de novo à contemplação.

Elizabeth Jobim confirma que Volpi tinha essa vocação de estabelecer um vínculo afetivo com o espectador por meio da cor. “Sua pintura é um espetáculo de simplicidade e despojamento, que tem a ver com arquitetura”, diz a pintora. “Ele foi ao mesmo tempo assertivo e intimista”, conclui. “Volpi é o pintor menos neurótico que eu conheço”, completa Paulo Pasta.

Victoria Volkova é a primeira trans a sair na capa da Playboy do México

Revista declara que está comprometida com a diversidade no país
CAMILA TUCHLINSKI – O ESTADO DE S.PAULO

A modelo Victoria Volkova, primeira trans na capa da Playboy do México

A modelo e influenciadora digital Victoria Volkova é a primeira mulher transsexual a sair em uma capa da revista Playboy no México. 

No perfil oficial no Instagram, uma nota com o posicionamento da publicação: “A Playboy México está comprometida com a abertura e a diversidade pelas quais lutamos diariamente neste país. A marca tem se manifestado historicamente porque o prazer é um benefício para todas as pessoas, independentemente de sexo, preferência sexual e raça”.

Em janeiro de 2018, a edição alemã da revista publicou a primeira capa com uma modelo trans, com Giuliana Farfalla, de 21 anos, ex-participante do reality show German’s Next Top Model.

Nascida em Querétaro, no México, Victoria Volkova tem 27 anos e mais de 900 mil seguidores no Instagram. A modelo é ativista LGBT e tem um canal no YouTube, com mais de um milhão de inscritos.

No Instagram, Victoria Volkova comemorou o espaço que a revista Playboy México deu para ela. “Esta capa celebra as diferentes formas de ser mulher, as diferentes formas de ser bonita, as diferentes formas de explorar a sua sensualidade e desfrutar do seu processo. Espero que, com ela, as pessoas fiquem mais curiosas. Mais curiosidade em se conhecer, em saber como é ser uma pessoa trans, sobre como as pessoas trans vivem neste país e no mundo e pelo que temos que passar para ter uma vida digna, ser respeitados, ganhar a vida, para conseguir um emprego, sobreviver à escola, nesta sociedade que não se volta para nós ou para os nossos problemas”, declarou.

modelo trans também confessou que passou por um processo emocional até conseguir se aceitar. “Por muito tempo odiei meu corpo e ser uma mulher trans, pois achava que isso era o que me tornava uma pessoa menos valiosa, menos merecedora de amor, menos “normal”. Mas depois aprendi que quem tinha que me aceitar era eu antes de exigir que os outros. Quando você se aceita, não liga mais para o que os outros pensam de você”, concluiu.

Uma olhada no novo escritório da PKV em Brno, Czech Republic

A consultoria de engenharia PKV contratou recentemente o estúdio de arquitetura PREMIER Interiors para projetar seu novo escritório em Brno, na República Tcheca.

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Reception

“Fomos contratados para projetar escritórios em Brno Vlnena Campus pela empresa PKV. Nosso estúdio contratou gerenciamento de projetos para o fornecimento de móveis atípicos. A empresa utiliza tecnologias modernas e é amiga do ambiente.

A empresa lida com a modernização de empreendimentos com respeito ao meio ambiente. Ajuda os clientes a reduzir os custos de energia e a pegada de carbono. É por isso que Andrea Pastrnek projetou um interior exclusivo que usa soluções inteligentes de acordo com a filosofia da empresa. Há uma série de dispositivos de alta tecnologia no prédio, como a iluminação, que é regulada apenas por meio de aplicativos. Os interruptores estão completamente ausentes ”, disse PREMIER Interiors.

  • Location: Brno, Czech Republic
  • Date completed: 2020
  • Size: 10,763 square feet
  • Design: PREMIER Interiors
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Lobby / meeting room
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Lounge
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Lounge
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Meeting room
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Breakout space
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Breakout space
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Open-plan workspace
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Open-plan workspace
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Meeting room
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Meeting room
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Kitchen
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Corridor
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Workstations
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Wall seating
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Workstations