Escada monumental é o coração deste tríplex australiano

Imóvel reformado na em Melbourne, Austrália, é decorado com tons neutros e tem vista privilegiada para a praia
POR MARIA CLARA VIEIRA | FOTOS LUCAS ALLEN

As curvas originais da fachada inspiraram os interiores (Foto: Lucas Allen)

Voltado para o mar, este tríplex surgiu a partir da união de dois apartamentos. Com projeto de reforma do escritório Jolson Architecture and Interiors, o imóvel ganhou um vão de 7 m de altura e uma escultural escada curva branca, que hipnotiza com seus jogos de luz e sombra. Erguida originalmente em 2001 por Cox Carmichael, a construção precisou ser toda reimaginada para chegar ao atual resultado. A unidade visual e a fluidez vistas ali hoje resultam de paredes que vieram abaixo em nome da integração.

Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)


Para tirar máximo proveito da luz natural e da vista, a cozinha e a área social foram instaladas no último piso. Já o quarto principal fica no andar intermediário, de modo a delimitar bem o espaço de convívio e ala íntima. Apesar disso, o projeto não isola os ambientes – pelo contrário: portas deslizantes criam espaços que podem garantir a privacidade ou a integração sempre que necessário.

Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)
Escada monumental é o coração deste tríplex australiano   (Foto: Lucas Allen)

Foram as curvas originais da fachada que inspiraram os interiores ousados. Em todos os ambientes notam-se os traços sinuosos que dão personalidade ao projeto. Repare, por exemplo, nas paredes de gesso polido ao se encontrarem com o teto. A paleta escolhida é neutra e discreta propositalmente, para garantir a atemporalidade do décor.  O mesmo acontece com os materiais, que se limitam a pedra, aço, latão e madeira. Eis um projeto residencial que mais parece uma obra de arte.

James Kakonge at Models 1 photographed by Joseph Sinclair

by Chidozie Obasi

James Kakonge at Models1 photographed by Joseph Sinclair and styled by Callum Vincent, in exclusive for Fucking Young! Online.

Grooming: @bekkimitch
BRANDS: Vivienne Westwood, Dolce and Gabbana, Tokyo James, New Balance, Lavair, Duskline, Tom Ford, 2xist, Dsquared2, Mackage, Raf Simons, Basic Rights, Lanvin, Nike.

Você precisa conhecer a diretora de vídeo Mi-anne Chan e todas as suas maquiagens

Por trás de cada produção, ela fortalece o tema de diversidade e inclusão
LUANDA VIEIRA (@LUANDAVIEIRA)

Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)

Diretora de vídeo, escritora e… maquiadora nas horas vagas. Mi-anne Chan é o nome que você vai adorar acompanhar no Instagram se a sua praia for colecionar referências coloridas. Nascida em Alameda, na Califórnia, a americana mostra para quase 60 mil seguidores como é possível se divertir entre delineados, sombras e muita colagem. 

A paixão pelo universo da beleza veio ao conhecer canais no YouTube, como os de Ingrid Nilsen, Michelle Phan e Tanya Burr. Foi a maquiagem, aliás, que a levou para o caminho da diversidade e inclusão. Hoje, a americana é um dos grandes nomes da Condé Nast que discute e se destaca em relação ao assunto. PUBLICIDADE

Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)

Até o ano passado, enquanto era editora de Beleza do Refinery 29, Mi-anne mantinha uma programa de maquiagem no YouTube, o Beauty With Mi. “Ainda recebo mensagens sobre essa fase e fico com o coração partido por ser algo que não deva voltar num futuro próximo. Eu não tinha ideia do impacto que esses vídeos poderiam ter na vida de garotas americanas que são asiáticas. Entre as minhas seguidoras tenho mulheres que passaram a ver a maquiagem como possibilidade para o formato de seus olhos ou que se encorajaram a criar seus próprios canais. Acho muito importante que as raças não dominantes criem seus próprios conteúdos”, disse Mi-anne Chan em entrevista à CFDA. https://30ee4f8bda70f7554601824ab8993906.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)

Na hora de criar a maquiagem do dia, Pat McGrath é uma de suas inspirações. Não à toa vemos muitas cores em suas fotos, além de traços geométricos, marca registrada da também influenciadora digital.

Abaixo você confere algumas de suas produções. 

Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)

https://30ee4f8bda70f7554601824ab8993906.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)
Mi-anne Chan (Foto: Reprodução Instagram)

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Faça mais ao longo do dia com recursos convenientes que maximizam sua produtividade. Quando você termina sua lista de tarefas, o centro de entretenimento torna ainda mais fácil relaxar com seus programas favoritos.

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Crítica I The Crown – 4ª temporada

Série brilha com a chegada de Diana e Thatcher e acerta ao não fazê-las superficiais
CAMILA SOUSA

The Crown (Fonte: Montagem – ScreenRant / Reprodução – Netflix)

É uma benção e um fardo contar uma história inspirada em fatos. Uma benção pelo interesse do público e a promessa do realismo do que é mostrado, e um fardo pela responsabilidade que isso carrega. Desde sua primeira temporada, The Crown está ciente de seu compromisso, mas isso atingiu um novo patamar em seu quarto ano. Com a evolução da linha temporal, chegou um dos momentos mais esperados pelos fãs: a estreia de Diana.

Curiosamente, da mesma forma que o público seguia todos os passos de Diana na vida real, nós seguimos seus passos desde a primeira cena na nova temporada. Interpretada por Emma Corrin, a Diana de The Crown tem um carisma magnético e um olhar enigmático que nos fazem imaginar o que ela está pensando. A série, aliás, responde a essa pergunta com cenas simples, mas cheias de significado. A representação da jovem Spencer é de uma garota que se afeiçoou a Charles desde o começo e queria, sim, o título de princesa e todas as belezas do status real, mas não pensou na parte negativa.

Ao fazer isso, The Crown não cai no erro de criar uma Diana com ares de santidade. Há camadas de defeitos na personagem e, como era de se esperar, isso só a torna ainda mais fascinante. A série lembra ainda que Diana aceitou o noivado com Charles quando ainda era muito nova e “inexperiente”. Dessa forma, fica difícil julgar seus sonhos com a realeza. Diana representa o povo e seus anseios de ascensão, é um pedaço de nós que entrou para a família real e por isso gera tanta identificação, mesmo anos após sua morte.

O futuro trágico de Diana e sua relação fracassada com Charles, aliás, são indicados desde o começo e encenados com delicadeza e bom gosto. Um diálogo esperançoso ou uma promessa de amor eterno são suficientes para trazer um gosto amargo para quem conhece o que o futuro reservava para aqueles dois jovens que estavam se casando. Sobre Diana, especificamente, a série vai ainda mais a fundo ao fazer um claro paralelo visual com sua chegada à realeza e um cervo que estava na mira da família real em uma de suas famosas caçadas. Essa associação é menos sutil e acontece várias vezes nos primeiros episódios: é como se Diana fosse um animal inocente, prestes a ir para o abate. E mesmo quando percebeu isso, não conseguiu se esquivar.

O cervo e a leoa

Ainda que exerça todo esse magnetismo, a participação de Diana não é tão grande quanto poderia ser. Isso porque divide a temporada com a estreia de outro nome importante: Margaret Thatcher, interpretada por ninguém menos do que Gillian Anderson. E se Diana rouba a cena quando está em tela, o mesmo acontece com a Dama de Ferro.

The Crown coloca em tela uma Thatcher com camadas e, talvez, contradições. Aquela que não se intimida diante de uma sala cheia de homens que lhe dizem o que fazer, mas que se derrete pelo seu filho preferido. É, novamente, onde o seriado se sobressai. Assim como na vida real, ninguém aqui é 100% mocinho ou 100% vilão, embora o público tenha uma tendência a pensar dessa forma.

As interações entre Thatcher e a Rainha Elizabeth de Olivia Colman eram as mais esperadas da temporada. Afinal, a relação entre a soberana e a primeira-ministra foi cheia de percalços e o seriado acerta ao mostrar isso aos poucos. Primeiro, a rainha gosta da ideia de uma mulher como primeira-ministra, mas logo percebe que Thatcher está longe de ser quem ela imaginava (o primeiro diálogo oficial das duas merece ser visto até mesmo por quem não acompanha a série). Embora eventualmente Elizabeth confronte Thatcher por suas políticas para o país, é nos detalhes que há o contraponto, muitas vezes pontuado na fotografia, nos ângulos de câmera, no figurino. Margareth Thatcher e Elizabeth II não poderiam ser mais diferentes e os desafios dessa relação estão em cada cena que elas dividem.

Com o fim já no horizonte, The Crown teve várias passagens de tempo nesta temporada, evidenciando mais uma vez o belo trabalho das equipes técnicas da série, que envelhecem Colman e Anderson com maquiagem e cabelo e recriam visuais conhecidos já usados por membros da monarquia. A parte técnica e visual de The Crown segue impecável e a série deve continuar ganhando troféus por isso até seu encerramento na sexta temporada.

Diana e Thatcher são os grandes destaques desta temporada de The Crown e é impossível chegar ao final dos episódios sem pensar o quanto a série evoluiu. Ao lembrar que começamos em 2016 conhecendo uma jovem Elizabeth, ainda longe do trono e preocupada em se casar com o homem que ama, e chegamos até eventos históricos importantes e igualmente dolorosos, fica claro o quanto a produção almeja a relevância.

The Crown não é somente um retrato da realeza britânica, mas também um retrato da humanidade, um espelhamento dos acertos e erros que tivemos como sociedade com o passar das décadas. Como diz a espirituosa Princesa Margareth interpretada por Helena Bonham Carter, “será que nunca vamos aprender com nossos erros?”. Olhando para a humanidade e para a realeza em 2020 (vide o recente afastamento de Harry e Meghan Markle), parece que ainda não.

NOTA DO CRÍTICO ***** Excelente!

Confira ‘The Crown’ e outras séries imperdíveis que estreiam nesta semana

Tem Baby Yoda em ‘The Mandalorian’, ‘His dark materials’…

A atriz Emma Corrin caracterizada como a princesa Diana na nova temporada de ‘The Crown’ Foto: Divulgação

A semana que marca a chegada do Disney+ ao Brasil tem várias estreias de séries superaguardadas. Confira as principais:

‘The Mandalorian’

Baby Yoda em 'The Mandalorian' Foto: Divulgação
Baby Yoda em ‘The Mandalorian’ Foto: Divulgação

Vencedora do Emmy, a produção exclusiva do Disney+ (que estreia no Brasil nesta terça-feira) conta a história de um caçador de recompensas encarregado de entregar uma “criança” peculiar (o Baby Yoda) às forças imperiais — mas acaba se apegando a ela. Os dois primeiros episódios da série serão exibidos nesta segunda na Globo, no Tela Quente. E a partir de terça, a série toda chega ao Disney+.PUBLICIDADE

‘The Crown’

Josh O’Connor e Emma Corrin, como Charles e Diana, em cena da quarta temporada de 'The Crown' Foto: Divulgação/Des Willie/Netflix
Josh O’Connor e Emma Corrin, como Charles e Diana, em cena da quarta temporada de ‘The Crown’ Foto: Divulgação/Des Willie/Netflix

Quando a vemos pela primeira vez, minutos após o começo da quarta temporada de “The Crown”, Lady Diana Spencer está vestida como uma árvore, com uma malha enfeitada de folhagens, e se esconde atrás de uma planta. “Desculpe, não estou aqui”, diz ela timidamente ao Príncipe Charles, o herdeiro do trono britânico, que chegara à propriedade de sua família para um encontro com a irmã mais velha, Sarah.

“Isso foi sorrateiro da parte dela”, Sarah diz a Charles depois. “Eu disse a ela para nos deixar a sós.”

Essa é Diana em sua glória contraditória, ingênua e conspiradora, cheia de charme e de astúcia, destinada a se casar com um príncipe e causar estragos na monarquia britânica. Todo mundo já conhece o triste final dessa história de amor. Mas a nova temporada de “The Crown”, que estreia neste domingo (15) na Netflix, nos leva de volta ao seu início, quando Charles era um solteiro carente, Diana era uma filha de um conde pouco convencional, e o mundo ficou emocionado ao acreditar no que parecia ser o mais feliz dos contos de fadas.

‘His dark materials’

Cena de his Dark Materials Foto: Divulgação
Cena de his Dark Materials Foto: Divulgação

Os fãs precisaram esperar quase 20 anos por uma adaptação bem-sucedida da trilogia escrita por Philip Pullman. A trama cheia de bichos falantes, bruxas e anjos parecia um prato cheio para Hollywood, na esteira do sucesso de “O Senhor dos Anéis” e “As crônicas de Nárnia”. Mas esses elementos da literatura fantástica disfarçavam uma trama bastante espinhosa: a história de uma menina de 12 anos que precisa matar Deus.

— Algumas brigas são difíceis de se comprar em Hollywood — diz o roteirista Marcel Izidoro, apresentador do podcast oficial da HBO sobre a série “His dark materials”, cuja segunda temporada estreia neste segunda-feira.

E Hollywood bem que tentou. Em 2007, o New Line, mesmo estúdio de “O Senhor dos Anéis”, fez o longa “A bússola de ouro”, uma superprodução de US$ 180 milhões com nomes como Nicole Kidman e Daniel Craig no elenco. Não deu certo. A crítica torceu o nariz, e os fãs não gostaram das mudanças. A arrecadação de US$ 70 milhões nos EUA ficou muito abaixo das expectativas, enterrando de vez os planos dos produtores de repetir o sucesso da franquia de Peter Jackson.

‘Gangs of London’

Cena da série 'Gangs of London' Foto: Dvulgação
Cena da série ‘Gangs of London’ Foto: Dvulgação

Cheia de sequências eletrizantes, a obra narra a disputa entre organizações criminosas na Londres contemporânea. Quando o mafioso Finn Wallace (Colm Meaney) é morto, cabe a seu filho, Sean Wallace (Joe Cole), substituí-lo, causando um terremoto no mundo do crime. Por trás da violência, a série questiona temas como xenofobia. Starzplay, a partir deste domingo.

‘Escravidão: Uma história de injustiça’

Samuel L. Jackson na série ‘Escravidão: Uma história de injustiça’ Foto: Dvulgação
Samuel L. Jackson na série ‘Escravidão: Uma história de injustiça’ Foto: Dvulgação

Na série documental, o ator Samuel L. Jackson parte numa excursão por países como Brasil, Jamaica e Reino Unido em busca de navios negreiros naufragados. Tecnologias de arqueologia marinha, reconstruções dramáticas e especialistas ajudam a contar novos detalhes sobre a história do comércio transatlântico de escravos. A partir de sexta-feira, na National Geographic.

Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar

Irreverente e criativo, apartamento em NY ganha decoração para fugir do caos urbano
POR RAFAEL BELÉM | FOTOS REUTOV DMITRY E GERNER EKATERINA

Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar (Foto: Divulgação)
Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar (Foto: Divulgação)

É com toques de ousadia e irreverência que os moradores deste apartamento em Nova York, nos Estados Unidos, vivem o dia a dia. Apaixonado por design, o jovem casal sonhava com uma morada disruptiva e essencialmente criativa, desejo esse concretizado pelos profissionais do escritório Reutov Design. 

Idealizado a fim de transportar os moradores para uma realidade paralela à agitação de NY, o projeto apresenta ambientes leves e divertidos, onde as cores assumem protagonismo e peças de design evidenciam a autenticidade de quem vive ali. Aqui, o destaque fica por conta da combinação entre o rosa chiclete e verde menta, uma dupla vívida e certeira. 

Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar (Foto: Divulgação)
Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar (Foto: Divulgação)
Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar (Foto: Divulgação)
Décor do dia: rosa chiclete e verde menta na sala de estar (Foto: Divulgação)

“As paredes rosa terracota adicionam originalidade a todo o design. Já a abundância de ricos tons verdes naturais criou um interior verdadeiramente ultramoderno e único”, conceitua o escritório. Entre os destaques do mobiliário, estão luminárias assinadas por Michael Anastassiades e estofados da marca Roche Bobois.

Let Them All Talk | Meryl Streep sofre com bloqueio criativo em trailer

Filme da HBO Max mostra escritora viajando com velhas amigas para tentar finalizar seu novo livro
NICOLAOS GARÓFALO

Let Them All Talk, novo filme de Steven Soderbergh para a HBO Max, teve seu trailer divulgado neste domingo (15). A prévia mostra uma renomada escritora, vivida por Meryl Streep, batalhando com um bloquei criativo e não conseguindo terminar seu novo livro. Para tentar acelerar o processo da autora, sua agente (Gemma Chan) a envia em um cruzeiro com suas duas melhores amigas e seu sobrinho – confira acima.

Além de Streep e Chan, o longa conta também com Candice BergenDianne Wiest e Lucas Hedges.

Let Them All Talk chega em 10 de dezembro à HBO Max.