Mulher-Maravilha 1984 chega à HBO Max em dezembro, diz diretora Patty Jenkins

Filme de Patty Jenkins terá estreia simultânea no streaming e no cinema
NICOLAOS GARÓFALO

Adiado diversas vezes por causa do coronavírus, Mulher-Maravilha 1984 será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em 25 de dezembro. Segundo a Variety, tática será aplicada pela Warner nos Estados Unidos como uma maneira de contornar o número de estabelecimentos fechados, que chega a 50% dos cinemas do país.

A informação foi confirmada por pela diretora Patty Jenkins em seu Twitter oficial, afirmando que lançar o filme no streaming é uma forma de levar alegria aos fãs em um período difícil – confira abaixo:

A hora chegou. Em algum momento, você precisa escolher dividir todo o amor e alegria que você tem para dar acima de todas as outras coisas. Amamos nosso filme tanto quanto amamos nossos fãs, então esperamos nosso filme traga um pouco de alegria e escape a todos vocês neste período de festas. Assista nos cinemas, onde é seguro (confira o excelente trabalho dos cinemas para deixá-los assim), e disponível na segurança da sua casa na HBO Max [em regiões que não for seguro]. Boas festas a todos. Espero que vocês gostem do nosso filme tanto quanto gostamos de fazê-lo

Ainda não se sabe como o estúdio planeja prosseguir fora de seu país de origem, embora exista a possibilidade de que o plano de Convenção das Bruxas, que chegou ao streaming nos EUA e nos cinemas internacionalmente, se repita.

Mulher-Maravilha 1984 conta com o retorno da diretora Patty JenkinsGal Gadot e Chris Pine, mas também inclui Pedro Pascal e Kristen Wiig como nova dupla de vilões. O longa estreia em 24 de dezembro no Brasil.

OMSA | Fall Winter 2020/2021 | Highlights

OMSA | Fall Winter 2020/2021 | Highlights in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Lingerie/Moscow Fashion Week)

Episode 3: ‘At The Post Office’ | Featuring Harry Styles | Ouverture Of Something That Never Ended

No correio para enviar um cartão-postal, o dia de Silvia continua a se desenrolar em direções imprevistas. Escutando distraidamente conversas na fila de clientes excepcionalmente bem vestidos, ela começa a se concentrar intensamente em um cavalheiro elegante (o venerável crítico de arte italiano Achille Bonito Oliva), que está atendendo a um curioso telefonema com outro personagem (cantor e ator Harry Styles ) O enigmático panfleto faz outra aparição, desta vez na forma de um selo postal. ‘At The Post Office’ é dirigido por Gus Van Sant e o diretor criativo da Gucci, Alessandro Michele.

H. BERLIOZ
“Grande messe des morts, Op. 5, Requiem: Quid sum miser”
Michael Schade (tenor), Toronto Mendelssohn Choir, Toronto Mendelssohn Youth Choir, Elora Festival Orchestra, Noel Edison (Conductor)
Courtesy of NAXOS Deutschland

“Sogno (Il Cimitero)”
Written and performed by Nino Rota
From the soundtrack “Otto e Mezzo”
© Creazioni Artistiche Musicali C.A.M. S.r.l.
℗ 1963 Creazioni Artistiche Musicali C.A.M. S.r.l.
Courtesy of CAM Sugar

H. BERLIOZ
“Grande messe des morts, Op. 5, Requiem: Rex tremendae”
Michael Schade (tenor), Toronto Mendelssohn Choir, Toronto Mendelssohn Youth Choir, Elora Festival Orchestra, Noel Edison (Conductor)
Courtesy of NAXOS Deutschland

KIM GORDON
“Fifty Shades Of Green”
Written by Gordon, Kim A
Published by: Kobalt Music Publishing Worldwide Ltd obo Forgetful Songs [BMI]

Elon Musk é o terceiro homem mais rico do mundo, superando Mark Zuckerberg

Empresário aproveita a boa onda da Tesla para deixar o fundador do Facebook para trás

Musk ataca de terceiro homem mais rico do mundo 

Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX, é agora o terceiro homem mais rico do mundo, de acordo com a índice de bilionários da Bloomberg. Com uma fortuna estimada em US$ 110 bilhões, o empresário decolou no ranking e superou Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, cuja riqueza é estimada em US$ 104 bilhões. 

Agora, Musk está atrás apenas de outros dois barões da tecnologia: Jeff Bezos (US$ 185 bilhões) e Bill Gates (US$ 129 bilhões). O homem disparou nos últimos meses: em julho, a fortuna de Musk estava estimada em ‘apenas’ US$ 66,2 bilhões.  

A colocação reflete os grandes resultados da Tesla no ano. Nesta semana, as ações da empresa dispararam 13% na terça, 17, após a S&P Dow Jones Indices anunciar que a empresa vai ingressar no S&P 500 – a entrada no seleto grupo deve ocorrer em dezembro. Com valor de mercado de mais de US$ 400 bilhões, a Tesla é uma das companhias mais valiosas de Wall Street. Quando entrar S&P 500, a Tesla estará no top 10 do ranking – Musk tem cerca de 20% das ações da Tesla.

 Durante o ano empresa se valorizou em 570%, puxada pelo potencial dos carros elétricos e a boa execução de suas metas de produção, após passar anos envolvida em problemas em suas fábricas. Em seu último resultado financeiro, a companhia previu que vai entregar 500 mil veículos até o final do ano. 

Antes disso, a companhia já havia se tornado a maior fabricante de veículos do mundo. Ao longo do ano, a empresa superou companhias como Volkswagen Toyota em valor de mercado. No último trimestre, a empresa se beneficiou de incentivos regulatórios para carros que não poluem o meio ambiente, faturando US$ 397 milhões com essa área. Senão fosse esse setor, a empresa não teria tido lucro. A previsão, porém, é que essa receita vai sumir em breve conforme mais companhias vendam modelos elétricos próprios. 

Além da Tesla, a SpaceX vem apresentando resultados bastante satisfatórios em 2020. A  empresa se tornou a primeira empresa privada a enviar astronautas para a órbita terrestre em maio, numa parceria com a Nasa – e repetiu o feito na semana passada.  Com o reaproveitamento de foguetes como estratégia, a companhia parece ter encontrado um caminho de sucesso em um negócio de alto risco. 

Com isso, a companhia captou em agosto US$ 1,9 bilhão em investimentos, o que teria elevado seu valor de mercado para  US$ 46 bilhões. 

‘O Fim da Escravidão do Babyliss’, diz hairdesigner Neandro Ferreira do Studio Lorena

Neandro Ferreira, hairdesigner com experiência de mais de 30 anos na Europa afia as tesouras e decreta: o babyliss está morto! “Já venho apostando no estilo mais natural e agora, no pós-quarentena, as mulheres entenderam a necessidade e a praticidade de um corte WASH&GO”.

Não tem mais sentido passar horas “se arrumando” num salão, ou mesmo na frente do espelho em casa. O corte, feito com técnicas precisas, liberta as mulheres dos penteados efêmeros, cheios de produtos e que só duram até a próxima lavagem, escova, ou o próprio babyliss.

Neandro recomenda cortes com movimento, executados na técnica da geometria, embasados na eternamente contemporânea Academia Vidal Sassoon, que por sua vez mirava na Bauhaus como concepção estética e inspiração maior.

Neste contexto, o “cabelo de sereia da Disney” soa tão distante da realidade atual quanto a ditadura dos ultra alisamentos – chapinhas, progressivas e afins – que destruíam os cabelos e a identidade das mulheres até pouco tempo atrás.

Na coleção que acaba de lançar junto a seu hubby em São Paulo, o Studio Lorena, ele apresenta alguns estilos em alta como o Bob – o novo channel –, o Pixie, mais conhecido no Brasil pela alcunha machista de Joãozinho, além da sua versão para cortes que libertam cacheados e cabelos afros da dinastia da inspiração europeia.

Tanto Neandro Ferreira quanto Fernanda Queiróz, sócia do Studio Lorena, acreditam que o longo período de reclusão imposto pela pandemia inverteu valores, trouxe novas necessidades e vontades. Com a chegada da primavera e a retomada das atividades o mercado de beleza aposta na renovação. “Eu diria que um novo corte de cabelo ganha o status simbólico da materialização da leveza e alegria, tão necessárias para esta fase”, “Novos tempos pedem novos cortes”, complementa Neandro”.

Museu da Academia dá o devido reconhecimento a Debbie Reynolds como conservadora de figurinos

Quando a atriz de ‘Cantando na Chuva’ estava viva, a academia de cinema torceu o nariz para sua lendária coleção de figurinos. Agora, de joelhos, o museu procurou seu filho
Brooks Barnes, The New York Times

Todd Fisher, filho de Debbie Reynolds, rodeado por figurinos da coleção da falecida atriz, lembranças de Star Wars que ele herdou de sua irmã Carrie Fisher, além de câmeras e lentes de sua própria coleção, em Las Vegas. Foto: Roger Kisby/The New York Times

LOS ANGELES – Por décadas, Debbie Reynolds implorou a Hollywood para ajudá-la a preservar e exibir sua vasta coleção de figurinos da época de ouro. “Essas peças são marcos culturais que ainda carregam a energia das estrelas que atuaram vestidas com elas”, disse certa vez, referindo-se a lendas como Elizabeth Taylor e Judy Garland. “Cada fio, cada botão, cada laço tem sua magia”.

Academia de Artes e Ciências Cinematográficas a dispensou – cinco vezes. Em suas memórias de 2013, Reynolds citou um desinteressado David Geffen, que teria lhe dito: “Por que você simplesmente não vende essas coisas?”.

Com dívidas, ela por fim não teve outra escolha: leiloou o esvoaçante vestido marfim de frente única pregueado que Marilyn Monroe vestiu em O Pecado Mora ao Lado por US$ 4,6 milhões e o chapéu de renda Royal Ascot que Audrey Hepburn usou em My Fair Lady por US$ 3,7 milhões – valores que chocaram a aristocracia do cinema e provaram que Reynolds estava certa. Também foram vendidos, em alguns casos a colecionadores estrangeiros anônimos, a túnica e a capa de Charlton Heston em Ben-Hur, o violão que Julie Andrews dedilhou em A Noviça Rebelde e todos os chapéus que Vivien Leigh exibiu em E o Vento Levou.

Hollywood não deu a mínima.

Agora, quatro anos depois de sua morte, aos 84 anos, ocorreu uma reviravolta na saga da coleção de figurinos de Debbie Reynolds – uma reviravolta que ela sem dúvida consideraria enlouquecedora e satisfatória: o Museu da Academia de Cinema, com inauguração prevista para 30 de abril, ao preço de US$ 482 milhões, pegou-se interessado por sua coleção – pelo menos a parte que sobrou, a qual inclui trajes icônicos que ela vestiu em filmes como Cantando na Chuva. Também restaram os figurinos criados para Mary PickfordDeborah Kerr e Cyd Charisse, bem como rara memorabilia de clássicos como O Mágico de Oz e O Falcão Maltês.

“Ainda temos peças incríveis”, disse Bill Kramer, o diretor do museu, por telefone. Reynolds passou os itens a seu filho, Todd Fisher, ele próprio um grande colecionador que há muito se concentra em câmeras e lentes, ou “vidro de cinema”. Fisher também herdou memorabilia de Star Wars de propriedade de sua irmã, Carrie Fisherque morreu um dia antes de sua mãe, em 2016.

Figurinos de Debbie Reynolds
Trajes que foram usados por Donald O’Connor, Debbie Reynolds e Gene Kelly no musical ‘Cantando na Chuva’, parte da extensa coleção da falecida atriz Debbie Reynolds.  Foto: Roger Kisby/The New York Times

“Procurei o Todd há cerca de um ano com a ideia de batizar o estúdio de conservação do nosso museu com o nome de sua mãe, que foi tão importante para nossa história, não apenas como artista – atuando, dançando, cantando – mas também como colecionadora e preservacionista”, disse Kramer. “A conversa virou um papo sobre como poderíamos trabalhar com Todd e a coleção para trazer o legado de Debbie – e de Todd e de Carrie – para o museu de um jeito tangível”.

Até agora, Fisher concordou em emprestar ao Museu da Academia um item de sua própria coleção: um conjunto de sete lentes Bausch e Lomb Baltar usadas por Gregg Toland, o lendário diretor de fotografia de Cidadão Kane. Mas Fisher, de 62 anos, disse que podem vir mais itens, contanto que o Estúdio de Conservação Debbie Reynolds ocupe o andar inferior do museu, próximo ao Estúdio de Formação Shirley Temple.

“Minha mãe era uma das pessoas mais misericordiosas de todos os tempos”, disse Fisher. “Ela nunca iria querer que eu guardasse rancor só porque tenho conhecimento de todas as oportunidades perdidas – de todas as pessoas que dirigiam a academia e no passado nunca se dispuseram a ajudá-la. Ela iria querer que eu compartilhasse esses artefatos importantes com as gerações futuras. Então, desde que eles façam o devido reconhecimento à contribuição de minha mãe, concordei em dar acesso a tudo o que eu tiver acesso”.

Figurinos de Debbie Reynolds
Um conjunto de lentes usadas para filmar ‘O Poderoso Chefão’, parte da coleção “vidro de cinema”, de Todd Fisher.  Foto: Roger Kisby/The New York Times

Fisher continuou: “Ainda estou aqui e sei onde estão muitos desses itens – onde foram parar as peças mais importantes. Eu ainda estou aqui e ainda tenho algumas coisas”.

A academia, fundada em 1927, começou a colecionar filmes e materiais relacionados a eles em 1929. Seu vasto acervo conta com mais de 100 mil títulos, incluindo documentários obscuros e os primeiros filmes americanos; cerca de 10 milhões de fotografias; 80 mil roteiros; 50 mil pôsteres; e dezenas de milhares de desenhos de produção e figurinos.

Mas os figurinos em si nunca tiveram chance. Deborah Nadoolman Landis, diretora e fundadora do Centro David C. Copley para Design de Figurinos da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, observou que essa arte só passou a receber Oscar a partir de 1949, e os figurinistas não tinham filiação garantida à academia até 2013.

“Acho que foi sexismo institucionalizado”, disse Landis. “Nosso campo era considerado feminino e tratado com desrespeito”. Landis é membro da academia desde 1988. Seus créditos de figurino incluem Os Caçadores da Arca Perdida (você pode agradecê-la pelo chapéu fedora e pela jaqueta de Indy) e Um Príncipe em Nova York, pelo qual foi indicada ao Oscar.

Figurinos de Debbie Reynolds
Par de sapatos de ‘O Mágico de Oz’, parte da extensa coleção de fantasias e adereços da falecida atriz Debbie Reynolds. Foto: Roger Kisby/The New York Times

Kramer lembrou que o Museu da Academia recentemente comprou uma série de figurinos em transações privadas, entre eles o vestido de Marlene Dietrich em A Vênus Loura (1932), o suéter e as calças de Gene Kelly em Sinfonia de Paris e o traje de flanela usado por Kathy Bates em Louca ObsessãoLeonardo DiCaprioSteven Spielberg e Terry Semel, ex-presidente da Warner Bros., se uniram em 2012 para comprar um par de sandálias de O Mágico de Oz para o museu, que à época tinha inauguração prevista para 2017. (Sabe-se que sobreviveram quatro pares, tamanho 36).

E recentemente algumas coisas foram doadas ao museu, entre elas a capa do Drácula de Bela Lugosi. (Os conservadores do museu trabalharam para restaurá-la. O exterior de lã preta e o forro de crepe de seda cinza se rasgaram ao longo dos anos, provavelmente devido à umidade). “É importante para nós, como museu, restaurar e proteger este artefato, especialmente sabendo que grande parte da história material do ciclo de terror clássico foi perdida para sempre”, disse Jessica Niebel, curadora de exposições, em um comunicado no ano passado.

Objetos doados ao museu incluem um dos trenós “Rosebud” feito para Cidadão Kane. (Dos três construídos, dois foram queimados durante as filmagens.) Também estará em exibição um tubarão de fibra de vidro em tamanho real de Tubarão, resgatado de um ferro-velho em 2016 e restaurado.

 TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

Emma Corrin – Glamour UK November 2020 (Digital Cover) By Aitken Jolly

Royal Rebel   —   Glamour UK November 2020 (Digital Cover) — Glamour UK A/W 2020 (print)  —   www.glamourmagazine.co.uk
Photography: Aitken Jolly Model: Emma Corrin Styling: Sasa Thomann  Beauty Director: Anita Bhagwandas Hair: Patrick Wilson  Make-Up: Kay MontanoStory features in the A/W 2020 print edition and the November 2020 digital

Michael B. Jordan é eleito ‘homem mais sexy do mundo’ pela revista People

‘É um bom clube do qual se fazer parte’, disse o ator de Pantera Negra
Reuters, O Estado de S.Paulo

CREDIT: JOSHUA KISSI

O ator Michael B. Jordan, de Pantera Negra, foi eleito o “homem mais sexy do mundo” pela revista People, se tornando o terceiro ator negro consecutivo a receber o prêmio anual. Jordan, de 33 anos, disse que o título deu a ele “uma sensação legal”. “É um bom clube do qual se fazer parte”, disse ele em entrevista à People.

Jordan começou sua carreira como ator infantil em programas de TV como All My Children e progrediu constantemente em Hollywood até uma atuação extraordinária no drama de justiça social Fruitvale Station: A Última Parada, de 2013.

Em 2015, ele estrelou a sequência Creed: Nascido para Lutar e, três anos depois, interpretou o vilão Erik Killmonger ao lado do falecido Chadwick Boseman em Pantera Negra.

Jordan, cujo título foi anunciado no programa de TV Jimmy Kimmel Live! na terça-feira, segue o cantor John Legend e o ator britânico Idris Elba, que foram eleitos o homem mais sexy vivo em 2019 e 2018, respectivamente.

Michael B. Jordan | CREDIT: JOSHUA KISSI

O ator tem defendido uma maior diversidade em Hollywood. Em 2018, sua produtora foi a primeira a adotar publicamente normas de inclusão, que estipulam que filmes devem empregar elenco e equipe diversificados.

No início deste ano, no auge dos protestos do Black Lives Matter contra a injustiça racial, Jordan juntou-se à organização sem fins lucrativos Color of Change e lançou uma iniciativa que delineia formas concretas a partir das quais Hollywood poderia investir em histórias negras e conteúdo antirracista.

CREDIT: BARRY WETCHER/METRO GOLDWYN MAYER PICTURES/WARNER BROS. PICTURES

Jordan afirmou que as mulheres de sua família estão orgulhosas de seu título na revista People.

“Quando minha avó era viva, era algo que ela colecionava, e então minha mãe naturalmente lia muito e minhas tias também. Esta é uma (edição) que elas definitivamente guardarão em um lugar especial”, disse ele à revista.