Episode 4: ‘The Theatre’ | Featuring Jeremy O. Harris | Ouverture Of Something That Never Ended

Nosso mundo se torna um palco no quarto episódio, quando Silvia chega para um teste em um teatro junto com seu amigo e colega performer, interpretado pelo ator e dramaturgo Jeremy O. Harris, que oferece incentivo. Enquanto os dançarinos se aquecem e se vestem nos bastidores, Silvia e a coreógrafa, interpretada pela famosa líder de dança alemã Sasha Waltz, tocam juntas ao ‘Bolero’ de Ravel. Um exercício de ligação do grupo no palco com a trupe de Waltz se torna cada vez mais intenso.

M. RAVEL
“Boléro”
Slovak Radio Symphony Orchestra, Kenneth Jean (Conductor)
Courtesy of NAXOS Deutschland

KIM GORDON
“Fifty Shades Of Green”
Written by Gordon, Kim A
Published by: Kobalt Music Publishing Worldwide Ltd obo Forgetful Songs [BMI]

Escritórios de advocacia derrubam barreira elitista para melhorar inclusão racial

Sem cotas, novas estratégias ainda precisam avançar mais para conduzir negros à cúpula das bancas jurídicas
Flávio Ferreira

De pé, a assistente jurídica Price Winfred Nalutaaya no escritório que a contratou por meio de programa de diversidade
A assistente jurídica Price Winfred Nalutaaya no escritório que a contratou por meio de programa de diversidade – Bruno Santos – 25.set.2020/ Folhapress

O curso de direito da Faculdade Zumbi dos Palmares não é considerado de elite no mundo do ensino jurídico, mas suas aulas levaram a refugiada ugandense Price Winfred Natutaaya, 39, a conseguir um emprego de assistente jurídica na área de direito do consumidor em um grande escritório de São Paulo.

Ameaçada de morte em Uganda pelo ativismo contra a mutilação genital de mulheres, Price chegou ao Brasil em 2013.

Formada em economia, seus primeiros trabalhos no país foram como faxineira. Ela começou a cursar direito na Zumbi dos Palmares e logo conseguiu um estágio na Defensoria Pública de São Paulo.

Em seguida, no começo deste ano, foi contratada pelo escritório Lee, Brock, Camargo Advogados no âmbito do programa de diversidade racial da banca jurídica.

“No escritório me sinto prestigiada. Estou aprendendo muitas coisas na prática sobre direito do consumidor. A teoria que aprendemos na academia não é suficiente. Aqui vejo como a vida anda”, diz Price.

A contratação da ugandense faz parte de uma estratégia de eliminar requisitos elitistas de formação para contratar profissionais, deixando de lado também a tradicional cota numérica, em um novo método que está em implementação por grandes escritórios para aumentar a diversidade racial em seus quadros.

Exigências como ter estudado em faculdades consideradas de primeira linha, como USP, PUC, Mackenzie e FGV, e ter fluência em inglês foram abolidas como critérios eliminatórios e abriram caminho para reverter situações de até completa ausência de negros nas bancas jurídicas.

Esses programas de diversidade, porém, ainda não permitiram a chegada dos negros ao grupo dos sócios das cúpulas das bancas jurídicas.

Algumas das firmas que implantaram a estratégia antielitista fazem parte do grupo intitulado Aliança Jurídica pela Equidade Racial, composto por dez grandes escritórios que desde o fim de 2017 realizam atividades para promover a inclusão racial internamente.

O ponto de partida dos trabalhos foi uma pesquisa do Ceert (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) que mostrou que em 2018 o percentual de negros entre os advogados dessas bancas era de menos de 1%.

A banca Tozzini Freire Advogados foi uma das que adotaram a estratégia de tirar barreiras elitistas de suas fases de recrutamento.

Em 2018 não havia profissionais negros em seu time jurídico, mas após as mudanças nos processos seletivos passou a contar com 50 advogados e 28 estagiários negros em 2020. No total, as unidades da firma contam com 682 pessoas na equipe jurídica.

Kenneth Antunes Ferreira, sócio do escritório, diz que os melhores não são necessariamente aqueles que estão nas melhores faculdades e que já falam várias línguas.

“Há pessoas muito boas que não tiveram a mesma oportunidade e que, quando dada oportunidade a elas, elas mostram talentos, competem de forma igual e se mostram até melhores do que aqueles que a gente contratava.”

Segundo Ferreira, o programa de diversidade da firma levou a uma compreensão sobre a condição de renda familiar que está associada ao problema da falta de inclusão de negros no meio jurídico.

O programa interno também está permitindo um contato mais próximo dos advogados com temas do cotidiano dos novos contratados, como, por exemplo, as vantagens do trabalho em home office.

“No tema da pandemia, quando algumas pessoas falaram que estavam até sentindo falta do trânsito, uma das meninas do programa disse: ‘Bom, eu ganho quatro horas no dia’.”

Isso porque ela saía de Guarulhos, ia para o Mackenzie, daí ia para o escritório e, às vezes, também ia para a aula de inglês, tudo com transporte público. “São realidades diferentes”, afirma o advogado.

Após o início do trabalho para promover a diversidade no escritório, Ferreira passou a se declarar pardo de pele clara.

“Esse é um ponto sensível para mim. Nunca fui muito militante da causa negra. Sou pardo, pele clara, e é aquela coisa, sempre é um meio termo: muito negro para ser branco, muito branco para ser negro. Passei a ser sócio do escritório sem ter essa discussão. Para me sentir à vontade para me autodeclarar pardo, foi e tem sido um grande aprendizado”, diz.

Em outro escritório da Aliança pela Equidade, o Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, também ocorreu a flexibilização dos critérios elitistas, mas seus recrutamentos de estudantes foram dirigidos exclusivamente a negros, como foi feito recentemente pela rede de lojas Magazine Luiza (Magalu), levantando grande polêmica.

Roberto Quiroga Mosquera, sócio da banca jurídica, diz que uma dificuldade inicial a ser superada foi a de mostrar a candidatos pretos e pardos que o escritório havia criado um ambiente de inclusão.

“Eles não achavam possível trabalhar em um escritório como esse. Falavam: ‘Esse não é um lugar para mim, é um escritório de brancos’. Na medida em que você mostra que isso é possível, que não existe preconceito, isso possibilita entenderem que ali é um lugar em que eles podem estar, e que pode ser deles.”

O número de negros no corpo jurídico da banca, incluindo advogados e estagiários, saltou de 26 para 91 desde 2018. As unidades da firma reúnem ao todo 771 profissionais do direito.

Porém, a exemplo dos outros escritórios, o programa ainda não levou à diversidade racial no grupo de sócios do topo do comando da banca.

Mosquera afirma que “isso vai levar um tempo. Temos também uma política arrojada de contratação de advogados já formados, para que com o tempo a gente possa chegar a ter negros na cúpula do escritório, sejam homens, sejam mulheres”.

Sócia da consultoria em equidade Gema, a advogada Thayná Yaredy diz que a eliminação dos critérios elitistas “é um ponto de partida de uma postura de diversidade muito importante dos escritórios. Sem a inclusão não conseguimos nem chegar ao debate sobre a equidade, que é a manutenção de um espaço saudável para essas pessoas”.

Segundo Thayná, o efetivo desenvolvimento dessa segunda etapa após a porta de entrada é fundamental para resolver o problema da falta de negros no topo das firmas.

Para a consultora, é preciso promover uma “mudança cultural dessas organizações para que elas consigam ter um comportamento diferente, que se preocupem em proteger as pessoas diversas dentro desses espaços que já são elitizados, que já tinham essa cultura de aglutinar determinadas pessoas dentro do lugar de trabalho”.

Essa expectativa de chegar a postos mais altos no escritório já faz parte dos objetivos da ugandense Price.

“Sinto que se eu for melhorando meu trabalho e ir ganhando experiência posso alcançar posições melhores na organização. Penso que posso chegar a um nível profissional que nunca conseguiria em Uganda”, conta a assistente jurídica.

BuzzFeed compra o site Huffington Post

Valor da transação não foi revelado. Objetivo é dar mais escala ao conteúdo nas plataformas
O Globo, com agências internacionais

Jonah Peretti, CEO e fundador do BuzzFeed, vai acumular a presidência das companhias combinadas Foto: LUCY NICHOLSON / REUTERS

NOVA YORK – A Verizon Media, uma unidade da operadora de telecom americana Verizon Communications, disse nestaa quinta-feira que vai vender seu site de notícias HuffPost para o BuzzFeed, em um negócio que a tornará acionista minoritárIa da empresa de mídia on-line.

A Verizon Media e o BuzzFeed distribuirão conteúdo entre as plataformas, para explorar oportunidades de monetização e alavancar formatos de anúncios emergentes, disseram as empresas em um comunicado.

– Com a adição do HuffPost, nossa rede de mídia terá mais usuários, gastando muito mais tempo com nosso conteúdo do que qualquer um de nossos colegas –  disse o CEO e fundador da BuzzFeed, Jonah Peretti, que dirigirá a empresa combinada. O BuzzFeed vai liderar a busca por um novo editor-chefe do HuffPost.

Segundo o Wall Street Journal, a  Verizon Media também está fazendo um investimento em dinheiro não divulgado no BuzzFeed, além da transação de ações para o HuffPost, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto.

No  comunicado , as empresas afirmaram ainda que BuzzFeed e HuffPost têm públicos complementares e se beneficiarão da maior escala. Os termos financeiros do negócio não foram divulgados, incluindo a avaliação do HuffPost.

Para Peretti, o acordo com o HuffPost é uma espécie de volta ao lar. Ele estava entre os fundadores do site em 2005 – então chamado de Huffington Post – ao lado de Arianna Huffington e Kenneth Lerer.

– Durante Por vários anos, passei todos os meus momentos no HuffPost e como fazê-lo crescer e como transformá-lo em uma marca líder de mídia na internet -, disse Peretti ao WSJ. – Mas não se trata de nostalgia para mim, é sobre o futuro, a marca e o público.

O presidente-executivo da Verizon Media, Guru Gowrappan, disse que a ideia de uma parceria entre a Verizon e a BuzzFeed surgiu durante uma reunião com Peretti na feira de tecnologia CES em Las Vegas no início deste ano.

As negociações se aceleraram no final do ano, quando a Verizon Media começou a explorar opções para o HuffPost. As duas empresas vêm discutindo os termos do acordo há vários meses.

– Desde o início, eu estava bem claro que o BuzzFeed era o parceiro certo – disse Gowrappan.

Em 2011, a América On Line (AOL) comprou o Huffington Post por US$ 315 milhões. E, em 2015, a Verizon adquiriu a AOL por US$ 4,4 bilhões, assumindo a HuffPost na transação.

Letitia Wright – Dazed & Confused Magazine Autumn/Winter 2020 By Arnaud Lajeunie

New Prophecies   —   Dazed & Confused Magazine Autumn/Winter 2020   —   www.dazeddigital.com
Photography: Arnaud Lajeunie
 Model: Letitia Wright Styling: Raphael Hirsch Hair: Stefan Bertin Make-Up: Rebekah Lidstone Manicure: Ama Quashie  Set Design: Afra Zamara

Estreia de Mulher-Maravilha 1984 no Brasil é adiantada para 17 de dezembro

Notícia foi confirmada após anúncio de lançamento em streaming nos EUA
CAMILA SOUSA

Após o anúncio de que Mulher-Maravilha 1984 será lançado nos cinemas e no streaming HBO Max nos EUA, a assessoria da Warner no Brasil confirmou ao site Omelete que o longa estreia nos cinemas daqui em 17 de dezembro, com sessões antecipadas a partir do dia 16.

Nos EUA, a tática de lançar nos cinemas e no streaming ao mesmo tempo foi aplicada pela Warner como uma maneira de contornar o número de estabelecimentos fechados, que chega a 50% dos cinemas do país.

Já no Brasil, os casos de coronavírus voltaram a apresentar alta em 13 estados, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, por isso há a dúvida de como estará a taxa de contaminação na época prevista para estreia. Falando ao Omelete, a Warner disse que segue atenta à situação da pandemia e que, por enquanto, não há previsão para a chegada do filme aos streamings por aqui.

Mulher-Maravilha 1984 conta com o retorno da diretora Patty JenkinsGal Gadot e Chris Pine, mas também inclui Pedro Pascal e Kristen Wiig como nova dupla de vilões.

Angelina Jolie dirigirá biografia do fotojornalista Don McCullin estrelada por Tom Hardy

Atriz levará a vida de Don McCullin para as telas de cinema
GUILHERME MACHADO

‘Fui atraída por sua combinação única de destemor e humanidade’… Angelina Jolie, que dirigirá um filme biográfico sobre o fotógrafo Don McCullin.

Angelina Jolie irá dirigir uma biografia do fotojornalista Don McCullin,que será estrelada pelo ator Tom Hardy (The Dark Kinght RisesVenom) [via The Guardian]. 

O filme será roteirizado por Gregory Burke e é baseado na autobiografia do fotógrafo, Unreasonable Behaviour.

Don McCullin se tornou conhecido por suas coberturas de guerras e conflitos. Entre 1964 e 1984, ele trabalhou como correspondente para a Sunday Times Magazine e foi altamente elogiado por seu trabalho na cobertura de crises no Vietnã e na Irlanda do Norte.

Don McCullin em 2019, ao lado de sua fotografia de 1968 de um fuzileiro naval dos EUA no Vietnã. Fotografia: Matt Dunham / AP

“Estou lisonjeada em ter a chance de trazer a vida de Don McCullin para o cinema”, declarou Angelina sobre seu novo projeto. 

Vale lembrar que, além de atriz, Jolie tem várias experiências com direção. A primeira foi em 2007, com o documentário A Place in Time. De lá para cá, a artista já comandou filmes como Invencível (2014), À Beira Mar (2015) e Primeiro, Mataram o Meu Pai (2017).

Mulheres protestam pelo direito ao aborto seguro na Argentina

Presidente Alberto Fernández prometeu enviar projeto sobre a regulamentação para o Congresso, e militância pressiona parlamentares com protestos na capital Buenos Aires

Ativistas seguram uma faixa dizendo Aborto Legal 2020 durante uma manifestação em frente ao prédio do Congresso em Buenos Aires. O presidente da Argentina, Alberto Fernandez, anunciou no Twitter que enviará um projeto de lei de legalização do aborto ao Congresso, no começo da semana Foto: JUAN MABROMATA / AFP

Ativistas gritaram slogans durante manifestação em frente ao prédio do Congresso em Buenos Aires Foto: JUAN MABROMATA / AFP

Um ativista usa uma máscara em manifestação em frente ao prédio do Congresso, em Buenos Aires Foto: JUAN MABROMATA / AFP

Ativistas participam de manifestação a favor da legalização do aborto, fora do Congresso Nacional, em Buenos Aires, Argentina Foto: AGUSTIN MARCARIAN / REUTERS

Ativistas participam de manifestação a favor da legalização do aborto, em frente ao Congresso Nacional em Buenos Aires, Argentina Foto: AGUSTIN MARCARIAN / REUTERS

“Quanto tempo mais? É urgente Alberto”, cobram ativistas durante uma manifestação em frente ao prédio do Congresso Foto: JUAN MABROMATA / AFP

8 – i-D Magazine #361 Fall 2020 By Amy Troost Model: Saskia De Brauw

8   —   i-D Magazine #361 Fall 2020   —   i-d.vice.com
Photography: Amy Troost Model: Saskia De Brauw Styling: Malina Gilchrist Hair: Esther Langham Make-Up: Kanako Takase Set Design:  Kadu Lennox

CINEMA I Estreias: Mank, Convenção das Bruxas, Casa de Antiguidades, O Caso Collini, Destruição Final – O Último Refúgio

‘Convenção das Bruxas’ e sete filmes estreiam em São Paulo; saiba onde assistir

Anne Hathaway em Convenção das Bruxas (Foto: Warner Bros)

Dia das Bruxas pode ter ficado para trás, mas os cinemas trazem nesta semana uma nova adaptação de “Convenção das Bruxas” —adaptação do clássico que traz Anne Hathaway no papel principal.

Outra novidade é “Casa de Antiguidades”, filme que é uma das principais apostas brasileiras e traz Antonio Pitanga no papel de um homem que descobre um lugar abandonado e sofre preconceito no sul do país.

Vale lembrar que São Paulo registrou um aumento de casos e de internações de pacientes com Covid-19 na última semana. Por isso, se decidir ir ao cinema, use máscaras e álcool em gel e cumpra todos os protocolos de segurança.

ESTREIAS

Casa de Antiguidades
Brasil, 2018. Direção: João Paulo Miranda Maria. Com: Antonio Pitanga, Sam Louwyck e Ana Flavia Cavalcanti. 87 min. Classificação indicativa não informada.
Antonio Pitanga interpreta um homem que começa a trabalhar em uma fábrica na região sul do país, mas não se identifica com a cultura local e sofre preconceito dos moradores da cidade. Quando ele descobre uma casa abandonada, começa a se conectar com suas origens.
Salas e horários.


O Caso Collini
Alemanha, 2019. Direção: Marco Kreuzpaintner. Com: Elyas M’Barek, Alexandra Maria Lara e Heiner Lauterbach. 123 min. 14 anos.
Um jovem advogado se envolve em um escândalo judicial quando aceita defender o caso de um homem sem antecedentes criminais acusado de assassinar um rico industrial em um quarto de hotel.
Salas e horários.


Cidade Pássaro
Brasil, 2020. Direção: Matias Mariani. Com: OC Ukeje, Indira Nascimento e Paulo André. 102 min. Classificação indicativa não encontrada.
Aos 30 anos, Amaudi é um músico que vive na Nigéria e viaja ao Brasil para encontrar o irmão Ikenna, que trabalha como matemático em São Paulo. Ao chegar da África, acaba descobrindo que o irmão não é quem dizia ser. Exibido na 44ª Mostra Internacional de São Paulo.
Salas e horários.


Convenção das Bruxas
EUA, 2020. Direção: Robert Zemeckis. Com: Anne Hathaway, Octavia Spencer e Stanley Tucci. 105 min. Classificação indicativa não informada.
O livro homônimo de Roald Dahl é inspiração para a história de um menino de sete anos que acompanha um grande encontro de bruxas em que elas discutem o plano de transformar as crianças em ratos.
Salas e horários.


Destruição Final – O Último Refúgio
EUA, 2020. Direção: Ric Roman Waugh. Com: Gerard Butler, Morena Baccarin e David Denman. 119 min. 14 anos.
Em meio à ameaça da destruição da Terra por um cometa, uma família enfrenta situações extremas para sobreviver e encontrar um lugar seguro.
Salas e horários.


Enquanto Estivermos Juntos
EUA, 2020. Direção: Andrew Erwin e Jon Erwin. Com: K. J. Apa, Britt Robertson e Nathan Parsons. 105 min. Classificação indicativa não informada.
O filme conta a história real do cantor gospel americano Jeremy Camp, que usou a religião e a música para enfrentar a grave doença de sua mulher.
Salas e horários.​


Mank
EUA, 2020. Direção: David Fincher. Com: Gary Oldman, Amanda Seyfried e Tom Burke. 131 min. Classificação indicativa não encontrada.
O longa acompanha a disputa entre o roteirista Herman J. Mankiewicz, responsável por “Cidadão Kane“, de 1941, e o diretor do clássico, Orson Welles, sobre a autoria do enredo.
Salas e horários.​


Maria Luiza
Brasil, 2019. Direção: Marcelo Dias. 80 min. Classificação indicativa não encontrada.
O documentário apresenta a luta de Maria Luiza da Silva, a primeira militar brasileira reconhecida como transexual no Brasil, para garantir o mesmo direito à aposentadoria que os seus colegas da Aeronáutica.
Salas e horários.