Monster Hunter | Trailer internacional destaca as criaturas do longa

Longa tem previsão de lançamento para 25 de dezembro
CAMILA SOUSA

Monster Hunter, filme que adapta os jogos da CAPCOM, ganhou um trailer internacional que destaca as criaturas da franquia.

Monster Hunter é uma franquia de RPGs da Capcom que começou no PlayStation 2 e se passa em um universo no qual existem vários monstros para serem caçados ou capturados. O jogo gerou derivados como animes, mangás, jogos de cartas e quadrinhos.

Leia a sinopse oficial do filme: “Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigosos monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa”. Confira o pôster:

Com orçamento de US$ 60 milhões, o longa tem direção de Paul W.S. Anderson. O longa tem previsão de lançamento para o dia 25 de dezembro nos EUA.

Dez marcas comandadas por empreendedores negros para você conhecer e apoiar!

Angela Brito SPFW N48 (Foto: Karla Brights e Felipa Damasco)

De acordo com pesquisa do Sebrae (Serviço Brasileiro de apoio às micro e pequenas empresas), 49% das empreendedoras negras no País abriram as suas empresas por falta de oportunidade de trabalho, mas mesmo assim são as que menos faturam com os seus negócios. Acesso a crédito, gestão financeira e falta de apoio no planejamento do negócio são alguns dos principais desafios enfrentados, e 32% desses empreendedores já tiveram crédito negado sem explicação, de acordo com estudo feito pela aceleradora PretaHub em parceria com o Plano CDE e a JP Morgan.

Para ser um aliado na luta antirracista, é preciso (re)conhecer, ouvir e fomentar o trabalho de pessoas negras. Aqui, compartilhamos uma série de marcas de empreendedores negros de talento ímpar, para conhecer, apoiar e consumir. Confira abaixo: 

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Zâmbia (Foto: Divulgação)

Zâmbia
Os acessórios da marca criada por Vívian Ramos são todos feitos a mão pela designer e por artesãos da baixada fluminense. Bordadeiras, costureiras e crocheteiras atuam na confecção, e o resultado são brincos, colares e pulseiras com formatos geométricos. (@zambiabrand)


A Aurora (Foto: Divulgação)
A Aurora (Foto: Divulgação)

A-Aurora
Fundada por Izabela Suzart em 2014, a marca carioca de sapatos produzidos no Brasil mistura elementos como madeira de reflorestamento e acabamentos de corda. Flats de couro com design autoral são outra especialidade da marca, que tem fãs como Luiza Brasil. (@sigaaaurora)


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Colar Ovo Difusor, Diana Cordoba (Foto: Divulgação)

Diana Cordoba
Entre os acessórios minimalistas e delicados da marca, se destaca o colar “Ovo Difusor”, disponível em ouro e prata. O pendente possui uma abertura, que permite pingar algumas gotas de óleo essencial e aproveitar dos benefícios da aromaterapia durante o dia todo. (@dcordobadesign)


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370 (Foto: Divulgação)

370
Com modelagens amplas e confortáveis as peças da 370 são feitas com malhas provenientes do reaproveitamento de garrafas plásticas. Além disso, a marca se compromete a atender todos os corpos, e aceita encomendas sob medida de qualquer tamanho que não faça parte da grade oficial. (@370oficial)


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Formmis (Foto: Divulgação)

Formmis
Direto de Recife, a Formmis foi fundada em fevereiro deste ano, mas já tem entre os seus destaques peças que misturam formas geométricas e elementos rústicos. (@formmis)


Adriana Meira Atelier (Foto: Divulgação)
Adriana Meira Atelier (Foto: Divulgação)

Adriana Meira Atelier
Baiana radicada em São Paulo, Adriana desenvolve peças sob medida que são praticamente obras de arte, com patchworks manuais que contam a história de quem as usa. (@adrianameiraatelier)


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Azullerde (Foto: Divulgação)

Azullerde
Karla Batista, nome por trás da Azullerde, cria peças coloridas usando upcycling. Os itens de acrílico são feitos com o reaproveitamento de resíduos sólidos coletados em Recife. (@azullerde)


Go Back SPFWN48: Angela Brito (Foto: Karla Brights e Felipa Damasco)
Angela Brito (Foto: Karla Brights e Felipa Damasco)

Angela Brito
Fundada em 2014, sua grife homônima é protagonizada por peças minimalistas e arquitetônicas, com alfaiataria precisa em tons neutros. (@angelabritobrand)


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Arco (Foto: Divulgação)

Arco
Usando apenas matéria prima nacional, a carioca Arco oferece um mix de peças que vão desde brincos assimétricos até colares de corrente poderosos. (@arco.a.rco)


Isaac Silva (Foto: Karla Brights e Felipa Damasco)

Isaac Silva
Com sua marca homônima fundada em 2015, o estilista explora referências afro-brasileiras e indígenas, com inspirações que vão desde Iabás até Dandara dos Palmares. (@isaacsilvabrand)

Episode 5: ‘The Neighbours’ | Featuring Billie Eilish | Ouverture Of Something That Never Ended

Voltamos ao apartamento onde o dia começou, mas desta vez encontramos personagens das casas ao redor, ganhando uma visão voyeurística de suas vidas, fantasias e momentos íntimos desprotegidos – incluindo uma pintora limpando atentamente seus cílios postiços, interpretada pela artista Ariana Papademetropoulos. Alguém na banheira assiste televisão, enquanto um videoclipe estrelado por Billie Eilish preenche nossas telas, tocando em sua totalidade. Essas vinhetas capturadas através das molduras das janelas acabam se combinando em uma reversão de perspectiva, com Silvia mais uma vez no centro do palco.

L.V. BEETHOVEN
“Piano Sonata No. 14 in C-Sharp Minor, Op. 27, No. 2, Moonlight: I. Adagio sostenuto”
Wu Ya Li (piano)
Courtesy of NAXOS Deutschland

MARCIN
“Moonlight Sonata”
(P) 2020 Sony Masterworks, a division of Sony Music Entertainment

BILLIE EILISH
“Therefore I Am”
Written by Billie Eilish O’Connell and Finneas O’Connell
(P) 2020 Darkroom/Interscope Records

JAMISON BAKEN
“”Moonlight Sonata””
(L.v. Beethoven)

KIM GORDON
“Fifty Shades Of Green”
Written by Gordon, Kim A
Published by: Kobalt Music Publishing Worldwide Ltd obo Forgetful Songs [BMI]

Estojos de couro para iPhones 12 estão à venda no Brasil

Na semana passada, a Apple começou a vender diversos acessórios MagSafe para os novos iPhones no Brasil, incluindo as cases de silicone (R$600), de couro (R$750) e transparente (R$600), bem como a carteira de couro (R$750).

Carregador MagSafe (R$500), o Carregador MagSafe Duo (R$1.700) e o estojo de couro com MagSafe (R$1.500), porém, tinham ficado para depois. Bem, ao menos o estojo já está sendo comercializado pela empresa.

Feito de couro europeu curtido e tratado, o estojo é suave ao toque e ganha um tom envelhecido natural com o passar do tempo. Ele protege o iPhone contra quedas e arranhões e se ajusta às curvas do aparelho sem adicionar volume. No interior, você encontra um bolso para guardar seu cartão. E, com a alça combinando, você tem tudo à mão aonde quer que vá.

O novo acessório está disponível em três tamanhos: um primeiro para o iPhone 12 mini, um segundo para o 12/12 Pro e um terceiro para o 12 Pro Max, — nas cores azul-báltico, rosa cítrico, castanho e vermelho. Todos eles saem pelo mesmo valor (R$1.500); nos Estados Unidos, eles custam US$130.

O prazo de entrega, ao menos por enquanto, está em 2-3 semanas.

Estojo de couro azul para iPhones 12

VIA MARK GURMAN

Série do Raio Negro será encerrada após 4 temporadas

Série ganhará derivada focada em Painkiller
JULIA SABBAGA

A série do Raio Negro na CW será encerrada após a sua 4ª temporada. O anúncio foi feito através do showrunner Salim Akil [via Variety]:

“Quando começamos a jornada do Raio Negro eu sabia que Jefferson Pierce e sua família de mulheres negras poderosas seriam uma adição única ao gênero de super-heróis”, explicou. “Obrigado ao elenco fenomenal, roteiristas, e a equipe, sem as quais nada disso teria sido possível. Eu estou incrivelmente orgulhoso do trabalho que conseguimos fazer e dos momentos que pudemos criar, trazendo à vida a primeira família afro-americana de super-heróis da DC”.

Raio Negro será encerrada com a introdução de uma série derivada focada no personagem de Painkiller, que também terá Akil envolvido na produção: “Estou extremamente animado em introduzir um novo capítulo e continuar trabalhando com a CW contando a história de Painkiller”, concluiu o produtor. 

Painkiller, cujo nome verdadeiro é Khalil Payne, é um homem que carrega uma enorme culpa em seu passado e acaba se tornando uma verdadeira máquina de destruição. Após ter dificuldades em controlar seus impulsos mais violentos, ele se afasta daqueles que conhece. Jordan Calloway, que viveu o personagem em Raio Negro, segue no papel. 

As três temporadas de Raio Negro estão disponíveis na Netflix.

Colunista Suzanne Moore deixa The Guardian após ameaças e acusações de transfobia

Jornalista Suzanne Moore, 62

Após mais de 20 anos como colunista do The Guardian, a jornalista Suzanne Moore, 62, anunciou sua saída do jornal britânico no último domingo (16). O anúncio foi feito por meio de uma rede social e seguido de comentários de seus leitores, alguns inclusive cogitando deixar de apoiar financeiramente a publicação.

Moore é conhecida por seu posicionamento à esquerda e a defesa do feminismo, tema que aparecia muito ​em suas colunas. O episódio que deu início ao mal-estar entre a colunista e o jornal e culminou em sua saída começou meses antes.

No início de março, Moore publicou o texto “Mulheres devem ter o direito de se organizar. Não seremos silenciadas”, em que criticava um episódio no qual a professora da Universidade de Oxford Selina Todd foi “desconvidada” de um evento em razão de divergências de opinião que tem com o transfeminismo, corrente que trata das demandas de mulheres transexuais e travestis. A BBC News falou sobre o caso.

Na coluna, Moore caracterizava o episódio como um silenciamento e dava sua opinião sobre as categorias de sexo e gênero: para ela, o primeiro é algo material, não construído socialmente, ao contrário do segundo.

“Sexo não é um sentimento. Fêmea é uma classificação biológica que se aplica a todas as espécies vivas”, diz o texto. Moore afirma que o sexo é algo que impõe camadas de violências às mulheres, como a sexual, e, portanto, os direitos femininos devem levá-lo em consideração.

O texto despertou críticas nas redes sociais que acusavam a inglesa de transfobia. Entre a própria equipe do The Guardian houve manifestações. Poucos dias após a publicação da coluna, uma carta assinada por 338 funcionários do jornal —entre jornalistas, membros da equipe editorial, comercial e digital— foi enviada à editora-chefe, Katharine Viner, criticando o material.

“A publicação de conteúdo transfóbico interfere em nosso trabalho e deixa nossa reputação como hostil aos direitos trans e aos funcionários trans”, diz um trecho do texto, que o BuzzFeed News publicou na íntegra.

Em resposta à carta coletiva, Moore criticou no The Spectator —uma revista semanal britânica— a postura do Guardian de não apoiá-la e explicou que retomou o tema polêmico em sua coluna seguinte.

“Quero que seja verdade que sexo é uma categoria tão fluida quanto gênero, mas essa não tem sido minha experiência”, disse a jornalista na ocasião.

Desde os episódios, o assunto e as acusações de transfobia seguiram nas redes sociais, mas Moore continuou publicando suas colunas, que nos últimos meses versaram sobre a pandemia, o primeiro ministro Boris Johnson e as eleições norte-americanas.

No domingo (16), quando anunciou sua saída, a inglesa afirmou que foi sua a decisão, e que “os esforços para me calar parecem não ter sido muito bem pensados”.

Colegas jornalistas também questionaram sua saída.

No The Spectator, o editor Alex Massie, ao falar sobre a saída da jornalista, sugeriu que os comentários feitos nas redes sociais têm influenciado mais do que deveriam as decisões editoriais na era digital.

Suzanne Moore chegou a descrever em uma de suas colunas que vinha sofrendo ameaças virtuais. “Eu sei, por experiência própria, as consequências de ser considerada transfóbica por um comitê invisível nas redes sociais. Isso tem se traduzido em ameaças de morte a mim e a minhas filhas (…)”.

TTT – Jamaica Suk / November 20 / 7pm-8pm

TTT – Jamaica Suk / November 20 / 7pm-8pm

BOHODOT | Spring Summer 2021 | Full Show

BOHODOT | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Cyril Giroux – Je Suis La Fille/Loin De Toi/Quand Je Te Vois
Igor Dvorkin – Vineyards

Gray Sorrenti for WSJ Magazine with Jennifer Lopez

Publication: WSJ Magazine. Photographer: Gray Sorrenti. Fashion Stylist: Tony Irvine. Hair Stylist: Danielle Priano. Makeup Artist: Hung Vanngo. Nails: Eri Ishizu. Talent: Jennifer Lopez.