European Fashion Accelerator | EFA | Talent Search Vol. 1

European Fashion Accelerator | EFA | Talent Search Vol. 1:

Tamara Avdieieva – In The Making
Piroska Papp – “Nalery”

Vanessa Paradis – Harper’s Bazaar Spain December 2020 By Xavi Gordo

Costura  —  Harper’s Bazaar Spain December 2020   —   www.harpersbazaar.es  
 Photography: Xavi Gordo 
 Model: Vanessa Paradis
 Styling: Beatriz Moreno de la Cova
 Hair: John Nellet
 Make-Up: Christophe Danchaud
 Manicure: Severine Loreal  
 Production: Bea Vera

Episode 7: ‘A Nightly Walk’ | Ouverture Of Something That Never Ended

No episódio final, com uma participação especial de Van Sant, Silvia vagueia pelas ruas fantasmagóricas de Roma à noite e é atraída para um momento de sonho envolvendo um vestido. Enquanto ela lê um poema pelo interfone na porta de uma rua, um senhor dentro do apartamento, interpretado pelo cantor e ator Lu Han, escuta enquanto ele passa a ferro e encurta um vestido com uma tesoura. Depois de um passeio espontâneo de scooter pelas ruas noturnas de Roma, Silvia retorna ao ponto de partida e uma caminhada na noite revela a natureza subjacente de sua realidade.

MUSIC CREDITS

JAMISON BAKEN
“BlueBird”
Performed and produced by Jamison Baken

“Sogno (Il Cimitero)”
Written and performed by Nino Rota
From the soundtrack “Otto e Mezzo”
© Creazioni Artistiche Musicali C.A.M. S.r.l.
℗ 1963 Creazioni Artistiche Musicali C.A.M. S.r.l.
Courtesy of CAM Sugar

THE FEELIES
“The Boy With The Perpetual Nervousness’
Written by Million/Mercer
Licensed by Domino Recording Co Ltd & Bar None Records
© Universal Music Publishing Ricordi Srl

KIM GORDON
“Fifty Shades Of Green”
Written by Gordon, Kim A
Published by: Kobalt Music Publishing Worldwide Ltd obo Forgetful Songs [BMI]

‘Falas Negras’ mostrou ótimos atores que poderiam ser mais bem aproveitados pela TV

Exibido no Dia da Consciência Negra, especial trouxe caras pouco conhecidas
Tony Goes

Angela Davis (Naruna Costa) Victor Pollak/Globo

Na sexta passada (20), a Globo transmitiu o que talvez seja o programa mais importante da TV brasileira em 2020. Concebido por Manuela Dias (autora da novela “Amor de Mãe”) e dirigido por Lázaro Ramos, o especial “Falas Negras” transformou textos e depoimentos de figuras históricas e contemporâneas em monólogos impactantes.

Todos os vultos retratados eram negros que se destacaram de alguma forma na luta contra a escravidão, o racismo e a desigualdade, desde o século 17 até os dias de hoje. E todos foram interpretados por excelentes atores negros – alguns famosos; outros, praticamente desconhecidos pelo público da TV aberta.

“Falas Negras”, que já seria um projeto importante em circunstâncias normais, ganhou ainda mais pungência por causa de uma tragédia ocorrida na véspera da exibição: o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro, por dois seguranças de um supermercado da rede Carrefour em Porto Alegre (RS).

A comoção que tomou boa parte do Brasil por causa desse crime bárbaro encontrou sua catarse no final do programa. Foi impossível conter as lágrimas diante das atuações de Silvio Guindane e Tatiana Tibúrcio.

Guindane, que começou ainda criança sua carreira de ator, já participou de dezenas de filmes, novelas e séries, mas nunca tinha encarnado um personagem com a carga dramática de Neilton Pinto, o pai do menino João Pedro, morto durante uma operação policial em São Gonçalo (RJ), em maio passado.

Tatiana Tibúrcio foi ainda mais surpreendente. Muitos espectadores pensaram que se tratava da própria Mirtes Renata, a mãe de Miguel, o garoto que despencou de um prédio no Recife (PE) em junho. Atriz tarimbada e com alguns prêmios no currículo, Tatiana também foi a preparadora do elenco de “Falas Negras”. Fez algumas participações em novelas da Globo, mas nenhuma teve, nem de longe, a repercussão que alcançou com o especial. Sua atuação contundente revelou uma atriz fantástica, visceral e técnica ao mesmo tempo.

Terminado o programa, muita gente se perguntava nas redes sociais: onde se escondiam tantos atores fenomenais? Por que a TV brasileira não dá mais chances a esses talentos maiúsculos? Além de Guindane e Tibúrcio, também brilharam Bukassa Kabengele, Barbara Reis, Izak Dahora, Heloisa Jorge, Guilherme Silva, Ivy Sousa, Reinaldo Junior, Aline Deluna, Samuel Melo, Valdineia Soriano, Angelo Flavio, Olivia Araújo, Naruna Costa e Tulanih Pereira, ao lado de nomes mais estabelecidos como Flávio Bauraqui, Babu Santana, Mariana Nunes, Fabrício Boliveira, Ailton Graça e Taís Araújo.

Fiquei até envergonhado, como colunista de entretenimento, de conhecer tão poucos integrantes desse elenco fabuloso. Já como espectador, fiquei foi revoltado: eu simplesmente exijo ver mais de cada um desses artistas. Não se trata de cotas, nem de qualquer tipo de ação social. É egoísmo mesmo. Só quero perder meu tempo diante de grandes atores, e não é justo comigo (e com todo o público, claro) que as emissoras não aproveitem melhor tanta gente incrível.

A Globo, felizmente, parece ter acordado depois do bafafá que foi a novela “Segundo Sol” (2018), que tinha pouquíssimos atores negros em uma trama ambientada em Salvador, a capital mais negra do Brasil. Desde então, negros vêm ganhando visibilidade e destaque nas produções do canal.

Também nos comerciais os negros têm sido mais presentes. É bom lembrar que, por mais que pose de preocupada com as causas sociais, a propaganda não faz caridade. Se tem mais negros nos anúncios, é porque negros vendem.

E vão vender e comprar cada vez mais, porque finalmente está se formando uma classe média negra no Brasil. Mais e mais negros têm acesso à universidade, e saem de lá exigindo mais de tudo: representatividade, emprego, consumo, justiça, tudo.

Alguns veículos já estão de olho neste novo mercado e se adaptando à nova realidade –como a Netflix, que costuma encher de negros suas produções brasileiras, e a já citada Globo. Outros, como o SBT, parecem que ficaram presos em algum momento do século 20, quando os negros mal faziam figuração. Já estão ficando para trás –e, se não mudarem logo, irão simplesmente desaparecer.

‘Boudoir’: mulheres comuns buscam ensaios sensuais na pandemia

Fotógrafa especializada no segmento tem agenda lotada, com clientes de todas as idades e tipos físicos que querem dar um close na autoestima
Jacqueline Costa

A fonoaudióloga Isabella Thomazini, de 26 anos, diz que a pandemia proporcionou uma reflexão sobre si mesma e sobre amor próprio Foto: Débora Agualuza/Estúdio LovelyBee

Para a fotógrafa americana Dorothea Lange (1895-1965), “a câmera é um instrumento que ensina a gente a ver sem câmera”. Desde 2014, a jornalista e fotógrafa Débora Agualuza, do estúdio LovelyBee (@lovelybbee.fotografia), colabora com esse pensamento, fazendo com que mulheres de todos os padrões se sintam belas e únicas do jeito que são por meio de ensaios sensuais, também conhecidos pelo termo em francês boudoir.

A fonoaudióloga Isabella Thomazini Foto: Débora Agualuza, do estúdio LovelyBee (@lovelybbee.fotografia)
A fonoaudióloga Isabella Thomazini Foto: Débora Agualuza, do estúdio LovelyBee (@lovelybbee.fotografia)

Para a fonoaudióloga Isabella Thomazini, de 26 anos, a pandemia proporcionou uma reflexão sobre si mesma e sobre amor-próprio. Para ela e outras mulheres que têm deixado cheia a agenda de Debora, decidir se deixar fotografar foi mais um momento de amor-próprio, de cuidado.

— Ser fotografada tira um pouco desse peso que eu coloco sobre mim. Fico olhando várias e várias vezes as fotos e reparando em coisas diferentes. Eu pego emprestado a visão do outro sobre mim, me vejo de fora e acabo me tratando com mais carinho. Passamos por tantas provações este ano que poder conversar comigo e dizer que eu mereço sim, não porque eu fiz todos os cursos, li todos os livros, me exercitei todos os dias ou cheguei mais perto do que consideram bonita, mas porque eu respeito o meu corpo, o meu tempo, me cuido e o amo por ser como é, foi bom. E me sinto linda — afirma Isabella.

A professora de português Bárbara Nogueira, de 35 anos, diz que quase desistiu na semana do ensaio:

— Eu me olhava no espelho e não curtia nem um pouco o que via. Mas eu fui, no meio de uma quarentena, acima do peso, cheia de relações com meu corpo, mas fui. Um dia antes, minha psicóloga me fez refletir sobre o quanto a relação com meu corpo deveria mudar, afinal em toda a minha vida eu nunca achei meu corpo perfeito. Na quarentena, nem se fala.

Conexão. Bárbara Nogueira: momento de cura na relação com o corpo Foto: Débora Agualuza, do estúdio LovelyBee (@lovelybbee.fotografia)
Conexão. Bárbara Nogueira: momento de cura na relação com o corpo Foto: Débora Agualuza, do estúdio LovelyBee (@lovelybbee.fotografia)

Débora fotografa em quartos de hotel na Zona Sul, principalmente em Santa Teresa, ou em apartamentos alugados pelo Airbnb. Ela acredita que por acontecerem em um ambiente intimista, os ensaios colocam a mulher em uma experiência de conexão:

— Isso é transformador. Muitas mulheres chegam inseguras e, na primeira conversa, começam a expor o que elas gostariam que eu escondesse na fotografia, como se estivessem pedindo desculpas por terem acumulado dobrinhas e celulites durante a quarentena.

Rotina matinal de cuidados com a pele de Pharrell | Beauty Secrets | Vogue

Pharrell nos conduz por cada etapa de sua sagrada rotina de cuidados com a pele.

Shot at Mr. C Hotel in Miami – Coconut Grove

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O Gambito da Rainha bate recorde e se torna minissérie mais assistida da Netflix

Série com Anya Taylor-Joy duplicou buscas de “como jogar xadrez” no Google
JULIA SABBAGA

Na Netflix, ‘O Gambito da Rainha’ fala de prodígio feminino do xadrez

Netflix divulgou hoje (23) que O Gambito da Rainha, produção sobre uma garota enxadrista com Anya Taylor-Joy, se tornou a minissérie roteirizada mais assistida na plataforma desde sua criação. Celebrando a audiência em seu site oficial, a Netflix informou que 62 milhões de usuários assistiram a série em seus 28 primeiros dias desde a estreia. 

A plataforma ainda revelou outros números que comprovam a influência da série ao redor do mundo. Desde seu lançamento, a busca por “como jogar xadrez” duplicou no Google, e o livro de Walter Tevis, que inspirou a adaptação da Netflix, retornou à lista de best sellers do New York Times. Ainda, o interesse em tabuleiros de xadrez no eBay aumentou 250%. 

Segundo o The Wrap, entre séries limitadas da Netflix, a audiência de O Gambito da Rainha só fica atrás de A Máfia dos Tigres, que teve um total de 64 milhões de audiência. O Gambito da Rainha ainda entrou para o Top 10 entre produções mais assistidas em 92 países, chegando à primeira posição em 63 territórios, incluindo o Brasil, Reino Unido e Argentina. 

O Gambito da Rainha está disponível na Netflix.

Problemas da Huawei viram oportunidade para rivais domésticas

Xiaomi, Oppo ou Vivo, é que eles estão melhorando suas previsões para o próximo ano
Por Agências – Reuters

Fabricantes chinesas tentam ganhar território da Huawei 

As rivais chinesas da Huawei, incluindo a Xiaomi, a Oppo e a Vivo, estão agindo para conquistar participação de mercado de sua concorrente, depois que sanções dos Estados Unidos prejudicaram o fornecimento da Huawei, afirmam especialistas do setor.

Na semana passada, a Huawei disse que vendeu a Honor, sua unidade de smartphones de baixo custo, por uma quantia não revelada em uma tentativa de proteger a cadeia de fornecimento desta última da ação dos EUA, que dificultou a compra de componentes essenciais.

Ao mesmo tempo, as rivais chinesas da Huawei sentem o cheiro de sangue no mercado de celulares de linha intermediária e premium. Em agosto, um executivo da Huawei disse que a empresa não será capaz de produzir seus principais processadores que alimentam seus smartphones premium.

“O que podemos ver agora, seja da Xiaomi, Oppo ou Vivo, é que eles estão melhorando suas previsões para o próximo ano”, disse Derek Wang, executivo da fabricante de celulares Realme, que compartilha uma cadeia de fornecimento com a Oppo.

“Eles acreditam que as sanções contra a Huawei irão possivelmente prejudicá-la no mercado internacional e podem querer tirar uma fatia do mercado da Huawei.”

A companhia ainda comandava 41,2% do mercado chinês no terceiro trimestre, seguida pela Vivo com 18,4%, Oppo com 16,8% e Xiaomi com 12,6%, disse a empresa de pesquisa Canalys. A Apple tem uma participação menor na China, com 6,2%, mas está atraindo uma forte demanda por seu iPhone 12, segundo a Canalys.

Observadores da indústria confirmaram um aumento nas encomendas de componentes a fornecedores. A Xiaomi tem sido a mais otimista, fazendo pedidos suficientes para produzir até 100 milhões de telefones entre o quarto trimestre de 2020 e o primeiro trimestre de 2021, um aumento de 50% nas projeções antes das restrições impostas pelos EUA à Huawei em agosto, segybdi a consultoria Isaiah Research.

As previsões de produção da Oppo e da Vivo também aumentaram cerca de 8% cada uma desde agosto, com pedidos para produzir até 90 milhões e 70 milhões de aparelhos, respectivamente, mostram os dados da Isaiah Research.

Por outro lado, os pedidos da Huawei caíram 55%, para 42 milhões de aparelhos no mesmo período.

Todas as quatro empresas se recusaram a comentar os números

Olheiras: confira os mais eficazes e modernos tratamentos para a área dos olhos

Região está ainda mais em evidência com as máscaras contra a Covid-19
Mariana Coutinho

Olheiras: conheça os tratamentos que funcionam Foto: Shutterstock

Ao mesmo tempo em que os olhos entregam os sorrisos escondidos pelas máscaras, as pálpebras inferiores mais escuras também denunciam o cansaço de uma pandemia sem fim. As incômodas olheiras têm diversas causas, da genética às noites maldormidas, e também estão ligadas ao processo de envelhecimento. Uma boa rotina de cuidados e alguns procedimentos em consultório, no entanto, podem deixá-las atenuadas. “A pele dessa região é a mais fina do corpo e propensa a inchaços. Especialmente quando não temos hábitos saudáveis”, explica a dermatologista Juliana Neiva, enumerando o que evitar: sal, bebida alcoólica, exposição ao sol sem proteção e o costume de dormir maquiada.

Para quem deseja se livrar dos tons escuros abaixo dos olhos, ela recomenda uma rotina de produtos ao acordar e antes de dormir. De manhã, podem ser usados cremes com ácido fítico e vitamina C, por exemplo, que têm efeito antioxidante. Outro ingrediente interessante é o matrixyl, com atuação anti-idade. Em seguida, vale passar um corretivo com filtro solar para enfrentar o dia. À noite, dá para recorrer a um clareador ou fazer a boa e velha compressa gelada com camomila ou chá verde, que ajuda no inchaço.

O dermatologista Daniel Coimbra chama a atenção também para os procedimentos em consultório. Para pálpebras escuras, sessões de laser e luz intensa pulsada fazem diferença. O ultrassom microfocado, que atinge as camadas mais profundas da pele, é recomendado para estimular a produção de colágeno e amenizar a flacidez. Já para combater a frouxidão dos ligamentos da região, pode-se recorrer a técnicas de sustentação, como os preenchedores à base de ácido hialurônico. Dependendo do caso, eles podem tanto ser injetados nas pálpebras como na área das bochechas. “Às vezes, a olheira fica mais aparente por conta de uma perda de gordura das bochechas”, explica o dermatologista. Ele esclarece que em pacientes mais jovens (até 35 anos), o preenchimento geralmente é feito direto na pálpebra e nos mais velhos, a substância é aplicada em volta dela para criar uma moldura e, então, avaliar o preenchimento na pálpebra inferior. “Hoje dizemos que não tratamos a olheira, mas o olhar”, resume Coimbra.