Lea Seydoux – Vogue Paris Dec/Jan 2020/21 By Alasdair McLellan

Niagara   —  Vogue Paris Dec/Jan 2020/21   —   www.vogue.fr
Photography: Alasdair McLellan Model: Lea Seydoux Styling: Aleksandra Woroniecka Hair: Anthony Turner Make-Up: Lynsey Alexander Manicure: Sophie A  Set Design: Giovanna Martial

Alberta Ferretti | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Alberta Ferretti | Fall Winter 2020/2021 by Alberta Ferretti | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p/Multi Camera – MFW/Milan Fashion Week) #FFLikedalot

Thomas McNeice – Revelling/Hieroglyph/Come Inside

Airbnb: valor do site ultrapassa US$ 100 bilhões na estreia na Bolsa

Ações são negociadas a US$ 146, mais que o dobro do previsto para a abertura de capital
Bloomberg

A Bolsa eletrônica Nasdaq saúda a chegada do Airbnb em Nova York Foto: CARLO ALLEGRI / REUTERS
A Bolsa eletrônica Nasdaq saúda a chegada do Airbnb em Nova York Foto: CARLO ALLEGRI / REUTERS

NOVA YORK – As ações do Airbnb mais do que dobraram em sua estreia no mercado, impulsionando a empresa de aluguel de imóveis on-line para uma avaliação de mais de US$ 100 bilhões, em uma das maiores ofertas iniciais já registradas.

As ações começaram a ser negociadas nesta quinta-feira a US$ 146 cada, bem acima do preço de oferta pública inicial de US$ 68. A listagem ocorre dez meses depois que a pandemia de coronavírus suspendeu as viagens e 24 horas depois que a DoorDash Inc. quase dobrou de valor em sua abertura de capital.

As ações do Airbnb subiram depois que a empresa divulgou seu trimestre mais lucrativo de todos os tempos, ofuscando as ameaças competitivas de empresas de viagens tradicionais, com o turismo potencialmente prestes a se recuperar à medida que vacinas contra a Covid-19 forem lançadas.

No entanto, os IPOs de  Airbnb e DoorDash também fizeram alguns veteranos analistas de mercado se lembrarem da era da bolha pontocom. Cerca de 80% das empresas que abriram o capital neste ano recorde em IPOs ainda não ganharam dinheiro.

O Airbnb fixou o preço de sua oferta pública inicial bem acima da faixa comercializada na quarta-feira, para arrecadar cerca de US$ 3,5 bilhões. Para o preço do IPO, sua avaliação era de US$ 47 bilhões. A US$ 146 por ação, esse número é agora superior a US$ 100 bilhões.

“Não sei mais o que dizer”, disse o CEO do Airbnb, Brian Chesky, em uma entrevista anterior à Bloomberg Television, quando as indicações mostraram que as ações poderiam abrir a mais de US$ 139 por ação. “Estou muito emocionado com isso.”PUBLICIDADE

Estrada com obstáculos à frente

O salto na estreia da DoorDash – elevando seu valor para cerca de US $ 71 bilhões – desempenhou um papel na discussão do Airbnb sobre o preço de seu IPO acima da faixa comercializada, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto. Um representante do Airbnb se recusou a comentar sobre esse ponto.

Para manter sua avaliação elevada, o Airbnb precisará lidar com uma várias ameaças, conforme descritas em seu prospecto de IPO, que vão desde um aumento de casas de festas que apresentam riscos de responsabilidade até um aumento em propriedades geridas profissionalmente que não têm o charme que tornou famoso o aluguel via Airbnb.

Airbnb e DoorDash impulsionaram o volume de IPOs para o máximo em dezembro, ultrapassando a marca de US$ 8,3  bilhões definida para o mês em 2001 e 2003, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Há mais por vir. Outras companhias baseadas na web voltadas para o consumidor que devem abrir o capital neste mês incluem a empresa de videogames Roblox Corp., a fornecedora de empréstimos parcelados Affirm Holdings Inc. e a ContextLogic Inc., controladora da varejista de descontos online Wish Inc. Essas listagens vão engordar um ano que já é recordista em IPOs, com mais de US$ 166 bilhões arrecadados em bolsas dos EUA.

A oferta do Airbnb foi liderada pelo Morgan Stanley e Goldman Sachs Group Inc. Suas ações são negociadas no Nasdaq Global Select Market sob o símbolo ABNB.

O Airbnb, com sede em San Francisco, viu uma recuperação nas reservas domésticas depois que os primeiros dias da pandemia reduziram drasticamente a demanda.

“Nenhum ano em nossa história foi tão selvagem, louco e definidor como 2020”, disse Chesky em uma entrevista anterior.

Transformação no mercado de viagens

Nos últimos 13 anos, o Airbnb revolucionou totalmente o mercado de viagens, dando às pessoas uma oportunidade de renda, e criou um mercado totalmente novo para serviços relacionados a imóveis e hospedagem. Hoje, é uma das maiores empresas de viagens do mundo.

Os planos de IPO da empresa foram suspensos em março, enquanto a pandemia global chegava. Em abril, as reservas de quartos e experiências despencaram 72%. A Airbnb implementou uma política de reembolso geral e distribuiu mais de US$ 1 bilhão em taxas de cancelamento.

Em junho, porém, as coisas estavam começando a melhorar. Os moradores de cidades que estavam cansados de ficar presos dentro de suas casas entraram em seus carros e dirigiram para lugares nas montanhas e comunidades rurais, muitas vezes trabalhando lá por semanas ou meses, conforme as políticas de trabalho em casa permitiam.

As viagens internacionais diminuíram, mas a demanda por viagens domésticas de curta distância e estadias fora das 20 principais cidades dos EUA se mostrou resiliente.

No terceiro trimestre, a receita do Airbnb diminuiu apenas 18%, em comparação com a queda de quase 60% do Expedia Group Inc. e do Marriott International Inc. O período de três meses também foi o mais lucrativo do Airbnb, com base nos ganhos antes de juros, impostos, depreciação e amortização.

Nos primeiros nove meses de 2020, o Airbnb teve um prejuízo líquido de US$  697 milhões em receita de US$  2,5 bilhões, em comparação com um prejuízo líquido de US$  323 milhões em receita de US$  3,7 bilhões no mesmo período do ano passado, de acordo com seus documentos.

O Airbnb sobreviveu às profundezas da crise cortando despesas de marketing e demitindo cerca de um quarto de sua equipe no primeiro semestre.

“Tem sido um ano implacável”, disse Chesky em entrevista. “Eu sinto que estou com 39 anos, mas chegando aos 59, porque parece que tivemos que tomar algumas decisões de uma década nos últimos oito meses.”

Livestream | Introduction to V-Collection 8 – Arturia

Bem-vindo ao # VCollection8 Livestream.

A equipe de gerentes de produto da Arturia apresentará cada um dos novos instrumentos, bem como os recursos comuns compartilhados. Junte-se a nós para descobrir o Emulador II V, Jun-6 V, Jup-8 V4, Stage-73 V2 e Vocoder V, as interfaces e conjuntos de recursos.

A demonstração incluirá vários sons da biblioteca de fábrica de cada novo instrumento, discussão sobre como os sons foram feitos e o que os torna interessantes. Veja as mudanças no navegador, novos tutoriais, configuração de MIDI e outros recursos compartilhados para todos os instrumentos.

Alva Claire, Ashley Graham, Jill Kortleve & Paloma Elsesser – Vogue Italia December 2020 By Ethan James Green

We Are Family   —   Vogue Italia December 2020   —   www.vogue.it
Photography: Ethan James Green Model: Alva Claire, Ashley Graham, Jill Kortleve & Paloma Elsesser Styling: Patti Wilson Hair: Jimmy Paul Make-Up: Dick Page Manicure: Yuko Tsuchihashi

Patch Notes: The Twilite Tone

Nos últimos 30 anos, Anthony Khan também conhecido como The Twilite Tone produziu faixas para alguns dos maiores nomes do hip-hop. Desde a coprodução de Common em 1992, Can I Borrow a Dollar? sem ID, Khan trabalhou com artistas como Kanye West, John Legend e Pusha T.

Na última década, Khan estabeleceu The Twilite Tone como um apelido solo, com discos de culto para selos como UNO e Ubiquity. No início de 2020, ele se juntou aos Stones Throw para um single, ‘Space Invaders’, que foi seguido no mês passado por seu álbum de estreia The Clearing, uma exploração “transgênero” de house, funk eletrônico e hip-hop instrumental.

Neste episódio de Patch Notes, The Twilite Tone apresenta uma performance prática improvisada, balançando e tecendo através de três de suas criações com seu equipamento de escolha, apresentando um Akai MPC 2000XL no centro de sua configuração. A primeira e a última seleção são da Clearing, enquanto a segunda é uma peça sem título e inédita que Tone se sentiu inclinado a compartilhar neste “momento de agora”.

Tutorials | Analog Lab V – Overview

Descubra o Analog Lab V, um navegador de sons predefinidos de instrumentos de teclado e sintetizador que moldaram a história da música. Confira este tutorial de visão geral para aprender sobre seus recursos criativos, layout atualizado e intuitivo e como você pode encontrar rapidamente o som perfeito para seu estilo.

Troye Sivan e Kacey Musgraves mostram vida sem limites no clipe “Easy”

Música foi produzida por Mark Ronson.
Por Caian Nunes

Foto: UMG (em nome de EMI Recorded Music Australia Pty Ltd)

Nesta madrugada de quinta-feira (10/12) Troye Sivan lançou clipe novo! Trata-se de “Easy”. A música já tinha lançada em versão solo no EP “In A Dream“, de agosto, mas agora ganhou uma versão com a premiada cantora Kacey Musgraves. A música é produzida por Mark Ronson.

No clipe, Troye e Kacey aparecem se divertido, sem preocupação alguma com o que os outros pensam. Usando um mullet, eles mostram a vida noturna de Nashville, enquanto visitam para bares, motéis e a famosa loja de produtos eróticos “Jenna’s Adult Toy Box”. A direção do vídeo fica por conta de Bardia Zeinali.

Letra traduzida:

Você fugiu para encontrar algo a dizer
Eu desviei para fazer tudo ficar bem
E ele tornou tudo fácil, querido
Eu ainda estou apaixonado, e digo isso porque
Eu sei o que parece, entre você e eu
Não tem sido fácil, querido

Eu não consigo sequer olhar para você
Você olharia para o espaço ao lado de seus pés?
A madeira está empenada
As linhas estão ficando distorcidas
Esta casa está pegando fogo, uau!
Queimando as lágrimas do meu rosto
O que foi que nós fizemos?
Me diga que vamos conseguir

Porque ele tornou tudo fácil, fácil
Por favor, não me deixe, me deixe (fácil)

O que resta da dança?
O cheiro em minhas mãos
O aperto na minha garganta, um fio de cabelo no meu casaco
O estranho em casa, meu querido
Como algum tipo de aberração, meu querido
Agora eu estou vulnerável, tão triste e sozinho
Mas não chore por mim, porque todo mundo sabe
Você colhe o que você planta, meu querido
Sim, sim, sim

Eu não consigo sequer olhar para você
Você olharia para o espaço ao lado de seus pés?
A madeira está empenada
As linhas estão ficando distorcidas
Esta casa está pegando fogo, uau!
Queimando as lágrimas do meu rosto
O que foi que nós fizemos?
Me diga que vamos conseguir

Porque ele tornou tudo fácil, fácil
Por favor, não me deixe, não me deixe

Ele tornou tudo fácil, por favor não me deixe
Ele tornou tudo fácil, por favor não me deixe

Eu não consigo sequer olhar para você
Você olharia para o espaço ao lado de seus pés?
A madeira está empenada
As linhas estão ficando distorcidas
Esta casa está pegando fogo, uau!
Queimando as lágrimas do meu rosto
O que foi que nós fizemos?
Me diga que vamos conseguir

Porque ele tornou tudo fácil, fácil
Por favor, não me deixe, não, não me deixe

Ele tornou tudo fácil
Por favor não me deixe
Ele tornou tudo fácil
Por favor não me deixe

Bienal de Arquitetura de SP mira democracia e reconstrução urbana

Próxima edição do evento será carregada de reflexões sociais sobre a vida contemporânea nas cidades
Sabrina Fontenele

Sabrina Fontenele
Diretora de Cultura e curadora do IAB-SP

Fernando Túlio
Presidente do IAB-SP

Karina Souza
Coordenadora da Bienal de Arquitetura de São Paulo

O escritório argentino Adamo-Faiden e o brasileiro Vão explorarão em 'O que Vemos, o que nos Olha' a transparência do Sesc 24 de Maio; a partir do 11º andar do Sesc, o visitante espreitará um espaço vazio no edifício Schwery (que aparece na foto), no qual uma pirâmide de espelhos será colocada, refletindo os olhares
As primeiras décadas do século 21 ficaram marcadas como uma época de protestos públicos que demonstravam a importância da ocupação das ruas, e o caminhar coletivo se reforçava como instrumento de luta e de resistência contra as recessões democráticas.

“Caminhar não mudou o mundo, mas caminhar com outras pessoas tem se revelado rito, instrumento e armadura da sociedade civil que é capaz de resistir à violência, ao medo, à repressão”, sintetizou a escritora e ativista americana Rebecca Solnit.

Ninguém esperava, no entanto, que em 2020 o mundo seria marcado pela necessidade de reconstruir o caminhar coletivo a partir dos espaços domésticos e virtuais. O isolamento social exigido pela pandemia da Covid-19 criou cenas marcantes de parques, praças e ruas esvaziados, enquanto a crise habitacional se mostrou ainda mais emergente.

As desigualdades de classe, raça e gênero, que já limitavam a convivência e a circulação, ficaram ainda mais evidentes. Mas, desta vez, submetendo à circulação apenas os corpos socialmente mais vulneráveis e, ao confinamento, os mais privilegiados.

Questões relacionadas aos dados e sistemas de informação sobre a vida nas cidades —tanto o acesso quanto sua gestão— ganharam destaque na pauta, assim como o imperativo ecológico.

São tempos, entretanto, em que a solidariedade mostra sua força e em que despontam soluções inovadoras quanto ao planejamento e à gestão democrática. As bienais, como espaços de discussão sobre arquitetura e sobre cidade, têm problematizado essa questão.

Bienal de Arquitetura de Chicago de 2019, por exemplo, teve como tema “…E Outras Histórias”. Distribuída por toda a cidade, discutiu as narrativas sobre a construção, usos e ocupação dos espaços até então ignoradas, convidando visitantes e cidadãos a participarem do debate.

E, neste ano, as bienais de arquitetura de Quito (“Transformações”) e de Tbilisi (“O Que Nós Temos em Comum”) mantiveram suas agendas com exposições e atividades em formato remoto, também trazendo temas que tratam da vida coletiva e suas mudanças contemporâneas.

Em busca de radicalizar o papel da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo enquanto dispositivo capaz de organizar e dar visibilidade às agendas que apontam alternativas para esse contexto de mudanças, o Instituto dos Arquitetos do Brasil de São Paulo, o IAB-SP, busca envolver a sociedade na reflexão e na proposição de alternativas para o viver nas cidades.

Em 2022, a 13ª edição do evento receberá intervenções, discussões e reflexões sobre o tema na forma de experiências de ação em diferentes áreas da cidade. O núcleo da Paulista compreende o espaço público da avenida, que concentra atividades e equipamentos culturais.

Desde 2015, quando passou a ser fechada para carros aos domingos, se transformou em relevante espaço de convivência da cidade, além de se destacar pelas constantes manifestações, especialmente no vão livre do Masp, projetado por Lina Bo Bardi justamente como espaço de ocupação democrática.

Os núcleos em rede, por sua vez, são constituídos por territórios fora do centro expandido, cujas manifestações são muitas vezes invisibilizadas, embora sejam territórios de luta e resistência constantes. Nesses núcleos, a proposta é promover —com as comunidades locais, organizações sociais e o poder público— projetos participativos integrados de transformação urbana e social.

Há uma ligação essencial entre diversidade e resiliência e entre pluralidade e democracia, e o IAB-SP busca, com o arranjo pensado para a próxima edição da bienal, apresentar soluções sustentáveis para a nova vida urbana, como apresentado no site recém-lançado.

Além disso, o concurso internacional de cocuradoria para a 13ª Bienal, lançado em 4 de novembro, receberá propostas até 24 de janeiro do ano que vem. Apresenta a ideia de reconstrução como desafio e procura chamar a atenção não apenas da classe de arquitetos, mas da sociedade como um todo para uma reflexão-ação contínua sobre cultura urbana e arquitetônica.