Guardiões da Galáxia: Senhor das Estrelas é bissexual, revela Marvel

Nos cinemas, o personagem é interpretado por Chris Pratt, que já esteve envolvido em polêmicas relacionadas à comunidade LGBTQ nos Estados Unidos
By Ygor Palopoli  

O Senhor das Estrelas é bissexual, conforme revelado em HQ da Marvel. Imagem: Montagem|Bruno Yonezawa

Atualmente tido como um dos personagens mais carismáticos da Marvel, Peter Quill — o Senhor das Estrelas — foi revelado como bissexual na última edição da HQ de Guardiões da Galáxia, lançada neste mês de dezembro. A questão foi trazida à tona após Peter se envolver em um triângulo amoroso no enredo.

Na edição, o Senhor das Estrelas vai parar em um planeta chamado Morinus, onde acaba se envolvendo com o casal Aradia e Mors. Mesmo apaixonado por Gamora, ele não consegue controlar o que sente pelo casal e decide tornar Morinus sua nova casa, mantendo o relacionamento poliamoroso. Encerrando — até então — a questão sobre retornar ou não para seu lar, ele responde apenas: “Minha casa são vocês”.

A edição tem roteiro de Al Ewing, que tem o costume de explorar mais o interior dos personagens, tendo recentemente escrito uma cena de beijo entre Hércules e Marvel Boy. Ainda não se sabe se a sexualidade do personagem também será refletida nas próximas adaptações cinematográficas de Guardiões da Galáxia.

O que se sabe, no entanto, é que Chris Pratt, intérprete de Peter Quill nos cinemas, recentemente se envolveu em uma polêmica por participar de uma igreja constantemente acusada de segregar a comunidade LGBTQ. Ele até mesmo chegou a discutir com o ator Elliot Page, dizendo que as acusações eram falsas e que sua igreja abre as portas para todos.

Google fica fora do ar por 45 minutos e expõe dependência de seus serviços

Falha adia reuniões, atividades escolares e deixa até pessoas sem luz; funcionários da empresa recorreram ao WhatsApp
Por Bruno Romani e Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Episódio fortalece o debate de regulação das grandes empresas de tecnologia, dizem especialistas

Estudante do segundo ano do ensino médio, Anna Júlia de Lima Cabral tinha um compromisso decisivo às 9 da manhã desta segunda, 14: encarar uma prova online de recuperação de História na qual precisava tirar nota 7 para passar de ano. Para a apreensão dela, a avaliação não ocorreu pois o sistema do Google onde a prova aconteceria estava fora do ar. Ela, porém, não estava sozinha. 

A estudante de Natal (RN) sofreu junto com outros milhares de usuários dos serviços do Google. Na manhã desta segunda, praticamente todos os serviços da plataforma passaram cerca de 45 minutos fora do ar em diversos países do mundo. Foi o suficiente para muita gente perceber o tamanho de sua ‘Googledepêndencia’. 

O problema começou às 8h47 da manhã. Usuários passaram a reportar em suas redes sociais que Gmail, Drive, YouTube, Meet, Agenda, Play Store e outros serviços da empresas estavam fora do ar – aparentemente, só a ferramenta de buscas passou ilesa. As notificações vinham de países diferentes: Índia, África do Sul, Europa e até Estados Unidos, onde o problema ocorreu antes das 7 da manhã. Por volta das 9h30 (horário de Brasília), os serviços começaram lentamente a voltar. 

Cerca de quatro horas e meia depois, o Google apresentou explicação para a falha – eliminando temores iniciais de que um mega ataque cibernético teria sido a causa. “O Google sofreu uma queda em seu sistema de autenticação em razão de um problema de gestão interna da cota de armazenamento. Os serviços que requerem login de usuários apresentaram altas taxas de erro durante esse período”, diz parte da nota da empresa. 

Em outras palavras, o mecanismo de usuário e senha sofreu um problema – a gestão do espaço dedicado ao login dos usuários dentro da infraestrutura do Google teve uma falha, fazendo com que o sistema fosse desativado. A maioria dos serviços do Google exige login e senha, o que explica a pane generalizada. A empresa afirma que continua investigando o problema para que ele não se repita. 

“Meu desespero foi grande. Não sabia se falava com o coordenador da escola ou com minha mãe”, conta Anna. Ela preferiu o caminho da coordenação, mas muitos outros alunos, todos em ensino à distância por conta da pandemia do coronavírus, recorreram aos pais. 

“Começamos a receber ligações de pais tentando entender por que seus filhos não conseguiam se conectar”, explica Sueli Cain, diretora geral da escola Mater Dei em São Paulo. Antes mesmo da pandemia, o colégio já tinha sua plataforma de ensino integrada à do Google. Foram afetados 241 alunos entre 5 e 17 anos: 61 deles (entre 11 e 17 anos) estavam iniciando a segunda semana de atividades de recuperação. Os outros 180 (de 5 a 10 anos) estavam em aulas normais. 

“Enviamos uma mensagem aos pais pelo app interno do colégio comunicando sobre o problema e retomamos as atividades às 9h55”, explica ela. 

Funcionários do Google recorreram ao WhatsApp

No número mais recente divulgado, o Gmail tinha 1,5 bilhão de contas, o que tem efeito claro também no mundo corporativo – o problema afetou pequenas e grandes empresas na mesma proporção. Sem conseguir fazer reuniões, acessar planilhas e enviar e-mails, muitas direcionaram os esforços para serviços parecidos, ou para plataformas que não pertencem ao Google. O Estadão apurou que os próprios funcionários do Google no Brasil tiveram de recorrer ao WhatsApp, que pertence ao Facebook, para trabalhar. 

“Minhas reuniões da manhã foram adiadas e só retomadas às 11h”, explica a designer Aline Arielo, 35, que trabalha em uma empresa de desenvolvimento de sistemas e aplicativos  com 1.000 funcionários em Campinas (SP). Fora do Brasil, há relatos também de usuários que fizeram automações residenciais em suas casas usando a plataforma Google Home e que acabaram com lâmpadas e termostatos desligados. 

É difícil calcular o tamanho do prejuízo que 45 minutos de pane no Google pode causar, mas o Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (Idec) afirma que, se o consumidor se sentiu lesado ou sofreu algum prejuízo objetivo, ele pode encaminhar a reclamação à empresa e recorrer ao Procon e à Justiça. “Não é porque o serviço é aparentemente gratuito que a empresa não tenha de ressarcir pelos danos causados”, explica Diogo Moyses, coordenador do programa de Telecom e Direitos Digitais do Idec.

Poder demais 

Para especialistas, porém, o problema vai além do dano causado por este episódio. Ele, na verdade, sinaliza como estamos cada vez mais dependentes de poucas empresas. “O Google conseguiu criar uma verdadeira ‘infraestrutura computacional’ nas nossas vidas”, explica Diogo Cortiz, professor da PUC-SP. Para ele, estamos tão envolvidos com esses serviços que é difícil não se tornar altamente dependente deles. 

“Creio que esse caso servirá como mais um ponto a favor dos debates de regulação sobre as grandes empresas de tecnologia”, explica Vivaldo José Breternitz, professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie. As grandes empresas, como Amazon, Google, Facebook, Apple e Microsoft, estão na mira de reguladores americanos e europeus – na semana passada, o governo dos EUA, junto de 48 advogados-gerais estaduais do país, processaram o Facebook e pedem a reversão das compras de Instagram e WhatsApp. Em outubro, o próprio Google, em um caso histórico, foi acusado pelo Departamento de Justiça (DoJ, na sigla em inglês) de praticar monopólio com seu serviço de buscas.

Embora o debate de regulação tenha origem nos poderes econômicos e políticos dessas empresas, Breternitz lembra que a pane do Google reforça também a dependência técnica que milhões de pessoas têm em relação a essas empresas. “Se a infraestrutura de uma única dessas gigantes falha, muita gente e muitos negócios são afetados”, diz ele.

Por outro lado, teve gente que aprovou essa tal dependência. A prova de história da Anna Júlia foi adiada para sexta-feira. “Gostei do adiamento. Dá para reforçar a matéria”.  

Bottega Veneta | Spring Summer 2021 | Full Show

Bottega Veneta | Spring Summer 2021 by Daniel Lee | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – London/England/UK) #FFLikedalot

Bob Bradley – Birthday Boy/Midnight Hour
James Oliver Hutchinson – Embrace You/Make You Believe

Nomadland: Frances McDormand viaja de lugar a lugar em trailer do filme

Longa conta história de mulher que vive como nômade
GUILHERME MACHADO

Nomadland, filme protagonizado por Frances McDormand que venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza, ganhou um trailer. Nele, a personagem da atriz, Fern, viaja de lugar a lugar, enquanto procura empregos e conhece pessoas.

“Não sou sem-teto. Só naõ tenho casa”, declara a personagem no clipe. A performance de Frances tem sido altamente elogiada e seu nome já aparece entre as possíveis indicadas ao Oscar de Melhor Atriz em 2021.

Baseado no livro de mesmo nome escrito por Jessica BruderNomadland acompanha uma mulher de 60 anos que perde tudo durante a recessão e passa a viver como uma espécie de nômade, fazendo trabalhos sazonais enquanto viaja pelo oeste americano. 

O filme ainda não tem data de estreia definida no Brasil.

Kris Grikaite – PorterEdit December 14th, 2020 By Lucie Rox

Bring The Party Home   —   PorterEdit December 14th, 2020   —   www.net-a-porter.com
Photography: Lucie Rox Model: Kris Grikaite Styling: Helen Broadfoot  Art Direction: Phil Buckingham Hair: Amidat Giwa Make-Up: Crystabel Riley Manicure: Loui-Marie Ebanks  Set Design: Ibby Njoya

Bridgerton | Trailer final revela que vale tudo no amor e na guerra

Série de Shonda Rhimes estreia em 25 de dezembro
JULIA SABBAGA

Bridgerton, nova série de Shonda Rhimes (Grey’s AnatomyScandal), teve seu trailer final revelado. Na prévia, a jovem Daphne Bridgerton finge um relacionamento com o Duque de Hastings para resolver conflitos impostos pela casamenteira da sociedade.

Baseado na série de livros da autora Julia QuinnBridgerton conta a história de uma família aristocrata inglesa que se vê envolvida em uma rede de luxúria e traições.

No elenco estão nomes como Jullie AndrewsAdjoa AndohRuby BarkerJonathan BaileyJason Barnett Sabrina Bartlett.

A estreia de Bridgerton está marcada para 25 de dezembro.

‘Doutora Jill Biden’, sim senhor

Articulista do ‘Wall Street Journal’ desmerece primeira-dama eleita, aconselhando-a a abdicar do título conquistado em doutorado, e desata reação furiosa de internautas.

Jill Biden (Photo by Roy Rochlin/Getty Images)

Pela primeira vez os americanos terão uma primeira-dama que deseja manter seu emprego de professora universitária, além de suas atribuições na Casa Branca. Jill Biden é também a mais graduada entre as mulheres de presidentes: tem dois mestrados e doutorado em educação. Nada mais natural que use o título de “doutora” em seu perfil no Twitter.

O escritor e ensaísta Joseph Epstein expressou seu incômodo num artigo desabonador publicado no “Wall Street Journal”, no qual considerou que ela deveria abrir mão do título por não ser médica: “Chamá-la de “Dra. Jill Biden soa e parece fraudulento, para não dizer cômico”.

“Esqueça a pequena emoção de ser a Doutora Jill e aceite a emoção maior de viver nos próximos quatro anos no maior alojamento público do mundo como a primeira-dama Jill Biden”, advertiu.

Classificados como sexistas e misóginos, seus conselhos desataram rapidamente a reação furiosa de internautas e fizeram do assunto um dos trending topics do Twitter no fim de semana.

“O nome dela é Doutora Jill Biden. Acostume-se”, resumiu enfaticamente a ex-primeira-dama Hillary Clinton. “Este artigo nunca teria sido escrito sobre um homem”, refletiu Doug Emhoff, marido da vice-presidente eleita Kamala Harris, também professor universitário.

Por que Jill Biden deveria abdicar de um título que conquistou? Ela recebeu seu doutorado em 2007 pela Universidade de Delaware e já manifestou a intenção de prosseguir com o cargo de professora na Northern Virginia Community College, após se tornar primeira-dama dos EUA

O articulista Epstein se apoia no fato de ter se recusado a ser chamado de “doutor” quando lecionou na Northwestern University, onde ministrou aulas há cerca de 20 anos. Nem poderia, pois tem o título de bacharel.

Pelo seu raciocínio, só quem fez um parto pode ostentar o título de doutor. Desta forma, justifica o demérito pelos demais diplomados: “O PhD pode ter tido prestígio um dia, mas isso foi diminuído pela erosão da seriedade e o relaxamento dos padrões na educação universitária em geral.”

Recebeu, por isso, uma reprimenda da Northern University. Em nota, a instituição diz discordar veementemente “das visões misóginas de Epstein”, rebate sua opinião sobre Biden, assim como “a redução de diplomas devidamente conquistados em qualquer área e em qualquer universidade”.

Ou seja, ao contrário do que prega o articulista em seu texto, a designação de doutor é merecida por um médico ou por qualquer pessoa que tenha obtido um PhD. E Jill Biden, definitivamente, é doutora.

Meghan Markle faz primeira aparição após revelar aborto

Ela apareceu de surpresa na TV em programa de homenagem aos ‘heróis da Covid-19’

Meghan Markle no ‘CNN: Heroes’ Foto: Reprodução

Meghan Markle fez uma aparição supresa no programa “CNN: Heroes”, sobre histórias de pessoas que contonuaram ajudando suas comunidades mesmo durante a pandemia de Covid-19. Na aparição, a primeira depois ela compartilhou detalhes sobre um aborto espontâneo, ela se disse inspirada pela compaixão.

“Em um ano que tem sido universalmente desafiador para todos, sou inspirada pelas histórias de compaixão em nossas comunidades. Em todo o país, as pessoas colocaram suas necessidades de lado para se unirem e apoiarem o bem-estar coletivo daqueles ao seu redor. Em março, a crise do COVID-19 atingiu duramente, e da noite para o dia tudo parecia mudar. Para muitas famílias, o impacto da pandemia foi catastrófico e muitas depararam com a pergunta dolorosa: ‘Como vou colocar comida na mesa para minha família?’ Mas, diante dessa realidade devastadora, também vimos o poder do espírito humano e as formas notáveis como as comunidades respondem em tempos de desafios. Vimos o bem nas pessoas, em nossos vizinhos e em todo comunidades se reunindo para dizer que não ficariam paradas enquanto nossos vizinhos passassem fome”, disse Meghan.

“Esta noite, estamos celebrando esses heróis silenciosos, alguns dos quais eu conheço e outros que aplaudimos de longe”, diss ela. “Eles nos mostraram, a todos nós, que mesmo nos momentos mais sombrios, quando estamos juntos, temos o poder de lembrar a outra pessoa que há esperança e que ficaremos bem”.

Série da Gawker teria sido cancelada por ordem de Tim Cook

O blog envolveu-se em diversas polêmicas com a Apple ao longo das últimas décadas

Tim Cook, presidente-executivo da Apple, apresentou o Apple TV + ano passado na sede da empresa em Cupertino, Calif.Credit…Noah Berger/Agence France-Presse — Getty Images

O fluxo de notícias sobre o Apple TV+ e suas produções não tem saído muito do feijão com arroz (renovações, trailers, entrevistas, interrupção de filmagens), indicando que tudo transcorre sem muitos eventos notáveis na plataforma de conteúdo original da Maçã. Pois uma reportagem recente do New York Times1 mostra que, na verdade, as coisas nem sempre são tão suaves assim.

Segundo o jornal, a Apple teria cancelado a produção de uma série sobre o blog Gawker, que fez muito barulho na internet nos anos 2000-10 por suas fofocas, seus furos de reportagem e sua ética jornalística no mínimo questionável. O responsável direto por esse cancelamento? Ninguém menos que Tim Cook.

A série, chamada de “Scraper” em seu período de pré-produção, não citaria a Gawker nominalmente, mas seria claramente inspirada pela ascensão e queda do blog de fofocas — a ideia do projeto, inclusive, foi concebida por dois ex-redatores do site, Max Read e Card Jefferson. O problema é que a relação tortuosa do Gawker com a Apple (e com o próprio Cook) acabou pesando, e o CEO orientou a empresa a matar o projeto.

Para quem não se lembra, ao longo dos últimos 15 anos a Gawker e suas subsidiárias envolveram-se em muitas polêmicas com a Apple. A mais notável de todas aconteceu quando o Gizmodo (que pertencia ao grupo) publicou fotos de um protótipo de iPhone 4 achado num bar, bem antes do lançamento do aparelho. E como esquecer daquela vez em que Steve Jobs em pessoa bateu boca com Ryan Tate, editor do site?

O real golpe baixo da Gawker em relação à Tim Cook, entretanto, aconteceu em 2011, quando o blog publicou uma matéria classificando o CEO como “o homem gay mais poderoso do Vale do Silício”. À época, Cook ainda não tinha se assumido homossexual — e, por mais que ele tenha feito isso pouco depois e hoje seja um orgulhoso membro da comunidade LGBT, desrespeitar o tempo de uma pessoa e tirá-la do armário à força vai contra quaisquer princípios básicos de ética jornalística ou decência humana.

Por essas e outras, Cook resolveu cancelar a produção da série sobre a Gawker — segundo a reportagem, o CEO ficou “surpreso” ao saber sobre o desenvolvimento do projeto e expressou seu descontentamento com todos os ocorridos envolvendo a empresa ao longo dos anos.

NYT, inclusive, tenta pintar a interferência do CEO como um sinal preocupante de que, agora, os grandes manda-chuvas da Big Tech (como o próprio Cook ou Jeff Bezos) estão influenciando até mesmo o mundo do audiovisual. Mas o fato é que, como apontou o cineasta Alex Lindsay no Twitter, isso não chega a ser uma novidade: a máquina de Hollywood sempre teve seus rumos ditados por algumas poucas cabeças, e a única diferença é que agora o mundo da tecnologia está entrando na área.

De qualquer forma, agora, a série da Gawker está livre no mercado e pode ser adquirida por qualquer outro estúdio ou empresa. E vejam só: um outro projeto de série sobre o blog, baseado numa reportagem de 2016, está nas mãos da Anonymous Content, produtora que é parcialmente controlada por… Laurene Powell Jobs, viúva de Steve.

Ou seja: vai ser interessante acompanhar isso tudo.

VIA MACRUMORS