Brognano | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Brognano | Fall Winter 2020/2021 by Nicola Brognano | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week)

David Edward Holden – She Moves
Paul Mottram – Dream Oasis
Matt Sanchez – See The Sun

Extremedy | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Extremedy | Fall Winter 2020/2021 by Madi Abaida | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week)

Sean Allen – For The Money/Let That Go
Gareth Johnson – So Frustrated

Magazine Luiza compra fintech de pagamentos por R$ 290 milhões

Varejista quer ampliar oferta de produtos financeiros para clientes de sua plataforma

Boneca digital da empresa, a Magalu
Magazine Luiza quer mais negros e negras em posição de liderança na empresa – Divulgação

SÃO PAULO | REUTERS – O Magazine Luiza anunciou nesta segunda-feira (21) a compra da fintech de pagamentos Hub Prepaid por R$ 290 milhões, ampliando oferta de produtos financeiros para os clientes de sua plataforma.

A companhia afirmou que a Hub desenvolveu toda a estrutura bancária para oferta de produtos financeiros via conta digital e que possui 4 milhões de contas deste tipo, além de cartões pré-pagos, ativos que movimentaram R$ 6,6 bilhões nos últimos 12 meses. Esse fluxo de transações gerou receita bruta não auditada de R$ 159 milhões.

A rede de varejo afirmou que os clientes de sua plataforma passarão a ter um cartão pré-pago que refletirá o saldo da conta digital, permitindo também transações no mundo físico.

A Hub começou a operar em 2012 e é regulada pelo Banco Central como instituição de pagamentos, além de ser integrada ao Pix, sistema de transferências e pagamentos instantâneos.

Photographer Brenda Nasr for Numéro Russia with Hannah Middleton

Photographer & Director: Brenda Nasr. Fashion Stylist and Co-Producer: Melissa Lynn. Hair Stylist: Li Murillo. Makeup Artist: Tess Garvey. Gaffer: Christopher Lind at lind010. Retoucher: Daria Antonova. Model: Hannah Middleton.

Steven Popovich for Grazia Magazine with Jasmin Egeblad

Photography: Steven Popovich. Creative Direction: marnelenoir. Fashion Direction: Kim Payne. Hair & Makeup: Annabel Barton. Model: Jasmin Egeblad.

A moda agora é circular o guarda-roupa

Com pandemia, alta das vendas on-line e consumidor mais atento à sustentabilidade, brechós têm crescimento de até 250%. Ambientes digitais inteligentes facilitam negócios e atraem grandes marcas
Cleide Carvalho

Segmento de artigos de segunda mão deslanchou: o aumento de vendas vai de 30% a 250% Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo

SÃO PAULO — Com isolamento e home office, roupas, bolsas, sapatos e acessórios dormitam em cabides e prateleiras, mas isso pode não durar muito tempo. A combinação de tempo para refletir e limpar o guarda-roupa, mais horas gastas na internet e, em muitos casos, necessidade de ganhar um dinheiro extra, impulsionaram os consumidores rumo ao mercado de brechós, que colecionam histórias de sucesso em 2020.

Os relatos vão de crescimento de vendas de 30%, caso do Capricho à Toa, brechó paulistano que passou a vender pela internet em junho passado, a 250%, como a plataforma Repassa, que vende peças usadas de marcas como Renner, C&A, Zara e Riachuelo.

— Alguns mitos se dissolveram. O que era old fashion virou vintage, valorizado. As peças se transformaram em ativo nos guarda-roupas e as pessoas se orgulham de optar por um consumo inteligente, com peças mais versáteis e em menor quantidade — diz Anny Santos, analista de competitividade do Sebrae.

Anny avalia que a alavanca dos brechós foi o desenvolvimento, nos últimos anos, de plataformas tecnológicas e ambientes digitais inteligentes, que deram lugar a diferentes modelos de negócios. Ao mesmo tempo em que o consumidor se tornou mais atento à sustentabilidade, as novas ferramentas facilitam venda e a troca do que não serve mais.

Denise Pini, dona do brechó Capricho à Toa, de São Paulo: Tem gente que compra duas, três vezes por dia Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo

Com o consumidor dentro de casa, limpar o guarda-roupa e descobrir oportunidades na internet levaram muita gente ao novo mundo dos brechós.

— Tem gente que compra duas, três vezes por dia. Muitas mulheres compram para revender em outras cidades e estados. É gratificante — diz Denise Pini, dona do Capricho à Toa, brechó paulistano criado em 1991 e que iniciou vendas on-line em junho passado, em meio à obrigatoriedade de fechamento de lojas físicas.

O resultado foi um aumento de vendas e a chegada de novos clientes. Denise conta que tinha um público fiel, formado por mulheres que gostam de garimpar peças diferenciadas, mas agora a loja física lota de uma clientela bem mais jovem, de até 30 anos. Por dia, são vendidas, em média, cerca de 1.800 peças.

Compra e revenda

O Capricho à Toa compra as peças para depois revender. A maioria das plataformas de segunda mão, porém, atua como intermediária entre comprador e vendedor. Uma das mais conhecidas é a Enjoei, que captou R$ 1,13 bilhão no mercado em novembro, em seu primeiro lançamento de ações.

Também no mês passado, o grupo Arezzo adquiriu 75% do brechó on-line Troc, que trabalha com marcas de primeira linha e grifes internacionais. Lançada em 2017, a plataforma já fatura mais de R$ 10 milhões ao ano. Em 2020, as vendas já cresceram 50% em relação ao ano passado.

— Achávamos que 2020 seria promissor, pela busca por sustentabilidade. Mas a pandemia acelerou o processo e estamos virando várias chaves ao mesmo tempo. Nem nos nossos melhores sonhos imaginaríamos que isso fosse acontecer — diz Luanna Toniolo, que permanece à frente do negócio.

A entrada de grandes empresas no segmento, segundo Luanna, dá uma nova perspectiva à sustentabilidade da moda, ao mesmo tempo em que cria um ecossistema de negócios. As peças dispensadas pela Troc, por exemplo, abastecem brechós menores que atendem a outros segmentos de clientes.

Aline Penna, diretora de Relações com Investidores e Estratégia do grupo Arezzo&Co, diz que a Troc é a porta de entrada para a economia circular, que pode dar acesso a mais consumidoras a roupas e acessórios sem sinais de uso, democratizando a moda. O universo de 6 mil consumidoras que vendem peças por meio da Troc é ainda um grande banco de dados para conhecer a totalidade do guarda-roupas.

— A compra de 75% da Troc é estratégica. Não sabíamos como a cliente descartava os produtos. Agora, podemos fechar um ciclo e convidá-las a vender os artigos ociosos conosco — diz Aline.

Do ponto de vista de estratégia, afirma, “o céu é o limite”. A venda de peças usadas pode gerar desconto na compra de novos itens das marcas e é possível vender artigos de mostruário e sobras de coleção, sem uso, a preços mais acessíveis.

As ações devem ainda se entrelaçar com o ZZ Mall, plataforma de marketplace lançada em agosto passado e que centraliza as vendas das marcas do grupo (Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever, Alme e Vans).

60% ficam sem uso

O cálculo é que 60% das roupas e acessórios guardados em armários ficam sem uso. Num relatório de junho passado, a norte-americana ThredUp, que se autodenomina a maior loja de artigos usados do mundo, e a empresa de pesquisas  GlobalData Retail, estimaram que o mercado deve chegar a US$ 64 milhões em cinco anos. Hoje, movimenta US$ 28 bilhões.

No ano passado, diz o documento, a revenda cresceu 25 vezes mais rápido do que o mercado de varejo tradicional, com cerca de 64 milhões de pessoas comprando produtos de segunda mão.PUBLICIDADE

— Numa crise econômica, o negócio é favorecido. Quem tem roupa parada quer vender para fazer dinheiro. Quem compra roupa de qualidade busca preços mais acessíveis — diz Tadeu Almeida, da plataforma Repassa.

O Repassa fechou parceria com as marcas Malwee, Renner e C&A. Num programa chamado Sacola do Bem elas vão entregar sacolas para quem quer vender peças usadas para o Repassa, subsidiando o custo de logística. Em troca, as clientes poderão ter desconto na compra de itens novos.

A criatividade do novo mercado de brechós não para por aí.  A plataforma ClosetBobags, do Rio de Janeiro, por exemplo, aluga peças com opção de compra ao fim do período – o que leva o consumidor a ter a experiência de usar um produto, gostar e decidir se quer de fato ficar com ele. Bel Braga, idealizadora do negócio, diz que as pessoas estão pensando em formas alternativas de consumir e a plataforma é uma grande experiência.

— O desafio é  compartilhar peças que não estão sendo usadas. Tem gente que já ganhou R$ 200 mil só alugando roupas e acessórios que tem. É uma fonte de renda — explica.PUBLICIDADE

Recheada de grifes, a ClosetBoBags oferece ainda a possibilidade de o cliente escolher uma armação de óculos, colocar nele a lente com o grau que necessita e usar por três meses, para depois decidir pela compra. A parceria permite à ótica movimentar seu estoque.

A plataforma está ainda incorporando brechós que atuam com lojas físicas, como o Belchior (RJ) e abriu uma loja temporária no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, depois de selecionada pela BR Malls. A ideia é aproximar a plataforma das marcas com lojas físicas, buscando soluções de negócios on-line.

Ações de diversidade podem levar a mudanças na Folha, diz pesquisador Wellington Geraldo Silva

Jornalista apresentou a tese ‘Folha de S.Paulo e a possibilidade de um jornalismo plural’ na UFRJ
Guilherme Botacini

A ombudsman da Folha, Flavia Lima, no evento de 99 anos do jornal – Keiny Andrade/Folhapress

Duas iniciativas recentes da Folha foram objeto de estudo do jornalista Wellington Geraldo Silva, 53, em sua pesquisa de mestrado: a criação da editoria de Diversidade e a presença de Flávia Lima no cargo de ombudsman —é a primeira mulher negra nessa função.

A dissertação de Silva, intitulada “Folha de S.Paulo e a possibilidade de um jornalismo plural”, foi apresentada e aprovada por unanimidade na última sexta (18) para obtenção do título de mestre em comunicação e cultura pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Tomadas pelo jornal em 2019, ambas as ações têm como missão ampliar a perspectiva crítica sobre diversidade na Redação e sugerir mudanças que sejam refletidas na produção diária.

O estudo do jornalista analisou os espaços de opinião e entrevistas, como a seção Entrevista da 2ª.

“São espaços nobres e quase sempre demarcadamente de pessoas brancas, em que o emissor tem a liberdade de expor seu pensamento e onde sua visibilidade está mais presente, com fotos e nomes expostos no jornal”, afirmou Silva durante a defesa.

Para a pesquisa, ele entrevistou o diretor de Redação da Folha, Sérgio Dávila, a ombudsman do jornal, Flávia Lima, a primeira editora de Diversidade, Paula Cesarino Costa, e a atual, Alexandra Moraes.

Silva também ouviu colunistas negros do jornal, como Thiago Amparo, e blogueiros negros, como Denise Mota, do blog Preta, preto, pretinhos.

Silva graduou-se em 1990 pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), tem pós-graduação em marketing e gestão pela UFRJ e hoje é consultor de comunicação empresarial em São Paulo. Entre 2012 e 2014, ele foi secretário de comunicação do ministro Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal.

A orientação do trabalho foi do escritor e professor emérito da Escola de Comunicação da UFRJ, Muniz Sodré. A banca recomendou que o texto fosse publicado.​

“Em geral, a mídia brasileira fala pouco de si e de seus problemas, principalmente de um tema incômodo como o racismo. Mas tive uma abertura grande na Folha”, diz Silva.

Foi a partir da conexão entre a análise crítica do presente e a presença e silenciamento do negro na imprensa desde o movimento abolicionista que Silva avaliou possíveis impactos dessas iniciativas.

“Jornalistas negros sempre foram colocados em lugares de pouca visibilidade e muito perigo na imprensa brasileira, como a reportagem de polícia”, afirmou, citando o caso de Tim Lopes, jornalista da TV Globo morto enquanto fazia reportagem sobre traficantes no Rio de Janeiro, em 2002.

Para Silva, ainda é cedo para avaliar impactos estruturais das ações, embora ele já enxergue mudanças no jornalismo praticado pela Redação, ainda que ela seja majoritariamente branca.

Exemplo disso, segundo o pesquisador, foi o destaque dado às cotas raciais e de gênero em candidaturas nas eleições deste ano e a cobertura do Dia da Consciência Negra.

Entre os próximos passos sugeridos pelo pesquisador para o aprofundamento das mudanças, estão a abertura de maior espaço para diversidade no processo de contratação e a rediscussão de questões como as cotas raciais –nos editoriais, o jornal defende as cotas sociais.

“Um jornal precisa ter vários olhares, não pode dar as costas a mais de 50% da população. Não vejo outra maneira de os jornais sobreviverem”, afirma.

Diretor Peter Jackson divulga prévia de documentário sobre os Beatles

O filme se concentra na banda durante a gravação de seu último álbum ‘Let It Be’

Os quatro integrantes dos Beatles: Paul McCartney, Ringo Starr, John Lennon e George Harrison (Foto: Getty Images)

Peter Jackson, diretor por trás de ‘O Senhor dos Anéis’, acaba de dar aos fãs um pequeno vislumbre de como será seu próximo documentário, ‘The Beatles: Get Back’. Jackson disse que o filme foi feito a partir de 56 horas de filmagens nunca antes vistas do Fab Four.

Postado na manhã de segunda-feira na conta oficial do Twitter de Paul McCartney, o trecho começa com uma introdução do diretor vencedor do Oscar. Jackon começa admitindo que a pandemia adiou os planos de pós-produção e lançamento do filme que se concentra na banda durante a gravação de seu último álbum ‘Let It Be’. “Esse filme deveria ser concluído por volta de agora, mas como o resto do mundo, ele foi afetado pela pandemia. A única coisa boa realmente, é que estamos editando o filme na Nova Zelândia, agora que nosso país eliminou amplamente o vírus, podemos voltar para a sala de edição e continuar com a edição que estamos fazendo. Então, aqui estamos, temos 56 horas de filmagens dos Beatles nunca antes vistas, e é um material realmente ótimo”, ele disse.

E acrescentou: “Eu diria que estamos na metade da edição agora, mas como vocês foram tão pacientes e o filme foi adiado até 2021, achamos que seria um bom momento para dar uma pequena amostra do que temos trabalhado e o tipo de vibração e energia que o filme terá”. Jackon disse que o clipe não era um trailer, mas uma montagem para dar uma ideia do “espírito” do filme.

O documentário conta com material originalmente filmado por Michael Lindsay-Hogg enquanto a banda estava gravando o álbum ‘Let It Be’, de 1970, o álbum que tinha o título provisório de ‘Get Back’. O filme ‘Let It Be’, de Lindsay-Hogg, foi rodado em 1969, mas não foi lançado até 1970, depois que os Beatles oficialmente se separaram. Jackson disse anteriormente que trabalhou no filme com a ajuda de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon e Olivia Harrison.

Um dos últimos lançamentos do diretor foi o documentário da Primeira Guerra Mundial aclamado pela crítica, ‘They Shall Never Grow Old’. O filme ‘The Beatles: Get Back’ será lançado em 27 de agosto de 2021.

Madonna mostra abdome chapado e cicatriz de cirurgia na perna em fotos

Madonna mostrou a cicatriz de uma cirurgia recente Imagem: Reprodução/Instagram

Madonna, 62 anos, deixou fãs suspirando ao publicar duas fotos em que mostra a barriga chapada, usando top e shortinho, e a cicatriz de uma cirurgia recente.

Como legenda da imagem, publicada no Instagram, a popstar escreveu: “‘Recuperação’, ‘cupping’ [técnica de aplicação de vácuo ao longo da pele] e ‘bela cicatriz'”.

No fim de novembro, Madonna já havia compartilhado com seguidores, na redes, uma foto da cicatriz abaixo do quadril. Alguns fãs suspeitaram da instalação de uma prótese no quadril.

“Madame X é uma sobrevivente”, escreveu a cantora na legenda da foto que mostra o curativo.