Maite by Lola Casademunt | Spring Summer 2021 | Full Show

Maite by Lola Casademunt | Spring Summer 2021 | Digital (Widescreen – Exclusive Video/1080p – 080 Barcelona Digital Fashion Edition)

David O’Brien – Triosonic
Gareth Johnson – Stupido
Kevin Browne – Chienoirz

Bridgerton | Netflix revela fotos dos bastidores da 1ª temporada

Produção já está disponível no streaming
GABRIEL AVILA

Netflix revelou fotos dos bastidores de Bridgerton, sua nova série de época. As imagens mostram o elenco se divertindo em diferentes locações da produção.

Baseado na série de livros da autora Julia QuinnBridgerton conta a história de uma família aristocrata inglesa que se vê envolvida em uma rede de luxúria e traições. No elenco estão nomes como Jullie AndrewsAdjoa AndohRuby BarkerJonathan BaileyJason Barnett Sabrina Bartlett. A primeira temporada já está disponível na Netflix.

Photographer Carmen Rose for Fashion Editorials with Olivia Jonasz

Photographer: Carmen Rose. Hair & Makeup: Zoe Karlis. Model: Olivia Jonasz at Chadwick Models.

Koche | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Koché | Fall Winter 2020/2021 by Christelle Kocher | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Sean Allen – Take That/Let That Go
Pete Masitti – When She Left Me

Após muitas quedas de braço, funcionários do Google criam sindicato nos EUA

Da Reuters, em Bangalore

Mais de 200 funcionários do Google nos Estados Unidos formaram um sindicato de trabalhadores, escreveram os líderes eleitos da entidade em um artigo publicado no New York Times nesta segunda-feira.

O “Sindicato dos Trabalhadores da Alphabet” visa garantir que os funcionários trabalhem com um salário justo, sem medo de abusos, retaliação ou discriminação, escreveram os dirigentes da entidade.

O Google está sendo alvo do órgão regulador do trabalho dos EUA, que acusa a empresa de questionar ilegalmente vários trabalhadores que foram demitidos por protestarem contra as políticas da empresa e tentarem organizar um sindicato. O Google disse estar confiante de que agiu legalmente.

“Estamos aproveitando os anos de esforços de organização do Google para criar uma estrutura formal para os trabalhadores”, escreveram os líderes sindicais, acrescentando que até agora 226 funcionários assinaram carteiras sindicais com o Communications Workers of America.

“Nossos funcionários protegeram os direitos trabalhistas que apoiamos. Mas, como sempre fizemos, continuaremos nos envolvendo diretamente com todos os nossos funcionários”, disse Kara Silverstein, diretora de operações de pessoal do Google.

Conheça o ator que vive Simon Basset, o solteiro mais cobiçado de ‘Bridgerton’

Regé-Jean Page interpreta o duque de Hastings na nova série da Netflix

Regé-Jean Page como Simon Basset, o duque de Hastings, em Bridgerton Foto: LIAM DANIEL/NETFLIX
Regé-Jean Page como Simon Basset, o duque de Hastings, em Bridgerton Foto: LIAM DANIEL/NETFLIX

Anote esse nome: Regé-Jean Page. Se é que você já não ouviu falar dele. O ator é um dos “assuntos” mais comentados desse ano que mal começou, tudo porque estrela “Bridgerton”, a primeira produção da parceria entre Netflix e Shonda Rhimes. A série, baseada no romance “O duque e eu”, de de Julia Quinn (2000), é uma das mais vistas do serviço de streaming no Brasil nos últimos dias de 2020 e primeiros de 2021.

Regé-Jean Page interpreta Simon Basset, o duque de Hastings, o solteiro mais cobiçado de Londres no período regencial. Bonito, rico, inteligente e sedutor, o rapaz não pretende se casar, mas entra num acordo com Daphne Bridgerton para que ela encontre um bom casamento. Nem precisa dizer que aí a atração entre os dois começa…

Mas voltemos a Regé-Jean Page. Confira abaixo algumas curiosidades sobre o ator.

Quem é ele

Regé-Jean Page tem 30 anos e é filho de uma enfermeira do Zimbábue e de um pastor da Inglaterra. Nasceu em Londres e depois foi para a terra natal de sua mãe. Aos 14 anos, mudou-se para Londres de novo e começou a se interessar por atuação, formando-se, em 2013, no Drama Centre. Hoje, ele mora em Los Angeles, nos Estados Unidos. “Casa é um conceito relativo”, disse ele à “Interview”.

Outros trabalhos

O jovem começou no teatro e teve atuações elogiadas em peça como “The History Boys” e “The Merchant Of Venice” (“O Mercado de Veneza”, de Shakespeare), em que atuou com Jonathan Price, em 2015.

Seu primeiro papel de maior destaque na TV foi em 2015, na série “Waterloo Road” (BBC), em que também estava Phoebe Dynevor, a atriz que interpreta Daphne, em “Bridgerton”. Na TV americana, estreou em 2016, na série “Roots”. Também em 2016, fez “For the people”, seriado produzido por Shonda Rhimes.

Regé-Jean Page em 'For the people' Foto: Divulgação
Regé-Jean Page em ‘For the people’ Foto: Divulgação

Música

Dá para imaginá-lo na cena punk? Pois isso aconteceu, quando ele era adolescente e tocava bateria na banda do irmão. Em entrevista à revista “The Fall”, ele contou que chegou a ter cabelo roxo, verde e azul e que sua noção de carreira mudou com a música. “Eu percebi que um caminho nas artes com pessoas e comunidade te apoiando”.

Nas redes

No Instagram, você pode encontrá-lo em @regejean, conta que ele tem desde 2017, mas que só “bombou” mesmo depois da estreia de “Bridgerton”. Por lá, já são 1,1 milhões de seguidores até a publicação desta matéria. Espere encontrar fotos de bastidores de trabalhos, alguns #tbt, mas nenhum sinal de que o rapaz seja comprometido.

The Economist: Por que os varejistas em todo o mundo devem olhar para a China

É lá, e não no Ocidente, que o futuro do e-commerce está sendo traçado; o mercado de varejo online chinês vale US$ 2 trilhões, mais do que o dos EUA e o da Europa juntos
The Economist

Alibaba
Empregados do Alibaba separam produtos em galpão de distribuição na cidade de Wuxi, no leste da China. Foto: Aly Song/Reuters – 26/10/2020

Nos últimos dez meses, a maioria das pessoas nos países ricos participou da maior revolução nas compras do Ocidente desde que os shoppings e supermercados conquistaram os subúrbios há 50 anos. A pandemia levou a um aumento nos gastos online, acelerando a mudança das lojas físicas em cerca de meia década ou mais.

Esqueça a chaminé. Os presentes de Natal em 2020 chegaram voando pela caixa do correio ou foram jogados na soleira da porta. Trabalhadores em um punhado de empresas, incluindo Amazon Walmart, fizeram esforços sobre-humanos para atender pedidos online e seus investidores tiveram lucros superiores à média enquanto Wall Street conseguia lances maiores por suas ações na euforia que o varejo ocidental está liderando.

No entanto, é na China, não no Ocidente, que o futuro do e-commerce está sendo traçado. O mercado chinês é muito maior e mais criativo, com empresas de tecnologia combinando comércio eletrônico, mídia social e pompa para se tornarem empórios de compras online para 850 milhões de consumidores digitais.

E a China também está na fronteira da regulamentação, com a notícia em 24 de dezembro de que  autoridades do país haviam iniciado uma investigação antitruste contra o Alibaba, cofundado por Jack Ma, o magnata mais famoso da China, e até algumas semanas atrás sua empresa listada mais valiosa. 

Por um século, as empresas de consumo do mundo todo olharam para os Estados Unidos em busca de novas tendências, desde códigos de barras digitalizáveis em chicletes Wrigley na década de 1970 até acompanhar os hábitos de consumo das Kardashians na década de 2010. Agora elas deveriam estar olhando para o Oriente.

A liderança da China em e-commerce não é inteiramente novidade. Em tamanho, seu mercado ultrapassou o dos EUA em 2013 – com pouco espaço físico na loja, seus consumidores e varejistas avançaram para o mundo digital. Quando o Alibaba foi listado na Bolsa em 2014, foi a maior oferta pública inicial do mundo. Hoje, o mercado de varejo eletrônico do país vale US$ 2 trilhões, mais do que o dos EUA e o da Europa juntos. Mas, além de seu imenso tamanho, ele agora se destaca do passado e da indústria no Ocidente de várias maneiras cruciais.

Para começar, é mais dinâmico. Nos últimos anos, novos concorrentes, incluindo Meituan Pinduoduo, cresceram com modelos de negócios efervescentes. Um sinal de competição acirrada é que a participação do Alibaba na capitalização de mercado da indústria chinesa de e-commerce tinha caído de 81% quando listada para 55% atualmente.

A concorrência também levou o e-commerce e outras empresas de tecnologia a destruir as fronteiras entre os diferentes tipos de serviços que ainda são comuns no Ocidente. Aponte e clique são coisas do passado: as plataformas de compras online na China agora combinam pagamentos digitais, negócios agrupados, mídia social, jogos, mensagens instantâneas, vídeos curtos e celebridades ao vivo.

A questão óbvia, de vários trilhões de dólares, é se o modelo chinês de e-commerce se tornará global. Como tem acontecido há décadas, os gigantes do Vale do Silício ainda tendem a subestimar a China. Existem poucas ligações diretas entre as indústrias de e-commerce americana e chinesa, em parte devido ao protecionismo de ambos os lados (o Yahoo vendeu grande parte de sua participação no Alibaba, muito cedo, em 2012).

E as empresas ocidentais há muito têm se organizado em nichos confortáveis e previsíveis. Portanto, a Visa é especializada em pagamentos, Amazon em e-commerce, Facebook em mídia social, Google em pesquisa e assim por diante. A principal fonte de incerteza no e-commerce tem sido quantos grandes varejistas tradicionais irão à falência – mais de 30 faliram nos EUA em 2020 – e se poucos conseguirão administrar a mudança para o online, como o Walmart e a Target fizeram.

No entanto, por mais seguro e isolado que o e-commerce ocidental possa parecer, agora é improvável que se torne o modo de compra dominante no mundo. Fora dos países ricos, a abordagem chinesa já está ganhando força. Muitas empresas líderes de e-commerce no sudeste da Ásia (Grab Sea), Índia (Jio) e América Latina (Mercado Livre) são influenciadas pela estratégia chinesa de oferecer um “superaplicativo” com uma abundância de serviços, de entrega de refeições a serviços financeiros.

As gigantescas empresas de bens de consumo que ocupam os mercados ocidental e chinês também podem transmitir ideias e táticas de negócios chinesas. Multinacionais como UnileverL’Oréal Adidas geram mais receita na Ásia do que nos EUA, e seus chefes recorrem a elas, não à Califórnia ou Paris, para ver as novidades em marketing digital, branding e logística.

As características chinesas já estão surgindo nos centros de varejo do Ocidente, em parte como resultado da pandemia. Os nichos estão se rompendo à medida que as empresas se diversificam. O Facebook agora está promovendo serviços de compras em suas redes sociais e se engajando no “comércio social”, incluindo streaming ao vivo e uso do WhatsApp para mensagens entre comerciantes e compradores.

Alibaba live
Live para apresentar produtos à venda no Alibaba durante o Dia do Solteiro, principal data de descontos no comércio online da China. Foto: Aly Song/Reuters – 11/11/2020

Em dezembro, o Walmart apresentou seu primeiro evento de compras ao vivo pelo TikTok, um aplicativo de vídeo de propriedade chinesa do qual espera comprar uma participação. Na França, no último trimestre, o sexto aplicativo de e-commerce mais baixado foi o Vova, vinculado ao fundador do Pinduoduo. E os novos concorrentes podem finalmente fazer progresso nos EUA – o preço das ações da Shopify, uma plataforma para vendas individuais e pequenas empresas da Amazon, disparou tanto que agora está avaliada em mais de US$ 140 bilhões.

Essa mudança para uma indústria global mais ao estilo chinês promete ser uma excelente notícia para os consumidores. Os preços seriam mais baixos, já que a China tem visto descontos ferozes por parte de empresas concorrentes. A escolha e a inovação provavelmente cresceriam. 

Mesmo assim, o e-commerce chinês tem falhas. Em um clima do Velho Oeste, a fraude é mais comum. E existem aquelas preocupações antitruste. É tentador ver a repressão contra Ma como apenas mais uma demonstração do poder brutal do Partido Comunista. Pode ser parcialmente isso, mas os reguladores antitruste da China também estão ansiosos para aumentar a concorrência.

Isso significa garantir a interoperabilidade, de forma que, por exemplo, os serviços de pagamento em uma plataforma de e-commerce possam ser usados perfeitamente em uma plataforma rival. E isso significa evitar que as empresas de e-commerce penalizem os comerciantes que vendem produtos em mais de um lugar online.

Até agora, as organizações antitruste americanas e europeias têm sido ineficazes no controle das grandes tecnologias, apesar de uma enxurrada de ações judiciais e projetos de lei no final de 2020. Elas também devem estudar a China, para ter uma noção de para onde a indústria está indo e como responder.

Existe um padrão de como o Ocidente pensa a respeito da inovação chinesa. De eletrônicos a painéis solares, os avanços da produção chinesa foram ignorados ou descartados como cópias, depois subestimados e, então, relutantemente reconhecidos em todo o mundo. Agora são os gostos e hábitos do consumidor chinês que estão se tornando globais. Assista e aprenda. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Amazon compra startup de podcasts Wondery

O negócio é uma aposta da Amazon para reforçar o conteúdo não musical em seus aplicativos
Por Agências – Reuters

A Amazon chega relativamente tarde ao mercado de podcasts

A Amazon confirmou na semana passada a compra da startup de podcasts Wondery, uma aposta da companhia para reforçar o conteúdo não musical em seu aplicativo Amazon Music. A notícia foi antecipada no início de dezembro pelo Wall Street Journal, que informou que as empresas estavam discutindo o negócio – a transação avaliaria a Wondery em mais de US$ 300 milhões, segundo o jornal.

A Amazon chega relativamente tarde ao mercado de podcasts, uma área chave para o Spotify, que tem investido em grandes nomes para se tornar uma espécie de Netflix de conteúdo de áudio.

A Wondery, que abriga podcasts populares como “Dirty John”, “Dr. Death” e “Business Wars”, tem cerca de 20 milhões de ouvintes únicos por mês, de acordo com reportagem da Variety.

Em novembro, a Bloomberg News informou que a Apple e a Sony Music Entertainment chegaram a discutir a aquisição da Wondery.

Sumiço de fundador do Alibaba, Jack Ma, após pito do governo chinês alimenta rumores

Tony Munroe e Brenda Goh
Em Pequim

O fundador e presidente do grupo chinês Alibaba, Jack Ma, participa de mesa redonda na 45ª edição do Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na SuíçaImagem: Jean-Christophe Bott/EFE

A ausência do fundador do Alibaba, Jack Ma, da vista do público nos últimos dois meses, incluindo a falta do episódio final de um programa de TV em que ele apareceria como jurado, tem alimentado especulações sobre seu paradeiro em meio a uma repressão regulatória chinesa sobre seu império de negócios.

O empresário de maior destaque da China não aparece em público desde um fórum no final de outubro em Xangai, onde ele criticou o sistema regulatório da China em um discurso que o colocou em rota de colisão com autoridades do país e que resultou na suspensão da oferta pública inicial de ações (IPO) de 37 bilhões de dólares do braço financeiro Ant Group.

O Financial Times informou na sexta-feira que Ma foi substituído como jurado no episódio final em novembro de um game show para empresários chamado de Heróis Empresariais da África.

Uma porta-voz do Alibaba disse à Reuters nesta segunda-feira que a mudança foi devido a um conflito de agenda. Ele não deu mais informações. Os reguladores chineses se concentraram nos negócios de Ma desde seu discurso de outubro, incluindo o lançamento de uma investigação antitruste sobre o Alibaba e ordenando a Ant para promover uma reorganização de seus negócios de financiamento ao consumidor, incluindo a criação de uma holding.

“Acho que foi dito para ele se calar”, disse Duncan Clark,presidente da consultoria de tecnologia com sede em Pequim BDA China. “Isto é uma situação bastante única, mais ligada à escala da Ant e às sensibilidades sobre a regulamentação financeira”, disse ele.