Montce | Resort 2020 | Full Show

Montce | Resort 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Miami Swim Week)

Referência em moda praia, Adriana Degreas fala sobre o processo de internacionalização da marca

Com produção nacional e matéria-prima 100% brasileira, a marca faz parte de uma das categorias da nossa moda com maior destaque internacional, o beachwear
Alice Ferraz, O Estado de S.Paulo

Com produção nacional e matéria-prima 100% brasileira, a marca faz parte de uma das categorias da nossa moda com maior destaque internacional, o beachwear Foto: Divulgação/Nicole Heini

Prestes a completar 20 anos de sucesso no mercado, Adriana Degreas conquistou com seu trabalho autoral um lugar de destaque entre os principais nomes do segmento de beachwear do mundo. Sua marca homônima, que tem pontos de venda físicos no Brasil Estados Unidos e e-commerce de abrangência global, é conhecida por peças de banho inusitadas, com recortes precisos que encantam os olhos. É uma forma especial de ver a moda praia que conquistou nomes célebres como Naomi CampbellJada Pinkett Smith e Chrissy Teigen

Nas palavras da própria Degreas, ela oferece o Bain Couture, conceito que a própria diretora criativa da marca define como: “O uso de tecidos não convencionais, aplicação de técnicas de moulage (modelagem tridimensional), com produção em escala limitada em cores clássicas e estética atemporal”. 

“Procuro ampliar a visão sobre o conceito de moda praia, trazendo irreverência com materiais e formas não rígidas transformando-as em produto. O meu processo é muito empírico, intuitivo. O real e o imaginário andam juntos, com formas se sobrepondo. Busco sempre pelo extraordinário”, afirma Degreas. “Através das minhas criações, quero que as pessoas se sintam confiantes com seus corpos, que se sintam livres de padrões estéticos e únicas”, complementa. 

Com produção nacional e matéria-prima 100% brasileira, a marca faz parte de uma das categorias da nossa moda com maior destaque internacional, o beachwear

Segundo informações da ABIT, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, a moda praia brasileira é referência mundial e está entre os setores que mais despertam interesse dos compradores de outros países, ao lado de segmentos como jeanswear e homewear. A internacionalização, que hoje é um pilar importante da marca de Adriana Degreas, veio como consequência do desejo da criadora de ver o mundo reconhecer um trabalho genuinamente brasileiro. 

Dessa vontade de levar suas criações para o mundo surgiu a necessidade de uma mudança de endereço – Adriana mora há seis anos em Miami. “No processo de internacionalização da marca, percebi que tinha que estar fora do Brasil para de fato ter a relação com esse mercado, vivência, entendimento de comportamento do consumidor e poder adquirir experiência internacional. Ainda estamos nesse caminho.” 

Decisão que abriu portas e que também criou novos desafios para a empresária: “Tive que encontrar novas formas de trabalhar com a equipe, de lidar com desenvolvimento de produto e com a finalização. Como nosso processo é feito no Brasil, inclusive as estamparias, tenho que ser mais ágil para estar no cronograma do mercado. Com isso, passamos a criar coleções cápsulas mensais ao invés de seguir o calendário de verão e inverno. Isso ajudou estrategicamente nas vendas e na nossa dinâmica de trabalho”, explica.

A marca de Adriana Degreas faz parte de um legado de família que, desde 1948, trabalha na indústria têxtil brasileira e atualmente tem sua continuidade pelas mãos da filha de Adriana, Nicole Degreas, que atua na área de marketing e vendas da marca. Uma história que, na visão de Adriana, “passa por gerações, agregando novos valores para a marca.

Kate Moss – Vogue UK January 2021 By Mert Alas & Marcus Piggott

And God Created Kate — Vogue UK January 2021 — http://www.vogue.co.uk

Photography: Mert Alas & Marcus Piggott
Model: Kate Moss
Styling: Edward Enninful
Hair: Paul Hanlon
Make-Up: Lucia Pieroni
Manicure: Lorraine Griffin

Color Trends – Spring/Summer 2021

A Fashion Presents: Color Trends – Spring/Summer 2021
Video edited by Anna Davidsson, January 2021.

Want to know more about the trends? Visit https://glowsly.com/spring-summer-col…

Music:

  1. Arlow – 21
  2. Unknown Brain & Hoober – Phenomenon
  3. Facading – Take It Down

Video credits:
Brandon Maxwell
Jil Sander
Altuzarra
Prada
No.21
Sportmax
Salvatore Ferragamo
Alberta Ferretti
Ulla Johnson
Hermès
Jacquemus
Ports 1961
BOSS
Chanel
Valentino
Max Mara
Louis Vuitton
Victoria Beckham
Zimmermann
Ralph & Russo
Versace
AMI Paris
Burberry
Gabriela Hearst
Carolina Herrera
Coperni
Dolce & Gabbana
Acne Studios
Isabel Marant

As séries da Marvel mais aguardadas de 2021

Produções do MCU serão lançadas na Disney+

Loki | Marvel Studios I Disney+

Desde que estreou nos cinemas em 2008, o MCU fez algumas tentativas de expandir sua franquia para a televisão – algumas com resultados melhor do que outras. Apesar de séries como Agents of SHIELDDemolidor e Fugitivos começaram se ligando ao que era mostrado nas telonas, a TV e o cinema foram, aos poucos, se separando, até suas tramas não mais se conectarem de qualquer maneira. Em 2021, no entanto, essa situação está prestes a mudar.

Marvel Studios planeja lançar neste ano produções televisivas canônicas ao MCU, que darão continuidade às narrativas mostradas pelo estúdio nos cinemas. Na Omelista desta semana, você confere as séries mais esperadas do MCU na Disney+.

WANDAVISION

FALCÃO E O SOLDADO INVERNAL

WHAT IF…?

LOKI

MS. MARVEL

Rotina de cuidados da pele pós Réveillon com Elsa Majimbo | Being Naomi

Há um tempo que minhas panteras pedem um vídeo de rotina de cuidados com a pele, então decidi dar uma olhada na minha rotina de remoção de maquiagem depois de NYE com minha irmãzinha Elsa Majimbo.

Julia Quinn, autora de ‘Os Bridgertons’, elogia diversidade e cenas de sexo na série

Best-seller no Brasil, escritora já esteve no país por duas vezes e agora vê seus livros ganharem novo impulso com o sucesso da série produzida por Shonda Rhimes
Ruan de Sousa Gabriel

A escritora americana Julia Quinn, autora da série de livros que inspirou a série “Brigderton”, sucesso da Netflix

SÃO PAULO — No dia de Natal, o marido e os dois filhos de Julia Quinn, autora dos livros que inspiraram a série “Bridgerton”, que estreou na Netflix em 25 de dezembro, acordaram cedo e prepararam um banquete para duque nenhum botar defeito: chá e bolinhos (ambos ingleses, obviamente) e também chocolate, champanhe e até caviar. Ligaram a televisão lá pelas 11 horas e, todos juntos, maratonaram os oito episódios da série, que narra as agruras da perfeitinha Daphne Bridgerton e do teimoso Duque de Hastings até o “felizes para sempre”.

— O plano original era alugar um cinema aqui em Seattle, chamar todos os meus amigos para uma festança e ainda comemorar meu aniversário de 50 anos — diz Julia em conversa com O GLOBO por Zoom. — Mas passar o dia assistindo à série com minha família, em casa e de pijama foi ótimo! Desde a estreia a vida está uma loucura! Muitos sentimentos de uma vez!

Duas visitas ao Brasil

Julia publicou “O duque e eu”, o primeiro dos nove volumes “Os Bridgertons”, em 2000. A série acompanha oito rebentos de uma família aristocrática em busca de um amor verdadeiro nos salões londrinos do início do século XIX e já vendeu mais de 3,5 milhões de exemplares em todo o mundo — quase um terço disso só no Brasil. Ela já veio ao país duas vezes, em 2015 e em 2017, e guarda boas lembranças dos leitores que lhe davam brigadeiros de presente. Julia gostou tanto do quitute (“é o melhor doce do mundo!”) que preferiu nem aprender a receita.

— Os leitores brasileiros são os melhores! São extrovertidos e calorosos. Quando fui ao Brasil, me trataram como uma rockstar — recorda. — Durante muito tempo, mais de dois terços dos meus seguidores no Instagram eram brasileiros.

Julia já perdeu a conta de quantos livros já publicou. Segundo o site dela, são “38 histórias de amor”, que já venderam mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo (e mais de 1,7 milhões no Brasil). São livros povoados por donzelas e bonitões que se conhecem num baile, não vão com a cara um do outro, brigam, brigam mais um pouco, apaixonam-se, depois de uns poucos tormentos, casam-se e vivem felizes para sempre.

A Arqueiro (selo da Sextante) já publicou 29 títulos de Julia por aqui e, para este ano, promete, a trilogia “Damas rebeldes”, com a qual ela estreou na literatura, em 1995, e uma edição de luxo de “O visconde que me amava” (segundo volume de “Os Bridgertons”) que já esgotou na pré-venda.

‘Leia o que você quiser’

Julia é apaixonada pela leitura desdes criança e abandonou a faculdade de medicina para viver da escrita. O pai implicava as escolhas literárias da filha, que se empanturrava de romances açucarados que ele julgava baixa literatura. Para que ele largasse do seu pé, Julia disse que estava fazendo uma pesquisa para, depois, escrever ela própria um livro. O pai, então, levou-a até o computador e sugeriu que ela começasse logo a escrever .

— Era 1983 e quase ninguém tinha computador — conta. — Meu pai achou que eu ia desistir em 10 minutos, mas três horas depois lá estava eu digitando. Ele disse: “ok, leia o que você quiser”, e hoje é o meu maior fã.

Julia não economiza nos elogios ao diretor Chris Van Dusen e à produtora Shonda Rhimes (“Grey’Anatomy”“Scandal”), responsáveis por levar “Os Bridgertons” para a Netflix. Ela atuou como consultora da produção, revisou todos os roteiros e visitou as filmagens em duas ocasiões. Na série, atores negros interpretam personagens que, nos livros são brancos, como o Duque de Hastings, vivivido por Regé-Jean Page, britânico nascido no Zimbábue.

— Sou muito grata pela Shondaland (produtora) tornar o mundo que eu criei mais inclusivo e mostrar que todo mundo merece um final feliz. É muito especial ver a reação dos leitores não brancos que, finalmente, estão vendo que os personagens podem se parecer com eles — diz Julia, que ainda tem dúvidas se vai escrever livros com protagonistas negros. — Não sei se estou preparada. Quero fazer isso direito. E quero ajudar a abrir espaço para autores não brancos que escrevem romances de época, como as incríveis Beverly Jenkins, Vanessa Riley e Courtney Milan.

Sem vergonha

As cenas de sexo da série, bem mais frequentes e picantes do que as do livro, também deram o que falar. Nas redes sociais, alguns fãs lamentaram a decisão de assistir aos episódios de “Bridgerton” junto da família. Julia diz que ninguém precisa corar de vergonha, como uma donzela igual às personagens de seus livros.

— Cenas de sexo são importantes em livros como os que eu escrevo. Elas ajudam a história avançar, marcam uma mudança na relação dos personagens ou dão mais informações sobre eles ao leitor. Na série, têm a mesma função. Ninguém precisa sentir vergonha — afirma. — É engraçado que cenas de sexo deixem as pessoas envergonhadas, quando assistir a um tiroteio ou um assassinato é muito mais chocante do que ver duas pessoas fazendo amor.