Kristen Wiig teria dito sim a papel com uma fala só em ‘Mulher-Maravilha 1984’

Atriz diz que adora filmes de super-heróis: ‘Objetivo importante na minha lista’
DAVE ITZKOFF

Kristen Wiig Instagram/kristenwiigs

“Quero que você saiba que me arrumei para a entrevista”, diz Kristen Wiig da tela do computador, com um sarcasmo seco. Usando um moletom esculhambado, ela falou sobre um problema que se tornou familiar: o desgaste causado pelos meses de entrevistas e de conversas em vídeo em seus esforços para parecer apresentável diante da câmera.

“Primeiro você tenta firmemente parecer normal”, ela afirma. “Em seguida, normal pelo menos da cintura para cima. Mas agora eu nem tento –é desse jeito que estou. Roupa manchada de comida para bebê. Todo mundo precisa se aceitar.”

Wiig voltou recentemente a Los Angeles, onde mora com o marido, o ator Avi Rothman, e os dois filhos pequenos do casal, depois de uma visita relâmpago a Nova York. Ela viajou para apresentar Saturday Night Live, uma instituição na rede NBC de cujo elenco ela foi integrante, interpretando dezenas de personagens excêntricos mas adoráveis, esquisitões mas fofos.

Seria um bom final para o 2020 de qualquer um, mas Wiig ainda tinha algo mais a fazer: ela estrela “Mulher-Maravilha 1984”, a continuação da história de super-heróis da DC Comics que a Warner Bros. lançou no dia do Natal de 2020.

O filme leva adiante a história do “blockbuster” de 2017, “Mulher-Maravilha”, dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot, e pode não parecer um trabalho muito enquadrado ao perfil de Wiig, mais conhecida por comédias escancaradas como “Missão Madrinha de Casamento”, que ela escreveu, com Annie Mumolo, e estrelou, e filmes independentes melancólicos como “Irmãos Desastre” e “Bem-vindos ao Meu Mundo”.

Mas se você observar com mais cuidado o seu personagem, não é difícil perceber por que Jenkins escolheu Wiig para interpretar Barbara Minerva, uma tímida especialista em antiguidades cujo desejo de aceitação e fascínio pela colega Diana Prince (o alter ego da Mulher-Maravilha) enfim termina por levá-la a se transformar na vilã Cheetah.

Interpretar Barbara Minerva permitiu que Wiig trocasse socos em sequências de ação, e ao mesmo tempo deixou espaço ao seu talento para demonstrar introversão e extroversão de modo muito bem balanceado. Como diz Wiig na entrevista, “estou empolgada e também nervosa” para saber como os espectadores vão reagir ao seu desempenho naquele que com certeza é o maior filme em que já esteve envolvida.

Ela também diz sobre como conquistou o papel, sobre seu amor pelos filmes de super-heróis, e sobre sua vida nova como mãe de gêmeos, nascidos no começo de 2020. Leia trechos editados da conversa.

Antes de “Mulher-Maravilha 1984”, você se imaginou interpretando uma vilã em um filme caro derivado dos quadrinhos, ou tinha a ambição de fazer um papel como esse? Era uma aspiração, com certeza. Era um objetivo importante na minha lista. Adoro os grandes filmes de ação, e os filmes de super-heróis. Amei todos os filmes de Batman dirigidos por Christopher Nolan, e os filmes dos Vingadores, “Deadpool”, todos eles. Assisti a todos. Vi “Mulher-Maravilha” no cinema quando o filme estreou, e quando ela saiu daquela trincheira, a plateia estava celebrando. E era uma mulher como super-herói, o que me comoveu.

Você fez muitos filmes independentes idiossincráticos, também. Agora se tornou impossível voltar àquele mundo? Não sei se eu poderia dizer que agora quero fazer só um tipo de filme. Já trabalhei em filmes com orçamento literalmente zero e diálogo completamente improvisado, como “Nasty Baby”, que fiz em Brooklyn com amigos. Sempre me digo que o que quero é ser feliz ao chegar ao set, e por isso digo sim às coisas que sinto vontade de fazer.

Como você descobriu que estava sendo considerada para “Mulher-Maravilha 1984”? Recebi um telefonema de meu agente dizendo que Patty Jenkins queria conversar comigo. E respondi que “pode dizer que aceito o papel, não importa qual for”. Eu tinha a esperança de que fosse algo em “Mulher-Maravilha”, mas não sabia coisa alguma a respeito. Não sabia se teria só uma linha de diálogo –se ela queria que eu interpretasse a vizinha louca que aparece para dizer “tchau, Diana”.

Os seus sentimentos mudaram quando você descobriu que ela estava pensando em você para interpretar Barbara Minerva? Eu conhecia Cheetah, mas havia tantas versões diferentes da personagem. Eu estava curiosa para saber como ela seria. E quando ouvi as ideias de Patty, compreendi um pouco mais por que ela pensou em mim. Talvez porque Barbara seja realmente desajeitada, no começo; tenho esse lado em minha personalidade. E depois de eu conseguir o papel, ela entrou em mais detalhes sobre quem Barbara era.

O que a fez se interessar pelo papel, naquela altura? ​Eu adoro os vilões pelos quais a gente torce um pouquinho, aqueles sobre os quais a gente entende os motivos para que sejam malvados. O que amei sobre ela é que Barbara está sempre presente. Mesmo quando ela se transforma plenamente em Cheetah, Diana pode ver Barbara, nela. Amei o conflito em que isso a coloca, em que isso coloca a audiência, porque é tão fácil gostar dela, e ela é tão nervosa e insegura. Todo mundo passa por momentos em que se sente mais ou menos como Barbara.

Seria redutivo dizer que vi vislumbres de alguns de seus personagens mais conhecidos em Saturday Night Live –solitários desconfortáveis, como Penelope, e malucos exagerados, como a Target Lady– em sua interpretação? Bem, todas essas pessoas vivem dentro de mim. Não sei como me livrar delas. (Risos)

Os personagens introvertidos são todos extensões de você? Em Saturday Night Live, tenho de descobrir em mim o que me torna insegura. E aí exagero isso até o ponto 10 ou 11 da escala. Mas ao interpretar um papel, seja no programa, seja em “Mulher Maravilha”, eu preciso encontrar aquilo em mim. Com certeza existem personagens que interpretei com os quais nada tenho em comum, e ainda assim preciso descobrir como chegar lá de uma maneira autêntica.

As pessoas imaginam que você seja exagerada e histriônica na vida real porque se acostumaram a vê-la interpretando esse tipo de personagem? Oh, sim, o tempo todo. Quando as pessoas sabem que você é atriz, e ponto, elas acham que você vai lhes contar uma história maravilhosa sobre o que aconteceu com você a caminho do jantar, e que será cativante. Se acrescentarmos a isso o fato de que sou conhecida principalmente por papéis em comédias, parece que a expectativa das pessoas é “opa, quando é que ela vai começa a fazer aquela voz?” Mas eu não passo o tempo todo fazendo personagens. A suposição é que atuar seja uma coisa de pessoas extrovertidas. Mas não é, necessariamente.

E onde é que você encontra essas qualidades, dentro de você, quando precisa interpretar um papel como esses? Depende do personagem, mas quando estou trabalhando –especialmente em Saturday Night Live, porque o programa é ao vivo e milhões de pessoas assistem– você simplesmente incorpora. E depois deixa o personagem de lado na hora. É engraçado porque, mesmo que Barbara seja nervosa e insegura de si no começo, eu achava mais difícil interpretá-la assim do que como aquilo que ela se torna mais tarde.

Por que era mais difícil? Porque eu no começo resistia a acrescentar humor à personagem. Não queria que ela se parecesse demais com as coisas que fiz antes, e nem causar a impressão de que não era capaz de fazer o papel sem acrescentar alguma coisa que não fosse Kristen. Mas Patty e eu tivemos uma conversa que me fez mudar de ideia completamente, quando ela me disse que, se eu permitisse que o humor aflorasse, ele pareceria autêntico, e não pareceria tão estranho quanto eu imaginava que seja. Quando Cheetah se torna má, a sensação é de que, OK, agora me tornei essa pessoa. Talvez porque exista mais de mim mesma em Barbara, eu tive mais dificuldade com essa porção da filmagem.

Você passou por treinamento físico para o papel? (Emite um suspiro audível.) Simmmm. Por quase dois meses antes de começarmos a filmar, trabalhei com um preparador; a produção queria que eu fizesse isso, antes de começar. E quando você vê o filme, tivemos de aprender e fazer todas aquelas sequências de luta; não foram só os dublês que aprenderam. Com certeza há elementos de computação gráfica acrescentados mais tarde, mas a maior parte do trabalho nós mesmos fizemos. As cenas foram feitas por gente de verdade. Eu passei nove meses toda dolorida, basicamente. E é fácil me queixar e dizer “nem aguento subir a escada”. Mas, para ser honesta, ganhar força física foi útil, para me ajudar a incorporar a personagem. E fez com que eu me sentisse realmente bem.

ATENÇÃO: As perguntas abaixo contêm alguns spoilers sobre “Mulher-Maravilha 1984”

Há uma cena em que Barbara, que está começando a desenvolver seus poderes, chega a uma festa e fica muito feliz por ser o centro das atenções. Foi tão agradável para você fazer a cena quanto foi divertido para ela passar pela experiência, ou isso a fez sentir um incômodo ainda maior por estar sob os holofotes?
É uma combinação das duas coisas. O set era realmente maravilhoso, e sempre que você faz uma cena com muitos extras te olhando, é impossível não se sentir um pouco sem graça. Mas era uma parte da história em que Barbara está começando a se transformar, e realmente sente isso. Ela provavelmente ia a festas como aquela antes e se sentia invisível. E aquela festa foi diferente para ela; sua vida está mudando. Foi divertido fazer a cena.

Há outra sequência na qual, bem ao modo dos quadrinhos, Barbara se vinga de um cara escroto que a assediou em uma cena anterior. Foi satisfatório filmar aquilo? Amei filmar aquela cena. Barbara é uma pessoa muito triste, e sempre quis uma vida diferente, e com isso vem uma raiva muito grande, que ela nem mesmo percebe ter. E vê-la desenvolver a capacidade de de liberar essa raiva e sentir “oh, eu gosto do sabor disso, vou fazer mais e mais vezes”… foi muito divertido filmar. Gosto do fato de que não era simplesmente alguém que estivesse assaltando um transeunte em um beco. Como espectador, você fica um pouco conflitado, mas gosta de vê-la fazer aquilo com o sujeito. No entanto, ela termina por ir longe demais. Temos de admitir o fato. Não é algo que eu aprove.

É possível que Barbara não queria apenas ser igual ou superior a Diana, mas que ela se sinta atraída por ela? Tipo, atraída atraída? Algumas pessoas entenderam assim. Mas em termos das minhas intenções ao interpretar o papel, era simplesmente que ela via Diana como a garota bonita e popular, que tem a melhor vida, e todas as coisas que Barbara não tem. Há muita admiração ali. Mas se as pessoas querem ver a cena dessa outra maneira, com certeza a interpretação cabe.

Fim dos spoilers

A decisão da Warner de lançar “Mulher-Maravilha 1984” e outros filmes diretamente no serviço de streaming HBO Max atraiu reações muito variadas do pessoal do cinema, dos atores e da plateia. Como você se sente a respeito? É uma questão complicada. Continuamos a lamentar todas as dificuldades das salas de cinema, que prejudicam tantas pessoas. Mas eu diria que, pessoalmente, me sinto confortável em dizer aos espectadores que não é seguro sair de casa, e estou feliz por as pessoas poderem assistir ao filme agora sem terem de se preocupar com a saúde. É realmente complicado, e no momento ninguém está vencendo. Mas saber que o filme saiu no Natal, e as pessoas podem assisti-lo em segurança, é o melhor cenário, se as coisas precisam continuar assim.

Há alguma lição que você aprende em um filme dessa escala e se aplica aos seus trabalhos menores e mais íntimos em comédias e dramas? Sim. Começar um papel e se sentir nervoso a respeito é provavelmente normal para a maioria dos atores. Para mim, é. Mas quando o trabalho acaba, a sensação de tê-lo realizado faz com que você sinta que pode correr mais riscos nas próximas coisas que fizer. Houve com certeza momentos em que eu tinha consciência do tamanho do papel. Eu honestamente não uso a internet, mas sabia que havia pessoas que estavam surpresas por eu ter sido chamada para o papel. Isso pode incomodar, mesmo que eu tente não ler esse tipo de coisa. Mas em última análise, quero assumir mais riscos, e creio que para mim seja importante sentir aquele nervosismo, quando estou fazendo alguma coisa. Isso me faz encontrar alguma coisa dentro de mim que eu não sabia estar lá.

O que você está achando da experiência de ser mãe, até agora? É ótimo. Ótimo não é a palavra: é melhor do que ótimo. E estranho por estar acontecendo na quarentena. Há um grande lado negativo nisso, porque obviamente não podemos fazer coisa alguma, ir a lugares ou encontrar certas pessoas da família. Mas os bebês são maravilhosos, e nunca estive tão feliz. Sou muito caseira. Fico feliz por estar com eles o dia todo –obviamente não nessas circunstâncias, mas amo estar em casa com eles.

THE NEW YORK TIMES

Tradução de Paulo Migliacci

Jean Campbell – V Magazine #128 Spring 2021 By Sølve Sundsbø

Spring Awakening   —   V Magazine #128 Spring 2021   —   www.vmagazine.com
Photography:Sølve Sundsbø Model: Jean Campbell Styling: Gro Curtis Hair: Kei Terada Make-Up: Val Garland Manicure: Robbie Tomkins

Gwyneth Paltrow fala sobre viver um estilo de vida saudável e criar GOOP | Sem filtro com Naomi

Neste episódio, eu me sento com a única Gwyneth Paltrow para descobrir suas dicas para viver um estilo de vida saudável e sua transição de atuação para a vida como CEO / fundadora de sua empresa GOOP.

This is No Filter with Naomi, uma série semanal com os mais conhecidos inovadores no espaço da moda, beleza e entretenimento.

Estrela Phoebe Dynevor, intérprete de Daphne em ‘Bridgerton’ elogia ‘coordenadora de intimidade’ em cenas de sexo: ‘Me sentia vulnerável’

Phoebe Dynevor, intérprete de Daphne, também comenta química com Regé-Jean Page, o duque de Hastings, e a estranheza da fama em tempos de pandemia: ‘Não saí de casa desde o lançamento. O sucesso é na tela’
Talita Duvanel

Phoebe Dynevor, na pele de Daphne Bridgerton Foto: LIAM DANIEL/NETFLIX

A inglesa Phoebe Dynevor, de 25 anos, é a atriz mais comentada de 2021, mas não sabe o que é sucesso fora das redes sociais. Protagonista de “Bridgerton”, da Netflix, a série mais badalada deste início de 2021, ela ainda não pôde sair às ruas por causa do recrudescimento da pandemia de Covid-19 e as medidas de lockdown em seu país. Tem vivido a fama pelo celular, com os fãs lotando a sua caixa de mensagens no Instagram.

—  Quando a série saiu, a pandemia ficou muito ruim aqui. É um tempo estranho para esse sucesso estar acontecendo (na minha vida). O mundo está surreal. Não saí de casa desde o lançamento (25 de dezembro). O sucesso é na tela, no laptop, eu não experimentei a coisa na vida real, então estou distante — disse a jovem, em entrevista por Zoom, na manhã desta terça-feira.

No topo do ranking de 76 países, incluindo o Brasil (“Nós sempre soubemos que teríamos os brasileiros do nosso lado”, diz ela”), Bridgerton é a primeira série produzida por Shonda Rhimes para a Netflix. Na trama, baseada no livro “O duque e eu”, de Julia Quinn, Phoebe vive Daphne Bridgerton, uma moça da alta sociedade da Londres do século XIX que entra no “mercado” matrimonial exatamente quando chega à cidade o Duque de Hastings, um solteiro convicto com quem ela acaba ganhando bastante intimidade. Leia-se: transando bastante.

O duque de Hastings (Regé-Jean Page) e Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor)

Sobre isso, Phoebe conta que ela e Regé-Jean Page, seu par romântico, tiveram a ajuda de uma “coordenadora de intimidade”. Essa profissional virou habitué dos sets a partir do movimento #MeToo e tem a função de criar diretrizes para cenas de sexo e coibir qualquer abuso. Para a atriz, foi essencial.

— Ela foi uma das primeiras pessoas que conhecemos. Quando lemos o roteiro, vimos que tinham muitas cenas de intimidade. Eram altamente coreografadas. Nós estávamos tão preparados quando chegamos no set que eu sabia exatamente o que fazer, onde a mão dele estaria. Era tudo muito específico, por isso nós dois nos sentimos muito seguros quando finalmente fomos filmar. Sou muito grata por elas (coordenadoras de intimidade) existirem agora. Fazem todo mundo se sentir seguro.

Além das altas temperaturas

Atuando em cenas quentes desde o início do carreira, ela comemora os avanços e lembra de como era difícil para os atores, independentemente do sexo, ter segurança emocional nesse tipo de trabalho:

— Já fiz cenas de sexo antes e me sentia vulnerável. Olhando para trás, não era ok as situações que passávamos. Não eram desconfortáveis apenas para as mulheres, mas para os homens também.

A pimenta e os ares novelescos da história, para Phoebe, não são a única explicação para o sucesso da série diante de uma audiência novamente confinada e ávida por consumir conteúdos leves. Para ela, a modernização da trama de época, com músicas atuais, e principalmente elenco racialmente diverso são os gols de Shonda Rhimes e Chris Van Dusen, o criador da série.

—  Eu não tinha lido o livro até conseguir o papel. Chris foi capaz de modernizá-lo, dar ao público um reflexo do mundo em que vivemos. E sempre tivemos conversas sobre diversidade do elenco. Foi intencional colocar pessoas não brancas em posições de poder. E foram escalados os melhores atores. Quando vi Rége, pensei: ‘Uau, ele é perfeito para o papel. Não há ninguem que possa fazer melhor’.

Não havia outro caminho

O gosto de Phoebe pelas artes vem de berço. Nascida em Manchester, em 1995, ela é filha de Sally Dynevor, atriz britânica famosa por sua participação na série “Coronation Street”, uma das produções de maior sucesso no país. Sally, inclusive, já foi condecorada pela rainha Elizabeth II com a Ordem do Império Britânico por seu trabalho. Seu pai é Tim Dynevor, roteirista da série “Emmerdale”, de 1995 a 2016.

— Minha tia também trabalhava com cenários. Meu tio é produtor. Então, eu conhecia vários aspectos do negócio. Sabia que tinha que fazer parte disso — diz ela, sobre a escolha da profissão.

Diante de tanta intimidade com o meio artístico, não demorou para que entrasse também no business. Sua estreia como atriz aconteceu aos 14 anos, na série da “BBC” “Waterloo Road”, que, por ironia do destino, também teve a participação de Regé-Jean Page.

— Fizemos a mesma série, mas não na mesma época. Nosso primeiro encontro foi no “teste de química”. Shonda Rhimes estava na sala, não tínhamos ensaiado nada. Depois, tivemos ensaios ótimos de intimidade, de dança. Sorte ter funcionado. Shonda é um gênio na escalação.

Gemma Chan – Elle UK February 2021 By Marcin Kempski

Now You See Her   —   Elle UK February 2021   —   www.elleuk.com
Photography: Marcin Kempski Model: Gemma Chan Styling: Jenny Kennedy Hair: Tomi Roppongi Make-Up: Pamela Cochrane Manicure: Michelle Class

Google lança fundo de US$ 3 mi contra fake news sobre a vacina da covid-19

Iniciativa da empresa é o terceiro projeto contra a desinformação desde o início da pandemia
Por Guilherme Guerra – O Estado de S. Paulo

Veículos de imprensa de todo o mundo podem se inscrever para o projeto, elaborado pelo Google News Initiative 

Google anuncia nesta terça-feira, 11, um fundo de US$ 3 milhões para apoiar veículos de imprensa que queiram combater notícias falsas sobre a vacina de covid-19 – a ideia é que a iniciativa acompanhe as campanhas de imunização que começam a ser realizadas em países da Europa, da Ásia, da América do Norte e da América Latina.

Organizações de todos os tamanhos e de qualquer parte do mundo podem se inscrever, desde que o veículo produza notícias originais e comprove histórico em checagem de fatos. O fundo será dedicado exclusivamente para bancar projetos de informações a respeito dos imunizantes do novo coronavírus. Um júri internacional de especialistas em jornalismo e ciência irá escolher os selecionados, que podem se inscrever até dia 31 de janeiro.

“A intenção é ajudar os checadores de fatos a cumprir sua missão, que é basear o debate público em fatos e evidências, em vez da opinião e do medo”, explica ao Estadão Alexios Mantzarlis, líder de notícias e credibilidade no Google.

O Google News Initiative é o braço de apoio ao jornalismo da empresa, responsável por promover informação de qualidade, ajudar no enfrentamento de notícias falsas e apoiar diferentes modelos de negócio na imprensa.

Esta é a terceira iniciativa do gigante de tecnologia para ajudar no combate à desinformação ligada às pandemia de covid-19. Em abril de 2020, o Google desembolsou US$ 6,5 milhões para pequenos e médias organizações realizarem a checagem de fatos sobre o novo coronavírus. Em dezembro do mesmo ano, foi anunciada uma parceria com especialistas da área de saúde e ciência de todo o mundo, que serviriam de base para a pesquisa de jornalistas.

“A infodemia [excesso de informações falsas ou incorretas sobre o novo coronavírus] de covid-19 foi algo que nunca vimos antes. E, muito antes desta pandemia, já existia desinformação sobre as vacinas. Esse nos parece ser o terreno ideal para concentrar os esforços de checagem de fatos”, conta Mantzarlis.

Tig Notaro está poderosa em foto de Army of the Dead, longa de Snyder na Netflix

Invasão em Las Vegas ainda não tem lançamento anunciado
JULIA SABBAGA

Army of the Dead (Invasão em Las Vegas, no título em português) o filme de Zack Snyder na Netflix, teve uma nova imagem divulgada, que revela o visual de Tig Notaro no longa. Na legenda, a EW descreveu a personagem como uma “corajosa pilota de helicóptero”. 

Na trama de Army of the Dead, a infestação de zumbis começa em Las Vegas, cidade dos Estados Unidos conhecida por seus cassinos e hotéis luxuosos, e é contida nos limites do município por muros. Seis anos depois, o dono de um desses cassinos contrata um exército particular para invadir a cidade e recuperar o dinheiro deixado em seu cofre durante a evacuação do local.

O elenco do filme principal conta ainda com Dave BautistaElla PurnellTheo RossiAna De La RegueraTig Notaro Huma Qureshi

A estreia de Army of the Dead estava prevista para 2020 mas, por conta da pandemia do coronavírus, o filme foi adiado para algum ponto de 2021. 

Ontavia Roulette | Fashion Film

Ontavia Roulette 2021 Collection Fashion Film in High Definition.

Marie Lung / January 12 / 6pm-7pm

Marie Lung / January 12 / 6pm-7pm