Pacificador | James Gunn anuncia início das filmagens

Diretor escreveu roteiro da série em oito semanas
NICOLAOS GARÓFALO

Warner Bros./Divulgação

Diretor de O Esquadrão SuicidaJames Gunn anunciou em seu Twitter que a série derivada do Pacificador já está sendo gravada. O cineasta ainda revelou que começou a escrever o roteiro do programa como uma forma de se divertir enquanto trabalhava na edição do filme da DC e no script de Guardiões da Galáxia vol. 3 – veja abaixo:

Cinco meses atrás, durante a quarentena, comecei a escrever uma série, basicamente por diversão, entre rascunhos de Guardiões e cortes de O Esquadrão Suicida. Eu escrevi a primeira temporada de Pacificador em oito semanas e agora aqui estou, no primeiro dia de gravações. A vida é surreal. Vamos lá (e vamos com segurança)

O Esquadrão Suicida usará alguns dos mesmos personagens do longa de David Ayer, como a Arlequina (Margot Robbie), Rick Flagg (Joel Kinnaman), Amanda Waller (Viola Davis) e Capitão Bumerangue (Jai Courtney), mas não terá tantas conexões com a trama. O longa deve se inspirar nas HQs do grupo na década de 1980, escritas por Jon Ostrander e Kim Yale. O filme tem estreia definida para 6 de agosto de 2021.

Já a série Peacemaker no HBO Max vai investigar a origem do Pacificador, personagem de John Cena no filme. A primeira temporada terá oito episódios escritos e dirigidos por James Gunn e ainda não tem data de estreia definida.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori

Designer celebra culturas nigeriana e britânica em estampas abstratas multicoloridas
POR NATÁLIA MARTUCCI | FOTOS ANDY STAGG

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)
Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

Conhecido pelas estampas marcantes com cores vibrantes e muita personalidade aplicadas em instalações em larga escala, Yinka Ilori lança sua primeira linha de itens para a casa. O fato de ter muitos de seus projetos cancelados em 2020 devido ao lockdown deu ao designer tempo para transformar essa ideia em realidade. A coleção foi desenhada em sua própria casa, resgatando momentos nostálgicos da sua infância no norte de Londres e com fortes raízes nigerianas.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

Ilori optou por não fazer parceria com nenhuma marca, podendo manter a independência criativa e controlar a criação do começo ao fim: concepção, produção e venda. Cada item foi feito em um fornecedor diferente, muitas vezes de diferentes países como os tapetes no Nepal e as porcelanas e toalhas de Portugal.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

A ideia de tornar algo funcional, no qual geralmente não prestamos muita atenção, em uma peça artística com uma narrativa por trás o encanta.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

A linha conta com 20 peças em edição limitada, contemplando: tapetes, almofadas, pratos, canecas, toalhas, bandejas e guardanapos. A escolha dos produtos priorizou peças que despertavam no designer alguma recordação afetiva da infância.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)
Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

As toalhas de mesa, por exemplo, quando colocadas em sua casa significavam que era uma ocasião especial. Para o Ilori são itens simples, funcionais, mas que tem a habilidade de modificar um espaço instantaneamente e marcar uma celebração. As toalhas Aami Aami, de jacquard, são confeccionadas em Portugal, com uma estampa vibrante tecida diretamente na peça.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

Nas canecas Enamel, o designer quis misturar um design com vibe industrial e tipicamente inglês com uma estampa divertida e paleta de cores inspirada nos tradicionais tecidos africanos. São feitas na Polônia e recebem acabamento manual.

Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)
Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)
Estamos apaixonados pela linha de objetos para casa de Yinka Ilori (Foto: @studiostagg)

O trio de tapetes Gangan (rosa), Omi (azul) e Opi (amarelo) fazem referência ao comércio e influências africanas na Inglaterra. Curtiu?

Conheça as 30 mulheres CEOs do S&P 500

Das 500 empresas que figuram o S&P 500, apenas 30 são comandadas por mulheres
LUIZ FELIPE SIMÕES
luiz.correa.lipecah@estadao.com

Adena Friedman, presidente e CEO da Nasdaq. (Foto: Mike Cohen/The New York Times)

  • Em 2019, apenas 25 mulheres estavam no comando de empresas listadas no índice
  • O S&P 500 é um índice do mercado de ações que mede o desempenho das 500 maiores companhias listadas em Bolsa nos EUA

Embora o número de mulheres em cargos de liderança tenha aumentado significativamente nos últimos anos, ainda há um longo caminho pela frente para eliminar a disparidade nos mercados.

Um estudo feito pelo índice Spencer Stuart, realizado com base nas declarações das próprias empresas, constatou que das 500 companhias listadas no S&P 500, apenas 30 possuem mulheres como CEOs. Para efeito comparativo, em 2019 eram apenas 25.

O levantamento mostra ainda que as mulheres representam 47% dos novos diretores, o maior número registrado até então. Entretanto, elas ainda são apenas 28% dos membros do conselho do S&P 500.

Quer saber quem são essas mulheres? O E-Investidor reuniu as 30 CEOs que comandam empresas do S&P 500. Confira:

1. Mary T. Barra, General Motors Company (GM)

Comandando uma das maiores montadoras do mundo desde 2014, Mary Barra foi eleita presidente do conselho administrativo da GM em 2016. Antes de se tornar CEO, Barra atuou como vice-presidente, Head de desenvolvimento de produtos globais e também como responsável por compras e da cadeia de abastecimento, sendo responsável pelo design, engenharia e qualidade dos veículos GM lançados pelo mundo.

Além disso, Barra também atua no conselho de diretores da Walt Disney Company, no conselho de curadores da Universidade de Duke na Carolina do Norte/EUA e no Detroit Economic Club.

2. Corie Barry, Best Buy

Corie Barry iniciou sua carreira na Best Buy em 1999. De lá para cá, assumiu uma série de cargos nas áreas financeiras e operacionais até se tornar CFO em 2016.

Barry assumiu a chefia da Best Buy em 2019, que atualmente conta com mais de 125 mil funcionários. Sob sua liderança, a companhia caminha para se tornar um dos melhores lugares para se trabalhar na América. Antes de trabalhar na empresa, Barry atuou como auditora na Deloitte & Touche.

3. Gail Boudreaux, Anthem, Inc

Chefiando uma das maiores empresas de planos de saúde dos EUA, Gail Boudreaux foi nomeada CEO da Anthem em 2017. Ao longo de mais de três décadas trabalhando na área da saúde, Bordeaux mostrou um bom histórico de liderança em negócios multibilionários.

Devido a sua experiência no setor, nos dois primeiros anos à frente da Anthem, Bordeaux fez as ações da companhia se valorizarem em 20%, o que rendeu aplausos de colegas e também de Wall Street.

4. Michele Buck, The Hershey Company

Antes de ingressar na Hershey’s, Michele Buck trabalhou por 17 anos na Fraft/Nabisco. Em março de 2017, tornou-se a primeira mulher CEO da companhia e alcançou a presidência do Conselho de Administração em 2019.

Buck já passou por vários cargos de senioridade dentro da Hershey’s. O último deles como Chief Operating Officer, comandando o dia a dia as operações na América do Norte e também supervisionando os negócios na América do Sul.

5. Debra A. Cafaro, Ventas, Inc.

À frente da Ventas desde 1999, Debra Cafaro é uma das líderes da indústria dos fundos de investimentos imobiliários, ou REITs, na sigla em inglês.

Supervisionando a execução de uma estratégia, a CEO aumentou a capitalização de mercado da companhia de US$ 200 milhões para US$ 28 bilhões em 2019. Ela também é proprietária e membro do Comitê de Gestão do time de hockey Pittsburgh Penguins.

6. Safra A. Catz, Oracle Corporation

Comandando a Oracle desde 2014, Catz integra o conselho administrativo da empresa desde 2001. Já atuou como presidente e também como diretora financeira da companhia. Antes de ingressar em 1999, trabalhou como diretora do HSBC Holdings plc.

Atualmente, também atua como diretora da Walt Disney Company.

7. Joanne Crevoiserat, Tapestry, Inc.

Joanne Crevoiserat atua como CEO da Tapestry, empresa dona das marcas Coach, Kate Spade e Stuart Weitzman. É responsável por conduzir a agenda de crescimento estratégico da companhia.

Crevoiserat ingressou na Tapestry em 2019 como diretora financeira e se tornou CEO em julho de 2020. A empresária atuou por mais 30 anos na indústria do varejo e de multimarcas. Já trabalhou como Chief Operating Officer da Abercrombie & Fitch.

8. Mary Dillon, Ulta Beauty, Inc.

Dillon foi nomeada CEO da Ulta Beauty em julho de 2013. Desde que ingressou na companhia, Dillon e seu time mais do que dobraram as receitas da empresa. Ela também lidera uma base de associados composta por 92% de mulheres e, sob sua liderança, o conselho de diretores se tornou um dos mais diversos entre todas as grandes empresas públicas dos EUA.

Antes de ingressar na Ulta Beauty, Dillon atuou como presidente da divisão Quaker na PepsiCo, e também como Global Chief Marketing Officer e vice-presidente executivo da McDonald’s Corporation.

9. Michelle Gass, Kohl’s Corporation

Em frente a Kohl’s desde maio de 2018, Michelle Gass é responsável por supervisionar uma base de mais de 1160 lojas e 100 mil associados em todo EUA.

Gass juntou-se a Kohl’s em 2013 como Head Customer Officer está comprometida a construir uma cultura pautada pelo propósito, além de acelerar a diversidade e inclusão na companhia e definir as metas e estratégias de ESG. Antes de entrar na empresa, Gass trabalhou por mais de 16 anos no Starbucks, ocupando diversos cargos de liderança.

10. Lynn J. Good, Duke Energy Corporation

Lynn Good é CEO da Duke Energy, uma das maiores holdings de energia da América. Sob o seu comando, a companhia está focando em servir com qualidade seus clientes, além de direcionar o caminho para um futuro energético mais limpo e inteligente.

Antes de se tornar CEO, em 2013, Good atuou como diretora financeira da Duke Energy.

11. Tricia Griffith, The Progressive Corporation

Griffith ingressou na companhia de seguros Progressive em 1988, como representante de reivindicações. Passou por vários cargos de liderança até ser diretora de recursos humanos, em 2002.

Em 2016, Griffith foi nomeada CEO e também presidente do conselho administrativo da companhia.

12. Vicki Hollub, Occidental Petroleum Corporation

Em frente a Occidental desde abril de 2016, Vicki Hollub trabalhou por 35 anos na empresa internacional de extração de petróleo e gás. Durante sua jornada, Hollub ocupou uma variedade de cargos técnicos e administrativos em quatro países: Estados Unidos, Rússia, Venezuela e Equador.

A empresária é membro do conselho administrativo desde 2015. Também atua como presidente do Conselho Consultivo do Secretário de Energia dos EUA, presidente do Conselho de Negócios EUA-Colômbia e membro do Fórum Econômico Mundial.

13. Jennifer M. Johnson, Franklin Resources, Inc.

Jennifer Johnson ingressou na Franklin Resources em 1988 como co-presidente. À frente da Holding americana conhecida como Franklin Templeton, Johnson é responsável pela operação e também pela definição das estratégias de longo prazo.

Em 2014, foi uma das 10 executivas nomeadas para a primeira edição da lista “Melhores Mulheres em Gestão de Ativos”, da Money Management Executive.

14. Margaret Keane, Synchrony Financial

Margaret Keane é diretora executiva da Synchrony, uma das maiores empresas de serviços financeiros ao consumidor dos EUA. Foi responsável por liderar a IPO da companhia em julho de 2014.

A CEO assumiu o cargo em 2011 e apareceu na lista das 25 mulheres mais poderosas em finanças, da American Banker, por 12 anos consecutivos.

15. Reshma Kewalramani, Vertex Pharmaceuticals

A médica indiana Reshma Kewalramani comanda a Vertex, empresa biofarmacêutica americana com sede em Boston. A doutora ingressou na Vertex em 2017, quando assumiu o cargo de Diretora Médica e Vice-presidente Executiva de Desenvolvimento Global de Medicamentos e Assuntos Médicos.

Kewalramani alcançou a liderança da farmacêutica em abril de 2020 e também atua como presidente do conselho administrativo da companhia.

16. Christine A. Leahy, CDW Corporation

Christine A. Leahy é CEO da CDW, empresa fornecedora de produtos e serviços de tecnologia para negócios, governos e educação, desde janeiro de 2019.

Antes de assumir a liderança, Leahy atuou como chefe das receitas. Sua função era ser responsável por todas as unidades da empresa voltadas para o cliente, incluindo suas organizações corporativas, públicas e pequenas empresas.

17. Sue Y. Nabi, Coty Inc.

Sue Nabi é uma empreendedora e inovadora da beleza. Antes de se tornar CEO da Coty, dona de marcas de luxo como Burberry, Hugo Boss e Gucci, trabalhou por 20 anos na L’Oréal, empresa que também presidiu.

Nabi chegou ao comando da Coty em setembro de 2020, possui um mestrado avançado em Gestão de Marketing pela Paris Business School ESSEC e é engenheira agrônoma e ambiental por formação.

18. Phebe N. Novakovic, General Dynamics Corporation

Antes de ingressar na General Dynamics, conglomerado de empresas de defesa americano, Phoebe Novakovic trabalhou na CIA e também no Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Novakovic é uma das únicas mulheres executivas no espaço militar-industrial e assumiu a liderança da gigante de defesa em 2013.

19. Lisa Palmer, Regency Centers Corporation

Pouco mais de um ano à frente da Regency Centers Corporation, fundo de investimento imobiliário de shopping centers, Lisa Palmer é CEO desde janeiro de 2020.

Na companhia desde 1996, Palmer já passou por diversos cargos de liderança na companhia até chegar à liderança. Antes disso, trabalhou na Accenture e na GE.

20. Kristin Peck, Zoetis

A Zoetis é uma empresa farmacêutica americana focada em medicamentos e vacinas para animais de estimação e gado. Comandando a companhia desde janeiro de 2020, Kristin Peck também é membro do conselho administrativo da empresa.

Peck ajudou a Zoetis a conduzir a sua IPO em 2013, na época em que era vice-presidente executivo. Antes de ingressar na companhia, a diretora trabalhou por cerca de 8 anos na Pfizer.

21. Linda Rendle,The Clorox Company

Linda Rendle assumiu a liderança da Clorox, empresa de bens de consumo norte-americana, após 20 anos dentro da companhia. Lá, passou por diversos cargos de liderança, entre eles vice-presidente executiva de Limpeza, Internacional, diretora de vendas, entre outros.

Antes de ingressar na Clorox, trabalhou por dois anos na Procter & Gamble.

22. Barbara Rentler, Ross Stores, Inc.

CEO desde julho de 2014, Barbara Rentler já foi presidente e diretora de Merchandising e também vice-presidente executiva da Ross Stores, rede de lojas de departamento dos EUA, onde trabalha desde 1986.

23. Lori J. Ryerkerk, Celanese Corporation

Nomeada para o cargo de CEO em abril de 2020, Lori Ryerkerk atualmente comanda a Celaneses, empresa de produtos químicos com sede no Texas.Antes de ingressar Celaneses, Ryerkerk trabalhou em diversas empresas do setor petrolífero, como Shell, Hess Corporation e Exxon.

24. Lisa Su, Advanced Micro Devices, Inc.

Presidente do conselho administrativo e CEO desde 2014, a doutora Lisa Su foi uma das pessoas responsáveis por reerguer a AMD (Advanced Micro Devices), fabricante de processadores e placas de vídeo. Antes de comandar a empresa, Su foi diretora operacional na mesma companhia.

Desde que assumiu o cargo, em outubro de 2014, as ações da AMD, principal concorrente da Intel, já se valorizaram em mais de 4.300%

25. Julie Sweet, Accenture

CEO desde setembro de 2019, Julie Sweet também atua no conselho de diretores da Accenture, empresa de consultoria e gestão. Antes de chefiar a companhia, Sweet trabalhou como diretora executiva, conselheira geral e diretora de conformidade.

Apesar de ter ingressado na companhia em 2010, foi sócia por 10 anos do escritório de advocacia Cravath, Swaine & Moore LLP.

26. Sonia Syngal, Gap Inc.

Sonia Syngal é CEO da marca de roupas Gap desde março de 2020. Quando entrou na companhia, em 2004, a executiva passou por diversos cargos de liderança e gerenciamento, incluindo diretora administrativa para os negócios da empresa na Europa, vice-presidente para a divisão Internacional e divisão de Outlet Internacional.

Antes de ingressar na Gap, trabalhou na Ford Motor e na Sun Microsystems.

27. Carol Tomé, United Parcel Service Inc.

Tomé é a 12ª pessoa a comandar a United Parcel Services, ou UPS, uma das maiores empresas de logística do mundo. A executiva foi a primeira outsider a chefiar a companhia e também a primeira mulher.

Antes de ingressar na UPS, Tomé trabalhou como vice-presidente executiva e diretora financeira da The Home Depot, Inc, uma das maiores varejistas do mundo.

28. Jayshree Ullal, Arista Networks, Inc.

Presidente e CEO da Arista há mais de 10 anos, Jayshree Ullal é responsável pelos negócios e liderança de pensamento da empresa americana de redes de computadores.

Foi responsável pela condução do processo de IPO companhia em 2014. Antes disso, Ullal trabalhou como vice-presidente sênior da Cisco.

29. Kathy Warden, Northrop Grumman Corporation

CEO e presidente do conselho administrativo desde janeiro de 2019, Kathy Warden é a segunda mulher dessa lista a comandar uma empresa da indústria aeroespacial e defesa, a Northrop Grumman Corporation.

Antes de ingressar na companhia, trabalhou na General Dynamics e na Veridian Corporation e também na GE.

30. Adena Friedman, Nasdaq Inc.

Quando Adena Friedman tornou-se CEO da Nasdaq em janeiro de 2017, ela se estabeleceu como a primeira mulher a liderar uma bolsa de valores global. A executiva ingressou na companhia em 1993 como estagiária.

Esta foi a segunda vez que a executiva passou pela Nasdaq, em sua primeira passagem, além de estagiária atuou como CFO e vice-presidente executiva de estratégia corporativa. Antes, Friedman trabalhou como CFO na Carlyle Group, multinacional americana de private equity.

Lady Gaga cantará hino dos Estados Unidos na posse de Joe Biden, diz The Hollywood Reporter

Lady Gaga cantará o hino nacional na inauguração de Harris Biden

A cantora Lady Gaga cantará o hino nacional dos Estados Unidos, “The Star-Sprangled Banner”, durante a cerimônia de posse do presidente Joe Biden e da vice-presidente Kamala Harris no próximo dia 20 de janeiro, segundo a The Hollywood Reporter.

Ela já cantou a música durante a abertura do Super Bowl 50 em 2016.

Além dela, Jennifer Lopez também aprticipará do evento, que contará ainda com as presenças de Jon Bon Jovi, Justin Timberlake, Demi Lovato, Ant Clemons.

Gaga também participou ativamente da campanha de Biden para a presidência, pedindo que seus fãs votassem no candidato. 

Inge Fonteyne for Fashion Editorials with Mili Boskovic

Dress Retrofete Shoes Zara

Photographer: Inge Fonteyne. Cinematography: Jason Riker. Fashion Stylist: Liz Cresci at See Management. Hair Stylist: Louis Angelo at Judy Casey. Makeup Artist: Brian Duprey at Judy Casey. Location: Daylight Studio. Model: Mili Boskovic at Marilyn Agency.

Scarf Zara Tank top Zara Underwear Urban Outfitter Shoes Zara
Bra & Underwear set Deborah Marquit Sweater Zara
Look Zara
Blazer Zara Tank Top Urban Outfitters Pants Nili Lotan Shoes Zara
Bodysuit Zara Cropped Sweater Zara Shoes Birkenstock

CELINE | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

CELINE | Fall Winter 2020/2021 by Hedi Slimane | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Vault by Vans and Slam Jam featuring Julian Klincewicz Release New Collaboration

O Vault by Vans e Slam Jam  se unirão para anunciar uma série colaborativa de artistas como uma plataforma para permitir e celebrar diversas formas de expressão criativa.

O episódio inicial mostra o artista polonês-americano Julian Klincewicz trabalhando em uma coleção de oito peças impulsionada e inspirada por um senso de jogo e um retorno à infância, com a imaginação em movimento.

A coleção traz a visão do artista sobre três estilos federais icônicos – o ERA, o slip-on e o cu ousado – e roupas incluindo uma jaqueta / calça preta lavada e um conjunto de três camisetas em cores diferentes.

“Com esta coleção, eu pensava muito em mim mesmo como um menino de 7 anos obcecado por carros de brinquedo. Adorava tentar usar essa energia – movimento constante, velocidade, imaginação, criatividade infinita … exuberância até. Eu esperava fazer coisas que parecessem simultaneamente infantis e adultas – algo que transcende um pouco a idade. ” – Julian

Não lançará mais exclusivamente em portas slam de alcance (.com, Milão, Ferrara) em January 16th, 2021 at 10:30 am CET.

Podcasts do Spotify decepcionam e derrubam ações da empresa

Analistas afirmaram que o investimento do Spotify em podcasts não está gerando resultados, nem em adições de assinaturas premium nem em números de download do app

O Spotify atingiy 144 milhões de assinantes pagos em setembro

As ações do serviço de streaming de música Spotify operam em queda nesta sexta-feira, 15, em meio à desconfiança do mercado sobre o desempenho da área de podcasts da empresa – os papéis registravam queda de mais de 5% às 16h (horário de Brasília). 

Analistas afirmaram que o investimento do Spotify em podcasts não está gerando resultados – nem em adições de assinaturas premium nem em números de download do app. 

Nos últimos meses, a empresa investiu mais de US$ 800 milhões na compra de serviços de podcast, como Gimlet Media, Anchor e Ringer. 

Essa aposta passou a ser agressiva desde 2019: a ideia era trazer conteúdo exclusivo para o aplicativo e, com isso, fortalecer o negócio de publicidade e também atrair assinantes.

Em 2020, as ações da empresa mais do que dobraram de valor em decorrência do entusiasmo de investidores em relação à expansão global e ao modelo de negócios do Spotify, incluindo o investimento em podcasts.

Em setembro, o Spotify anunciou que atingiu a marca de 320 milhões de usuários, sendo 144 milhões de assinantes pagos, em 92 mercados.

Linguagem machista de anúncios de emprego afasta mais de metade das mulheres de vagas na Engenharia

Pesquisa revelou que o uso de linguagem mais inclusiva e abandono de termos relacionados à masculinidade atrai mais mulheres a setores dominados por homens
Thomson Reuters Foundation

Pesquisa mostra que anúncios de emprego que utilizam termos machistas e expressões relacionadas à masculinidade desencorajam candidaturas de mulheres Foto: Freepik

LONDRES – A linguagem tendenciosa em alguns anúncios de emprego na Grã-Bretanha impede que até uma em cada duas mulheres se candidatem a vagas, disse um estudo divulgado na última quarta-feira (13), em meio a um impulso para atrair mais mulheres para setores dominados por homens. 

A Openreach, que opera a maior parte da rede de banda larga do país, descobriu que o interesse das mulheres em se candidatar a um emprego na área de engenharia aumentou em mais de 200% quando foram feitas alterações na linguagem utilizada no anúncio.

A empresa perguntou a 2 mil mulheres sobre dois anúncios diferentes para o mesmo cargo, e descobriu que elas foram desencorajadas por frases machistas como “sujar as mãos” e também menções a escalar um poste telegráfico. 

“Ficamos surpresos ao ver a diferença que a linguagem faz”, disse Kevin Brady, diretor de recursos humanos da Openreach, que busca recrutar mulheres para 500 dos 2.500 novos empregos de engenharia este ano — dez vezes mais que os níveis históricos. 

“Esperamos que este seja o catalisador para ajudar a quebrar as barreiras que impedem as mulheres de considerarem um papel na engenharia.”  

Enquanto 80% das mulheres disseram que não pensariam em trabalhar na área de engenharia, 56% se interessaram pelo emprego depois que o anúncio foi reformulado, incluindo a substituição da palavra “engenheiro” por “coordenador de rede”.

O novo anúncio também listava habilidades em uma linguagem mais neutra, estipulando que os candidatos não deveriam ter medo de altura e ser bons em concluir tarefas. 

Pouco mais de 3% dos engenheiros da Openreach são mulheres, em comparação com 11% dos engenheiros a nível nacional. 

Com um quarto das entrevistadas, que tinham entre 18 e 55 anos, dizendo que ainda acreditavam que certas funções eram mais adequadas aos homens, os pesquisadores afirmaram que as descobertas têm também implicações para muitas outras indústrias. 

A legisladora Caroline Nokes, presidente do Comitê de Mulheres e Igualdade do Parlamento, disse que encorajar mais mulheres na engenharia tem sido uma batalha durante décadas.

“Este estudo dá um grande passo no sentido de remover barreiras que impediriam às mulheres se considerarem aptas para papéis que são perfeitamente capazes de desempenhar”. 

Hilary Leevers, presidente-executiva da organização Engineering UK, que trabalha para aumentar a diversidade no setor, pediu a outras empresas que revisassem a linguagem que usam em seus anúncios. 

O estudo, realizado com linguistas especialistas em Paisagem Linguística, também mostrou que 55% dos entrevistados possivelmente estavam pensando em uma nova carreira por causa da pandemia. 

“Nunca houve um momento mais importante para derrubar as barreiras de recrutamento e abrir setores anteriormente fechados”, disse Brady, da Openreach.