Ruben Rodriguez | Spring Summer 2021 | Full Show

Ruben Rodriguez | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Abraham Benjamin Stewart – Bailale
William Davies – El Segundo

WandaVision | Elizabeth Olsen diz que sotaque de Wanda não sumiu

Atriz da Feiticeira Escarlate explica que “há razões para tudo”
JULIA SABBAGA

“Elizabeth Olsen da WandaVision confirma que Wanda ainda tem sotaque Sokoviano (e explica por que você não o ouve)

Apesar de Wanda falar em um inglês perfeito desde Vingadores: Guerra Infinita e atualmente em WandaVision, a atriz da Feiticeira Escarlate, Elizabeth Olsen, explicou ao Collider que seu sotaque de Sokovia não sumiu sem motivos. Para a intéprete, há motivos para tudo, incluindo a mudança da pronúncia introduzida em Capitão América: Soldado Invernal:

“O sotaque de Sokovia tomou muito tempo. E ele não foi a lugar nenhum. Existem razões para tudo. Ele ficou mais evidente quando ela começou a morar nos Estados Unidos, e em WandaVision ela está fazendo o papel de estar em uma sitcom americana, então não foi embora. Ainda está lá, absolutamente”. 

A série é baseada em HQs como VisãoDinastia M e Vingadores: Visão e A Feiticeira Escarlate, e em sitcoms que vão de The Dick Van Dyke Show a Três É DemaisOs três primeiros episódios, aos quais o site Omelete já assitiu, mostram Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) se mudando para um bairro suburbano dos Estados Unidos em busca de uma vida normal, o que rende situações cômicas nas interações com vizinhos e colegas de trabalho.

Apesar dos primeiros episódios indicarem que a trama vai além dos calmos subúrbios norte-americanos, ainda não se sabe como a série vai se encaixar no universo compartilhado pelos filmes e em que momento da linha temporal os eventos retratados acontecem. Por enquanto, sabemos apenas que WandaVision terá ligação direta com Doctor Strange in the Multiverse of Madness, novo filme do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), atualmente com lançamento marcado para 25 de março de 2022.

Por dentro do novo escritório da Veevr Systems em Barcelona, ​​Espanha

A empresa de software Veevr Systems contratou recentemente uma empresa de design de interiores Areazero 2.0 para projetar seu novo escritório em Barcelona, ​​Espanha.

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Kitchen / Communal space

“Esta será a sede europeia do grupo em Cornell e a imagem de referência da empresa na Europa.
O curto tempo de execução de um projeto com a dimensão de veevr não constituiu obstáculo para a sua execução com materiais da mais alta qualidade que nos permitirão obter a certificação de construção do poço Platino solicitada pelo cliente, acrescentando algumas pequenas modificações ao projeto inicial.

Num projecto a este nível surgiram alguns desafios interessantes de design, como a enorme importância da acústica para as soluções construtivas, o planeamento de um sistema de iluminação biodinâmica configurável com postos de trabalho extremamente ergonómicos equipados com secretárias reguláveis ​​em altura e os requisitos mais estritos em termos de qualidades e detalhes da obra.

Baseamos nosso projeto em um espaço amplo com bastante luz natural, desenhado em preto e branco e com as cores corporativas do laranja veevr Systems. A reforma das instalações sanitárias do edifício, de forma a integrá-las na imagem e dinâmica do projeto, foi o toque final perfeito para uma das obras mais completas alguma vez realizadas pela nossa empresa ”, afirma Areazero 2.0.

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Reception
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Reception
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Meeting room
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Kitchen / communal space
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Coffee point
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Meeting space
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Corridor
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Café / Communal space
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Meeting room
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Breakout space
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Communal space
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Lounge
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Bathroom

Petrovsky & Ramone for InStyle Germany with Estella Tarchokova & Betty Schupp

Photographer: Petrovsky & Ramone. Fashion Director + Stylist: Theresa Pichler. Hair & Makeup: Bianca Hartkopf. Models: Estella Tarchokova & Betty Schupp.

Você está estressado? A culpa é da tecnologia

Uma nova pesquisa comprova que a tecnologia pode prejudicar nosso estado de espírito
Por Chris Taylor – Reuters

Frustrações relacionadas à tecnologia já aconteceram com todo mundo

Não há dúvida de que estamos todos mais dependentes da tecnologia do que nunca, por conta da pandemia. Mas o que acontece, então, quando a tecnologia não funciona?

Uma nova pesquisa comprova que a tecnologia pode prejudicar nosso estado de espírito: a gigante da computação Dell Technologies, em parceria com a empresa de neurociência Emotiv, colocou pessoas em um desafio de experiências tecnológicas ruins e mediu suas ondas cerebrais para avaliar as reações. Os participantes foram expostos a situações como fazer login, ou tiveram de navegar em aplicativos lentos e lidar com planilhas travando.

“No momento em que as pessoas começaram a usar tecnologia ruim, vimos uma duplicação de seus níveis de estresse”, disse Olivier Oullier, presidente da Emotiv. “Fiquei um pouco surpreso com isso, porque raramente se vê esses níveis subindo tanto. O estresse causado por problemas tecnológicos teve um efeito duradouro, acrescentou Oullier. “As pessoas não voltam a ficar calmas rapidamente. Leva muito tempo.”

A pesquisa mostrou também que a frustração constante com tecnologias ruins afeta a forma como os funcionários lidam com suas cargas de trabalho diárias, especialmente os trabalhadores mais jovens. Como resultado, aqueles que participaram do experimento e eram da geração Z e da geração Y tiveram uma queda de produtividade de 30%. “As experiências ruins afetam você independentemente do conhecimento de informática”, disse Cile Montgomery, que lidera as iniciativas de experiência do cliente para a Dell. “Mas os jovens parecem ser ainda mais impactados, porque esperam que a tecnologia funcione.”   

Mundo real: resultados ainda piores

Frustrações relacionadas à tecnologia já aconteceram com todos nós. Seu wi-fi está sempre caindo. Suas senhas não funcionam. Seu laptop trava e você perde tudo que tinha feito. Apenas ler sobre essas possibilidades pode ser suficiente para aumentar sua pressão arterial.

No passado, Emily Dreyfuss usava uma estratégia antiga: o grito. Quando a Alexa, da Amazon, dava respostas erradas ou não entendia as perguntas, Emily descontava verbalmente no dispositivo. “Eu a usei como bode expiatório para meus sentimentos”, disse Emily, escritora e editora do Shorenstein Center de Harvard. “Quando há um dispositivo insensível e irritante em sua casa, que não está fazendo o que você quer, você passa a falar com ele em termos não muito agradáveis. Meu marido começou a atacar a Alexa também.”

Por mais chocantes que sejam os resultados da Emotiv, os efeitos da tecnologia ruim são provavelmente ainda mais graves no mundo real, por duas razões.

Primeiro porque aqueles que participaram dos experimentos sabiam que estavam sendo testados, o que provavelmente limitou a frustração. Em segundo lugar, durante este ano de pandemia, nossos níveis iniciais de estresse são altos. Portanto, o estresse que está dobrando devido à má tecnologia está dobrando de um ponto de partida ainda mais alto.

Os ambientes de trabalho remotos também não estão ajudando. Em um escritório, o suporte de TI pode vir e ajudá-lo a solucionar problemas técnicos. Em sua cozinha ou na sala de estar, você geralmente não tem ninguém para ajudá-lo.

“No momento, nossos computadores e sistemas operacionais são nossas únicas janelas para o mundo”, diz Oullier. “Quando você está preso em casa e tudo o que você tem é um computador fornecido por seu empregador, você pode não ter acesso ao suporte técnico. É por isso que é tão importante quando você está trabalhando remotamente ter uma tecnologia que funcione.”

Existem algumas conclusões tiradas a partir dessa nova pesquisa do cérebro. A primeira é que as empresas devem estar mais conscientes do impacto emocional de configurações de tecnologia inadequadas e do baque resultante na produtividade. Isso pode exigir mais investimento inicial, atualizações de equipamentos para trabalhar de casa e suporte técnico contínuo.

Essas medidas proativas podem render dividendos no futuro, diz Oullier, por causa dos efeitos multiplicadores. Se você é atormentado por erros técnicos, provavelmente se aproxima de seu computador com pavor e aversão. Se tudo funciona bem, você pode se lançar rapidamente no trabalho em questão.

Se as empresas fizerem tudo isso, podem ver um surpreendente aumento nos resultados financeiros e usuários finais como Emily Dreyfuss ficarão felizes.

“Algumas coisas estão sob seu controle e outras estão fora de seu controle”, diz Emily, que tem procurado os filósofos estoicos para ajudá-la a manter o equilíbrio. “Você tem que encontrar paz em momentos de caos – e isso significa não gritar com seus dispositivos.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Estilista Bianca Gibbon celebra 10 anos de marca com coleção enxuta e venda somente pela internet

Carioca começou confeccionando roupa infantil antes de chegar ao ao prêt-à-porter feminino
Gilberto Júnior

Bianca Gibbon Foto: Leo Martins / Agência O Globo

Bianca Gibbon, de 42 anos, saca o celular para remontar a saga da marca que leva seu nome nos últimos meses. Depois de passear por uma série de fotos, a estilista carioca diz: “O ano passado não foi fácil… Mas para quem foi?”. Dona de um negócio pequeno, ela precisou “parar, respirar e entender o momento”. “Eu tinha uma loja em Ipanema e, de repente, me vi numa situação complicada. A solução que encontrei foi fechar as portas para poder pagar tudinho aos meus funcionários. Peguei os tecidos do estoque e fiz máscaras para doação. Cheguei a pensar em desistir da indústria da moda.”

Mas não desistiu. Entre março e dezembro, Bianca fez uma espécie de retrospectiva nas redes sociais, vendeu o acervo e ficou matutando uma forma de fazer a engrenagem funcionar mesmo diante de tantas restrições. “Sofri à beça, chorei bastante, mas resolvi seguir em frente. Estruturei o e-commerce para receber minha clientela, sempre acostumada a encontros presenciais”, conta a designer autoditada — formada, na verdade, em Arquitetura. “Na fase atual, bato cartão três vezes por semana num escritório no Centro do Rio; nos outros dias, trabalho de casa. É só uma mudança. E foram tantas ao longo de dez anos.”

A coleção Essencial, com 30 referências (no passado, esse número chegou a 230), é a celebração dessa primeira década. “Comecei confeccionando roupa infantil e fui caminhando despretensiosamente rumo ao prêt-à-porter feminino. Amo babados, laços e peças leves, que flutuam”, conta a estilista, indicando sua preferência pelo estilo romântico. “Pela primeira vez, investi somente em roupas lisas. A ideia era construir algo atemporal, que possa ser usado a qualquer momento. Quero focar em qualidade e exclusividade. Também escolhi tecidos naturais e cores primárias, que me pareceram perfeitos para esse recomeço.”

A coleção de Bianca Gibbon Foto: Divulgação
A coleção de Bianca Gibbon Foto: Divulgação

Cercada por livros de ícones da moda como Alexander McQueen e Coco Chanel na sala de seu apartamento, em frente à Praia de Ipanema, Bianca observa: “Não tem espaço para mais do mesmo. A indústria tende, a partir de agora, ser autoral, e contemplar o conforto e o estilo individual de cada um”.

São novos tempos, definitivamente.