Rianne Van Rompaey – Vogue Japan February 2021 By Luigi & Iango

Rianne   —   Vogue Japan February 2021   —   www.vogue.co.jp
Photography: Luigi & Iango Model: Rianne Van Rompaey Styling: Anna Dello Russo Hair: Pierpaolo Lai Make-Up: Georgi Sandev Casting: Piergiorgio Del Moro

Rick Owens Menswear Fall/Winter 2021-2022

Rick Owens Menswear Fall Winter 2021 2022 full runway collection

A palavra do ano: deplataformizar

As redes sociais são veículos e suas regras são critérios editoriais
Por Pedro Doria – O Estado de S. Paulo

Como se vendem como plataformas neutras, sempre que banem alguém as redes são acusadas de censura

Há uma nova palavra na praça que é bom conhecer: deplataformização. É um anglicismo, vem de deplatforming, o verbo para impedir o acesso de uma pessoa ou grupo a uma plataforma digital. O ex-presidente americano Donald Trump foi expulso do Twitter e suspenso do Facebook. Na segunda rede, a suspensão ainda não tem prazo para acabar. Este é um processo de deplataformização. E, nos próximos meses e anos, falaremos muito sobre esta ação.

Já aconteceu antes, só não foi com alguém tão importante quanto um presidente americano. Mas, em agosto de 2018, o pseudojornalista Alex Jones foi banido da lista de podcasts da Apple e, então, na sequência, por Facebook, YouTube, até chegar ao Twitter. As plataformas todas dizem que têm regras próprias, cada qual a sua. Mas, nestes banimentos, é sempre assim. Uma tem coragem de fazer — e aí todas seguem juntas. Em semanas, a audiência de Jones caiu pela metade. E ele era daqueles teóricos da conspiração rábicos — a ponto de dizer que não havia massacres por armas de fogo em escolas americanas. As vítimas eram, segundo Jones, fictícias. Os sobreviventes, atores.

Há uma outra ficção que vivemos. Esta é mais complicada — e é um problema para as plataformas. Porque elas próprias se meteram numa armadilha. A ficção é de que as redes sociais são ambientes neutros que recebem a todos desde que cumpram certas regras. Não é verdade. Elas não têm como policiar. Os algoritmos de inteligência artificial são limitados e, com centenas de milhões de usuários — ou bilhões —, não há olhos e braços o suficiente.

As redes sociais são veículos, suas regras são critérios editoriais. E, como jornais, revistas ou tevês, quando alguém passa dos limites e tem acesso a muita gente, elas banem. Deplataformam. Ninguém acusa de censura o jornal que dispensa um jornalista. Alguns leitores podem cancelar assinaturas, claro, outros festejarão, mas todos compreendem que faz parte da ideia de um jornal definir quem tem acesso a sua audiência. Como se vendem como plataformas neutras, sempre que banem alguém as redes são acusadas de censura. Se fossem vistas pelo que de fato são — veículos com características novas, por serem digitais — esta acusação nunca surgiria.

Elas atuam como veículos e editam porque enfim compreenderam que escolher a quem dar voz, a quem ampliar a voz, é uma responsabilidade fundamental numa democracia. Não dá para dar de barato o que aconteceu neste início de ano. Selvagens invadiram o parlamento dos Estados Unidos da América para impedir que uma eleição presidencial fosse homologada. Se pode acontecer lá, pode acontecer em qualquer lugar. Em Paris. Em Londres. Em Brasília.

Quem faz dinheiro criando uma audiência grande e dando voz a quem quer encontrar este público não dirige um negócio qualquer. Está, isto sim, num ramo chave que faz a democracia se movimentar. Isto vem com responsabilidade: traçar uma linha de corte em quem atenta contra a democracia.

A mentira em grande escala é um atentado contra a democracia. ‘A eleição foi fraudada.’ ‘Cloroquina é remédio para Covid.’ ‘As escolas foram tomadas por marxistas.’ Estas mentiras não vêm por acaso. São construídas para confundir. Para dinamitar a confiança da sociedade na ciência, na academia, na cultura e no jornalismo. São as estruturas que geram informação e ajudam uma sociedade a se compreender. Quando perde esta bússola, se desestrutura e abre espaço para a tirania.

Criar uma audiência e fazer disto um negócio traz junto a responsabilidade de zelar pelo direito de um povo se informar. Só é possível escolher com verdadeira liberdade quem está informado por fontes não ligadas ao poder. Edição, no tempo digital, tem esse nome. Deplataformizar.  

Morre a atriz Nathalie Delon, ex-mulher de Alain Delon

A atriz atuou ao lado de seu marido em ‘O Samurai’ de Jean-Pierre Melville, e também em 30 filmes, em papéis secundários, até o início dos anos 1980, depois passou para atrás das câmeras como cineasta
Agências, AFP

A atriz francesa Nathalie Delon, em foto de  4 de agosto de 1969. Ela morreu nesta quinta-feira, aos 79 anos, em Paris. Foto: AFP

PARIS, FRANÇA – A atriz, francesa Nathalie Delon, que foi mulher da estrela francesa Alain Delon, morreu nesta quinta-feira, 21, em Paris, aos 79 anos, disse seu filho, Anthony Delon à AFP.

“Minha mãe morreu nesta manhã às 11h, em Paris, cercada de seus familiares. Morreu de um câncer muito rápido”, declarou.

“Estou muito triste. Me faz muito mal quando se vão aqueles que amamos”, disse Alain Delon à AFP. “Nathalie foi minha primeira e única senhora Delon”, afirmou.

A atriz atuou ao lado de seu marido em O Samurai de Jean-Pierre Melville. Atuou também em 30 filmes, em papéis secundários, até o início dos anos 1980 e depois passou para atrás das câmeras como cineasta.

Dirigiu Chama Isso Um Acidente (1982) e Sweet LiesDoces Mentiras em português (1986), com Treat Williams, entre outros. Publicou suas memórias em 2006.

De origem espanhola, nasceu como Francine Canovas em 1º de agosto de 1941 em Oujda, no Marrocos, na época, um território ultramarino francês. Chegou a Paris em 1962 após separar-se de seu primeiro marido, Guy Barthélémy, com quem teve uma filha.

A jovem de olhos verdes tinha 21 anos quando conheceu Alain Delon em uma discoteca parisiense, seu futuro marido era noivo de Romy Schneider. Então, se deu início a uma paixão proibida até que Delon deixou Romu para se casar com ela em agosto de 1964, em segredo.

Nathalie e Alain Delon
O ator francês Alain Delon beija sua esposa Nathalie em Paris, em 25 de agosto de 1967. Nathalie Delon morreu aos 79 anos em 21 de janeiro de 2021. Foto: AFP

O casal viajou no barco France em lua de mel e construiu a vida em Los Angeles, onde um mês depois nasceria seu filho, Anthony.

O fantasma de Romy Schneider cercava sua relação. “Alain não me falava dela, mas eu a via em algumas ocasiões com um semblante de tristeza no olhar”, afirmou muito tempo depois. 

Depois, sua relação se deteriorou na mansão em que viviam, em Hollywood, depois que Nathalie não conseguia conviver com as rápidas conquistas de seu marido. Se divorciaram em fevereiro de 1969. Posteriormente, Alain Delon iniciou um relacionamento com a atriz Mireille Darc. 

Mas “nos víamos com frequência. Fazia parte da sua vida e ela da minha. Estivemos juntos no Natal. Tiramos fotos, as últimas”, disse Alain Delon nesta quinta-feira à AFP.

Converse e Rick Owens anunciam colaboração DRKSHDW

A colaboração da Converse com um dos iconoclastas essenciais da moda, Rick Owens, estreou hoje durante o show Rick Owens FW21 no Lido, em Veneza, com o aparecimento do primeiro design da parceria, o TURBODRK Chuck 70.

Rick Owens

Os calçados de lona preto e branco da Converse e o universo de minimalismo modernista e luxo contemporâneo de Owen existiram de forma independente, embora estivessem distintamente conectados ao longo dos anos. É uma conexão que levou Owens a apresentar DRKSHDW SS14 RAMONES, uma interpretação subversiva da primeira silhueta de basquete da Converse e um significante clássico de cultura – o Chuck Taylor All Star.

“Quando penso em Converse, penso em Chuck Taylors preto e branco e na geração punk rock. Esses sempre foram pilares icônicos da minha estética ”, diz Owens. “Vestindo Chuck Taylors, você se alinha com uma geração que foi experimental. Há uma dinâmica confiante para a subcultura. ”

O TURBODARK Chuck 70 segue a prática de Owens de contorção confiante de significantes culturais. Suas escolhas dobram e remodelam o sapato – esticando a língua e quadrando o dedo do pé, a primeira vez que o famoso Converse se apresentou nesta execução em seu século de existência.

“Quando vejo algo onipresente, sinto que quero distorcê-lo. Eu não sei do que se trata. Talvez seja algum tipo de raiva adolescente. Mas esse é um dos maiores apelos do Chuck Taylor All Star ”, diz Owens.

Com uma vontade compartilhada de evoluir continuamente a forma e a função, a colaboração Converse x Rick Owens DRKSHDW irá reimaginar e re-articular os tênis Converse clássicos ao longo de 2021.

Giambattista Valli | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Giambattista Valli | Fall Winter 2020/2021 by Giambattista Valli | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Elysha Zaide – Don’t You Worry
Tom Quick – Fluid

Paulina Wesolowska for Sezon Magazine with Maja Salamon

Photographer: Paulina Wesolowska. Fashion Stylist: Aleksandra Orawczak. Hair Stylist: Adrian Własiuk. Makeup Artist: Gosia Sulima. Model: Maja Salamon.

Bridgerton terá segunda temporada em breve, anuncia Netflix

Produção será retomada ainda no primeiro semestre

Regé-Jean Page e Phoebe Dynevor como Simon e Daphne, protagonistas de ‘Bridgerton’
Imagem: LIAM DANIEL/NETFLIX

Netflix anunciou hoje (21) que Bridgerton ganhará uma 2ª temporada em breve. A novidade foi divulgada com um vídeo, que pode ser conferido acima, e a plataforma já revelou que a produção do novo ano começará ainda no primeiro semestre de 2021. 

“O elenco incomparável de Bridgerton irá retomar a produção no primeiro semestre de 2021. Esta autora foi informada por fonte confiável que Lorde Anthony Bridgerton pretende dominar a temporada social”, escreveu a plataforma em um comunicado oficial. 

Baseado na série de livros da autora Julia QuinnBridgerton conta a história de uma família aristocrata inglesa que se vê envolvida em uma rede de luxúria e traições. No elenco estão nomes como Jullie AndrewsAdjoa AndohRuby BarkerJonathan BaileyJason Barnett Sabrina Bartlett

A primeira temporada já está disponível na Netflix.

Uber anuncia plano de celular pré-pago para parceiros

O Uber Chip vai permitir que parceiros como motoristas e entregadores não gastem os dados do próprio plano de internet móvel ao usar o app; planos trimestrais de assinatura terão valores variados

Por enquanto, a assinatura vai estar disponível apenas para a cidade de São Paulo e será feita em planos trimestrais

Uber anunciou nesta quinta-feira, 21, que vai oferecer um plano de celular pré-pago para seus motoristas e também entregadores do UberEats. Chamado de Uber Chip, o plano vai permitir que os parceiros usem os créditos pagos para navegar no app do Uber, sem consumir dados de internet móvel. 

Trata-se de uma parceria do Uber com a Surf Telecom, que usa a rede da TIM no Brasil. O plano também inclui Whatsapp ilimitado, 9GB de internet 4G por mês e acesso ao Waze. Para ligações, os parcerios terão chamadas ilimitadas para fixo e celular de qualquer operadora, local e interurbano, usando código 41 e 100 SMS por mês.

Por enquanto, a assinatura estará disponível apenas para a cidade de São Paulo e será feita em planos trimestrais, com descontos para os parceiros conforme sua classificação no programa de vantagens Uber Pro, que categoriza os usuários conforme o uso do app. Os valores, nessas condições, podem variar de R$ 60 a R$ 105 – o plano deve ser contratado pelo aplicativo específico do Uber Chip. 

A empresa ainda informou que o pagamento da parcela trimestral pode ser divida em mensalidades e que pretende expandir o serviço para todo o Brasil ainda em 2021.