Luli Fama | Resort 2020 | Full Show

Luli Fama | Resort 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Miami Swim Week)

Martin Felix Kaczmarski – Favourite Thing/Ice Slice/Go Downtown

Stanislaw Boniecki for Vogue Hong Kong with Juliana Schurig

Photographer: Stanislaw Boniecki. Fashion Stylist. Jolene Lin. Hair Stylist: Shin Arima. Makeup Artist: Miguel Ramos. Prop Stylist: Two Hawks Young at See Management. Manicurist: Shirley Cheng at See Management. Production & Casting: Sheri Chiu. Props Assistant: Casey Jones. Model: Juliana Schurig at New York Models.

Andreas Ortner for Free People with Myrthe Bolt

Photographer: Andreas Ortner at SCHIERKE Artists. Fashion Stylist: Jana Kapounova. Hair and Makeup: Martin Tyl. Production: Cash Only Studio. Model: Myrthe Bolt.

Godzilla vs Kong | Monstros caem na porrada no primeiro trailer

Prévia mostra titãs reaquecendo uma antiga guerra

Godzilla vs. Kong teve seu primeiro trailer divulgado neste domingo (24). A prévia mostra Kong sendo retirado da Ilha da Caveira para se tornar um protetor da humanidade frente à ameaça dos monstros, mas sendo atacado por Godzilla durante o caminho, reaquecendo um conflito histórico. Veja acima.

Segundo a sinopse oficial de Godzilla vs Kong, em um tempo em que monstros andam pela Terra, a luta da humanidade pelo seu futuro coloca Godzilla e Kong em uma rota de colisão que mostrará as duas forças mais poderosas da natureza se chocando em uma espetacular batalha que sempre será lembrada. Enquanto a Monarch embarca em uma missão perigosa em um terreno desconhecido e descobre pistas sobre a origem dos Titãs, uma conspiração dos humanos ameaça varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre.

Godzilla vs Kong será lançado em 26 de março de 2021. Lá fora, o filme sairá simultaneamente nos cinemas e no streaming HBO Max.

Videogames estão atrasando a produção de automóveis

Aumento na demanda de chips para eletrônicos colocou as montadoras numa fila de espera na qual não têm prioridade
Por Jack Ewing e Don Clark – The New York Times

Com a quarentena, aumentou a demanda por videogames e computadores pessoais

Os fabricantes de automóveis se prepararam para a crise quando a pandemia surgiu. Eles esperavam interrupções na cadeia de suprimentos e vendas em queda livre. Mas nunca imaginaram que um ano depois, um de seus maiores problemas seriam os PlayStations.

A forte demanda por videogames, computadores pessoais e outros eletrônicos por todos aqueles presos dentro de casa sugou o estoque de semicondutores, forçando as montadoras de todo o mundo a lutar pelos chips que se tornaram tão essenciais para a mobilidade quanto a gasolina ou o aço.

Praticamente nenhuma montadora tem sido poupada. A Toyota suspendeu as linhas de produção na China. A Fiat Chrysler interrompeu temporariamente a produção nas fábricas de Ontário e do México. A Volkswagen tem alertado sobre problemas de produção em fábricas na China, na Europa e nos EUA. A Ford disse na semana passada que estava parando uma fábrica em Louisville, Kentucky, por uma semana devido à escassez.

Quando a covid-19 surgiu, os fabricantes de automóveis reduziram as compras de chips em antecipação à queda nas vendas. Ao mesmo tempo, os fabricantes de semicondutores mudaram suas linhas de produção para atender às demandas crescentes de chips usados em produtos como laptops, webcams, tablets e smartphones 5G.

As empresas também atualizaram sua infraestrutura digital para lidar com reuniões online e funcionários que trabalham de casa, enquanto as empresas de telecomunicações investiram em infraestrutura de banda larga, aumentando ainda mais a demanda por semicondutores.

Porém, as vendas de automóveis se recuperaram mais rápido do que o esperado no final de 2020, pegando todos desprevenidos. A escassez de chips que se seguiu deve durar ao longo de 2021, porque os fabricantes de semicondutores podem levar de seis a nove meses para realinhar a produção.

“O consumo de produtos eletrônicos explodiu”, disse Dan Hearsch, diretor administrativo da empresa de consultoria AlixPartners. “Todo mundo queria comprar um Xbox, um PlayStation e laptops, enquanto o automóvel estava parado. Então, o setor automotivo voltou mais rápido do que o esperado, e é aí que se chega nesse problema.”

Embora não se espere que a escassez faça com que os preços dos automóveis subam muito, os compradores podem ter que esperar mais para comprar os veículos que desejam.

Tempestade perfeita 

Durante a última década, os fabricantes de automóveis tornaram-se cada vez mais dependentes da eletrônica para aumentar o apelo de seus produtos, adicionando recursos como telas sensíveis ao toque, controles e transmissões computadorizados do motor, conexões integradas de celular e Wi-Fi e sistemas anticolisão que usam câmeras e outros sensores.

Os carros novos podem ter mais de cem semicondutores e a falta de um único componente pode causar atrasos na produção ou paralisações, disseram analistas e consultores do setor.

A pressão de longo prazo sobre os fabricantes de chips para controlar os custos de produção também têm seu papel. As empresas de semicondutores que abastecem a indústria automobilística, como Infineon, NXP Semiconductors e Renesas, optaram por ter seus chips mais avançados feitos para elas por serviços de manufatura externos, conhecidos como fundições. Mas os fabricantes também mantêm suas próprias fábricas para fazer chips automotivos mais simples, frequentemente fabricando-os em pastilhas de silício de 20 cm em vez de discos de 30 cm usados em fábricas mais modernas.

Montadoras com fábricas usando pastilhas de 20 cm mais antigas não foram capazes de aumentar a produção facilmente. Elas não haviam investido muito recentemente em novos equipamentos, que agora são mais difíceis de encontrar porque essa tecnologia é mais antiga, disse Syed Alam, diretor global para o escritório global de consultoria de semicondutores da Accenture.

A geopolítica também teve influência. Em setembro, o governo Trump impôs restrições à Semiconductor Manufacturing International Corp., principal fundição da China, que produz chips para carros e muitos outros setores. Os clientes da empresa começaram a procurar alternativas, gerando competição adicional por suprimentos de chips de outras fundições, disse Gaurav Gupta, vice-presidente da empresa de pesquisa Gartner.

Efeito inesperado

A crise do chip é um exemplo de como a pandemia tem abalado a economia global de maneiras imprevisíveis. As montadoras esperavam enfrentar a escassez da cadeia de suprimentos e as fábricas fecharam no início de 2020 por medo de que os trabalhadores infectassem uns aos outros ou porque os caminhões com as peças paralisaram suas entregas. A maioria das fábricas de automóveis dos EUA interrompeu a produção por cerca de dois meses no semestre passado..

Mas os fornecedores e as montadoras rapidamente encontraram maneiras de conter o contágio dentro das fábricas e iniciaram as linhas de montagem novamente. O impacto na maioria dos suprimentos de peças foi menor do que o esperado.

A escassez de semicondutores aconteceu de modo inesperado, atingindo a indústria em um momento perigoso. As vendas despencaram em todo o mundo. Na Europa, por exemplo, elas caíram 25% em 2020.

Isso tudo está acontecendo enquanto os fabricantes de automóveis estão tentando navegar por uma mudança na tecnologia básica de motores de combustão interna para baterias, o que os sujeitou a uma nova competição com a Tesla, a montadora mais valiosa do mundo, e com as emergentes chinesas, como a Nio.

Exatamente por quanto tempo a escassez vai durar não está claro. Pode levar de 20 a 25 semanas a partir do momento em que novos pedidos são feitos para que os chips sejam produzidos e funcionem dentro da cadeia de suprimentos para chegar aos carros, disse Michael Hogan, vice-presidente sênior da GlobalFoundries, uma grande fabricante de chips que atende a indústria automotiva e outros mercados.

“Estamos fazendo tudo o que é humanamente possível para priorizar nossa produção automotiva”, disse Hogan.

Mas levará tempo para que os fabricantes de semicondutores recuperem a produção em atraso. Enquanto isso, PlayStations têm prioridade.

“O setor automotivo voltou à ativa, mas não é mais prioridade na linha de produção de chips”, disse Gary Silberg, chefe global de análise do setor automotivo da KPMG. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Movimentos futuristas da Hyundai apontam o caminho das montadoras

A G C#m F# C#m Empresa sul-coreana se alia a grandes nomes do Vale do Silício, como Apple e Uber, para se reinventar com iniciativas saídas das telas de cinema
Por Guilherme Guerra – O Estado de S.Paulo

Parceria entre Hyundai e Uber prevê o desenvolvimento de um táxi aéreo

Botar nas estradas bólidos movidos à combustão não é mais suficiente para as gigantes do setor automotivo. Para muitos especialistas, o setor vive a maior transformação da história – e as soluções no horizonte parecem saídas das telas do cinema: veículos elétricos, sistemas de direção autônoma e carros voadores. Para dar esse cavalo de pau tecnológico, muitas montadoras vêm flertando com o Vale do Silício para absorver rapidamente tecnologia e ganhar capital. Com parcerias e compras improváveis, quem parece estar chegando veloz e furiosa nessa disputa é a sul-coreana Hyundai

O grande trovão indicando o mundo futurista da Hyundai ocorreu no começo deste ano. O jornal IT Korea publicou que a empresa está para fechar um acordo com a Apple para a fabricação de carros autônomos, que seriam lançados já em 2024 nos EUA. A gigante da tecnologia americana não se pronunciou a respeito, mas a montadora confirmou que as duas foram à mesa de discussões, sem nada decidido. Pelo que indicam os rumores, está sendo desenvolvida uma bateria de “outro nível” para o carro, que usaria as câmeras LiDAR (que medem profundidade de objetos, utilizadas atualmente nos iPhones 12 Pro) para se movimentar pelas ruas. Mais detalhes, no entanto, são escassos.

Antes disso, porém, a empresa já vinha pavimentando o caminho para o futuro. Na edição do ano passado da CES, principal feira de tecnologia dos EUA, a sul-coreana revelou um protótipo de táxi aéreo que serviria para abastecer a frota do Uber, que desde 2016 tenta tirar da gaveta projetos de veículos voadores para circular já na próxima década. Testes de voo não foram realizados e, por enquanto, a iniciativa ainda não decolou — mas o sonho de voar pelos céus das grandes cidades permanece. A parceria ganhou ainda mais importância depois que a Uber, em dezembro do ano passado, vendeu a Uber Elevate, divisão interna responsável por cuidar do projeto de táxis aéreos, para a startup americana Joby Aviation, especializada em carros de voos verticais com passageiros.

Antes da virada do ano, outro anúncio inusitado: a Hyundai comprou 80% da Boston Dynamics, empresa que faz sucesso na internet com vídeos de seus robôs altamente desenvolvidos, lembrando da série Black Mirror. Mesmo em uma transação que girou US$ 880 milhões (a Boston pertencia ao fundo de investimento Softbank), a empresa nunca conseguiu definir os seu modelo de negócios. Parece ser uma situação diferente da montadora sul-coreana, que imagina ser capaz de usar a tecnologia na automação das fábricas e no desenvolvimento de carros, drones e, claro, robôs.

Robôs da Boston Dynamics agora pertencem à Hyundai 
Robôs da Boston Dynamics agora pertencem à Hyundai 

Parceria

Essas parcerias e compras estratégicas fazem parte de um movimento geral de aquisições, fusões e parcerias da indústria automotiva para ganhar força e investir em pesquisa e inovação, diz Ricardo Bacellar, líder de setor automotivo da KPMG no Brasil.

Outras colaborações do mercado incluem a General Motors e a Microsoft, que planejam lançar veículos autônomos. Além disso, a própria GM é dona de parte das ações da Lyft, maior concorrente do Uber nos Estados Unidos. A montadora chinesa Geely anunciou neste mês parcerias com as conterrâneas Baidu e a Tencent para um carro inteligente e conectado. 

Ao contrário das fabricantes de celulares e de outros gadgets, que apresentam grandes saltos em seus produtos em um ou dois anos, as montadoras têm de lidar com ciclos mais longos de inovação por conta das grandes cadeias de produção que envolvem a fabricação de novos carros.

“Antes, as ondas de inovação no setor tinham frequência mais espaçada, mas que vêm se acentuando nos últimos anos”, conta Bacellar. A pressão para anunciar novidades tem feito com que as empresas do Vale do Silício, especialistas em análise de grandes volumes de dados e na criação de interfaces amigáveis, sejam as associações favoritas do ramo automobilístico. “E essas parcerias reduzem o custo da onda de inovação para as montadoras.”

A simbiose entre Vale do Silício e montadoras vai muito além também da necessidade de unir o software e imensos volumes de dados às fábricas de carros de décadas de experiência no currículo. Para as primeiras, representa o futuro e a expansão dos negócios para um novo nicho. Para as últimas, é a sobrevivência num setor em que chegam cada vez mais concorrentes, como as aéreas EmbraerAirbus e Boeing – todas têm projetos de carros voadores.

Hyundai aposta em novos modelos de veículos, como os carros elétricos autônomos e voadores, para se reinventar
Hyundai aposta em novos modelos de veículos, como os carros elétricos autônomos e voadores, para se reinventar

Hugo Braga, professor e membro do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo na Fundação Dom Cabral, explica as vantagens para a Hyundai nos movimentos que tem feito. A Apple pode compartilhar o conhecimento adquirido nas áreas de realidade virtual e realidade aumentada, tecnologias essenciais para se integrar aos sensores dos carros inteligentes. Já o Uber detém os dados de mobilidade urbana de consumidores de todo o mundo, o que pode servir de base para entender como os veículos podem se tornar mais eficientes em quilômetros rodados, por exemplo. A excelência em robótica da Boston Dynamics, por sua vez, será útil na automação das fábricas, essencial para poupar mão de obra e aumentar a eficiência de produção.

“Nesse cenário, a Hyundai entra no mercado com alta adoção de tecnologias e isso faz dela uma empresa mais tecnológica, e menos de produção industrial, como é hoje”, afirma Braga. Por outro lado, a parceria reafirma o valor da companhia no ramo, sem ter de enfrentar a concorrência com desenvolvimentos próprios feitos pela Apple, Google ou Uber.

Questão de percepção

O movimento das parcerias das empresas da indústria automobilística com as de tecnologia também tem outra função: passar uma mensagem positiva ao mercado financeiro.

“A associação da Hyundai com a Apple é extremamente relevante para o mercado financeiro, que vive de percepções”, diz Antônio Jorge Martins, coordenador dos cursos automotivos da Fundação Getúlio Vargas. “No momento em que se joga com a Apple, a empresa dá um passo monumental em dizer que vai sobreviver no futuro.”

A estratégia parece ter funcionado. No dia em que saiu o primeiro rumor da parceria entre Hyundai e Apple, em 7 de janeiro, as ações da montadora deram um salto de 19% no pós-mercado da Bolsa sul-coreana.

Para Raul Colcher, membro do Instituto dos Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e sócio e presidente da Questera Consulting, é difícil que o movimento de parcerias entre montadoras e Big Techs seja freado. Mas o choque cultural na maneira de fazer negócios e nos ritmos de desenvolvimento pode impedir que as colaborações saiam tão facilmente. “Todas essas empresas querem abocanhar o máximo que der, mas eles vão ter de cooperar, mesmo com choques de estilo e culturas empresariais diferentes.”

Bacellar, da KPMG, concorda. “O modelo de inovação de erro e acerto dessas empresas de tecnologia é impossível de ser reproduzido na indústria automotiva. O que acontece se der uma tela azul na rodovia?”.

Gloria Maria celebra um ano de alta hospitalar após infecção no pulmão

‘Pouquíssimos apostaram na minha total recuperação’, disse a apresentadora

No final de 2019, Gloria Maria passou por uma cirurgia no cérebro e, no começo de 2020, foi internada com infecção pulmonar. Foto: Estevam Avellar/Globo/Divulgação

A apresentadora Gloria Maria celebrou neste sábado, 23, um ano de alta hospitalar após ficar quase 20 dias internada devido a uma infecção no pulmão. Ela falou sobre o caso no começo deste mês, somente um ano depois do ocorrido.

“Porque hoje é sábado e graças a Deus estou viva! Um ano atrás estava saindo do hospital depois de mais uma internação! Pouquíssimos apostaram na minha total recuperação! Apesar desse ano assustador, sou só felicidade e gratidão”, escreveu em uma publicação no Instagram.

Gloria contou, no último dia 4, que naquele mesmo dia de 2020 foi internada com uma infecção pulmonar. Ela afirmou que poucas pessoas ficaram sabendo e lutou “como uma guerreira pela vida”.

No final de 2019, a jornalista passou por uma cirurgia no cérebro após exames indicarem um tumor. Antes do diagnóstico, ela havia desmaiado em casa e batido com a cabeça numa mesa de vidro.