Paloma Elsesser – Porter Edit January 25th, 2021 By Renell Medrano

Positively Beautiful   —   Porter Edit January 25th, 2021   —   www.net-a-porter.com
Photography: Renell Medrano Model: Paloma Elsesser Styling: Elissa Santisi  Art Direction: Phil Buckingham Hair: Evanie Frausto Make-Up: Marcelo Gutierrez Manicure: Yuko Tsuchihashi Set Design:Jesse Kaufmann

Louis Vuitton | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Louis Vuitton | Fall Winter 2020/2021 by Nicolas Ghesquière | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) #FFLikedalot

John Ternus é o novo VP sênior de engenharia de hardware da Apple

Dan Riccio passará a cuidar de “um novo projeto”

John Ternus

A Apple acaba de anunciar que está promovendo John Ternus a vice-presidente sênior de engenharia de hardware, assumindo o cargo até agora ocupado por Dan Riccio.

Riccio, segundo o comunicado para a imprensa, passará a se dedicar a “um novo projeto” na Apple e responderá diretamente ao CEO1, Tim Cook (algo me diz que isso tem a ver com o “Apple Car” ou, talvez ainda mais provável, com o “Apple Glass”…).

Dan Riccio

Ternus entrou na Apple como membro do time de design em 2001 e, em 2013, se tornou vice-presidente de engenharia de hardware. Ele já fez aparições em várias keynotes importantes da companhia. Já Riccio está na empresa desde 1998, também começando pelo time de design; em 2010 ele se tornou VP de engenharia de hardware do iPad e, em 2012, entrou para o time executivo.

“Cada inovação que Dan ajudou a Apple a trazer à vida nos tornou uma empresa melhor e mais inovadora, e estamos entusiasmados por ele continuar a fazer parte da equipe”, disse Cook. “O profundo conhecimento e a ampla experiência de John o tornam um líder ousado e visionário de nossas equipes de Engenharia de Hardware. Quero parabenizá-los por essas novas etapas empolgantes e estou ansioso por muitas outras inovações que eles ajudarão a trazer para o mundo.”

“Trabalhar na Apple tem sido a oportunidade de uma vida, dedicada a fazer os melhores produtos do mundo com as pessoas mais talentosas que você possa imaginar”, disse Riccio. “Após 23 anos liderando nossas equipes de Design de Produto ou Engenharia de Hardware — culminando com nosso maior e mais ambicioso ano de produtos de todos os tempos —, é o momento certo para uma mudança. A seguir, estou ansioso para fazer o que eu mais amo — concentrar todo o meu tempo e energia na Apple na criação de algo novo e maravilhoso com o qual eu não poderia estar mais animado.”

Saindo do time executivo, Riccio ainda ocupará um cargo de “vice-presidente de engenharia”, mas claramente este é o início da sua aposentadoria. Ele trabalhará no tal “novo projeto”, provavelmente com bem menos responsabilidades e afazeres do que antes.

Ainda que mais jovem, Ternus já acumula quase 20 anos na Apple e esteve envolvido no desenvolvimento de todas as gerações de iPads e AirPods, e foi quem liderou o time de hardware responsável pela linha iPhone 12, bem como atuou como um dos líderes da transição de Macs para o Apple Silicon. [MacMagazine]

Um olhar por dentro do novo escritório da consultoria Intercommercial em Sydney, Austrália

A consultoria Intercommercial contratou recentemente a empresa de arquitetura e design de interiores Ian Moore Architects para projetar seu novo escritório em Sydney, Austrália.

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Workstations / Meeting space

“Uma série de colunas de tamanhos irregulares e paredes desalinhadas, juntamente com uma parede cortina externa que não está alinhada com o espaço, tornavam extremamente difícil um layout de planta regular. Foi desenvolvido um conceito de paredes de armazenamento espessas para as laterais do espaço, com uma série de curvas sutis introduzidas para disfarçar as irregularidades. Esta marcenaria de armazenamento também possui uma série de expressões diferentes, estantes abertas, estantes de livros, armazenamento oculto e painéis fixos na face das colunas.

Os painéis curvos permitem um fluxo visual para as paredes laterais, que fazem uma transição suave para as divisórias envidraçadas dos espaços celulares de escritórios. O modesto orçamento foi gasto principalmente nesta marcenaria e novos móveis, enquanto as grades de iluminação e ar-condicionado existentes foram reorganizadas dentro do teto existente para se adequar ao novo layout. A nova marcenaria foi colorida em cinza claro para coincidir com a moldura da janela de alumínio anodizado natural e duas cadeiras de hidromassagem dos anos 1970 em tecido vermelho foram reutilizadas do escritório anterior do cliente para fornecer uma pequena explosão de cor. O elemento final é uma cortina de linho cinza médio para fornecer privacidade do corredor comunitário ”, disse Ian Moore Architects.

  • Location: Sydney, Australia
  • Date completed: 2020
  • Design: Ian Moore Architects
  • Photos: Romello Pereira
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Private office
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Workstations
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Library
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Meeting space / Workstation
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Meeting space
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Meeting space
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Private office
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Private office

Conheça Olivia Rodrigo, estrela Disney que tem o maior hit de 2021 com ‘Drivers license’

‘É diferente de tudo o que alguém já viu antes’, garante executivo do Spotify sobre o primeiro sucesso mundial de 2021
Joe Coscarelli, do ‘New York Times’

A cantora Olivia Rodrigo, do hit ‘Drivers license’ Foto: Divulgação

O primeiro grande hit mundial de 2021 é, ao mesmo tempo, um modelo de sucesso comprovado pela indústria — uma atriz da Disney que mergulha no pop com uma balada cativante e confessional sobre separação — e também um fenômeno sem precedentes na era do TikTok, feito por uma adolescente.

“Drivers license”, de Olivia Rodrigo, 17 anos, estreou em primeiro lugar nas paradas americanas, após uma semana quebrando recordes em plataformas de streaming como Spotify e Amazon Music. Ao longo do percurso, a canção autobiográfica rendeu burburinhos nos tabloides e nas redes sociais, enquanto os ouvintes tentavam encontrar paralelos entre os versos e a vida real — como acontece nas músicas da heroína de Olivia, Taylor Swift.

Vídeos no TikTok geraram publicações em blogs, que geraram reproduções no streaming, que geraram matérias na grande imprensa, e por aí foi. O ciclo de reações em repetição tornou o hit imbatível.

— Foi a semana mais louca da minha vida — admitiu Olivia, que realmente tirou a tal carteira de motorista do título da canção no ano passado. — Minha vida inteira mudou em um instante.

Em um momento instável e incerto para o mundo da música, em meio à pandemia e agitação civil, “Drivers license” foi lançada nas plataformas e acompanhada por um videoclipe chocante no dia 8 de janeiro, pela Geffen Records (um dos selos da Universal Music). Só nos Estados Unidos, a canção foi reproduzida mais de 76,1 milhões de vezes, segundo a “Billboard”, o maior resultado desde “WAP”, de Cardi B e Megan Thee Stallion, em agosto (com 93 milhões). No Spotify, em 11 de janeiro, “Drivers license” estabeleceu um novo recorde mundial de reproduções diárias fora de um feriado, e superou a marca no dia seguinte, eventualmente tornando-se também a música mundialmente mais ouvida do serviço no intervalo de uma semana.

Recordes e mais recordes

A música alcançou o número 1 em 48 países na Apple Music, 31 países no Spotify e 14 no YouTube, segundo a gravadora. Vendeu também 38 mil downloads nos Estados Unidos, a recordista da semana, e obteve 8,1 milhões de audições em rádios, disse a “Billboard”.

— Nós não tínhamos nenhuma ideia do quão grande ela se tornaria — conta Jeremy Erlich, co-diretor de música do Spotify. — Ela simplesmente se transformou em um monstro, diferente de tudo que eu já vi antes. E eu acho que diferente de tudo que alguém já tenha visto antes.

A empresa, responsável por mais de 60% das audições globais da canção em sua primeira semana, reagiu ao interesse inicial aumentando a divulgação de “Drivers license”, que aparece agora em 150 playlists oficiais do Spotify.

— O interesse não está diminuindo, definitivamente — espanta-se Erlich. — É o grande assunto na empresa e em toda a indústria.

A canção, escrita por Olivia Rodrigo com o produtor Dan Nigro, começa de forma bastante direta: “Eu tirei minha carteira de motorista semana passada”, canta Olivia sobre um som de piano bem básico, “assim como sempre falamos”. Mas, ao final do primeiro verso, ela está “chorando no subúrbio”, e a música vai crescendo por uma ponte catártica até chegar num palavrão inesperado. A música “equilibra com sucesso um melodrama sombrio e vivo com uma melodia ousada, um canto suave e imagens nítidas”, opina o crítico do “New York Times” Jon Caramanica. “Ela é, em todos os sentidos, uma canção pop e de sucesso”.

Seguindo Selena, Demi, Miley e outros

“Drivers license” pode ser a verdadeira estreia de Olivia Rodrigo como artista solo, mas ela surgiu com um público já construído graças a seus papéis na Disney. Nascida e criada no sul da Califórnia, ela se tornou figurinha carimbada em shows de talento aos 8 anos e foi escalada primeiro para “Bizaardvark”, que ficou no ar por três temporadas no Disney Channel entre 2016 e 2019. Olivia, que aprendeu a tocar violão para o papel, era Paige Olvera, uma adolescente que fazia músicas e vídeos para um estúdio de conteúdo digital.

Hoje ela pode ser vista como Nini Salazar-Roberts em “High School Musical: A série: O musical”, que está no ar no Disney+. Ano passado, uma música escrita por Olivia, “All I want”, tornou-se a de maior sucesso do seriado.

Mas, como aconteceu com Miley Cyrus, Selena Gomez e Demi Lovato antes dela — e com Britney Spears, Justin Timberlake e Christina Aguilera antes delas —, Olivia pegou suas experiências dentro da máquina Disney e tentou traduzi-las para um público mais amplo e adulto. Fãs especulam que “Drivers license” seja sobre Joshua Bassett, com quem ela contracena em “High School Musical”, que lançou seu próprio single solo — com um clipe centrado em carros —, na última sexta-feira.

Alinhamento astral

Erlich, o executivo do Spotify, afirma que existe “uma tonelada de fatores fundamentais que criaram esta tempestade perfeita” para Olivia, entre elas as fofocas, a qualidade de sua música, o plano de marketing previamente preparado pela gravadora e o apoio de celebridades como Taylor Swift  e a tiktoker Charli D’Amelio.

— Esses fatores se alinharam perfeitamente e de forma mais rápida do que qualquer coisa que já vimos — disse Erlich. — Já vimos outros alinhamentos assim, mas normalmente eles levam entre três e seis meses para chegar a isso. Esse aconteceu em um dia e meio.

Aprovada por diferentes públicos

Olivia chama a música de “uma pequena cápsula do tempo” de seis meses espetaculares que ela viveu ano passado. Reconhecendo o “arquétipo” de astro da Disney que vira estrela pop, ela diz que estava nervosa com a colisão entre “pessoas que nunca ouviram meu nome antes e pessoas que meio que cresceram comigo na TV”. Mas ficou emocionada por encontrar ambos os grupos interessados.

— A parte legal de “Drivers license” é que eu tenho visto tantos vídeos de pessoas falando tipo “eu não tenho ideia de quem é essa garota, mas eu amo essa música”, o que tem sido realmente interessante para mim, porque por muito tempo eu estive apenas ligada a projetos e personagens, e é assim que as pessoas me conhecem — explica Olivia, que completa 18 anos no dia 20 de fevereiro. — É muito legal ser apresentada às pessoas pela primeira vez através de uma música pela qual eu sou realmente apaixonada.

Keira Knightley não quer filmar cenas de nudez filmadas por homens

“Prefiro não ficar nua frente de um grupo de homens.”
BY ERICA GONZALES JAN 25 2021, 12:44 PM EST

Em uma recente entrevista em podcast, Keira Knightley falou sobre seu desconforto em filmar cenas de nudez com cineastas homens. “Não tenho uma proibição absoluta”, disse ela sobre a nudez na tela, “mas gosto de homens.” A atriz admitiu que um dos motivos é a “vaidade”, mas também disse que o outro é “o olhar masculino”.

Falando no Chanel Connects, Knightley continuou: “Não quero que sejam aquelas cenas de sexo horríveis em que você está todo engordurado e todo mundo grunhindo. Não estou interessado em fazer isso.”

Knightley, 35 e mãe de dois filhos, disse que seria diferente se ela estivesse trabalhando em um projeto que celebra a maternidade e a jornada de aceitação corporal “, e sinto que sinto muito, mas isso teria que ser com um cineasta. “

“Se fosse sobre a maternidade, literalmente sobre como esse corpo é extraordinário, sobre como de repente você está olhando para este corpo que você tem que saber que é seu e é visto de uma maneira completamente diferente, e mudou de maneiras que são incompreensíveis para você antes de se tornar uma mãe, então, sim, eu estaria totalmente pronto para tipo de explorar isso com uma mulher que entenderia isso. Mas eu me sinto muito desconfortável agora tentando retratar o olhar masculino.

“Dizendo isso, às vezes eu digo, ‘Sim, eu vejo completamente onde essa cena de sexo seria realmente boa neste filme. E você basicamente só precisa de alguém para parecer quente, então você pode usar outra pessoa.’ Porque sou muito vaidosa e o corpo já teve dois filhos agora, e prefiro não ficar na frente de um grupo de homens nus

Knightley começou no ano passado sobre a adição de uma cláusula de proibição de nudez ao seu contrato depois de se tornar mãe, para que ela pudesse ter “controle total” sobre as cenas de sexo em que ela aparece. “Eu me sentia confortável antes com mais nudez do que agora, “ela disse anteriormente ao Financial Times. “Tive um filho, estou na casa dos trinta, estou muito feliz com o meu corpo.”

Ouça o episódio completo do podcast abaixo, com a participação da diretora Lulu Wang e da escritora / produtora Diane Solway.

‘A moda está presa a um ideal de beleza antigo’, diz a modelo Giorgia Narciso do longa ‘Favela é Moda’

Documentário que discute representatividade no mercado fashion vai ao ar nesta segunda-feira, no canal Curta!
Marcia Disitzer

Giorgia em desfile na Casa dos Criadores Foto: Marcelo Soubhia/Fotosite
Giorgia em desfile na Casa dos Criadores Foto: Marcelo Soubhia/Fotosite

A carioca Giorgia Narciso, de 24 anos, guarda ótimas recordações e muitas sensações da época das filmagens do documentário “Favela é Moda”. O filme de Emilio Domingos, que vai ao ar nesta segunda-feira, às 16h30, no canal Curta!, e está disponível no Now, acompanha o desenvolvimento de modelos de uma agência que busca aumentar a representatividade de modelos negros e fora dos padrão estabelecidos pela moda. O longa faz parte da “trilogia do corpo” que conta com os documentários  “A Batalha do Passinho” e “Deixa a Régua”, do mesmo diretor.

“Estava com 20 anos e no início da minha transição. Cheguei a ser expulsa de casa, mas agora a minha família me aceita”, conta Giorgia. “Falo um pouco sobre esse assunto no filme”, diz ela, que hoje mora em São Paulo.

Ela ressalta que a moda é uma de suas formas de expressão, ao lado da arte. “Há dois anos e meio me mudei para São Paulo para fazer um curso de roteiro”, explica.

Como modelo, Giorgia participou do reality show “Born to Fashion”, do canal E!, que foi ao ar em agosto de 2020. Também fez desfiles, campanhas e editoriais; como artista, integrou exposições e oficinas em espaços como Instituto Tomie Ohtake e Museu Hélio Oiticica, entre outras experiências.

Giorgia vê uma evolução no mercado fashion. “Está melhor do que dez anos atrás, há um tensionamento social que vem cobrando isso. Porém, também existe muita resistência contrária da antiga moda. Eu, por exemplo, não me considero uma modelo trans e, sim, uma modelo. E o mercado vive querendo nos colocar em caixinhas que são limitadoras”, analisa. “A moda está presa a um ideal de beleza antigo.”

Emilio Domingos reflete sobre as mudanças. “Começamos a filmar o documentário seis anos atrás. Ainda há muito racismo, mas existe um número maior de modelos negros na moda em geral. Essa é uma conquista da sociedade, e as redes sociais têm ajudado bastante nesse sentido”, conclui o diretor.

Viktor & Rolf | Haute Couture Fall Winter 2019/2020 | Full Show

Viktor & Rolf | Haute Couture Fall Winter 2019/2020 by Viktor Horsting and Rolf Snoeren | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Haute Couture Fashion Week – Paris/FR)

Rob Kelly – Mrs Druid’s Headache
Paul Ressel – Dr Dread

Anúncio de ‘Tales of Dunk and Egg’, spin-off de ‘Game of Thrones’, causa furor entre fãs

PATRÍCIA KOGUT

George R. R. Martin, autor do título de ‘Game of thrones’ que vem sendo adaptado (Foto: Nick Briggs)

Quem aí nunca assistiu a “Game of Thrones” ou ficou de fora de uma conversa por não acompanhar a história? O sucesso da série foi estrondoso. A produção chegou ao fim em maio de 2019, mas o interesse em torno dela segue muito forte. As redes sociais tratam de manter o assunto vivo. Até hoje há grupos de fãs que relembram os melhores momentos e debatem roteiros alternativos. Por isso, na semana passada, a notícia de que a HBO está preparando um spin-off fez barulho. “Tales of Dunk and Egg” é o título de George R.R. Martin que já está sendo adaptado, como informou a reportagem da Variety.com que causou furor.

Para quem quiser se adiantar, o conto saiu aqui em 2015, dentro de “Um cavaleiro dos sete reinos” (pela Editora Leya). Sua trama se passa quase um século antes do enredo de “GoT”, “As crônicas de gelo e fogo”. Ela retrata a relação entre Sor Duncan, o Alto, nascido pobre na Baixada das Pulgas, e o escudeiro Aegon V Targaryen, o Ovo, de Westeros.

A ideia de ambientar o spin-off de uma série numa cronologia anterior é boa. Ela foi testada em “Better call Saul” com êxito. O desafio da produção da Netflix também se mostrava imenso. Afinal, ela era derivada de “Breaking bad”, outro clássico da era de ouro da televisão americana. Não dava para fazer por menos. Deu certo.

Tudo isso faz pensar que a nostalgia pode ser um ativo das séries. O espectador fica duplamente atendido: ele assiste a uma novidade e ao mesmo tempo reencontra algo de que tem saudade. Os remakes, embora mais literais, também cumprem esse papel em alguma medida. Finalmente, há as séries de antologia. Suas temporadas podem ter elencos e tramas distintas, mas se desenrolam ligadas por algum fio conector. O público gosta de lembrar.