Crítica I Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre é o final feliz que Lara Jean merece

Produção da Netflix faz recorte esperto do livro de Jenny Han e retoma a doçura cativante do primeiro longa
MARIANA CANHISARES

Depois de quase causar a separação de Lara Jean (Lana Condor) e Peter Kavinsky (Noah Centineo) em P.S. Ainda Amo Você, John Ambrose (Jordan Fisher) parece ter sido nada mais que um tropeço na história de amor do casal. Quando os pombinhos retornam em Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, além de estarem mais apaixonados do que nunca, não há qualquer menção ao pretendente rejeitado. Aliás, nem a ele, nem à adorável Stormy (Holland Taylor). Ainda que seja triste deixar para trás personagens tão carismáticos, é difícil não encarar essa “amnésia” como um bom presságio. Porque, da mesma forma que Lara Jean supera sua dúvida, o terceiro filme retoma a doçura e a sensibilidade que fizeram da franquia da Netflix um sucesso.

Prestes a se formar na escola, Lara Jean já tem toda a sua vida planejada: vai estudar na mesma faculdade que Peter, casar e, obviamente, ter um final feliz digno das suas comédias românticas preferidas. Ela, no entanto, é pega de surpresa ao receber a notícia de que não foi aceita em Stanford. Mais do que simplesmente lidar com sua frustração e aceitar o fato de que ela e Peter não vão dar passeios de bicicleta depois da aula – ou qualquer outro plano insuportavelmente fofo que fizeram juntos -, a negativa faz com que ela se depare com um dilema e tanto, isto é, o que é mais importante: atingir as expectativas do seu parceiro ou se arriscar e fazer o que quer de verdade?

Adaptando a obra de Jenny Han, a roteirista Katie Lovejoy não foi literal e usou as quase duas horas de filme para focar no que era realmente relevante no romance. Assim, alguns conflitos foram completamente cortados, como a chamada Semana na Praia, ou mencionados brevemente, a exemplo da implicância de Lara Jean com os preparativos do casamento do pai (John Corbett) com Trina (Sarayu Blue). Essa decisão não poderia ter sido melhor, porque permitiu que o longa desse a atenção devida aos dramas, fugindo da narrativa episódica – e às vezes, por isso, vazia – do livro original.

O exemplo mais claro talvez seja a insegurança da adolescente sobre quando perder a virgindade. Questão típica da adolescência, o sexo não foi apenas mais um item do checklist de clichês teens em Agora e Para Sempre. Recebeu, sim, um tratamento conciso, mas delicado. Porque, na realidade, ele não é o ponto mais importante na relação de Lara Jean e Peter. É só mais um exemplo da insegurança que a protagonista sente de perder o namorado – algo que é muito mais relacionável do que cenas mais explícitas e idealizadas de outras produções voltadas para esse público.

Em última instância, o recorte mais direcionado do terceiro livro permitiu ainda retomar o clima apaixonante do primeiro filme, interrompido em P.S. Ainda Amo Você, quando o diretor Michael Fimognari optou por ser mais “engraçado” do que cultivar o universo colorido de Lara Jean. Veja bem, Kitty (Anna Cathcart) ainda faz seus comentários irônicos, mas o humor não é a prioridade. Essa virada, esperta e necessária do próprio Fimognari, torna a mensagem da produção mais forte e garante o encerramento perfeito para a franquia.

Agora e Para Sempre é maduro, curiosamente sem perder sua inocência colorida, traz o melhor da química de Lana Condor Noah Centineo e lembra por que comédias românticas adolescentes são tão gostosas de assistir. O felizes para sempre pode não ser o imaginado por muitos fãs dos filmes, mas é o mais justo para a fofa história de Lara Jean.

NOTA DO CRÍTICO **** Ótimo

Uma olhada por dentro do escritório de Gaming Studio em Tustin, Califórnia

A empresa de arquitetura Abramson Architects projetou recentemente um novo escritório para uma empresa privada de desenvolvimento de videogames em Tustin, Califórnia.

videogaming-company-office-1
Breakout space

“Este escritório de videogame recém-concluído incorpora elementos comuns a seus RPGs (RPGs) financiados pelo público. Detalhes inesperados, como um lounge de entrada steampunk e uma porta de abóbada na sala de conferências principal, homenageiam as experiências imersivas que criam para sua base de fãs dedicada. Para atender à visão única do cliente para a estética do escritório, a equipe de design contratou móveis e acabamentos personalizados, sempre que possível. Contar com fornecedores locais, pequenos e minoritários ajudou a criar um design com capacidade de resposta regional.

O conceito de design surgiu de sessões de engajamento de partes interessadas inclusivas com foco na construção de um mundo dentro de sua base limitada. Informado por pesquisas sobre temas comuns de seus ambientes virtuais, o design resultante emula a jogabilidade do estúdio momento a momento em seu novo espaço físico.

A sala de jogos é um elemento essencial do programa, necessário para testar novos jogos. O espaço altamente visível incentiva a interação espontânea entre os membros da equipe e promove conexões mais profundas inspiradas por suas paixões compartilhadas por RPGs, histórias ricas e pensamento tático.

O conceito resultante segue as diretrizes globais de sua marca enquanto cria uma jornada diária única para os usuários locais. A história do design é reforçada com o uso de acessórios e acabamentos auxiliares, gráficos ambientais em grande escala, especificações de arte e filmes de privacidade personalizados. “

videogaming-company-office-3
Breakout space
videogaming-company-office-4
Conference room
videogaming-company-office-6
Conference room
videogaming-company-office-7
Conference room
videogaming-company-office-8
Lounge / Corridor
videogaming-company-office-9
Lounge
videogaming-company-office-10
Workspace
videogaming-company-office-11
Relax zone
videogaming-company-office-13
Meeting room
videogaming-company-office-18
Open-plan workspace
videogaming-company-office-19
Open-plan workspace

Sef Kombo + Kitty Amor afro house set in the Lab LDN

Coors e Mixmag apresentam The Lab LDN com uma masterclass em afro house de Sef Kombo e Kitty Amor. Leia o artigo da capa sobre eles aqui: https://mixmag.net/feature/sef-kombo-…

Pianista e tecladista de jazz Chick Corea morre aos 79 anos de câncer raro

Pianista e tecladista de jazz com mais de 50 anos de carreira e ganhador de 23 prêmios Grammy morreu na terça-feira por causa de um câncer raro.

Chick Corea mostra o Grammy que ganhou na categoria de melhor álbum de trio de jazz instrumental 2020 — Foto: Frederic J. Brown/AFP

O pianista de jazz Chick Corea morreu aos 79 anos nesta terça-feira (9) por causa de uma forma rara de câncer. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (11) na página do músico no Facebook.

De acordo com o comunicado, a doença foi diagnosticada “muito recentemente”.

Na publicação, Corea deixou uma mensagem para os fãs, amigos e família.

“Quero agradecer a todos que ao longo de minha jornada ajudaram a manter as chamas da música queimando forte. Tenho a esperança de que aqueles que têm uma inclinação para tocar, escrever, se apresentar ou algo do tipo o façam. Se não por vocês mesmos, pelo resto de nós. Não é apenas que o mundo precisa de mais artistas, mas também porque é muito divertido”, afirmou o pianista.

“E para todos os meus amigos músicos maravilhosos que foram como uma família para mim desde que os conheço: Foi uma bênção e uma honra aprender com e ao tocar com todos vocês. Minha missão sempre foi a de trazer a alegria da criação a qualquer lugar que eu pudesse, e fazê-lo com todos os artistas que eu tanto admiro — esta foi a riqueza da minha vida.”

Armando Anthony “Chick” Corea nasceu no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, em 1941. Ganhador de 23 prêmios do Grammy e indicado mais de 60 vezes ao longo de uma carreira de mais de 50 anos, ele se estabeleceu como um dos principais pianistas de jazz nos anos 1960.

Com o tempo, tocou com alguns dos maiores nomes do gênero, como Stan Getz e Herbie Mann. Ao se juntar à banda de Miles Davis, fez parte do nascimento do jazz fusion, que misturava o jazz com rock, funk e R&B.

Depois, formou grupos próprios, como o Return to Forever e a Chick Corea Elektric Band. Um de seus discos mais recentes, “Antidote”, gravado com a Spanish Heart Band, ganhou o Grammy de melhor álbum de jazz latino em 2020.

Sophia Loren, 86 anos: ‘Sempre tentei interpretar mulheres fortes’

Atriz italiana fala sobre as personagens que escolheu na carreira, revela os preconceitos que sofreu na infância por ter crescido sem pai presente e conta que ainda se sente insegura no set: ‘Me recomponho e digo a mim mesma que sei os meus sentimentos’
Independent

A atriz Sophia Loren como Rosa, no filme ‘Rosa e Momo’, de 2020, dirigido pelo seu filho mais novo

Sophia Loren é uma das mulheres mais conhecidas do mundo, um tipo de estrela que o cinema não faz mais. Mas pergunte à atriz italiana de 86 anos se ela alguma vez quis ser uma pessoa normal, e ela vai ficar intrigada: “Por que você acha que ser uma estrela não é normal?”, questiona a atriz. “Dizem que sou uma estrela; eu não sei. Eu sempre me senti normal.”

Ser uma estrela já deve ter virado rotina para ela, famosa desde antes de a Humanidade pisar na Lua. Loren já interpretou trabalhadoras do sexo, imigrantes, espiãs e donas de casa, ao mesmo tempo em que era chamada de “vamp” ou “adorno”. Em 1960, pela atuação em “Duas Mulheres”, dirigido por Vittorio de Sica, ela se tornou a primeira atriz a ganhar um Oscar por um papel em um filme de língua não inglesa. Loren já ganhou cinco Globos de Ouro, um Grammy, a copa Volpi, no Festival de Cinema de Veneza; o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes; e o prêmio pelo conjunto de sua obra dado pela Academia de Hollywood. Loren tem estrela na calçada da fama, e os Rolling Stones compuseram uma canção sobre ela “Pass the Wine (Sophia Loren)”. Se ela não é uma estrela, ninguém mais é.

Em sua carreira, Sophia Loren interpretou mulheres fortes. Cesira, sua personagem em “Duas Mulheres”, foi uma performance que desafiou as convenções sobre o feminino com momentos de raiva desenfreada, algo revolucionário na época. A personagem diz a um namorado: “Você não é meu dono. Não sou propriedade de ninguém”. E confronta um comandante americano na Segunda Guerra Mundial, depois que ela e sua filha de 13 anos sobrevivem a um estupro: “Você sabe o que eles fizeram, os ‘heróis’ que comanda?”.

Em entrevista ao jornal britânico “The Independent”, Sophia Loren revela o medo que sente da Covid-19, relembra o diretor Vittorio de Sica, sua preferência por interpretar mulheres de personalidade forte, o preconceito que sofreu na infância por ter crescido sem pai presente e por que escolheu dar um tempo na carreira para ficar com os filhos. Leia abaixo trechos da entrevista:

Pandemia de Covid-19

“Eu não sei o que fazer com a minha vida. Estou em casa, eu não saio. Não quero sair, estou morrendo de medo.”PUBLICIDADEhttps://8f11638e29056f4f90f0909d3a69263b.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Personagens

“Meu papel em Rosa e Momo [em que atua sob direção do filho Edoardo Ponti] é muito bonito. Ela é forte, frágil, divertida, tocante… é tudo que uma mulher é e tudo o que eu sempre quis levar à tela. Na minha carreira, eu sempre tentei interpretar mulheres de personalidade forte. São mulheres que lutam para que a vida seja melhor.”

A família

“Eu nasci em uma família que não era tradicional, em uma instituição de caridade para mulheres que não eram casadas. As outras crianças na escola tinham famílias com pais. Eu não diria que tinha inveja, porque amava meus amigos, mas eu não era como eles. Sim, me sentia diferente. E os meninos faziam piada comigo, o que me causava muito sofrimento. Mas o fato de a minha mãe não ser casada não fazia de nós menos uma família do que as das outras pessoas. Talvez tenha nos tornado ainda mais fortes porque nos unimos pelo fato de que não éramos como os outros. Falar sobre isso pode ajudar meninas e meninos a sentirem orgulho das famílias que têm. Todos nós merecemos ser amados de forma profunda e honesta.”

Beleza

“Quando Carlo Ponti [produtor de cinema e marido de Loren] me conheceu, sugeriu que eu operasse o meu nariz. Eu disse: ‘Se tiver que mudar o nariz, volto para Puzzuoli’ [cidade na província de Nápoles, onde a atriz nasceu]. Eu tive a sorte de receber papéis que foram bons para a minha aparência e bons também para o meu interior.”

Vittorio de Sica

“Eu tinha 16 anos e não sabia nada. Se não tivesse conhecido de Sica [diretor de alguns de seus melhores filmes], acho que não teria me saído tão bem. Ele foi um ótimo diretor de atores e me deu força para continuar e me disse para nunca ter medo de ousar. Nunca”.

Maternidade

“Eu sempre sonhei com uma casa, filhos, família. Meus dois filhos [Carlo Jr. e Edoardo] são lindos. A memória que quero guardar é do início da gravidez, quando pensava que seria mãe. Se eu continuar, vou chorar. Você não me conhece, eu sou assim. Um dia, em casa, acho que nos anos 80, eu me dei conta que trabalhava desde os 17 anos. Então pensei que não aproveitava nada porque não podia estar com os meninos. Eu disse a mim mesma que iria tirar um tempo com as crianças, dar um tempo do cinema.”

Confiança

“Muitas vezes fico trágica no trabalho, dizendo que não estou atuando bem. É uma defesa. Se tenho uma cena importante, penso que não sei se posso fazê-la. Eu não estudei Arte Dramática formalmente, por isso não sei nada. Até que eu me recomponho e digo a mim mesma que, sim, eu sei. Eu sei os meus sentimentos.”

Serviço de streaming HBO Max anuncia chegada ao Brasil em junho de 2021

Fernando Scheller

Kaley Cuoco, The Flight Attendant

O serviço de streaming HBO Max fará sua primeira experiência fora dos Estados Unidos, onde estreou em maio do ano passado, na América Latina. O serviço, que reúne os conteúdos da HBO (e também de TNT, TCM e os filmes da Warner Bros. e da New Line Cinema, entre outros), vai estrear no Brasil e em outros 38 territórios da região em junho de 2021, conforme anúncio feito nesta quinta-feira, 11, no Twitter.

Entre os conteúdos que deverão estrear estão séries feitas exclusivamente para o serviço, como The Flight Attendant e Love Life, além de clássicos do catálogo da Warner, como Friends. A HBO Max ainda inclui no vídeo de “venda” do serviço a nova série baseada no universo Game of Thrones, um de seus maiores sucessos.

Ao divulgar a chegada do serviço, a companhia ainda não deu detalhes de preço. Nos EUA, o serviço chegou a 41 milhões de assinantes ativos em oito meses, batendo uma meta que estava prevista somente para daqui a 18 meses. Parte dessa atração de clientes é explicada pelo lançamento da sequência de Mulher Maravilha simultaneamente com os cinemas.

Já tenho HBO/HBO Go, vou poder ter HBO Max?

Embora a Warner não tenha dado detalhes econômicos de como o serviço vai funcionar por aqui, no médio prazo ele vai substituir o aplicativo atual, o HBO Go, ao qual todos os assinantes do canal já têm acesso. Nos EUA, a migração da assinatura HBO para a HBO Max foi gradual, mas a maioria dos clientes optou por fazer o “upgrade” (sem custo adicional).

Vale a pena fazer a mudança? De acordo com a maior parte das pessoas, sim. Isso porque, além do conteúdo ser bem mais abrangente, inclusive do ponto de vista de opções infanto-juvenis, que nunca foram o forte da HBO, o novo streaming também resolveria os problemas da plataforma HBO Go, cuja usabilidade é criticada.

O HBO Max, naturalmente, estará disponível a novos assinantes.

Amrit and Signe Veiteberg – Harper’s Bazaar US February 2021 By Annemarieke van Drimmele

Shape Shifting   —   Harper’s Bazaar US February 2021   —   www.net-a-porter.com
Photography: Annemarieke van Drimmelen Model: Amrit and Signe Veiteberg Styling: Ludivine Poiblanc Hair: Benjamin Muller Make-Up: Adrien Pinault Manicure: Hanaé Goumri

Gina Carano, de The Mandalorian, é demitida após post ofensivo nas redes sociais

Ex-lutadora usou as redes sociais para comparar críticas ao partido republicano à perseguição aos judeus na Alemanha nazista

Lucasfilm decidiu se desvincular de Gina Carano, intérprete de Cara Dune na série The Mandalorian, depois de a atriz usar suas redes sociais para comparar as críticas feitas ao partido republicano dos Estados Unidos à perseguição ao povo judeu na Alemanha nazista. O comunicado emitido pelo estúdio afirma: “Gina Carano não está atualmente empregada pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro. Ainda assim, suas postagens nas redes diminuindo as pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são abomináveis e inaceitáveis” (via Deadline).

Além do estúdio, fontes afirmaram ao Hollywood Reporter que ela também foi dispensada pela agência UTA, que cuidava de sua carreira.

Nas postagens, Carano afirmou que o genocídio do povo judeu foi causado “não pelos nazistas, mas pelos vizinhos”. “Como a história é editada, a maioria das pessoas não percebe que para chegar ao ponto em que os nazistas conseguiam prender milhares de judeus, o governo fez com que seus próprios vizinhos os odiassem apenas por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém apenas por suas visões políticas?”, diz o post da atriz.

A postagem foi feita após a onda de críticas que políticos e partidários republicanos têm recebido após incitarem a invasão do Capitólio, sede do poder legislativo dos EUA. Principal incentivador da invasão, Donald Trump passa por seu segundo processo de impeachment. Carano é apoiadora de Trump e se manifestou amplamente em apoio a ele durante as eleições presidenciais norte-americanas.

Até o pronunciamento da Lucasfilm, havia a expectativa que a atriz retornasse ao papel de Cara Dune em Rangers of the New Republic, outra série que se passa no universo de Star Wars, anunciada no Dia dos Investidores da Disney.

Série original do Disney+, The Mandalorian acompanha as aventuras pela galáxia do mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal), um caçador de recompensas que vê sua vida mudar totalmente quando um trabalho coloca A Criança em seu caminho. A história se situa alguns anos depois da derrota do Império pela Aliança Rebelde, vista em O Retorno de Jedi (1983), terceiro filme da trilogia original da saga Star Wars, criada por George Lucas.

Tim Cook estampa capa da “Outside” e fala sobre saúde

O CEO1 da Apple, Tim Cook, estampou recentemente a capa da revista de saúde e bem-estar americana Outside.

Ele também conversou sobre alguns dos maiores avanços da Maçã no desenvolvimento de tecnologias e serviços focados na saúde de usuários — a exemplo do Apple Watch e do Apple Fitness+ —, entre outros assuntos.

Anteriormente, ele havia sido entrevistado no Outside Podcast — disponível tanto na web quanto no Apple Podcasts —, no qual o executivo também conversou sobre saúde e algumas das maiores iniciativas da Apple na área.

Saúde

Cook disse que se manter saudável é um dos aspectos mais importantes de sua vida — e que é uma paixão que ele levou para a Apple ao longo dos anos:

Todos nós sabemos intuitivamente, e agora com pesquisas, que atividade física é uma parte fundamental da longevidade e da qualidade de vida. Estou desconectado durante esse período [de exercício]. E eu sou religioso quanto a fazer isso, independentemente do que está acontecendo no momento.

Cook também comentou os recursos de saúde do Apple Watch (como o eletrocardiograma e a frequência cardíaca) e disse que foi o feedback dos consumidores que levou à criação dessas ferramentas:

Quando lançamos o relógio pela primeira vez, comecei a receber cartas de pessoas dizendo: “Eu descobri que tenho um grande problema no meu coração. E eu não teria ido ao médico se não fosse pelo Watch.” No início, eles eram poucos. E então era como uma torneira. Nós percebemos que tinha algo ali. Isso levou à investigação sobre a fibrilação atrial, que levou ao ECG. Isso levou às notificações se sua frequência cardíaca ficar muito baixa ou muito alta.

Sobre o futuro, Cook deu uma declaração vaga, porém significativa, para entender que a Apple está apenas começando a expandir sua capacidade de inovação:

Nunca descarte a quantidade de inovação que pode haver no futuro. Temos coisas acontecendo em nossos laboratórios que são alucinantes. Para usar uma analogia com o beisebol, estamos nos primeiros tempos.

Apple Fitness+

A Apple também está entrando no mercado de treinamento físico com seu novo serviço de assinatura, o Apple Fitness+. Segundo Cook, isso foi “um passo natural para os serviços crescentes da empresa”:

De certa forma, estamos nesse negócio de coaching. Acontece que estamos treinando sobre outra coisa. Se você entrar em uma loja de varejo, o mais provável é que você esteja procurando ajuda — para criar algo, para aprender algo. O Fitness+ é sobre levar aquele toque pessoal para o espaço de bem-estar.

Segundo o executivo, um grande benefício da plataforma é ajudar usuários do Watch a explorar exercícios que eles nunca fariam por conta própria:

Esperançosamente, vamos tirar as pessoas da zona de conforto e [fazê-las] procurar coisas alternativas, porque elas podem fazer isso de forma simples. Talvez eles voltem, ou talvez expandam um pouco seu universo.

Vale notar que o Apple Fitness+ ainda não está disponível no Brasil e em Portugal, mas é possível assinar o serviço mesmo assim.


Aos interessados, a entrevista completa pode ser lida aqui [em inglês].