Ports 1961 – Ad Campaign Spring/Summer 2021 – Rianne Van Rompaey By Steven Meisel

Ports 1961   —   Ad Campaign Spring/Summer 2021   —   www.ports1961.com
Photography: Steven Meisel Model: Rianne Van Rompaey Art Direction: Fabien Baron Hair: Guido Palau Make-Up: Pat McGrath

Vogue Japan March 2021 – Edita Vilkeviciute, Natasha Poly, He Cong, Shanelle Nyasiase, Kayako Higuchi By Luigi & Iango

Apulian Festive Spring   —   Vogue Japan March 2021   —   www.vogue.co.jp
Photography: Luigi & Iango Model: Edita Vilkeviciute, Natasha Poly, He Cong, Shanelle Nyasiase, Kayako Higuchi Hair: Pierpaolo Lai Make-Up: Georgi Sandev Styling: Anna Dello Russo Casting: Piergiorgio Del Moro

Saiba como empregar cadeiras de design no décor com dicas do Korman Arquitetos

As profissionais do Korman Arquitetos trouxeram uma seleção de suas cadeiras de design favoritas e inspiram com projetos cheios de personalidade

Para esse duplex, em São Paulo, a escolha de design do Korman Arquitetos ficou para a divertida poltrona Skate, assinada por Zanine de Zanine. Foto: JP Image

Existem alguns mobiliários que ganham destaque como uma obra de arte. Essas são as peças de design, capazes de transformar qualquer cantinho da casa, conferindo muito estilo e personalidade. “Clássicos do design, são mobiliários cheios de história, que passam de geração para geração e nunca deixam de ser apreciados”, diz Ieda Korman, do escritório Korman Arquitetos. Por isso ela, ao lado de sua sócia Carina Korman, adoram valorizar seus projetos com peças de profissionais renomados.

“Seja compondo um cantinho de leitura, isolada no living ou até mesmo rodeando mesas de jantar, acreditamos que as cadeiras de design impactam sempre”, afirma Ieda, que acredita que não existe um ambiente restrito para utilizá-las. “Além do visual, as cadeiras de design são funcionais e ergonômicas”, aponta. Abaixo, Ieda e Carina Korman fizeram uma seleção de seus clássicos favoritos e inspiram em como empregá-los em projetos. Confira:

Mesmo design, dois estilos: na primeira foto, a poltrona Charles Eames foi revestida com um tecido rosa, cor favorita da moradora. Em outro projeto, Carina e Ieda Korman a deixaram no clássico tom preto, compondo um cantinho de leitura que, ainda, contou com o banco Mocho, de Sergio Rodrigues. Fotos: JP Image e Gui Morelli

Poltrona Charles Eames

Impactante, seja por seu tamanho ou formato, a poltrona Charles Eames foi criada em 1956 e revolucionou o design da época. “Até hoje ela é tida como um dos móveis mais significativos do século XX”, aponta Ieda Korman. Com 85 cm de largura e 84 cm de profundidade, é robusta e preza pelo conforto. Hoje, está exposta no Museu de Arte Moderna, de Nova York.

Poltrona Tetê

Mestre do design brasileiro, Sergio Rodrigues tem inúmeras criações icônicas, com um traço único, robusto e genuinamente brasileiro. “Uma de suas últimas criações foi a poltrona Tetê, com projeto revisitado em 2013. Sentar-se nela é como ser abraçado”, opina Ieda Korman. Larga e com almofadas soltas, ela foi batizada em homenagem a irmã de Sergio Rodrigues, Maria Tereza, que ficou impressionada com o conforto da peça.

Nesse projeto do Korman Arquitetos, as poltronas Tetê, de Sergio Rodrigues, criaram um living extremamente confortável. Foto: Gui Morelli

Cadeira Paulistano

Sóbrio, esse loft com estilo industrial pedia por uma peça que trouxesse cor e funcionasse como ponto de destaque. Carina Korman optou então pela poltrona Paulistano, de Paulo Mendes da Rocha, em um contemporâneo tom mostarda. Foto: JP Image

“Amamos a força do design brasileiro e não podíamos deixar de citar Paulo Mendes da Rocha, que, com seus traços, volta o olhar para a cultura nacional”, diz Carina Korman, que empregou a cadeira Paulistano em um projeto de loft, em São Paulo. Inspirada nas redes indígenas, foi projetada em 1957 e também está no Museu de Arte Moderna de Nova York. Originalmente, foi projetada para mobiliar o Ginásio Clube Athlético Paulistano, obra arquitetônica de Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro.

Poltrona Skate

Também brasileira, a poltrona Skate é criação de Zanini de Zanini. “Uma curiosidade é que essa foi uma das primeiras peças que o designer desenhou ao terminar a faculdade”, divide Carina Korman. Com uma proposta jovial e divertida, é composta por shapes de skate no lugar do encosto e assento, trazendo materiais não convencionais para um mobiliário.

Cadeira Iron

Para a cozinha desse apartamento, Carina Korman trouxe as cadeiras Iron, que dividem espaço com as banquetas do mesmo modelo, em tom vibrante e divertido. Foto: JP Image

Por fim, a cadeira Iron ou Tolix é uma opção para levar o design até mesmo para ambientes como a cozinha. Desenhada por Xavier Pauchard há mais de 80 anos, se mantém atual e desejada, provando como o design ultrapassa gerações. “Pauchard foi pioneiro na técnica de galvanização de chapas metálicas e sua empresa difundiu a técnica, aplicada em peças de mobiliário”, conta Ieda Korman.

Korman Arquitetos
Rua Groenlândia, 1877, Jardim América, São Paulo
Tel.: (11) 3060-8313
www.kormanarquitetos.com.br
@kormanarquitetos

Sobre a Korman Arquitetos

Com mais de 35 anos de história nos segmentos residencial, corporativo e comercial, o escritório conta com diferentes gerações no comando dos projetos personalizados e exclusivos realizados no Brasil e exterior. Carina se juntou aos pais, Silvio e Ieda, para juntos darem forma a trabalhos criativos com uma linguagem moderna e atemporal, assinando reformas dos mais variados estilos e concebendo espaços do zero, passando pelo acompanhamento da obra até a finalização da decoração. Com participações nas principais mostras de decoração, como CasaCor, o trio já teve projetos evidenciados nas principais publicações da área.

Aumento das vendas de itens para rituais de beleza em casa

Tendência da pandemia é menos maquiagem e mais cuidados com a pele!

A pandemia e o isolamento social obrigou as pessoas a se adaptarem com as novas rotinas de cuidado, estilo de vida e auto imagem, mesmo em meio ao caos. E itens para rituais de beleza realizados em casa, o famoso “skincare”, se intensificou e foi uma das palavras mais procuradas nas plataformas de pesquisa durante a pandemia. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), mostram que as vendas de maquiagem para o rosto caíram 19% no período de janeiro a junho de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Ao mesmo tempo, o consumo de máscaras faciais cresceu em 51,7% no mesmo intervalo.

Para o empresário Pedro Maia, diretor da Feira Minas Pampulha, em Belo Horizonte, a quarentena intensificou as buscas por produtos para rituais domésticos, pois as pessoas ficaram um bom tempo sem ir a salões de beleza e cabeleireiros, e então, tiveram que fazer por conta. “O público femino é o que mais consome este tipo de produto, entre cremes, produtos de cuidados com o corpo e o cabelo”.

Na capital mineira, a Feira opera com stands de diversos segmentos, entre vestuário, calçados, itens de decoração e para casa, além de lojas com produtos para cuidados específicos com a pele e com os cabelos. Maia comenta que existe também uma maior preocupação do público com a sustentabilidade atualmente. “É nítida a preocupação que os consumidores têm com a procedência dos produtos que adquirem e também prezamos muito por isso. Esse também é um legado da pandemia, que alinha os novos hábitos de consumo, com a busca por itens de qualidade e que atenderão as expectativas dos clientes”.

Cuidados com a Covid redobrados durante as compras

Mas ao visitar a Feira Minas para fazer as compras, nada de deixar os cuidados com a Covid-19 para trás. “Disponibilizamos o uso álcool em todo o espaço para garantir a higienização das mãos após entrar e sair dos stands, além de solicitar o uso obrigatório de máscaras. Para evitar aglomerações também estamos limitando o número de visitantes por hora e sugerimos ainda evitar visitas em grupos, garantindo a segurança de todos”, ressaltou Pedro Maia.

Presente em Belo Horizonte desde 2013, a Feira Minas se tornou um pólo popular da moda com produtos e novidades para todos os estilos e acessível a todos os públicos. Na contramão da crise, no final de 2020, a empresa inaugurou sua nova unidade na Pampulha, que já é um sucesso, levando um centro de moda ao pólo turístico da cidade e ainda auxiliando diversos pequenos empreendedores no sonho de construir seu próprio negócio. “Apesar do crescimento das vendas online percebemos uma demanda muito grande de empresários por ter um negócio físico para o atendimento presencial dos seus clientes, inclusive daqueles que já oferecem seus produtos pela internet”, contou o diretor da Feira Minas Pampulha.

Serviço: O funcionamento da Feira Minas Pampulha é de quinta a sábado, de 10h às 21h, na Avenida Portugal, 2.145, no bairro Santa Amélia, em Belo Horizonte.

Fonte: Pedro Henrique Ferreira Maia, administrador e empresário, sócio e fundador da Feira Minas Pampulha, em Belo Horizonte (@feiraminas).

Velas artesanais, com formas e cores inusitadas, viram tendência na decoração

Conheça as marcas que estão remexendo no conceito de vela, que, agora, fazem bem mais do que iluminar (algumas dão até pena de acender)
Lívia Breves

Velas esculturais da Maria Nuvem, criada por Nathália Lessa Foto: Reprodução

Olhar para dentro e para a casa nunca foi tão necessário quanto nesses tempos de pandemia. Seguindo o embalo e capazes de alegrar o ambiente e acalmar a mente, as velas escultóricas artesanais viraram objeto de desejo. Nascidas há poucos meses, marcas como Alya, Estúdio Pasta, Cian Candle, CBNT e Maria Nuvem lançaram modelos em formatos, cores e estampa inusitadas. Muitas delas ainda são ecológicas, feitas com cera de soja ou de palma, e os preços começam em R$ 20 e podem chegar a mais de R$ 200.

As velas em formato de coral da marca CBNT, de Luíza Baggenstoss Foto: Reprodução
As velas em formato de coral da marca CBNT, de Luíza Baggenstoss Foto: Reprodução

Em novembro, a designer Luíza Baggenstoss postou sua primeira foto no Instagram da CBNT (@c_b_n_t): um detalhe de uma vela semelhante a que estampa a página ao lado, com formas que lembram corais. A novidade escultural virou um sucesso. “Tudo começa com um rabisco. A ideia é proporcionar uma experiência contemplativa das forças da natureza e, além disso, decorar”, diz. “O nome vem inspirado nos chamados gabinetes de curiosidades ou quartos das maravilhas, onde colecionadores guardavam com apreço seus objetos mais curiosos. Queremos ter esse carinho de tratar nossas criações como objetos colecionáveis e valiosos, que possam fazer parte de cabinets of curiosities ao redor do mundo”. Luiza ainda comenta que cada queima é única, sempre transformando o objeto. “Como uma queima performática, as velas se deformam e transformam, resultando em um novo objeto com novos sentidos. Um objeto com antes e depois, com história e vida”, define. Cheia de novos planos, neste ano ela prepara-se para investir em novos materiais e ir além das velas. “Ainda neste semestre vamos lançar novos modelos de velas e alguns outros itens para casa”, antecipa.

A jornalista Thatiana Mazza lançou a Pasta Estúdio de velas em tons pasteis como amarelo, azul e rosa Foto: Reprodução
A jornalista Thatiana Mazza lançou a Pasta Estúdio de velas em tons pasteis como amarelo, azul e rosa Foto: Reprodução

Assim como ela, a jornalista Thatiana Mazza começou a moldar as suas como um hobbie da quarentena e lançou a Pasta Estúdio (@estudio.pasta), que tem uma série de velas em tons pasteis como amarelo, azul e rosa. “Com o isolamento social, comecei a viver muito dentro de casa e comecei a fazer muitos experimentos com fazeres manuais. Acho muito importante resgatar esses saberes, que essencialmente são femininos. Trabalhos artísticos que por séculos não foram remunerados como cerâmica, tapeçaria, bordado, pintura, escultura, etc. Acredito que aconteça uma conexão entre essas atividades e nosso estado emocional. Acho que não é à toa que virou tendência”, conta ela, e continua “Comecei a fazer para decorar minha casa, e depois para presentear amigos. Conforme fui me aperfeiçoando, comecei a levar como um projeto”. São sete tipos (em forma de nuvem, escadinha, rosca) e várias opções de cores. “Quero que o Estúdio Pasta seja também um local de expressão, não só minha, mas de outros artistas visuais que querem criar e experimentar, cada um com suas habilidades. Estamos pensando em formas de viabilizar muitas ideias. E também vamos expandir para outras técnicas, fazeres, objetos, mas tudo isso, com calma sempre”, diz.

A Maria Nuvem, de Nathália Lessa, tem velas retorcidas, de bolinha e outras formas Foto: Reprodução
A Maria Nuvem, de Nathália Lessa, tem velas retorcidas, de bolinha e outras formas Foto: Reprodução

A Maria Nuvem (@marianuvem_) é um desdobramento da Santa Nuvem, que tem loja em Botafogo. A neomarca faz, além de velas lindas, castiçais incríveis. Criada por Nathália Lessa, a marca é a conclusão de seu desejo de criar com as mãos. “É  uma maneira de me harmonizar com a minha própria natureza e oportunidade de dar sentido às minhas reflexões e emoções”, conta. São itens coloridos, torcidos, em formas arredondadas. Uma variedade. “Atuamos no mercado slow fashion com o propósito de desacelerar e consumir consciente. O processo criativo das velas, começa na argila e depois passamos para moldes de ferro.
 

A Cian Candle, da artista Marina Anjos, tem, além de velas, castiçais com formatos e cores inusitadas. Foto: Reprodução
A Cian Candle, da artista Marina Anjos, tem, além de velas, castiçais com formatos e cores inusitadas. Foto: Reprodução

A Cian Candle (@ciancandle), da artista Marina Anjos, é outra cria da pandemia. Nasceu em São Paulo, mas se mudou para o Rio em fevereiro. Quando se viu com tempo livre, se jogou na busca de novas formas de se expressar. Até que chegou nas velas aromáticas. “Encontrei nelas uma conexão entre minha arte e bem-estar”, conta ela, que seguiu produzindo para proporcionar para outras pessoas o mesmo aconchego que encontrou para si. Primeiro, foi uma pequena produção para presentear amigas e familiares e algumas poucas unidades para venda. Mas, aos poucos, a Cian foi ganhando identidade e, claro, novos itens, como castiçais com formatos e cores inusitadas, e também parcerias com pequenas marcas de decoração com produtos autorais. As estampadas com Smiley são um sucesso. “Esse conjunto acabou criando um ciclo que reforça cada vez mais a identidade da marca e, por sua vez, atrai parcerias inesperadas e levam a produtos cada vez mais criativos”, conta Marina. São dois grupos: as velas aromáticas, ecologicamente corretas, feitas com cera de palma e  óleos essenciais; e as castiçais, feitas à base de parafina, que divertem e dão charme ao ambiente com suas formas e cores inusitadas.

Na Alya, cores e ondas de cera vegetal de soja, não poluente e biodegradável Foto: Divulgação
Na Alya, cores e ondas de cera vegetal de soja, não poluente e biodegradável Foto: Divulgação

Vem de Londrina as criações da Alya (@alyavelas), que tem opções em formas de onda e listradas. Também nascida durante a pandemia, quem está por trás é Júlia Dutra e André Felipe, que têm uma banda, a Luvbites. Sem shows, eles começaram a criar velas diferentonas. Como André já trabalhava há quatro anos com a fabricação de velas comuns, tinha noção da produção, o que facilitou a criação das velas escultura da marca. Mas os padrões são outros agora: são de cera vegetal de soja, não poluente e biodegradável. “acreditamos que somente em equilíbrio com a natureza é que podemos produzir algo com propósito. Estamos sempre buscando melhorar nossas habilidades, tanto profissionais como socioambientais, enquanto desenvolvemos novas peças inspiradas na arte, no design e na própria natureza (bioinspiração)”, contam.

Os castiçais nunca mais serão os mesmos.

Após bloqueio, Facebook e Austrália chegam a acordo para restaurar páginas de notícias

Compartilhamento de conteúdos na plataforma estava proibido em resposta à lei australiana que exige que as gigantes de tecnologia paguem a empresas de mídia

O Facebook informou que restaurará as notícias na Austrália nos próximos dias.

Facebook concordou em restaurar as páginas de notícias depois de anunciar que havia chegado a uma decisão favorável com o governo australiano na noite de segunda-feira, 22.

O acordo, que veio após negociações de 11 horas e reação contra a empresa, permitiria ao Facebook publicar notícias sem ter que passar por um processo de “arbitragem governamental”, disse o vice-presidente da gigante de tecnologia, Campbell Brown, em comunicado.

Brown informou que a empresa restaurará as notícias na Austrália nos próximos dias. “Depois de mais discussões com o governo australiano, chegamos a um acordo que nos permitirá apoiar os publishers que escolhermos, incluindo os pequenos e locais”, disse. 

Ele acrescentou que “no futuro, o governo esclareceu que manteremos a capacidade de decidir se as notícias aparecerão no Facebook para que não fiquemos automaticamente sujeitos a uma negociação forçada”.

Entenda o caso 

O compartilhamento de notícias na plataforma estava bloqueado para usuários e páginas da rede social na Austrália desde o último dia 17. Embora a decisão afetasse apenas o país da Oceania, páginas de outras partes do mundo não poderiam alcançar essa audiência.

A decisão ocorreu após a aprovação de um projeto de lei na Câmara dos Deputados australiana que prevê que as gigantes de tecnologia paguem a empresas de mídia pelo uso de notícias em suas plataformas. 

“A lei proposta não compreende a relação entre a nossa plataforma e os publishers que a usam para compartilhar conteúdos noticiosos”, escreveu William Easton, diretor do Facebook na Nova Zelândia e Austrália, no blog oficial da rede social. “O projeto nos deixou com uma difícil escolha: tentar cooperar com uma lei que ignora as realidades desta relação ou parar de permitir conteúdos noticiosos na Austrália. Com muito pesar, escolhemos esta última opção.”

O Facebook disse que o projeto de lei penaliza as empresas americanas de tecnologia por conteúdos que não foram tirados, já que os próprios usuários e páginas escolhem de livre arbítrio postar essas notícias na plataforma.

Beleza fora da máscara: veja receitas de cosméticos naturais para olhos e cabelo

Usar ingredientes que estão na despensa ajuda a economizar
Stephanie Tondo

Pepino ajuda a reduzir olheiras Foto: Pexels



Com a obrigatoriedade do uso de máscara na pandemia, os olhos e os cabelos passaram a ser as únicas partes do rosto à mostra na rua, e com isso não faltam opções de cosméticos no mercado focados nos cuidados com essas áreas. No entanto, para quem deseja deixar a pele da região dos olhos mais bonita, e fortalecer os cabelos, há opções de produtos naturais, na própria cozinha de casa, que cumprem essas funções sem gastar muito dinheiro.

abacate, por exemplo, tem propriedades que atuam tanto no combate às rugas ao redor dos olhos, quanto para dar mais brilho aos fios. Na pele, a fruta pode ser aplicada in natura, amassada até formar uma espécie de creme.

Já as tradicionais rodelas de pepinos nos olhos, que aparecem em muitas cenas de filmes, também funcionam, ajudando a desinchar e amenizar olheiras. Isso acontece porque o pepino contém muita água, além de ser rico em vitamina C. O ideal é que as rodelas estejam geladas, para ajudar na diminuição dos vasos sanguíneos.

Usar saquinhos de chá de camomila gelados sobre os olhos fechados também promete suavizar a pele da região, reduzindo as olheiras.

— Hoje em dia há muitas opções de cosméticos naturais, que já vêm prontos, orgânicos certificados, que têm ingredientes ótimos para a região dos olhos, como a vitamina C, o retinol, rosa mosqueta, semente de uva, argilas, ácido hialurônico. Há cosméticos naturais atualmente com propriedades e indicações que substituem completamente os cosméticos convencionais e tradicionais — explica a dermatologista Patricia Silveira, especialista em dermatologia natural.

Na Chá Dao, por exemplo, o bálsamo para os olhos com óleo vegetal de copaíba, manteiga de cupuaçu, argila rosa, óleo essencial de copaíba e cera de carnaúba custa R$ 56. Já o sérum noturno facial com óleo vegetal de jojoba e linhaça dourada sai por R$ 62.

— No caso dos cabelos, as pessoas gostam muito de usar óleos de coco e azeite nos fios, mas eu gosto especialmente dos óleos de abacate e jojoba. Lembrando sempre que o ideal é não aplicar os óleos na raiz, deixando um espaço de quatro a cinco dedos — explica a dermatologista.PUBLICIDADE

Tabém é possível fazer máscaras para os cabelos usando ingredientes como banana e mel ou a polpa da babosa, também conhecida como aloe vera, uma planta cujo interior possui um gel transparente, que hidrata e repara os fios.

Entre as opções prontas no mercado estão a água de aloe vera para fortalecimento capilar, da Livealoe, com ingredientes orgânicos certificados, que sai por R$ 53. Ou ainda a máscara natural com óleos de argan e linhaça da Boni Natural, que custa R$ 46 na loja Use Orgânico.

Veja receitas para fazer em casa

Máscara para os olhos de abacate

Amasse um quarto de um abacate pequeno, até que forme uma pasta. Acrescente uma colher de chá de óleo de coco e misture até que se incorpore ao abacate de forma homogênea. Se preferir, use o processador de alimentos. Aplique na pele em volta dos olhos, com cuidado para não passar dentro do olho, o que pode causar irritação.

A dermatologista Patricia Silveira alerta que receitas com ingredientes naturais devem ser preparadas na medida para utilização única, uma vez que a durabilidade delas é baixa e o armazenamento, não aconselhável.

Máscara para os cabelos com babosa e mel

Corte uma folha da babosa, lave e retire a polpa da casca, colocando em um pote. Misture ou bata em um processador até que forme um gel quase líquido. Acrescente uma colher de sopa de mel e misture. Aplique nos cabelos, evitando a raiz. 

Executiva Elena Segal afirma que Apple Music nunca terá versão gratuita

Diretora sênior global de publicação musical da Apple, Elena Segal,

Há muito tempo (coloca tempo nisso!), surgiu um rumor de que a Apple estaria pensando em lançar um serviço de streaming de músicas gratuito. Isso caiu por terra após o lançamento do Apple Music, quando a gigante de Cupertino passou a pressionar gravadoras pelo fim das versões gratuitas de algumas plataformas, como a do Spotify.

Como muitos devem saber, o Spotify oferece uma versão sem custo do seu serviço — cuja experiência inclui interrupções frequentes com anúncios e recursos limitados no aplicativo.

Fato é que que a Apple nunca cogitou oferecer uma versão gratuita baseada em anúncios do seu serviço — e nem oferecerá, de acordo com um executivo da empresa.

Segundo uma reportagem do Musically, a diretora sênior global de publicação musical da Apple, Elena Segal, tratou de eliminar essa possibilidade. Ela disse que a Apple “fez mais do que qualquer outra plataforma para garantir um serviço sem anúncios ou propagandas”.

Segal respondeu a perguntas de membros do Comitê de Digital, Cultura, Mídia e Esporte do parlamento britânico — ao lado de representantes do Spotify e da Amazon — sobre a economia dos serviços de streaming.

Perguntada se a Apple introduziria uma versão gratuita do ‌Apple Music‌ com anúncios, Segal disse que isso “não geraria receita suficiente para apoiar um ecossistema geral saudável” e que “também vai contra nossos valores fundamentais de privacidade”.

A executiva também foi questionada sobre a comercialização do Apple Music como um serviço “deficitário” em uma tentativa de “vender mais iPhones”. Naturalmente, Segal negou essa alegação e disse que a Maçã “deseja criar um ecossistema saudável que seja sustentável a longo prazo”.

Não que alguém aqui estivesse esperando por uma versão gratuita do Apple Music, não é mesmo? [MacMagazine]