Charlotte de Witte at Ancient Messene

Techno vibes onde você menos espera. Onassis Stegi apresenta Charlotte de Witte em um DJ set inesperado, direto de um dos sítios arqueológicos mais icônicos da Grécia. Antigo Messene.

Based on a concept by ADD Festival.

Hospitais recorrem à inteligência artificial para sanar a falta de bons modos dos médicos

Uma das reclamações mais comuns registradas contra os médicos é em relação à habilidade de se comunicar — no caso, à falta dela
Por Dalvin Brown – The Washington Post

Startup americana Virti quer ajudar a comunidade médica a ter mais empatia

Médicos têm um trabalho que lhes exige muito. Suas tarefas envolvem diagnosticar sintomas, atender sucessivos pacientes, preencher relatórios médicos e mais. As jornadas são longas e os riscos são altos – erros podem resultar em mortes. E, em meio a isso, as habilidades sociais podem se perder. Estudos sugerem que esse é um dos principais problemas que as pessoas relatam quando saem dos consultórios.

Isso é um velho problema que Alex Young, um cirurgião ortopedista de Bristol, Inglaterra, se propôs a resolver em 2018. “Reclamações podem ocorrer em qualquer lugar, mas, na assistência médica, elas se amplificam em 10 vezes, porque estamos fazendo coisas como dar uma péssima notícia ou explicar um diagnóstico para pacientes que podem não ter nenhum entendimento a respeito de medicina”, afirmou Young.

Agora, três anos depois, enquanto a pandemia faz com que as instalações médicas busquem inovar, a Virti, startup de Young, está fornecendo “pacientes virtuais” para ensinar médicos da Europa e dos Estados Unidos como conversar melhor com pacientes. “O que quisemos fazer com o paciente virtual foi criar uma maneira quantificável e orientada por dados para as pessoas praticarem suas habilidades sociais e de comunicação”, afirmou Young.

Pense nos pacientes virtuais como animações alimentadas por inteligência artificial, treinadas para interagir com médicos e testá-los em relação à prática de empatia e outras habilidades interpessoais.

O software funciona em smartphones e computadores. Para um maior grau de imersão, a empresa pode fornecer aos médicos óculos de realidade virtual. Quando suas sessões de treinamento acabam, eles são avaliados com base na sua rapidez, nas perguntas que fizeram ao paciente virtual e na precisão do diagnóstico.

Conversar com a inteligência artificial tem a função de melhorar o relacionamento dos médicos com os pacientes no mundo real, afirma a Virti.

O Centro de Educação em Saúde do Núcleo Médico da Universidade do Texas, em Galveston, já adota a tecnologia para orientar futuros médicos em habilidades de comunicação e raciocínio.

O Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, começou como cliente e depois se tornou investidor. Em 2019, a Virti captou da clínica US$ 2 milhões em capital inicial. O investimento ajudou a startup a formar uma equipe de vendas e melhorar seu software de análise. Atualmente, o software é usado para treinar os médicos do hospital em procedimentos relacionados ao coronavírus. O sistema de saúde pública do Reino Unido (NHS) também usou a tecnologia para ensinar funcionários como usar os EPIs e como se relacionar com pacientes e suas famílias.

Com base na nuvem, o programa de treinamento da Virti usa reconhecimento de fala, inteligência artificial e personagens gerados por computador para simular interações realistas com pacientes. Por exemplo, se um médico pede ao paciente virtual que descreva seus sintomas, a inteligência artificial vai gerar uma resposta relevante.

Os médicos podem investigar os sintomas fazendo mais perguntas e, durante a interação, o software analisa seu tom de voz, a cadência de sua fala e a qualidade de suas respostas. Óculos de realidade virtual oferecem outras medições, como rastreamento de contato visual.

A Virti reproduz falas, linguagens corporais e maneirismos que imitam pessoas reais, afirma a empresa. Ainda assim, humanos gerados por computador têm suas limitações. É difícil replicar atitudes humanas ou a maneira como indivíduos respondem à dor e às doenças. Pacientes humanos nem sempre dão aos médicos a informação que eles precisam para um diagnóstico preciso e, às vezes, pacientes reais são incapazes de dizer muita coisa.

A plataforma de treinamento médico foi lançada discretamente no ano passado, quando muitas clínicas médicas para tratamentos não essenciais estavam paralisadas globalmente diante da rápida disseminação do coronavírus. O software de inteligência artificial ficou pronto a tempo de Jack Boulter, um ortopedista músculo-esquelético de Exeter, Inglaterra, brincar com ele durante o lockdown.

Depois que o trabalho de Boulter em uma clínica privada foi paralisado temporariamente, o especialista em lesões ósseas se inscreveu para o teste gratuito da Virti. Ele preferiu interagir por meio de seu smartphone, mas também atendeu pacientes virtuais em seu computador Mac. Posteriormente, ele ampliou seu acesso ao serviço e fez demonstrações a colegas pelo Zoom.

“Eu estava buscando algum tipo de desenvolvimento profissional para me manter ocupado”, afirmou Boulter. “Depois de ficar alguns meses fora, assim de repente, é fácil enferrujar um pouco.”

Os pacientes virtuais são destinados a combater outros dilemas que recaem sobre a indústria da saúde.

O software foi desenvolvido para treinar os profissionais contra preconceitos subjacentes, que se manifestam quando eles fazem suposições inconscientes a respeito das pessoas que atendem. Os julgamentos podem ser bem intencionados, mas também são capazes de confundir diagnósticos.

A empresa aborda essa questão ao permitir que os hospitais escolham cor de pele, idade, altura, sexo e gênero dos pacientes virtuais. Os rostos digitais têm como base fotos de vários atores e outros profissionais, afirma a Virti. Até 60 variações estão em uso atualmente.

No campo da saúde, treinamentos em comunicação frequentemente utilizam atores contratados para se fingirem de doentes. Colegas ou superiores avaliam os médicos em relação às estratégias de comunicação que eles usam com os atores. Grande parte desse aprendizado se interrompeu com a pandemia.

Essas encenações podem “parecer meio forçadas”, afirmou Boulter, acrescentando que os pacientes virtuais “parecem muito mais autênticos do que pessoas improvisando falas durante a interação”. / Tradução de Augusto Calil

4ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha trailer intenso

Prévia mostra nova missão de June

Hulu divulgou o primeiro trailer da quarta temporada de The Handmaid’s Tale (ou O Conto da Aia), que mostra June (Elisabeth Moss) partindo em uma missão contra o regime fascista. Veja acima.

A quarta temporada está marcada para 28 de abril nos Estados Unidos. No Brasil, as três primeiras temporadas de The Handmaid’s Tale estão disponíveis no Globoplay.

Moschino | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Moschino | Fall Winter 2021/2022 by Jeremy Scott | Digital Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week Women’s)

Gerrit Wunder – Waltz On A Tightrope/Duel At High Noon
James Taylor – A Giant Leap

Anteprima | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Anteprima | Fall Winter 2021/2022 by Izumi Ogino | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week Women’s)

Juan Vidal | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Juan Vidal | Fall Winter 2020/2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Mercedes-Benz Fashion Week Madrid/IFEMA)

Cody Page – Witchfork/Gitche Gumee/China Shop

VP da Apple Lisa Jackson entra para Conselho de Economia Verde nos EUA

A vice-presidente de meio ambiente, política e iniciativas sociais da Apple, Lisa Jackson, foi nomeada para o Conselho de Economia Verde de Nova Jersey, onde trabalhará com outros membros para apoiar as metas de energia limpa e clima do estado americano.

Vice-presidente de meio ambiente, política e iniciativas sociais da Apple, Lisa Jackson

O governador de Nova Jersey, Phil Murphyanunciou os membros do conselho ontem (24/2). Segundo ele, o grupo “construirá um roteiro para a transição da força de trabalho para empregos de energia limpa de alta qualidade e sustentação da família”.

Jackson é uma das participantes do conselho que também tem vínculo com a indústria de tecnologia — sendo a outra Aisha Glover (vice-presidente de inovação urbana da Audible).

Nova Jersey tem a oportunidade de liderar o país em uma transição justa para uma economia verde. Como ex-comissária do Departamento de Proteção Ambiental de Nova Jersey, conheço os desafios ambientais do estado, mas também conheço suas comunidades maravilhosamente diversificadas e sua força de trabalho talentosa. Estou ansiosa para trabalhar com parceiros em todos os setores para garantir que estamos apoiando as oportunidades para tudo na força de trabalho verde do futuro.

Na Apple, Jackson é responsável por algumas das maiores iniciativas ambientais da companhia — incluindo os esforços para operar com energia 100% renovável — e está liderando a investida na neutralização da emissão de carbono.

VIA APPLEINSIDER

CINEMA I Estreias: Judas e o Messias Negro, A Viúva das Sombras, Billie Eilish: The World’s a Little Blurry, Os Lobos do Leste, Depois a Louca Sou Eu

Entre os dez lançamentos em SP, há ‘Judas e o Messias Negro’ e documentário sobre Billie Eilish
ISABELLA MENON

SÃO PAULO – Foi em outubro do ano passado que os cinemas de São Paulo retomaram as atividades, após quase sete meses fechados. De lá para cá, as estreias nas salas foram escassas. Se antes era comum dez novidades por semana, o número caiu pela metade. Houve semanas até sem estreia nenhuma.

Agora, porém, a programação voltou com força. São dez novos filmes e uma pré-estreia, com destaque para “Judas e o Messias Negro“, indicado ao Globo de Ouro e aposta para o Oscar. Além dele, há o documentário sobre Billie Eilish, fenômeno da música pop. Há, ainda, o lançamento do filme “Depois a Louca Sou Eu“, inspirado no livro de Tati Bernardi, colunista da Folha.

A Cinemark e a Playarte afirmam que o aumento no número de títulos novos ocorre por causa das distribuidoras, que estão com mais lançamentos na agenda. A maioria dos cinemas já estarem reabertos no país é outro fator que contribui para isso.

Enquanto salas de cinemas oferecem um catálogo de filmes aos moldes pré-pandemicos, o Brasil vive agora o pior momento da pandemia em mortes diárias. Tanto que São Paulo anunciou nesta quarta-feira, dia 24, um aumento na fiscalização de aglomerações. O estado assiste a uma alta no índice de internações.

Mas as novas medidas anunciadas pelo governador João Doria, do PSDB, não alteraram as programações de cinema nem o funcionamento das salas. Seguindo a fase atual do plano de quarentena estadual, eles podem funcionar até as 22h.

Se decidir ir ao cinema, lembre-se de sempre usar máscara, lavar as mãos, manter o distanciamento social e respeitar os demais protocolos de segurança. A pandemia ainda não acabou.

Confira a seguir os filmes que estreiam em São Paulo.

PRÉ-ESTREIAS

A Viúva das Sombras
Rússia, 2020. Direção: Ivan Minin. Com: Viktotiya Potemina, Anastasiya Gribova e Margarita Bychkova. 12 anos
Talvez o fato mais assombroso deste filme seja ele ter sido baseado em eventos reais. No longa, um grupo entra em uma floresta de São Petersburgo para resgatar um adolescente desaparecido. Mas, de repente, o contato com deles com a base é interrompido. A equipe começa a notar eventos sobrenaturais e passa a acreditar na lenda local que diz existir espíritos ali. Isso porque, nas últimas três décadas, vários moradores desapareceram —e os únicos corpos encontrados estavam nus.
Salas e horários.


ESTREIAS

Billie Eilish: The World’s a Little Blurry
EUA, 2021. Direção: R. J. Cutler. 14 anos
Aos 19 anos, Billie Eilish fez história ao se tornar um fenômeno do pop que já ganhou seis prêmios Grammy. O documentário acompanha a jornada da cantora e conta com cenas na estrada, no palco e que mostram seus familiares e amigos próximos. Há ainda momentos divertidos dos bastidores da turnê de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”.
Salas e horários.


Christabel
Brasil, 2018. Direção: Alex Levy-Heller. Com: Milla Fernandez, Lorena Castanheira e Alexandre Rodrigues. 14 anos
Baseado em um poema de Samuel Taylor Coleridge, o longa acompanha a vida de da jovem Christabel, que vive com seu pai, um homem que trabalha na zona rural. Uma mulher, que alega ter sido atacada por homens, aparece no local e se hospeda na casa da família. A presença da hóspede misteriosa acaba abalando as relações entre pai e filha.
Salas e horários.


Depois a Louca Sou Eu
Brasil, 2019. Direção: Julia Rezende. Com: Débora Falabella, Gustavo Vaz e Yara de Novaes. 16 anos
O filme é baseado no livro homônimo de Tati Bernardi, colunista da Folha. A história acompanha a jovem autêntica e intensa Dani, que enfrenta crises de ansiedade desde criança. Mergulhada na superproteção da mãe, em terapias e diferentes medicamentos, ela descobre que, na verdade, tem algo ainda mais comum: o medo deste mundo.
Salas e horários.


Judas e o Messias Negro
EUA, 2021. Direção: Shaka King. Com: Daniel Kaluuya, LaKeith Stanfield e Jesse Plemons. 16 anos
O filme narra a história dos Panteras Negras, seu líder carismático Fred Hampton e as tentativas do FBI de se infiltrar na organização. Aos 20 anos, Fred comandou o grupo e, aos 21, foi morto durante uma invasão da polícia no apartamento onde estava com outros membros da organização. O longa é uma das apostas para o Oscar e foi indicado ao Globo de Ouro pela atuação de Daniel Kaluuya, que interpreta Fred.
Salas e horários.


Os Lobos do Leste
Japão, Reino Unido, Suiça e Brasil, 2016. Direção: Carlos Quintela. Com: Tatsuya Fuji, Shima Ohnishi e Masahiro Kobori. 12 anos
Faz mais de 100 anos que lobos não são encontrados nas montanhas japonesas de Higashiyoshino. Porém, um pescador local ainda acredita que os animais habitam o local. Para investigar, usa os recursos de uma associação de pescadores local —o que motiva sua demissão. Tempos depois, membros dessa associação encontram um lobo e decidem caçá-lo.
Salas e horários.


Mais que Especiais
França e Bélgica, 2019. Direção: Olivier Nakache. Com: Vincent Cassel, Reda Kateb e Hélène Vincent. 12 anos
Dois amigos dividem a experiência de trabalhar em instituições dedicadas a jovens autistas de periferias. Eles têm a tarefa de treinar profissionais para cuidar de casos considerados complexos, com jovens rejeitados por outras organizações. Dos diretores de “Intocáveis” e “Samba”, o longa recebeu sete indicações ao César em 2020 –o Oscar francês.
Salas e horários.


Minha Fortaleza, os Filhos de Fulano
Brasil, 2020. Direção: Tatiana Lohman. 14 anos
Dirigido pela premiada Tatiana Lohman, de “Slam: Voz do Levante”, o documentário retrata a realidade de famílias da periferia que são criadas sem a figura do pai —entre elas, a do rapper Negotinho e sua mãe, Vera.
Salas e horários.


Monster Hunter
Alemanha, China, Estados Unidos e Japão, 2020. Direção: Paul W. S. Anderson. Com: Milla Jovovic, Meagan Goo e Nanda Costa. 14 anos
filme é baseado no videogame homônimo e conta no elenco com a brasileira Nanda Costa. A história acompanha a tenente Artemis e seus soldados, que são mandados para um novo mundo, onde travam guerras pela sobrevivência contra seres gigantes com poderes fantásticos.
Salas e horários.


O Mundo de Glória
França, 2019. Direção: Robert Guédiguian. Com: Ariane Ascaride, Jean-Pierre Darroussin e Gérard Meylan. 16 anos
A vida de Mathilda não poderia estar mais caótica quando sua filha nasce: o marido, que é motorista, tem problemas com taxistas, o pai acaba de sair da prisão e ela enfrenta problemas financeiros. A fim de ajudar a família, seu irmão tem a ideia de abrir um novo negócio.
Salas e horários.


PJ Harvey: Um Cão Chamado Dinheiro
Irlanda, Reino Unido, 2018. Direção: Seamus Murphy. 12 anos
O documentário acompanha a cantora e compositora PJ Harvey durante o processo de criação de um novo álbum. Em busca de inspiração, ela faz uma parceria com o fotógrafo Seamus Murphy. Juntos, viajam por Afeganistão, Kosovo e Washington. Enquanto ele faz imagens, ela coleta palavras.
Salas e horários.