Elle Mexico March 2021 – Dennis Tricia Akello By Stenild Model

Actúa Fresh   —   Elle Mexico March 2021   —   www.elle.mx

Photography: Dennis Stenild Model: Tricia Akello Styling: Bárbara Vélez Hair: Takuya Yamaguchi Make-Up: Liset Garza Manicure: Nori  Producer & Casting: Sheri Chiu

Harper’s Bazaar UK April 2021 – Vanessa Kirby By Josh Shinner

A New Light   —   Harper’s Bazaar UK April 2021   —   www.harperbazaar.com/uk/

Photography: Josh Shinner Model: Vanessa Kirby Styling: Cathy Kasterine Hair: Christian Wood Make-Up: Jo Baker Props: Gillian O’Brien

Buzina | Spring Summer 2021 | Full Show

Buzina | Spring Summer 2021 by Vera Fernandes | Full Edited Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Moda Lisboa/Lisboa Fashion Week) #Breathe​ #FFLikedalot​

Thomas Evans – Could Be Dreaming

Knotless braids: saiba mais sobre as tranças sem nós, mais saudáveis aos fios

Considerada por muitos profissionais como um penteado de “baixa-tensão”, o estilo originou uma liga de seguidores famosos
ELLE TURNER PARA GLAMOUR UK

Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @zendaya)
Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @zendaya)

O cabelo afro é tão complexo quanto bonito. Por isso, penteados protetores dos fios existem há milhares de gerações — eles permitem que os fios sejam trançados com segurança, longe da manipulação diária, quebras e pontas duplas. No entanto, alguns especialistas alertam contra a pressão que certos estilos podem exercer nos folículos e a tensão que podem causar no couro cabeludo. Uma das principais causas da queda de cabelo por tração, por exemplo, é o puxão criado por um estilo apertado ou pesado. 

Alternativas mais delicadas como a Knotless braid (tranças sem nós, na tradução) estão crescendo cada vez mais — no Pinterest, por exemplo, houve um aumento de buscas no assunto em 150%.  Considerada por muitos profissionais como um penteado de “baixa-tensão”, o estilo originou uma liga de seguidores famosos, incluindo Beyoncé, Zendaya, Yara Shahidi e Laura Harrier.

Para saber mais do assunto, conversamos com a cabeleireira Molecia George, que atende celebs como Leigh-Anne Pinnock e Jourdan Dunn. Aos detalhes!

O que são as knotless braids?

As tranças sem nós são exatamente como são chamadas – tranças sem nós. “As tranças box braids tradicionais, por exemplo, têm um nó no início onde o mega hair é adicionada no início”, explica Molecia. “A trança sem nós é uma trança alimentada com fibra gradualmente. Ela se inicia em seu cabelo mas, em seguida, nutrimos o mega hair criando um look sem nós. É uma maneira mais moderna de fazer tranças para clientes que não gostam do look com nó na parte inicial das tranças.”

Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @beyonce)
Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @beyonce)

Quais são os benefícios?

“As tranças sem nós são perfeitas para clientes com couro cabeludo sensível, pois há pouca ou nenhuma tensão,” diz Molecia. Isso pode ajudar a prevenir a alopecia por tração e favorece a retenção de cabelos e couro cabeludo mais saudáveis. Além disso, este estilo permite que você estilize o penteado quase que imediatamente, ao contrário dos estilos tradicionais, que podem demorar um ou dois dias para ficarem soltas. 

Molecia ainda explica que ekas podem durar um bom tempo. “Dependendo da velocidade do crescimento do seu cabelo, elas podem durar por muito tempo – de oito a dez semanas. Isso sem falar na limpea — é um estilo que facilita o acesso ao couro cabeludo“.

E as desvantagens?

“Se o seu cabelo cresce rápido, as tranças sem nós não irão durar muito em você”, diz Molecia. O tempo de fixação também é mais demorado. “Comigo, as box braids tradicionais podem demorar de quatro a cinco horas no máximo, dependendo de quão grande ou pequeno você quer, a largura e também o comprimento. As tranças sem nós irão me levar uma ou duas horas extras, dependendo do tamanho e da duração que você goste”, diz Molecia, “mas o benefício é que elas serão mais gentis com seu cabelo e couro cabeludo enquanto você as usa.

Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @lauraharrier)
Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @lauraharrier)

Como se preparar para as knotless braids?

“Eu sempre digo aos meus clientes para se certificarem de que seus cabelos estão lavados e realizarem um tratamento profundo antes de fazer qualquer tipo de estilo de proteção, especialmente o sem nós,” diz. Também é uma boa ideia fazer uma escova no cabelo antes do penteado, pois isso deixará as tranças mais organizadas e as ajudará a durar mais. “Por último, certifique-se de que o cabelo esteja modelado em camadas ou com as pontas puxadas.”

Quais outros estilos sem nós existem?

“Eu amo tranças Goddess braids,  as twists sem nós e as Crochet locs. São tantas!”. Veja alguns exemplos:

Tranças Goddess braids

Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @lacyredway)
Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @lacyredway)

Tranças sem nó estilo twist de jumbo

Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @leighannepinnock)
Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @leighannepinnock)

Tranças de nós estilo Crochet Locs

Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @momoshair)
Knotless braids: tudo o que você precisa saber (Foto: Reprodução / Instagram @momoshair)

Podcast com Maju Coutinho, Natuza Nery, Julia Duailibi e Andréia Sadi vira programa fixo na GloboNews

Papo de Política estará na retomada da faixa de grandes entrevistas do canal

Maju Coutinho, Natuza Nery, Julia Duailibi e Andréia Sadi – Divulgação

A GloboNews alçou a programa fixo o podcast Papo de Política, comandado por Andréia Sadi, Julia Duailibi, Maju Coutinho e Natuza Nery. A nova atração irá ao ar às quintas-feiras, a partir das 23h30, no canal pago de notícias.

Lançado em 2019, o podcast já vinha fazendo sucesso nos aplicativos de streaming de áudio e ganhou edições especiais durante as últimas eleições também na TV. Trata-se de uma conversa leve entre as jornalistas sobre os principais acontecimentos da política nacional.

“O Papo de Política é uma conversa dinâmica sobre política, com o olhar de quatro mulheres que vivem da notícia”, explica Natuza Nery. “No papo, a gente enfrenta os assuntos graves do país, mas também propomos um respiro. Quebramos a sisudez da política com a trilha da semana, a música que define os principais lances de Brasília.”

O novo programa fará parte da faixa de grandes entrevistas, que o canal pretende retomar, com uma atração por dia nesse horário. Às segundas-feiras, será o dia do GloboNews Miriam Leitão. O programa, que já existia, volta à grade após ser paralisado pela pandemia. Na reestreia, no dia 8 de março (Dia Internacional da Mulher), a entrevistada será a empresária Luiza Trajano.

“Estou animadíssima com a volta”, diz Leitão. “Feliz mesmo, e cheia de planos. Quero ouvir muito a sociedade, buscar diversidade de vozes, pontos de vista e áreas de atuação. Quero perguntar aos meus entrevistados sobre o futuro, as novas tendências. Vai ser desafiador.”

A jornalista diz que, por causa da pandemia, o formato foi ligeiramente modificado. “Agora, serei eu na minha casa, e cada um no seu espaço”, conta. “Antes estávamos todos no estúdio. Uma das lições da pandemia é encontrar caminhos para fazer o que fazíamos de uma forma nova e inovadora.”

Às terças-feiras, a vez é do programa Roberto D’Avila, comandado pelo jornalista homônimo. O programa também teve um ano de pausa por causa da pandemia.

“Muito bom reencontrar o público depois de quase um ano, mesmo que de uma maneira diferente”, comenta. “Fazer entrevistas de forma remota exige mais concentração e presença de espírito. Mas os acontecimentos não param e, informar de maneira correta e justa, é a meta.”

A reestreia, no dia 9, vai ser com Hamilton Mourão. “Para esse primeiro programa, convidamos o vice-presidente para abordar assuntos importantes, como pandemia, Amazônia e economia”, adiantou.

Já às sextas-feiras a faixa é será ocupada pelo Diálogos com Mário Sérgio Conti, que conversa com personagens relevantes da política e da cultura. O programa também retorna após a pausa forçada.

Aos domingos, se dará a volta do GloboNews Internacional, comandado por Guga Chacra, de Nova York, e Marcelo Lins, do Rio de Janeiro. O programa faz análises sobre o que aconteceu no mundo e tenta antecipar o que vem pela frente.

“Nossa intenção é aproveitar a boa química que construímos ao longo de anos de trabalho e de amizade para garantir alguma leveza, sempre bem-vinda no domingo à noite, mesmo na abordagem dos temas mais duros e complexos”, afirma Lins. “Sem prejudicar a objetividade e garantindo as informações necessárias para uma boa compreensão das questões e dos desafios do nosso tempo.”

“Vamos falar de contextos e personagens menos óbvios, mas não menos importantes, do universo da geopolítica e das relações internacionais”, adianta o apresentador.

Duarte | Spring Summer 2021 | Full Show

Duarte | Spring Summer 2021 | Full Edited Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Moda Lisboa/Lisboa Fashion Week) #Modalisboa

Amazon altera logo após usuários questionarem semelhança com bigode de Hitler

Empresa se recusou a informar se as críticas conduziram à mudança de design
Christine Hauser

Amazon atualiza logo do aplicativo de vendas após comparações com o bigode de Hitler – Reprodução

NOVA YORK | THE NEW YORK TIMES – Não era algo perceptível sem que alguém apontasse o problema. Mas um logotipo da Amazon que foi discretamente redesenhado portava uma semelhança desconfortável com o rosto de Adolf Hitler –pelo menos de acordo com alguns observadores na mídia social.

O ícone do app da empresa, que causou muita zombaria, tinha uma seta em forma de sorriso por sob o que parecia ser um bigodinho escovado, e foi lançado em janeiro, substituindo a imagem de um carrinho de compras que tinha sido usada pela gigante das compras online durante mais de cinco anos.

A companhia se recusou a informar na quarta-feira (3) se as críticas ao novo logotipo conduziram à segunda mudança de design este ano, que alterou a borda inferior e incluiu como que uma dobra em um canto da linha azul que forma o topo do logotipo, que segundo a companhia sempre teve por objetivo parecer uma fita adesiva usada para embalagens.

“O design do novo ícone deveria despertar antecipação, empolgação e alegria, quando o consumidor começa sua jornada de compras em seu smartphone, que é exatamente como ele se sente ao ver nossas caixas chegando à sua casa”, afirmou a companhia sobre a alteração do ícone original de carrinho de compras.

Embora a Amazon não tenha respondido diretamente a perguntas sobre se as alterações foram feitas em resposta ao burburinho na mídia social e às reportagens sobre o logotipo, as empresas estão caminhando em terreno delicado nos seus esforços de branding, dada a capacidade da mídia social para difundir tendências ou críticas.

Kara Alaimo, professora de relações públicas na Universidade Hofstra, disse que em uma era de indignação na mídia social e de ataques por “trolls”, “os especialistas em branding deveriam se esforçar ao máximo para considerar todas as formas de uso indevido ou de interpretação indevida dos logotipos que criam, antes de lançá-los”.

“Os Estados Unidos estão se tornando cada vez mais diversos, e as expectativas dos consumidores de que as companhias sejam sensíveis diante das experiências de diferentes grupos estão crescendo”, ela acrescentou. “Se você controla uma marca, o que deseja é promover e orientar a mudança cultural, e não correr para recuperar seu atraso com relação a ela”.

Nos últimos anos, empresas remodelaram produtos, nomes de times e logotipos, confrontando estereótipos racistas que sempre estiveram visíveis mas pareciam passar despercebidos, em áreas como produtos alimentícios para o café da manhã, carros e canecas, como algumas que foram confiscadas pelas autoridades da Alemanha em 2014.

Garrafa de xarope para panquecas da marca Aunt Jemima, representada pelo desenho de uma mulher negra sorrindo
Garrafas de xarope para panqueca Aunt Jemima, marca da PepsiCo que será retirada de mercado por representar um esterótipo racista – Justin Sullivan/Getty Images/AFP – 17.jun.2020

Embora algumas objeções tenham se dirigido a símbolos e nomes usados em contato com o público, outras chamavam a atenção para mensagens ocultas não intencionais, ou esquadrinhavam designs que poderiam estar camuflando ou sugerindo o tipo de imagem violenta promovida pelo nazismo.

Em 2013, um outdoor do grupo de varejo J.C. Penney foi retirado, na Califórnia, depois que algumas pessoas apontaram para o fato de que uma chaleira retratada no logotipo fazia lembrar a figura de Hitler.

No ano passado, o Facebook retirou anúncios em sua plataforma adquiridos pela direção de campanha de Donald Trump, que ostentavam com destaque um triângulo vermelho, símbolo usado pelos nazistas para designar prisioneiros políticos.

Na Conferência de Ação Política Conservadora da semana passada, alguns espectadores apontaram que o palco tinha a forma de uma runa, apropriada como símbolo de ódio pelos nazistas. A organização negou a conexão.

As imagens da mudança de logotipo da Amazon foram compartilhadas muitas vezes no Twitter, em muitos idiomas, e foram tema de reportagens por muitas organizações noticiosas fora dos Estados Unidos. Na Alemanha, onde as leis proíbem reproduzir símbolos nazistas, a notícia sobre a mudança de logotipo da empresa foi coberta por publicações sobre tecnologia.

“É claro que você verá Adolf Hitler em toda parte, se assim quiser”, disse o jornalista Thomas Cloer no Twitter.

Jonathan Greenblatt, presidente-executivo da Anti-Defamation League, uma organização americana que combate o antissemitismo, disse que os símbolos nazistas podem começar a ser aceitos na cultura mais ampla, se forem difundidos, especialmente por pessoas que não compreendem plenamente seu significado.

A liga, que mantém um banco de dados online de símbolos de ódio, já havia chamado atenção a casos semelhantes no passado, por exemplo quando as lojas Zara colocaram à venda uma camisa listrada com uma estrela de Davi amarela, e quando a cadeia de varejo H&M publicou um anúncio que mostrava uma criança negra usando uma blusa com os dizeres “o macaco mais bacana da selva”.

Pacotes de arroz da marca Uncle Ben, representada pelo rosto de um homem negro de cabelos brancos, são dispostos lado a lado em uma prateleira de supermercado
A Mars, dona da Uncle Ben, também avalia descontinuar a marca motivada pela acusação de racismo da representação – Justin Sullivan/Getty Images/AFP – 17.jun.2020

“É sempre importante que as pessoas se pronunciem quando veem padrões de publicidade e design que possam ser ofensivos”, disse Greenblatt. “Embora em muitos casos isso não seja intencional, as pessoas têm motivos para sensibilidade quanto a essas questões, por conta da história, e do uso do simbolismo pelos racistas e antissemitas, dos nazistas ao atual movimento da supremacia branca”.

Alaimo disse que a Amazon aparentemente não tinha antecipado que as pessoas pudessem ver uma referência a Hitler no logotipo, e que agiu rapidamente para lidar com o problema.

Em um comunicado distribuído via email na quarta-feira, a Amazon declarou que o ícone do novo app “segue atualizações visuais e funcionais recentes”. Ele foi lançado para o iOS no Reino Unido, Espanha, Itália e Holanda, em 25 de janeiro; para os demais países, no iOS, em 22 de fevereiro; e para o Android em 1º de março.

Traduzido originalmente do inglês por Paulo Migliacci

Siri “escolherá” seu serviço de música padrão no iOS 14.5

No mês passado, o site MacMagazine falou sobre uma boa novidade do iOS 14.5 (ainda em fase de testes): a possibilidade de escolhermos o serviço de áudio padrão da Siri. O recurso levantou a suspeita de que, eventualmente, a Apple passaria a permitir que configurássemos o serviço de música padrão do sistema como um todo, da mesma forma como já acontece com o email e o navegador.

Pois hoje, a Apple enviou um comunicado ao TechCrunch informando que não é o caso — na verdade, nem mesmo a escolha do serviço de música “padrão” da Siri será, de fato, um padrão.

Explico: segundo a Maçã, não será possível escolher um serviço único (Spotify, Pandora, Amazon Music, etc.) para ser aquele que a assistente usará todas as vezes que você fizer a solicitação de uma música. Em vez disso, a Siri usará sua inteligência para aprender, com o tempo, os hábitos do usuário e abrir o conteúdo em questão na plataforma que você mais usa.

Por exemplo: se você usa mais o Spotify para ouvir música, o aplicativo Apple Podcasts para ouvir seus programas de áudio e o Amazon Kindle para audiolivros, a Siri poderá “entender” esses hábitos. Desta forma, quando você pedir para ouvir uma música pela assistente, ela começará a tocar o conteúdo diretamente no Spotify sem que você tenha que fazer essa escolha nos ajustes (ou pedir especificamente que a música seja tocada por lá); mesma coisa com os podcasts e audiolivros.

Enquanto esse aprendizado não estiver completo, o usuário poderá escolher o serviço usado para abrir cada tipo de conteúdo — a Siri exibirá uma lista de todos os apps que podem tocar aquele tipo de áudio (músicas, podcasts, audiolivros), inclusive os não-nativos. A assistente exibirá, também, um aviso indicando que está aprendendo a escolher os serviços certos para cada tipo de áudio.

O recurso está evoluindo a cada nova versão beta do iOS 14.5, e deverá estar nos trinques para o lançamento da versão final do sistema, que deverá ocorrer nas próximas semanas. 

Cecilie Bahnsen | Fall Winter 2021/2022 | The City

Cecilie Bahnsen | Fall Winter 2021/2022 (The city) | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)