Olga Noronha | Spring Summer 2021 | Full Show

Olga Noronha | Spring Summer 2021 | Full Edited Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Moda Lisboa/Lisboa Fashion Week) #Modalisboa

Em Las Vegas, Nicolas Cage se casa com atriz Riko Shibata

Ator oficializou união com a atriz e dançarina Riko Shibata, de 26 anos

Riko Shibata e Nicolas Cage (Foto: Grosby Group)

Nicolas Cage, de 57 anos de idade, está casado novamente! O ator oficializou sua união com a a atriz e dançarina Riko Shibata, de 26 anos, no Wynn Casino and Hotel, que fica em Las Vegas, nos EUA. 

Segundo informações do Daily Mail, Riko vai adotar o sobrenome de Cage, que é seu primeiro marido. Já o ator, um dos mais conhecidos de Hollywood, está em seu quinto casamento.

Ele já foi casado com a atriz Patricia Arquette (de 1995 a 2001), com a cantora Lisa Marie Presley (de 2002 a 2004),Alice Kim(2004 a 2016) e Erika Koike, que durou menos de quatro dias em 2019. [Léo Gregório]

Base instalada do Telegram alcança 45% dos smartphones brasileiros

Apesar do aumento, o Telegram tem um grande desafio pela frente chamado engajamento


O WhatsApp está longe, bem longe de perder o seu reinado no Brasil — há algumas semanas uma pesquisa indicou que, mesmo com uma queda de uso, ele ainda está instalado em 98% dos telefones de brasileiros. Mas o Telegram está fazendo bonito e, se continuar assim, em breve poderá incomodar o mensageiro do Facebook.

Em setembro passado, o Telegram estava instalado em 35% dos smartphones brasileiros; agora, segundo nova pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box (divulgada pelo Mobile Time), esse número cresceu 10 pontos percentuais (em seis meses; 18 pontos percentuais em um ano), atingindo 45%. Trata-se do mensageiro com o crescimento mais rápido no Brasil nos últimos dois anos.

O motivo dessa aceleração pode muito bem ser a polêmica envolvendo os termos e a privacidade do WhatsApp, como já tratamos aqui no site em alguns artigos.

Ainda de acordo com a pesquisa, o Telegram é mais usado pelo público jovem (entre 16 e 29 anos), atingindo uma taxa de instalação de 50% dos smartphones nesse grupo. Ele também é mais utilizado entre brasileiros das classes A e B, presente em 58% dos smartphones desse grupo; já entre as classes C, D e E, o número cai para 42%. A divisão entre o público masculino e feminino ficou bem equilibrada: 47% e 44%, respectivamente.

O grande gargalo do Telegram, aparentemente, é engajamento — afinal, não adianta apenas instalar o mensageiro, é preciso usá-lo. No WhatsApp, por exemplo (dados referente à ultima pesquisa), 86% dos entrevistados disseram abrir o app todos os dias; no Telegram, o número cai para 46%. E o maior problema é que o número apresentou queda nos últimos seis meses — demonstrando que as pessoas instalam o app mas não usam.

Isso, é claro, se reflete nos grupos dentro do mensageiro, algo mensurado pela primeira vez nessa pesquisa. Enquanto 74% dos usuários do WhatsApp participam de grupos de família e 57% de grupos de trabalho, no Telegram os números caem para 16% e 19%, respectivamente.

Veremos como ficará o cenário daqui a seis meses, quando uma nova edição da pesquisa for feita. [MacMagazine]

‘Honjok’: o que podemos aprender com os sul-coreanos que defendem a solidão

Muitos jovens, especialmente mulheres, decidiram criar sua própria “tribo”, rejeitando os valores coletivistas da sociedade sul-coreana e abraçando o individualismo emergente para formar “famílias” de uma pessoa
ÉPOCA NEGÓCIOS

Na Coreia do Sul, muitos jovens, especialmente as mulheres, escolheram a solidão como alternativa às normas sociais (Foto: MARCO PIUNTI/GETTY IMAGES/Via BBC News B

Muitos jovens, especialmente mulheres, decidiram criar sua própria “tribo”, rejeitando os valores coletivistas da sociedade sul-coreana e abraçando o individualismo emergente para formar “famílias” de uma pessoa

Depois da alegria, vem a solidão, segundo escreveu o poeta Mario Benedetti. Mas o que vem depois da solidão?

O isolamento imposto pela pandemia de coronavírus está levando muitas pessoas a uma “epidemia da solidão”, segundo organizações como a United Health Foundation e a AARP (dedicada ao bem-estar de pessoas com mais de 50 anos), nos Estados Unidos.

Apesar das dificuldades que estar só pode trazer, há também maneiras construtivas de viver assim, segundo a psicoterapeuta americana Francie Healey.

Um ano antes do início da pandemia, Healey começou a pesquisar um fenômeno da Coreia do Sul chamado de “honjok”, que significa algo como “tribos de um só”.

A autora do livro Honjok: The Art of Living Alone (“Honjok: a arte de viver sozinho”, em tradução livre) explica que este movimento nasceu da contracultura. Muitos jovens, especialmente mulheres, decidiram criar sua própria “tribo” — rejeitando os valores coletivistas da sociedade sul-coreana e abraçando o individualismo emergente para formar “famílias” de uma pessoa.

“O honjok é um convite ao desfrutar da solidão e à reflexão sobre quem realmente somos, para além das normas sociais e culturais estabelecidas”, diz a escritora, que estudou 15 pessoas de diferentes idades que praticam o honjok.

Antes da pandemia, psicoterapeuta americana Francie Healey fez uma imersão na contracultura honjok (Foto: FRANCIE HEALEY)
Antes da pandemia, psicoterapeuta americana Francie Healey fez uma imersão na contracultura honjok (Foto: FRANCIE HEALEY)

Nesta entrevista à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC), a psicoterapeuta mostra como a filosofia dessa tribo pode ajudar, especialmente em tempos de pandemia.

O honjok é pouco conhecido no Ocidente. Quando o descobriu?

Ouvi o termo honjok pela primeira vez em 2019. Se você buscar na internet, verá que não há muitas informações disponíveis, então resolvi investigar e descobrir o que podemos aprender com ele.

Quando estava fazendo minha pesquisa, a pandemia ainda não tinha chegado, mas eu estava intrigada com essas pessoas que buscam dar sentido às suas vidas através da solidão.

Isso começou em 2017, como um movimento liderado por jovens sul-coreanos que começaram a usar a hasghtag #honjok para definir quem eles eram e como viviam, desafiando as pressões sociais historicamente estabelecidas e as normas que os levam a se casar e constituir uma família.

Essas normas determinam que os homens tenham empregos bem-sucedidos em empresas de prestígio que lhes permitam sustentar uma família; e que as mulheres sempre priorizem a família, por mais que tenham um nível alto de formação acadêmica ou uma carreira. Elas também precisam atender às expectativas dos exigentes padrões de beleza.

Em resposta à frustração com essas fortes pressões sociais e culturais, os honjok escolheram viver sozinhos, encontrando maior liberdade.

Solidão pode ser oportunidade de cultivar de forma mais profunda o mundo interior, defende psicoterapeuta (Foto: GETTY IMAGES)
Solidão pode ser oportunidade de cultivar de forma mais profunda o mundo interior, defende psicoterapeuta (Foto: GETTY IMAGES)

Pode-se dizer que o honjok é um estilo de vida?

É mais do que isso… é uma forma de estar no mundo.

“Hon” significa estar sozinho e “jok” é uma tribo, então honjok significa “tribos de um só”.

É um belo conceito porque se traduz em uma decisão consciente de explorar suas próprias preferências e interesses em profundidade, de cultivar seu verdadeiro mundo interior.

Muitas vezes os honjok são rotulados como “solitários” — com todas as conotações negativas que essa palavra carrega.

No entanto, são pessoas que tomaram a decisão consciente de viver sozinhas e de passar o tempo desfrutando de atividades sozinhas. São, digamos, solitários de sucesso.

Conversando com elas, aprendi que essa solidão realmente permite que tenham relacionamentos mais frutíferos e positivos com outras pessoas.

Francie Healey escreveu o livro 'Honjok: The Art of Living Alone' ('Honjok: a arte de viver sozinho', em tradução livre) (Foto: LIBROS CÚPULA)
Francie Healey escreveu o livro ‘Honjok: The Art of Living Alone’ (‘Honjok: a arte de viver sozinho’, em tradução livre) (Foto: LIBROS CÚPULA)

É interessante que você descreva essa solidão como uma decisão consciente. O que podemos aprender sobre a solidão escolhida pelos honjok em tempos de solidão imposta (pela pandemia)?

É uma pergunta muito boa para a época que vivemos agora.

O National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, tem mostrado que a solidão causada pelo isolamento social contribui para o aumento de problemas físicos e mentais, como depressão, doenças cardíacas e até mesmo Alzheimer, além de comprometer o sistema imunológico. Portanto, estamos passando por uma crise.

Mas estar sozinho não é o mesmo que se sentir sozinho. A solidão pode ser vista como uma oportunidade de realmente estar com nós mesmos e de explorar onde encontramos sentido em nossas vidas.

Isso nos oferece a oportunidade de trabalhar nossa identidade além de como nos relacionávamos com os outros e interagíamos com o mundo antes da pandemia.

O honjok pode ser uma forma de entender que quando você se permite viver com a solidão, mesmo que seja desconfortável no início, você cultiva uma autoconsciência mais profunda. Por meio de atividades contemplativas e da curiosidade em relação ao seu mundo interior, você pode sentir uma verdadeira riqueza espiritual estando com você mesmo.

Muitos existencialistas falaram deste convite a conhecer-se que a solidão nos oferece. Portanto, tudo depende de como a abordamos.

Acredito que devemos ensinar as pessoas a fazer um trabalho interior mais profundo para se encontrarem.

Agora nos sentimos incomodados com a solidão, mas isso não significa que não possamos tirar proveito dela para nos sentirmos conectados conosco.

A pandemia nos obrigou a buscar outras maneiras de sermos nós mesmos, e esta pode ser uma oportunidade de aprender a nos conhecer realmente.

'O honjok é um convite ao desfrutar da solidão e à reflexão sobre quem realmente somos', diz Healey (Foto: Getty Images via BBC)
‘O honjok é um convite ao desfrutar da solidão e à reflexão sobre quem realmente somos’, diz Healey (Foto: Getty Images via BBC)

Você diz que o honjok é a arte de viver na solidão. De que maneiras específicas podemos aplicá-lo em nossas vidas?

Uma honjok da Coreia do Sul na faixa dos trinta anos me disse que foi por muito tempo uma pessoa muito sociável e extrovertida, mas começou a adotar o honjok e teve uma espécie de iluminação espiritual. Ela passou a praticar atividades de meditação e técnicas de mindfulness e desenvolveu interesses criativos e artísticos — coisas que ela estava adiando porque tinha outras distrações.

Pode ser um bom exemplo de como aplicar o honjok em nossa vida.

Recomendo dedicar algum tempo, começando com alguns minutos por dia, a coisas tão simples como prestar atenção à respiração, cultivar a criatividade, procurar formas de ativar outras partes do cérebro, desenvolver hábitos ou padrões de comportamento diferentes, que proporcionem mais diversidade para nós mesmos.

Também é muito interessante escrever um diário, ou simplesmente anotar nossos pensamentos, porque isso nos ajuda a ser reflexivos e a trabalhar a autoconsciência, principalmente quando estamos sofrendo por estresse ou ansiedade.

É importante tratar essas atividades não como lazer, mas como algo tão urgente quanto outras coisas que fazemos na vida.

Entrevistei pessoas honjok que descobriram ser mais fortes, solidários e bondosos do que pensavam ao viajar sozinhos ou passar um tempo sozinhos na natureza. O impacto para o despertar dos nossos sentidos pode ser enorme.

Me senti muito privilegiada por conhecer essas pessoas e suas histórias, o que me ajudou a afastar meus próprios preconceitos.

As pessoas com quem conversei tinham orgulho de levar a vida desta forma e estavam dispostas a aproveitar ao máximo a oportunidade de viver sozinhas.

Estamos falando de pessoas que moram na Coreia do Sul, mas existem “honjok” em outras partes do mundo?

Bem, mesmo que não se denominem como honjok, é certamente uma tendência crescente que estamos vendo em outras partes do mundo, não apenas na Coreia do Sul.

Na Suécia, cerca de 40% dos lares são compostos por uma única pessoa.

Nos Estados Unidos, estima-se que haja 28% dos lares com uma única pessoa.

No Japão e em outras partes do mundo, mais e mais pessoas estão escolhendo a sologamia (casar-se com si mesmo).

São distintas “tribos de um”, e eu diria que elas vão aumentar.

Muitas mulheres escolheram seguir o honjok como forma de libertação, relata Healey em seu livro (Foto: Getty Images via BBC)
Muitas mulheres escolheram seguir o honjok como forma de libertação, relata Healey em seu livro (Foto: Getty Images via BBC)

Você diz em seu livro que “estar sozinho na vida requer coragem”. Por que temos tanto medo da solidão?

Healey – Acho que temos muito medo de ficar sozinhos porque nos assusta a possibilidade de não gostar do que podemos descobrir. É um ajuste de contas com as partes dentro de nós onde nos sentimos insuficientes.

Quando estamos em comunidade, no mundo, podemos pensar que somos as atividades que neles desenvolvemos; que nossa identidade é nosso trabalho, o dinheiro que ganhamos ou o que fazemos com ele.

É preciso muita coragem para desmontar tudo isso e descobrir o que está por trás. É preciso coragem para enfrentar o desconforto de estar conosco e arriscar sentir a vulnerabilidade de não gostarmos de tudo o que vemos — para então reconhecer que existem alguns vazios em nós que devemos cultivar mais.

Por isso é corajoso estar conosco e com nossa verdadeira identidade.

Quando você reconhece isso e cultiva a tolerância, através de pequenas mudanças positivas ao longo do tempo, pode descobrir a riqueza de sua própria essência. Essa descoberta permite estar mais conectado, definir melhor seus limites e aceitar a si mesmo.

É uma parte de nós que temos que trabalhar muito, e que os honjok priorizaram.

Você também escreve em seu livro sobre a ligação entre solidão e autoestima, e a importância de “fazer amizade conosco”. Qual é a conexão? – 

Tenho um consultório particular de psicoterapia e o foco principal do meu trabalho é a autoavaliação.

O que tenho visto em meu trabalho, e também no processo de escrever este livro, é que quando começamos a cultivar a autoestima e o autoconhecimento, podemos lidar melhor com a desolação que a solidão nos causa inicialmente — e a pandemia pode nos ajudar, pois nossa maneira de nos relacionar com o mundo e conosco mudou.

Então, chegamos a um ponto em que nos sentimos confortáveis em estar com nós mesmos.

Vejo a solidão, ou melhor, a solitude, que é um termo mais amplo e positivo, como uma forma de construir e cultivar nossa autoestima.

É nela que podemos ver quais são os nossos verdadeiros valores, qual é o nosso eu autêntico e o que realmente nos motiva. Isso nos permite fazer as perguntas certas, descobrir quais são nossos talentos únicos e como queremos usá-los no mundo e em nossa comunidade.

Estar sozinho pode nos levar a buscar maneiras de ser mais assertivos, criativos e conscientes.

Trata-se de cultivar um estado de espírito que nasce da curiosidade de nos descobrirmos, no qual nos tornamos líderes de nossas próprias vidas e recuperamos o controle.

É por isso que o honjok é, afinal, uma busca para retornar à nossa própria essência.

Desfile drive-in: marca francesa Coperni inova para apresentar coleção durante a pandemia

Convidados assistem ao desfile da Coperni em Paris de dentro do carro

Desfile de inverno 2021 da Coperni (Foto: Reprodução)

Em tempos nos quais não é possível fazer um desfile com plateia, a alternativa da francesa Coperni na semana de moda de Paris foi… um desfile drive-in. Depois de terem apresentado a coleção anterior na La Tour Montparnasse, o prédio mais alto da capital francesa, desta vez a dupla de estilistas Sébastien Meyer e Arnaud Valliant driblaram as restrições da pandemia com uma boa dose de criatividade. O drive-in foi localizado na Accor Arena, estádio gigante que (em tempos sem distanciamento social), recebe shows de estrelas como Beyoncé, e que na década de 2000 foi palco de algumas apresentações de Alexander McQueen.

 (Foto:  )
Desfile de inverno 2021 da Coperni (Foto: Reprodução)

Para o evento, 36 carros elétricos foram convocados. Dentro de cada um havia no máximo dois convidados, além de um motorista com teste PCR negativo. Não era permitido sair do veículo durante o evento, de onde os convidados da dupla puderam conferir a alfaiataria com toque esportivo da grife, que nesta temporada ganhou a companhia de muitas transparências, sempre usadas com a bolsa hit da marca, a Swipe.

Versace Fall-Winter 2021 | Fashion Show

Introducing the #VersaceFW21​ Collection – Enter a labyrinth inspired by our iconic Greca motif and meet our new signature print.

O icônico Greca é reinventado para o outono-inverno 2021 como um labirinto 3D dinâmico e envolvente que parece que você pode entrar nele. O novo código Versace La Greca apresenta a chave grega junto com o logotipo Versace em vários tamanhos e combinações de cores. O padrão geométrico tem ângulos agudos, linhas limpas e uma paleta forte que representa força e autoconfiança.

CREDITS
Creative Director – Donatella Versace
Director – Gordon Von Steiner
Show concept and set – Villa Eugénie
Art Direction – Charles Levai & Kevin Tekinel
Music – Frederic Sanchez
Choreography – Jordan Robson
Styling – Jacob K
Hair – Guido Palau
Makeup – Pat McGrath
Fashion Services – KCD
Video Capture – 4Friends

Bruno Mars, Anderson .Paak, Silk Sonic – Leave the Door Open [Official Video]

The official music video for Bruno Mars, Anderson .Paak, Silk Sonic’s new single “Leave the Door Open”
Download/Stream: https://SilkSonic.lnk.to/LTDOID

Directed by Bruno Mars and Florent Dechard
Phil Tayag – creative consultant

Quase 34 milhões de Apple Watches foram vendidos em 2020

Uma nova pesquisa da Counterpoint Research mostrou que 40% dos smartwatches vendidos no quarto trimestre de 2020 foram Apple Watches. No geral, as vendas de vestíveis foram ligeiramente menores do que no mesmo período de 2019, mas a Apple aumentou sua participação no mercado.

De acordo com os dados, a Maçã vendeu cerca de 12,9 milhões de unidades (ao todo) dos Apple Watches Series 6 e SE.

CR: vendas de smartwatches no 4Q20

Segundo a CR, o aumento na participação de mercado da Apple pode ser atribuído ao sucesso do ‌Apple Watch SE‌. Segundo o analisa Sujeong Lim, a influência desse modelo foi tão grande que provavelmente levará a Samsung e outras fabricantes a criar opções similares para clientes que procuram alternativas mais baratas aos modelos topos-de-linha.

CR: vendas de smatwatches em 2020

Analisando 2020 como um todo, a Apple se manteve no topo das vendas com quase 34 milhões de Watches comercializados e ampliou sua liderança em relação à Huawei, segunda colocada, cujas vendas chegaram a 11,1 milhões de unidades — seguida pela Samsung, com 9,1 milhões de smartwatches vendidos em 2020. [MacMagazine]

Por que o futuro é feminino

A colunista astral da Vogue Livia de Bueno apresenta as características das energias sem gênero Yin e Yang, relacionadas ao equilíbrio pessoal
LIVIA DE BUENO (@LIVIADEBUENO)

(Foto: Arquivo Vogue/ Hick Duarte)

O que faz de você uma mulher? Ter um útero? Uma vagina? Usar saia? Gostar de homem? 
Já pensou que determinar gênero pode ser algo cultural? Somos consciência una e merecemos ser celebradas, ter direitos iguais, independente do corpo, da aparência. Homem, mulher, trans, travesti, qualquer ser humano merece os mesmos direitos.

Por isso gosto de escrever sempre sobre o equilíbrio das energias Yin e Yang. Forças feminina e masculina, independente de gênero. Que o futuro seja feminino através da energia Yin. Energia de paciência, aceitação, acolhimento e perdão; de valor à subjetividade, à intuição, ao sentir. Qualidades tão em desvalorização no mundo de hoje. 

Sabemos que “o que está dentro é como o que está fora”*, entendemos, então, que esta crise e desequilíbrio está em nós. Estamos em desconexão com o nosso feminino. Com a nossa energia Yin. Está em falta a energia que perdoa. Que sente empatia. Está em falta a autoaceitação verdadeira para aceitarmos o outro como ele deseja ser.

Todas essas qualidades femininas foram suprimidas pela energia Yang que de tão hipervalorizada por mais de 6 mil anos, está distorcida. Trouxe o fazer e o realizar a qualquer preço, nos deixando controladores, agressivos, reativas. Sim, a energia Yang, a força de ação é importante e necessária. É preciso agir.

Mas, o Yang sem o Yin vira ambição cega. Faz guerra, derrama sangue, fere e machuca.
A energia Yang fez construir as cidades e arranha céus, mas sem o Yin esqueceu de cultivar a natureza. Nossa mãe-natureza. E agora estamos vivendo as consequências. Porque o que está fora está dentro. Insisto:

Falta feminino em nós.
Falta essência na ação.
Falta verdade.
Falta porque paramos de escutar a voz da intuição.

Nos dias de hoje, a mente é sempre mais valorizada que a sensação. Mas não podemos esquecer que o sentir é soberano. E estamos nesse resgate. O resgate do feminino. E por mais que seja uma energia independente de gêneros, as mulheres são guardiãs da energia Yin. O ritmo cíclico da Lua, da natureza, do cosmos, está dentro de nós. Nos fizeram esquecer, nos calaram, nos reprimiram, nos queimaram. Mas, a lembrança está voltando forte e poderosa.

Só que não podemos usar a arma do inimigo. Não é através do Yang distorcido que ganharemos espaço. Nós e mais ninguém. Raiva, rancor e agressividade não vão mais fazer vitória nessa nova Terra. É preciso acolhimento, empatia, compaixão. É preciso escuta e perdão.

Que cada um de nós vibre a energia feminina; a doçura, a receptividade, o amor incondicional, exaltando a intuição. Que a gente saiba ouvir dentro para agir fora com harmonia. Que haja compreensão do caminho que nutre, cuida, cultiva, perdoa e abençoa.

Que cada uma e cada um de nós encontre o equilíbrio interno da energia feminina e masculina. Yin & Yang em igualdade. E então vamos poder viver um futuro feminino em essência. Porque será genuíno. Transbordará da verdade interior. Com a natureza em seu lugar de protagonismo e a humanidade vivendo em potente união.

*Leis Herméticas descritas no Caibalion de Hermes Trismegisto