Jeremy Choh for Fashion Editorials with Anjali Torvi

Photographer: Jeremy Choh. Fashion Stylist: Jana Bartolo. Hair Stylist: Graeme Cumming. Makeup Artist: Cat Smith. Model: Anjali Torvi at Priscillas Models

Koche | Spring Summer 2019 | Full Show

Koche | Spring Summer 2019 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

The Fall-Winter 2021/22 Ready-to-Wear Show — CHANEL Shows

Nos bastidores, as modelos se maquiam juntas e se arrumam para o desfile.A faixa de Diana Ross “Do You Know Where You’re Going To?” Toca na atmosfera íntima do Parisian club Castel. The film of the CHANEL Fall-Winter 2021/22 Ready-to-Wear show, imagined by Virginie Viard.

Directed by Inez & Vinoodh.

Benjamin Vnuk for Vogue Ukraine with Adela Stenberg

Photographer: Benjamin Vnuk. Fashion Stylist: Christina Ahlberg. Hair Stylist: Amanda Lund. Model: Adela Stenberg.

Um ‘Clube de Velhos’ domina o Japão. Mas os jovens estão dando um recado

As mudanças deverão chegar lentamente na sociedade japonesa, mas a mídia social ofereceu uma saída a uma geração mais jovem asfixiada por uma hierarquia rígida
Motoko Rich, The New York Times – Life/Style

Momoko Nojo, estudante de economia e co-autora de uma petição que ajudou a expulsar o líder octogenário das Olimpíadas de Tóquio por causa de comentários sexistas. Foto: Noriko Hayashi / The New York Times

TÓQUIO – Por um instante, pareceu que as pessoas mais poderosas do Japão fossem três mulheres de pouco mais de 20 anos.

Em um país em que os jovens precisam aprender a ficar quietos e a obedecer aos mais velhos da família, o trio de mulheres decidiu se manifestar depois que, este mês, o presidente do comitê da organização das Olimpíadas de Tóquio fez comentários de caráter sexista ao sugerir que as mulheres falam demais nas reuniões.

Uma petição online que as mulheres iniciaram cresceu a ponto de tornar-se uma ruidosa campanha pela mídia social que ajudou a afastar o líder das Olimpíadas Yoshiro Mori, 83, e impedir que fosse escolhido outro octogenário para suceder-lhe. Atualmente, sua substituta é uma mulher mais de 25 anos mais jovem do que ele: Seiko Hashimoto, ex-campeã olímpica e atualmente legisladora.

Para alguns, o momento foi um sinal de esperança de que a rígida hierarquia japonesa baseada na idade possa ser quebrada. Neste caso, um mais velho foi forçado a receber ordens de jovens, que se sentiam asfixiados por uma sociedade em que os melhores empregos muitas vezes são dados de acordo com os anos de trabalho e não com o merecimento, e os mais poderosos líderes políticos e dos negócios têm mais de 70, 80 ou até 90 anos.

“Acho que isto encoraja nós jovens a nos conscientizarmos de que queremos mudar estas situações na sociedade”, afirmou Momoko Nojo, 22, que vai se formar em economia na Universidade Keio de Tóquio. Ele foi um dos três autores da petição que recebeu mais de 150 mil assinaturas. “Portanto, isto se tornou a nossa fonte de energia para continuarmos empreendendo estas ações”.

Não faz muito tempo, Mori poderia esperar manter o seu emprego somente com base em sua antiguidade. Mas agora, não há como deixar de considerar os sentimentos do público. Quando tentou segurar o próprio posto com um pedido de desculpas, ele se deu conta de que as pessoas estavam pensando em invocar o termo japonês, “rugai”, usado para descrever uma pessoa idosa considerada um obstáculo ou um fardo.

Entretanto, enquanto este rompimento geracional passa a atrair as atenções, mudanças mais amplas provavelmente irão ocorrer lentamente. Embora as atitudes estejam evoluindo e os mais jovens descubram que são donos de uma voz à qual não estão acostumados na mídia social, só tem havido lampejos de mudança no local de trabalho, e as camadas mais altas do governo do Japão e das corporações continuam firmemente o reino de homens de cabelos grisalhos.

“Está ocorrendo uma mudança geracional na sociedade civil”, afirmou Koichi Nakano, cientista político da Sophia University de Tóquio. “Mas nos corredores do poder na política, nos negócios e nas organizações em geral, o pulso de ferro do clube dos velhos se mantém firme”.

Até certo ponto, a demografia dita a hege que 25% da população tem acima de 65 anos, a maior proporção do mundo. Os japoneses em geral vivem mais e mais saudáveis do que muitos povos em outros países, e a mídia está repleta de exemplos de vibrantes artesãos que permanecem ativos depois de setenta e oitenta anos. Mas às vezes, prevalecem os valores ultrapassados da geração mais antiga.

E enquanto a idade em muitos casos traga consigo valiosas experiências, no Japão frequentemente é a credencial que supera todas as outras.

“A antiguidade é ainda mais importante do que a capacidade”, disse Jesper Koll, assessor sênior da empresa de investimentos Wisdom Tree que viveu no Japão mais de trinta anos. “O Japão é campeão mundial em impor a autoridades às pessoas, e a autoridade não está na capacidade, mas predominantemente na idade”.

O sistema de antiguidade se mantém em parte porque proporciona uma sensação de segurança. Os trabalhadores conhecem o caminho para frente;  os valores são  inculcados muito antes do seu ingresso na força de trabalho, e as hierarquias vigoram até entre as crianças.

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações).
Ryutaro Yoshioka, que trabalha em uma grande empresa de marketing. Muitos jovens japoneses estão se rebelando contra o sistema de antiguidade profundamente arraigado do país.  Foto: Noriko Hayashi / The New York Times

“Quando estava na escola, diziam-nos que se você ouvir os senpai (os mais experientes) agora, mais tarde você se tornará um senpai, e as pessoas terão de ouvir você”, disse Ryutaro Yoshioka, 27, usando a palavra que define os mentores mais velhos. Do mesmo modo, no local de trabalho, acrescentou, os funcionários que “permanecem na companhia acabarão ascendendo”.

Agora que ele trabalha em uma grande empresa de marketing em Tóquio, percebe as limitações deste sistema.

“Mesmo que você não tenha grande capacidade, há pessoas que estão na companhia há 10, 20 ou 30 anos que se encontram nas mais altas posições”, afirmou. “E com estas pessoas no poder existe uma tendência quando elas dizem alguma coisa que faz com que todos os outros na sala simplesmente calem e percebam que não podem se manifestar”.

Esta cultura cerceou a economia japonesa, segundo alguns analistas, premiando a obediência e eliminando os incentivos para assumir riscos.

“Somos um país com uma população que está encolhendo, uma economia quando muito estagnada e pouca inovação”, afirmou Nakano, da Universidade Sofia. “O Japão produziu os walkmen, e agora compra aspiradores de pó da Grã-Bretanha. A maneira como o Japão parou de inovar é quase cômica.

Embora os empregadores tentem acabar com o sistema tradicional do emprego vitalício surgido depois da Segunda Guerra Mundial, a maior parte das grandes companhias continua contratando novos recrutas mediante um sistema conhecido como shukatsu em que os trabalhadores entram como todo um exército assim que terminam a universidade e se supõe que devam ficar até a aposentadoria.

Muitos jovens que lamentam o fato de não poderem assumir papéis de liderança até uma idade avançada, resignam-se e acabam aceitando a maneira como as coisas funcionam. Outros não veem nenhuma razão para fazer algo que possa ameaçar a estabilidade do sistema atual em um país com um reduzido crescimento da economia, mas uma riqueza sólida e uma vida em grande parte confortável.

“Nós sentimos certa frustração”, disse Kayo Shigehisa, 22, que este ano se formará na Universidade de Estudos Estrangeiros de Quioto, e planeja começar a ensinar em uma creche, “mas este é o nosso destino como geração jovem”.

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações).
Kaisei Sugawara, engenheiro de uma das maiores empresas de segurança do Japão. Foto: Noriko Hayashi / The New York Times

Alguns jovens trabalhadores dizem perceber sinais de mudança, mesmo em companhias mais tradicionais. Kaisei Sugawara, 22, ingressou em uma das maiores empresas de segurança como engenheiro, no ano passado, recrutado em um programa para alunos recém-formados em universidades com experiência internacional. Ele irá trabalhar no exterior, afirmou, no seu quarto ano na companhia, muito mais cedo do que nas gerações anteriores.

Talvez o Japão seja obrigado a aceitar estas mudanças, embora o país não queira isto. Considerando o declínio de sua população,- o Japão registrou o menor número de nascimentos já ocorrido em 2020 – o país já começa a relaxar  sua notória insularidade, inclusive antes da pandemia, convidando mais trabalhadores estrangeiros. Mas, o Japão poderá ter dificuldade para atrair as pessoas mais talentosas, se não premiar o mérito ou não der aos funcionários  jovens as chances de tentarem novas ideias.

Para a mudança geracional continuar no Japão, ela poderá ocorrer silenciosamente quando os jovens reformularem o mundo que os seus antepassados lhes transmitiram simplesmente fazendo escolhas diferentes. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

Paco Rabanne | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Paco Rabanne | Fall Winter 2021/2022 by Julien Dossena | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)

David Edward Holden – Digital Memories

Bafta anuncia lista de indicados com ‘Nomadland’ à frente e sem ‘Bacurau’

Filme brasileiro era apontado por especialistas como provável competidor pelo prêmio de filme em língua estrangeira

Máscara que é símbolo do Bafta
Máscara que é símbolo do Bafta – Leon Neal/AFP

A Academia Britânica de Artes de Cinema e Televisão anunciou nesta terça-feira (9) os filmes indicados ao British Academy Film Awards, conhecido como Bafta, a maior premiação do setor no Reino Unido e também um dos grandes termômetros do Oscar.

Apontado por muitos especialistas como um dos prováveis competidores pelo prêmio de filme em língua estrangeira, o brasileiro “Bacurau” acabou ficando de fora. A lista de indicados, aliás, contrariou as apostas do setor ao não contemplar diversos favoritos da atual temporada de prêmios.

Por outro lado, surpreendeu pela diversidade e, como já é costume, privilegiou produções britânicas. Uma das queridinhas da maratona de premiações, a inglesa Carey Mulligan não chegou à disputa de melhor atriz por “Bela Vingança”, numa categoria marcada por nomes pouco conhecidos pelo público brasileiro.

No ano passado, o Bafta foi alvo de diversas críticas justamente pela falta de diversidade. Após a polêmica, anunciou que implementaria um novo sistema de votação —que parece já estar dando resultados.

Os longas com mais indicações foram “Nomadland”, assegurando seu favoritismo para o Oscar, e “Rocks”, sobre uma menina que é abandonada pela mãe e precisa cuidar do irmão mais novo, com sete menções cada. O primeiro, dirigido por Chloé Zhao, ajudou o Bafta a quebrar o recorde de maior número de mulheres indicadas em direção —são quatro entre seis.

Na semana passada, a organização do prêmio já havia anunciado os indicados ao EE Rising Star, destinado a novos talentos do meio cinematográfico e definido por voto popular. Os atores escolhidos foram Bukky Bakray, Conrad Khan, Morfydd Clark, Sope Dirisu e Kingsley Ben-Adir, do filme “Uma Noite em Miami”.

Em sua 74ª edição, a cerimônia está marcada para acontecer no dia 11 de abril, duas semanas antes do Oscar, e deve ser uma mistura de evento virtual e presencial —tradicionalmente, o Royal Albert Hall, em Londres, serve como sede da festa. Confira abaixo a lista com os indicados ao 74º Bafta.

Melhor filme

  • “Meu Pai”
  • “Nomadland”
  • “Bela Vingança”
  • “Os 7 de Chicago”
  • “The Mauritanian”

Melhor filme britânico

  • “Calm with Horses”
  • “A Escavação”
  • “Meu Pai”
  • “Mogul Mowgli”
  • “Bela Vingança”
  • “Saint Maud”
  • “His House”
  • “Limbo”
  • “The Mauritanian”
  • “Rocks”

Melhor diretor

  • Thomas Vinterberg, “Druk – Mais uma Rodada”
  • Lee Isaac Chung, “Minari”
  • Chloé Zhao, “Nomadland”
  • Shannon Murphy, “Babyteeth”
  • Jasmila Zbanic, “Quo Vadis, Aida?”
  • Sarah Gavron, “Rocks”

Melhor atriz

  • Vanessa Kirby, “Pieces of a Woman”
  • Frances McDormand, “Nomadland”
  • Bukky Bakray, “Rocks”
  • Radha Blank, “The Forty-Year-Old Version”
  • Wuhmi Mosaku, “O que Ficou para Trás”
  • Alfre Woodard, “Clemency”

Melhor ator

  • Riz Ahmed, “O Som do Silêncio”
  • Chadwick Boseman, “A Voz Suprema do Blues”
  • Anthony Hopkins, “Meu Pai”
  • Tahar Rahim, “The Mauritanian”
  • Adarsh Gourav, “O Tigre Branco”
  • Mads Mikkelsen, “Druk – Mais uma Rodada”

Melhor atriz coadjuvante

  • Maria Bakalova, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”
  • Youn Yuh-jung, “Minari”
  • Niamh Algar, “Calm with Horses”
  • Kosar Ali, “Rocks”
  • Ashley Madekwe, “County Lines”

Melhor ator coadjuvante

  • Daniel Kaluuya, “Judas e o Messias Negro”
  • Barry Keoghan, “Calm with Houses”
  • Alan Kim, “Minari”
  • Leslie Odom Jr., “Uma Noite em Miami”
  • Clarke Peters, “Destacamento Blood”
  • Paul Raci, “O Som do Silêncio”

Melhor elenco

  • “Judas e o Messias Negro”
  • “Calm with Horses”
  • “Minari”
  • “Bela Vingança”
  • “Rocks”

Melhor roteiro original

  • “Mank”
  • “Bela Vingança”
  • “Os 7 de Chicago”
  • “Druk – Mais uma Rodada”
  • “Rocks”

Melhor roteiro adaptado

  • “Meu Pai”
  • “Nomadland”
  • “O Tigre Branco”
  • “The Mauritanian”
  • “A Escavação”

Melhor filme em língua estrangeira

  • “Druk – Mais uma Rodada” (Dinamarca)
  • “Les Misérables” (França)
  • “Minari” (Estados Unidos)
  • “Dear Comrades” (Rússia)
  • “Quo Vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Melhor documentário

  • “Collective”
  • “David Attenborough e Nosso Planeta”
  • “The Dissident”
  • “Professor Polvo”
  • “O Dilema das Redes”

Melhor animação

  • “Soul”
  • “Os Irmãos Willoughby”
  • “Wolfwalkers”

Melhor trilha sonora

  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Relatos do Mundo”
  • “Bela Vingança”
  • “Soul”

Melhor fotografia

  • “Mank”
  • “Relatos do Mundo”
  • “Nomadland”
  • “The Mauritanian”
  • “Judas e o Messias Negro”

Melhor montagem

  • “Meu Pai”
  • “Nomadland”
  • “Bela Vingança”
  • “O Som do Silêncio”
  • “Os 7 de Chicago”

Melhor design de produção

  • “A Escavação”
  • “Meu Pai”
  • “Mank”
  • “Rebecca – A Mulher Inesquecível”
  • “Relatos do Mundo”

Melhor figurino

  • “Ammonite”
  • “A Escavação”
  • “Emma”
  • “A Voz Suprema do Blues”
  • “Mank”

Melhor cabelo e maquiagem

  • “A Voz Suprema do Blues”
  • “Era uma Vez um Sonho”
  • “A Escavação”
  • “Pinóquio”
  • “Mank”

Melhor som

  • “Greyhound”
  • “Nomadland”
  • “Relatos do Mundo”
  • “O Som do Silêncio”
  • “Soul”

Melhores efeitos especiais

  • “Greyhound”
  • “Mulan”
  • “O Céu da Meia-Noite”
  • “O Grande Ivan”
  • “Tenet”

Melhor curta britânico em animação

  • “The Fire Next Time”
  • “The Owl and the Pussycat”
  • “The Song of a Lost Boy”

Melhor curta britânico

  • “Eyelash”
  • “Lucky Break”
  • “Lizard”
  • “Miss Curvy”
  • “The Present”

Melhor estreia de um roteirista, diretor ou produtor britânico

  • “His House”
  • “Moffie”
  • “Limbo”
  • “Rocks”
  • “Saint Maud”

Balmain | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Balmain | Fall Winter 2021/2022 by Olivier Rousteing | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)

Julian Emery – Go Getter/Up And Running/Polaris

Michelle Obama será incluída no Hall da Fama das Mulheres dos EUA

Por Kanishka Singh
Em Bengaluru

A ex-primeira-dama Michelle Obama é uma das 9 novas integrantes do Hall da Fama das Mulheres dos EUA

(Reuters) – A ex-primeira-dama norte-americana Michelle Obama será incluída no Hall da Fama das Mulheres dos Estados Unidos com outras oito mulheres, como Indra Nooyi, ex-presidente-executiva da PepsiCo; Mia Hamm, um ícone do futebol; e Katherine Johnson, matemática da agência espacial norte-americana Nasa falecida no ano passado.

O Hall da Fama das Mulheres dos EUA anunciou ontem as integrantes de sua Classe de 2021, que ingressarão no dia 2 de outubro.

Entre as outras da lista estão a autora Octavia Butler, que morreu em 2006; Rebecca Halstead, que teve uma carreira de quase três décadas como militar; a poeta Joy Harjo; a artista Judy Chicago e a ativista Emily Howland, que morreu em 1929 e ensinou ex-escravos a ler e escrever em assentamentos de refugiados nos quais trabalhou durante a Guerra Civil.

“Michelle Obama emergiu como uma das mulheres mais influentes e emblemáticas do século 21”, disse o site do Hall da Fama das Mulheres dos EUA.

A organização disse que está monitorando atentamente a situação da covid-19 no Estado de Nova York e que planejará com cuidado para que a porção presencial do final de semana da cerimônia de inclusão seja seguro para todas as participantes.

Sediado em Seneca Falls, Nova York, o Hall da Fama das Mulheres dos EUA é a organização mais antiga do país dedicada a homenagear e comemorar as conquistas de mulheres norte-americanas destacadas.