Derivado de The Boys terá atrizes Lizzie Broadway de Bones e Jaz Sinclair de O Mundo Sombrio de Sabrina

Série deve ser oficializada em breve pela Amazon

Lizze Broadway e Jaz Sinclair juntam-se ao elenco da série derivada de The Boys

Perto de ser oficializado pela Amazon, a série derivada de The Boys começou a tomar corpo. O programa escalou Lizzie Broadway, de Bones, e Jaz Sinclair, de O Mundo Sombrio de Sabrina, para a primeira temporada. Ambas viverão jovens super-heroínas que frequentam uma faculdade exclusiva para pessoas superpoderosas (via Variety).

Lançada em 2019, The Boys conta a história de um grupo de vigilantes que tenta acabar com um grupo corrupto de super-heróis. A terceira temporada deve ser lançada no final de 2021.

As duas primeiras temporadas de The Boys estão disponíveis no Amazon Prime Video.

Semanas de moda de Paris, Londres e Milão sonham com casulos para o pós-pandemia

Desfiles mostraram menos novidades e mais retalhos de ideias do presente, com sobreposições, aconchego e pitada de glamour
Pedro Diniz

Desfile da Hermès na semana de moda de Paris Divulgação

SÃO PAULO – Se alguém pudesse fugir para um lugar onde não enfrentasse um vírus letal e não precisasse andar nas ruas com destino certo, qual roupa gostaria de vestir?

Para parte do mundo sem horizonte de imunização, a resposta poderia esbarrar na fantasia do passado pré-Covid. Mas para a outra que já pode sonhar em tomar de volta dois dos hobbies mais antigos da humanidade —andar sem rumo e se adornar para isso—, a moda preparou respostas prontas para vestir.

Os desfiles de prêt-à-porter de inverno 2021 que terminaram nesta quarta-feira (10) em Paris, encerrando uma extensa programação de filmes exibidos virtualmente desde a temporada masculina de janeiro, mostraram menos novidades –talvez porque, por ora, não façam mesmo sentido– e mais retalhos de ideias do presente para emoldurar o look das ruas pós-pandemia.

Ele seria, segundo um olimpo que inclui dos medalhões Hermès, Chanel, Prada e Louis Vuitton aos mais “fashionistas” Dries Van Noten, Rick Owens e Isabel Marant, uma roupa que una conforto, essencial para entender a explosão dos moletons pandêmicos, mobilidade e uma estética menos apoiada no simplismo dos básicos adotados no isolamento.

Não haveria resquícios das estruturas rígidas da costura clássica, séria demais para um mundo que espera leveza, ou dos vestidos e saias que limitam os passos. Para a Prada, ainda na semana de moda de Milão, o que está por fora e por dentro da roupa convergem como um afago.

Por debaixo, segunda peles de macacões ou blusas de tricô, e por cima, combinações de casacos com desenho ampliado, espécies de casulos para se proteger do frio –ou, quem sabe, do sentimento de insegurança que pode dar a tônica desse retorno paulatino.

A coleção feita em parceria com o festejado estilista belga Raf Simons carrega os cortes de alfaiataria que o tornaram famoso, mas as mangas são dobradas, as calças, retas, e os shorts que complementam a parte debaixo, soltos para dias de correria.

O hibridismo deu o tom de todas as coleções, com peças intercambiáveis, fáceis de assimilar e, em algum ponto das apresentações, quase monótonas pela uniformização. Porém, se vistas pela perspectiva de quem as usa, as coleções ganham valor.

Na Hermès, por exemplo, a estilista Nadège Vanhee-Cybulski levou para o desfile uma série de conjuntos que fundiam o peso do couro, matéria-prima intrínseca a uma grife nascida no universo da selaria, com bases leves de jeans, pouco vinculadas à imagem classuda da grife francesa.

Não é que as roupas carregam o viés puramente “street”, ironicamente pouco importante nessa cartilha do futuro imaginada para as ruas. Mas elas agregam um desleixo calculado, pouco visto nas coleções anteriores da casa tida como a mais exclusiva do mundo.

Plissados quase lânguidos não fossem os detalhes em couro usados para compor os looks, fendas cortadas com precisão geométrica que descobrem as pernas, e cinturas ajustáveis por elástico compuseram a equação bem dirigida por Vanhee-Cybulski para o último terço do ano.

Vale ressaltar que essas roupas só chegarão às vitrines num momento em que, especula-se, parte dos compradores dessas marcas —parte do hemisfério norte rico e dos consumidores chineses cujos bolsos sustentam toda a máquina fashion—, terão um trânsito aéreo mais ou menos livre para exibir suas compras.

Por isso também, entre o desejo de tomar de volta as doses de glamour permitidas antes da pandemia e a clareza de que o mundo não é o mais o mesmo, a estilista Virginie Viard, da Chanel, foi buscar em noites intermináveis dos 1970 o brilho, os grafismos e as sobreposições –na prática, essa temporada foi quase toda sobre as camadas possíveis de usar num corpo só.

Suas modelos caminhavam por um cenário esvaziado, mas se divertiam ao misturar tops, transparências, tecidos reluzentes e toda a sorte de peças interditadas no guarda-roupa. Há uma dose cavalar de otimismo nessa receita, mas que dialoga com os novos tempos almejados pela costura.

Não foi coincidência que palavras como esperança, positividade e resiliência tenham sido usadas como alicerces dos curtas exibidos. As mensagens eram sempre ilustradas na tela por ideias de viagens distantes, como para as montanhas nevadas filmadas pela Miu Miu, ou sonhos mais próximos da elite para a qual essas marcas falam, a exemplo da pista de pouso transformada em passarela pela Balmain às portas de um boeing da Air France.

Com os pés mais fincados no chão, a Louis Vuitton resumiu o espírito escapista da temporada numa mistura clara da roupa esportiva, já triturada à exaustão pelo varejo pré-pandemia, com o aconchego dos edredons que muita gente se envolveu nos últimos meses.

Assim como fizeram as marcas Loewe e Rick Owens, que elevaram ao máximo essa ideia de enfiar trajes acolchoados gigantes para explorar a peça mais usada na cama depois do pijama, o estilista Nicolas Ghesquière pareceu criar edredons vestíveis em formato de casacos.

E como se despertasse de uma noite de pesadelos sem muita paciência para pensar ideias novidadeiras, a moda quer vestir as pessoas não com uma última tendência, mas com roupas de quem, mesmo amarrotado, saiu fugindo porque não via a hora do sono acabar.

Black Coffee: Tiny Desk (Home) Concert

The Tiny Desk está trabalhando em casa em um futuro próximo. Apresentando os shows do Tiny Desk (casa) da NPR Music, apresentando apresentações de todo o país e do mundo. É o mesmo espírito – conjuntos simples, um ambiente íntimo – apenas um espaço diferente.

Abby O’Neill | 11 de março de 2021
Black Coffee, uma figura de proa do movimento de dança sul-africano global, é conhecido por seus inegáveis ​​DJ sets e hinos AfroHouse que (em circunstâncias normais) iluminam pistas de dança em todo o mundo. Ele traz essa mesma sensação para seu show no Tiny Desk (home), mas com uma configuração única: instrumentação ao vivo.

Nascida em Durban e criada em Eastern Cape, em Mthatha, a subcultura da casa com alma do Black Coffee me transporta a um estado elevado. Se você me perguntar, esta é a pura personificação da música alegre. Isso não deveria ser uma surpresa, porque a house music sempre foi sobre amor. É uma forma de escapismo sônico que fornece um santuário para todos os seres, independentemente de raça, idade ou sexo. Portanto, é justo que a Black Coffee ostente uma camiseta gravada com “I Heart You” em seu peito.

Filmado no auditório da National School of Arts em Johannesburg, Black Coffee convocou alunos para ajudar na produção como parte de seu estágio. O início do set é “You Rock My World” com Soulstar, um clássico de dança conjunta de seu álbum Africa Rising, cuja convergência de percussão pulsante, uma melodia calmante e as vibrações sensuais da voz de Soulstar parecem um limpador de paleta espiritual. Ele segue com “Flava” e “Wish You Were Here”, duas faixas de seu novo LP, Subconsciously, cuja litania de convidados especiais – incluindo Diplo e Pharrell – é a coroação da ascensão meteórica do Black Coffee.

SET LIST
“You Rock My World” (feat. Soulstar)
“Flava” (feat. Una Rams and Tellaman)
“Wish You Were Here” (feat. Msaki)

MUSICIANS
Black Coffee: DJ
Soulstar: vocals
Una Rams – vocals
Tellaman – vocals
Msaki – vocals
Pansula: percussion
Nduduzo: keys
Godfrey Mntambo: saxophonist
Musa Nhlapho: vocals
Sandisiwe Sishuba: vocals
Bonokuhle Nkala-Mtsweni: vocals

CREDITS
Video: Julian von Plato, Yolanda Hlakula, Siphe Maphumulo, Lindo Langa Aden McCarthy, Mark Wilson, Bevan Godden, Sims Phakisi, Nick Vetter, DIGMU
Audio: Steven Grenfell, Icons Shop, Wild & Marr, Julian von Plato
Lighting Technicians: Trisdan Evans, Khaya Radebe
Runners: Dylan von Plato, Stephen Shrimpton, Langa Gumbi

TINY DESK TEAM
Producer: Abby O’Neill
Video Producer: Maia Stern
Audio Mastering: Josh Rogosin
Associate Producer: Bobby Carter
Tiny Production Team: Bob Boilen, Kara Frame, Morgan Noelle Smith
Executive Producer: Lauren Onkey
Senior VP, Programming: Anya Grundmann

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Atriz Cássia Sanches estreia HOJE em ‘Gênesis’, da Record

A atriz Cássia Sanches estreia HOJE (quinta-feira, 11/3) na novela “Gênesis” da Record, dando vida a Anália.

Cássia Sanches (Foto: Arquivo Pessoal)

Nascida em Pelotas, a gaúcha Cassia Sanches tem a arte no sangue por gerações. Da bisavó musicista, à avó dançarina de tango e mãe dona de uma companhia de dança, era inevitável que o fruto se tornasse uma artista completa. Hoje, formada em Cinema pela PUC Rio, bailarina profissional, maquiadora, diretora, produtora, cantora e com 20 anos de carreira artística em seus 26 anos, dá vida a personagem Adalia em “Gênesis”, superprodução bíblica da Record e grande aposta para 2021, enquanto expande sua Cia de Dança em sociedade com sua mãe.

“Acho que ser multitarefas sempre foi uma das minhas maiores características. É um malabarismo, mas dá certo. A companhia entrou no meio de uma carreira de cinema e novelas porque não é a todo momento que estamos inseridos em um projeto, então é o que mantém a minha arte viva. Tudo é movido por muita paixão. E Adalia tem essa mesma energia, muito agitada e sorridente”, revela a atriz sobre suas semelhanças com a nova personagem.

“Sincera, linguaruda e apaixonante”

Após um teste em 2019, a grande notícia: Cássia viveria Adalia em “Gênesis”, roteiro passado nos primórdios dos tempos bíblicos. “Lendo o roteiro, fiquei muito feliz porque é sensacional”, conta animada. Sobre a personagem, Sanches adianta: “Enérgica, sorridente, sincera, linguaruda e apaixonante”. A personagem formará par romântico com Naor, interpretado por Daniel Blanco. A atriz destaca que a novela exigiu uma preparação bem específica. “Por mais que a personagem seja moderninha comparada aos demais, ainda não tem nada a ver com o que vivemos hoje”, afirma. Aulas de história, cultura, geografia e moral e hábitos da época foram essenciais.

De tudo um pouco

Dotada de mil e uma habilidades, o currículo da artista é super diversificado. Na TV, Adalia é a terceira personagem bíblica de Cássia. A atriz viveu Salomé em “Milagres de Jesus”, da mesma emissora, e Najara em “A Terra Prometida”. Além das superproduções bíblicas da Record, Cássia Sanches esteve em “I Love Paraisópolis”, da Rede Globo, onde interpretou Isamara, contracenando com Françoise Fourton e Bruna Marquezine.

Fora da TV, dirigiu os clipes musicais “Segredo”, de Fábio Coco e “Aprendiz”, de Nanda Garcia e passou 4 anos em turnê como artista circense com o Grupo Tholl, conhecido como o Cirque du Soleil Brasileiro.

Em 2020, devido ao cenário de pandemia, Sanches optou por não fazer a tradicional apresentação de fim de ano da Cia de Dança e no lugar, produziu o filme “Elas por Elas”, roteirizado e dirigido por ela. “O filme conta a história de diversas mulheres pioneiras no mundo de direitos que não tínhamos e hoje temos. Foi o meu primeiro projeto dirigindo um filme tão grande. Sucesso total”. A estréia será em março.

Anaí Sanches Cia de Dança

Inspirada pela trajetória da mãe, Cássia sonhava em ter uma academia de artes como a que foi criada e assim fez. Sindicalizada como atriz e dançarina e formada em cinema, sentia-se cada vez menos contente com espaços limitados de arte. Assim fundou o Anaí Sanches Cia de Dança, onde a atriz também leciona. O espaço oferece aulas de Ballet clássico, jazz, ballet fit, dança do ventre, jazz funk, stiletto, alongamento e o centro musical. “O nosso objetivo é tirar as pessoas da caixinha e fazê-las se soltarem em todas as modalidades possíveis”.

Evoluir sempre

Inspirada por desafios, os planos para o futuro de Cássia são sempre evoluir na arte. “Estou em processo constante de amadurecimento, não sei se isso vai longe mas a minha carreira está consolidada dentro de mim”, afirma. “A arte são todas as portas que eu já abri e sigo abrindo”, e diz que seu principal objetivo é levá-la ao maior número de pessoas, fazer com que a arte seja mais presente na vida de outros.

Nova vulnerabilidade atinge chips da Apple, Intel, Samsung e AMD

Os chips M1 e Exynos são ainda mais vulneráveis que o comum, inclusive

Vulnerabilidades em produtos eletrônicos nunca são agradáveis, mas suas descobertas são importantíssimas para que as fabricantes possam tapar os buracos em questão e dar mais segurança aos usuários. Pois um problema descoberto recentemente terá de ser lidado por várias empresas: ele acomete vários tipos de processadores, incluindo o M1, da Apple.

A vulnerabilidade em questão, descoberta por pesquisadores das Universidades de Michigan, do Neguev e de Adelaide, permite ataques de canal lateral (side-channel) em navegadores sem usar um pingo de JavaScript, que é a linguagem normalmente utilizada para realizar invasões — aqui, tudo é feito somente com base em HTML e CSS.

Por não ser baseado em JavaScript, o ataque pode superar as proteções básicas de todos os sistemas (já que os recursos de segurança contra invasões geralmente envolvem desligar o JS para inibir os comandos maliciosos).

A descrição técnica da vulnerabilidade pode ser lida no estudo publicado pelos pesquisadores, mas basicamente, caso realizado com sucesso, o ataque pode permitir que um invasor acesse a atividade do usuário na web — mesmo com o uso de ferramentas de proteção como VPNs, proxies ou mesmo a rede Tor.

A falha independe da arquitetura do processador: chips de todas as principais fabricantes do mundo são vulneráveis, incluindo o M1, da Apple, os chips Exynos, da Samsung, e os processadores da Intel e da AMD. Curiosamente, os achados dos cientistas determinaram que os chips da Apple e da Samsung são ainda mais vulneráveis: por conta das suas rotinas de substituição de cache mais simples, os ataques são mais efetivos no Apple Silicon e no Exynos.

As empresas afetadas pela falha já receberam o estudo antes da sua publicação, e os pesquisadores sugerem que a vulnerabilidade pode ser resolvida com correções tanto de software quanto de hardware — especialmente por meio de partições dos componentes que executam os códigos maliciosos.

Não sabemos, entretanto, se o macOS Big Sur 11.2.3 — liberado na última semana — já traz alguma correção relacionada ao problema. Ficaremos de olho, claro. [MacMagazine]

VIA THE 8-BIT

Schiaparelli | Fall Winter 2021/2022

Schiaparelli | Fall Winter 2021/2022 by Daniel Roseberry | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s) #FFLikedalot

Acne Studios | Fall/Winter 2021/22 | Paris Fashion Week

Acne Studios | Fall/Winter 2021/22 | Paris Fashion Week

Oh, The Place You’ll Go – Vogue Australia March 2021 – Gemma Ward By Derek Henderson

Oh, The Place You’ll Go   —   Vogue Australia March 2021   —   www.vogue.com

Photography: Derek Henderson Model: Gemma Ward Styling: Jillian Davison Hair: Sophie Roberts & Diane Gorgievski Make-Up: Linda Jefferyes Manicure: Jordan Gogos

Apple poderá lançar seu modem 5G nos iPhones de 2023


Há muito tempo, se especula quando a Apple lançará o primeiro iPhone com seu próprio modem 5G. Sim, ela está trabalhando em um modem próprio e isso não é segredo — afinal, quando se compra uma divisão inteira da Intel focada nesse segmento, não há mais o que esconder.

A Maçã ainda tem alguns anos de contrato com a Qualcomm no que diz respeito a fornecimento de modems (mais especificamente até 2025), mas quem sabe a empresa possa utilizar os dois componentes por um tempo, migrando de uma vez por todas para os seus após 2025.

E, se os analistas Blayne Curtis e Thomas O’Malley, do Barclays, estiverem corretos, a Apple tem tudo mesmo para colocar seus modems no mercado antes de 2025. Em uma nota para investidores divulgada hoje, eles falaram que o modem 5G da Apple estreará em todos os iPhones em 2023 — o que deverá beneficiar as fornecedoras Qorvo e Broadcom, que também podem estar envolvidas no projeto.

É bem possível que os modems sejam fabricados pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), parceira da Apple na produção dos processadores presentes em iPhones, iPads, Macs e outros produtos da companhia.

Até lá, é claro, a Apple continuará usando os modems 5G da Qualcomm; no ano que vem, muito provavelmente os iPhones virão equipados com o modelo X60.

VIA MACRUMORS