Emerging Talents Milan | Fall Winter 2021/2022 | Presentation

Emerging Talents Milan | Fall Winter 2021/2022 | Presentation in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week Women’s)

Fendi Couture – Vogue UK March 2021 – Kate Moss By Mert & Marcus

Fendi Couture   —   Vogue UK March 2021   —   www.vogue.com/uk

Photography: Mert & Marcus Model: Kate Moss Styling: Edward Enninful Hair: Sam McKnight Make-Up: Isamaya Ffrench Manicure: Adam Slee

UJOH | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

UJOH | Fall Winter 2021/2022 by Mitsuru Nishizaki | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)

Palomo Spain | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Palomo Spain | Fall Winter 2021/2022 | Full Fashion Show in High Definition.

(Widescreen – Exclusive Video/1080p – Nuevo Dia)

‘Avatar’ retoma coroa de maior bilheteria da história após relançamento na China

Produção ultrapassou ‘Vingadores: Ultimato’, que liderava o ranking desde 2019

Cena do filme ‘Avatar’ (2019), de James Cameron Foto: Agência O Globo

O blockbuster de ficção científica de James Cameron “Avatar” retornou ao topo das paradas de bilheteria neste fim de semana, depois que o filme foi relançado na China. Segundo publicou o “Deadline”, a Disney anunciou que a produção ultrapassou “Vingadores: Ultimato”, durante os dois primeiros dias em cartaz no país asiático, o que rendeu US$12,3 milhões.

“Avatar”, que estreou em 2009, manteve o título de maior bilheteria global por uma década, até ser ultrapassado pelo épico de super-heróis da Marvel em 2019. Cameron está trabalhando em quatro sequências do filme. O próximo longa, que foi adiado várias vezes, está agendado para lançamento em dezembro de 2022.

Agora a receita bruta mundial de “Avatar” está em cerca de US$ 2.802 bilhões contra US$ 2.797 bilhões de “Vingadores: Ultimato”.

Plataforma de design lança desafio global para reduzir desperdício

Inscrições estão abertas até 20 de abril e vencedor leva cerca de R$ 66 mil para desenvolver sua proposta

A plataforma internacional “What Design Can Do” está convocando criativos ao redor do mundo para pensar em soluções focadas em economia circular, que evitem o desperdício de mais recursos naturais. Segundo a plataforma, a indústria do design contribuiu ativamente para a atual crise climática, tendo criado durante décadas produtos de curta vida útil que logo são descartados. Por isso, a plataforma está em busca de soluções que mudem a lógica consumista atual de “pegar – fazer – desperdiçar”. A competição “No Waste Challenge” está com inscrições abertas até o dia 20 de abril de 2021. 

Os projetos inscritos devem ser pautados em três orientações principais. A primeira é inspirar pessoas a consumirem de maneira mais consciente e desestimular o consumo de mais recursos naturais. A segunda ideia é melhorar o processo de produção para criar produtos que durem mais ou até que sejam capazes de regenerar ecossistemas. E o terceiro e último pilar do desafio é manejar itens descartados de maneira mais eficiente, reaproveitando sempre que possível. Designers podem se orientar por um único princípio específico, ou podem ser inspirados por duas ou até mesmo todas as orientações.

Além disso, a plataforma também está trabalhando com parceiros locais em seis pontos ao redor do mundo. São eles: Amsterdã, Delhi, Cidade do México, Nairóbi, São Paulo e Rio de Janeiro, e Tóquio. Isso significa que, para os designers inscritos para o desafio a partir destas metrópoles, existem orientações mais específicas a respeito dos problemas ambientais mais frequentes em cada um destes lugares.  A plataforma acredita que é importante primeiro agir localmente, para depois pensar em soluções mais globais.

O vencedor receberá um prêmio de €10.000 (cerca de R$ 66 mil, na cotação atual) para desenvolver sua ideia. E não é só isso: os selecionados também terão acesso a sessões de treinamento especialmente pensadas para transformar a proposta vencedora em realidade. Os resultados serão anunciados em julho. A competição é apoiada pela Fundação IKEA. 

Uma nova extensão de casa de tijolo agora se conecta ao jardim

Uma cabana dos anos 1930 no subúrbio oriental de Canterbury, em Melbourne, tinha boa estrutura, mas era escura e fria. Os proprietários queriam algo que fosse aberto, cheio de luz e conectado ao jardim dos fundos. A Inbetween Architecture projetou a nova extensão da casa para fazer exatamente isso, utilizando um projeto de dois níveis que lhes permitiu trabalhar com o terreno inclinado.

A casa está cheia de pequenos momentos e surpresas graças à natureza de dois níveis, com assentos embutidos “naturais” em torno da nova área de refeições e cozinha, um servidor de passagem inteligente entre as duas cozinhas e um mezanino acima para uma precisava de escritório em casa. E eles se conectam com seu belo jardim por meio de degraus de tijolos, o que lhes dá um lugar para sentar e desfrutar.

Políticas do Airbnb para pandemia estão provocando debandada do site

Prejudicados por reembolsos, alguns anfitriões estão tentando deixar de depender exclusivamente do site das reservas ou entrando com uma ação legal. A empresa afirma que está trabalhando para reduzir as tensões.
Erin Griffith, The New York Times – Life/Style

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações).
Lorraine Luongo entrou com uma ação contra o Airbnb buscando recuperar o dinheiro que perdeu com cancelamentos depois da pandemuia.  Foto: Leslie Ryann McKellar / The New York Times

Ao longo de seis anos, Lorraine Luongo passou de alugar um quarto vago em sua casa em Myrtle Beach, Carolina do Sul, a ser dona e administrar 10 propriedades que ela anunciava no Airbnb.

No ano passado, quando a pandemia começou e o Airbnb permitiu que os clientes cancelassem as reservas com reembolso total, ela perdeu US$ 25.000 em reservas da noite para o dia. Os pagamentos que o Airbnb ofereceu aos anfitriões como uma concessão foram “insignificantes”, disse ela.

Lorraine percebeu que seu ganha-pão dependia demais do Airbnb, disse ela. Então, criou anúncios em sites concorrentes como o VRBO e o Golightly, um site para mulheres viajantes, e planeja construir um site para lidar diretamente com os hóspedes. Em novembro, ela entrou com um processo arbitral contra o Airbnb por quebra de contrato, buscando recuperar o dinheiro perdido.

“Eles deveriam valorizar os anfitriões, mas tudo é mais a favor dos hóspedes”, disse Lorraine, 45 anos.

Lorraine é apenas uma das operadoras de aluguel do Airbnb que estão cada vez mais desiludidas com a empresa. Embora sempre tenha havido tensões entre o Airbnb e seus 4 milhões de anfitriões ao redor do mundo, uma ruptura aumentou na pandemia depois que a empresa mudou sua política de cancelamento e os anfitriões perceberam o pouco poder que eles tinham.

Para algumas operadoras de aluguel, o relacionamento está irremediavelmente acabado. Centenas com mais de 10.000 anúncios estão entrando com uma ação legal contra o Airbnb, de acordo com Bryant Greening, advogado do LegalRideshare, o escritório de advocacia de Chicago que está ajudando Lorraine com sua ação. Outros estão tentando contornar o Airbnb e realizando reservas diretamente com os hóspedes. No ano passado, as reservas diretas representaram 25% das reservas entre os gerentes de locação pesquisados pela Hostfully, uma empresa de software de viagens, ante 19% em 2019.

“Muitos dos danos são permanentes”, disse Jasper Ribbers, que dirige a Get Paid for Your Pad, uma empresa em Barcelona, Espanha, que presta consultoria a operadoras de aluguel de curto prazo. “A confiança acabou.”

A ruptura está acontecendo em um momento crucial para o Airbnb. A empresa, que abriu o capital em dezembro e imediatamente superou mais de US$ 100 bilhões em valor, enfrenta grandes expectativas à medida que o preço de suas ações disparou ainda mais. O Airbnb planejava relatoar seus primeiros resultados como uma empresa de capital aberto em fevereiro.

Isso colocou a empresa de São Francisco sob pressão para mostrar um negócio próspero – cortando as taxas quando as pessoas reservam propriedades que os anfitriões anunciam em seu site – mesmo que outros surtos do novo coronavírus diminuam as viagens.

Em uma entrevista no dia da oferta pública inicial do Airbnb, Brian Chesky, o CEO, reconheceu as tensões com os anfitriões, mas disse que o relacionamento com eles havia melhorado no ano passado.

Quando US$ 77.000 desaparecem

Os anfitriões do Airbnb identificaram muitos de seus problemas com a empresa em 14 de março, três dias depois que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia. Foi quando o Airbnb promulgou uma “política de circunstâncias atenuantes”.

A mudança irritou muitas operadoras de aluguel, que já haviam escolhido suas próprias políticas de cancelamento, incluindo uma opção não reembolsável. A nova política permitia que os hóspedes cancelassem com reembolso total, substituindo as preferências de alguns anfitriões. Muitos viram seus meios de subsistência desaparecer da noite para o dia.

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações).
Myrtle Beach State Park Pier em Myrtle Beach. As operadoras de locação do Airbnb estão cada vez mais desiludidas com a empresa. Foto: Leslie Ryann McKellar / The New York Times

Darik Eaton, que administrava 50 propriedades em Seattle, demitiu 10 funcionários após a mudança e reconfigurou sua empresa para ser administrada de forma “enxuta”, incluindo a desativação de algumas das propriedades que administrava, disse ele.

“Eu vi US$ 77.000 desaparecerem da minha conta bancária em um dia”, disse Eaton.

No final de março, Chesky pediu desculpas aos anfitriões pela forma como a decisão foi comunicada. “Ouvimos vocês e sabemos que poderíamos ter sido melhores parceiros”, disse ele em um vídeo. A empresa criou um fundo de US$ 250 milhões para cobrir alguns dos custos de cancelamento e um fundo de ajuda de US$ 10 milhões.

Mas, para alguns, o dinheiro foi apenas um gesto. Benjamin Vail, 34 anos, que opera 70 imóveis anunciados no Airbnb em Columbus, Ohio, disse que embora as propriedades que ele administrava tivessem perdido cerca de US$ 70.000 em reservas, ele recebeu um cheque da empresa de US$ 3.211. Outros anfitriões fizeram circular imagens de cheques com valores como US$ 2 e US$ 4, disse ele.

Os anfitriões começaram a compartilhar outras queixas. Embora os termos do Ai\rbnb garantam que ele pagará pelos danos se hóspedes arruinarem uma propriedade, alguns anfitriões disseram que era difícil fazer a empresa arcar com os custos. Eles também reclamaram do atendimento ao cliente, aplicação inconsistente das políticas de pandemia e regras de limpeza elaboradas para a covid-19, que incluíam lavar os tapetes e os rodapés após a saída de cada hóspede.

Em julho, Elizabeth Goldreich, uma anfitriã do Airbnb em Aspen, Colorado, perdeu US$ 11.500 depois que um hóspede cancelou uma estadia de três semanas em sua casa de férias no último minuto. Elizabeth, 55 anos, disse que a reserva, feita após o início da pandemia, não deveria ser reembolsada.

A situação acabou com a confiança na plataforma. “Eu era uma verdadeira fã, até que fui deixada para trás”, disse ela.

Dezenas de anfitriões contrataram o LegalRideshare, que abriu uma subsidiária, o LegalBnb, para entrar com processos arbitrais contra o Airbnb por violação de contratos, disse Greening. (Os termos do Airbnb exigem que os anfitriões façam reivindicações legais individualmente por meio de arbitragem.) O LegalBnb disse que a política de circunstâncias atenuantes do Airbnb não inclui pandemias.

“Muitos desses anfitriões estavam realmente dispostos a ser flexíveis com seus hóspedes”, disse Greening. “O Airbnb tirou esse poder do anfitrião e, portanto, tirou dinheiro do bolso deles.”

Outro anfitrião, Anthony Farmer, entrou com uma proposta de ação coletiva contra o Airbnb no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia em novembro. O processo, que tenta anular os termos de arbitragem do Airbnb, acusa a empresa de violar seu contrato e dever fiduciário e violar as leis de proteção ao consumidor.

Christopher Nulty, um porta-voz do Airbnb, disse que a política da empresa coloca a saúde pública e a segurança em primeiro lugar, o que acabaria por ajudar os anfitriões “mantendo alta lealdade dos hóspedes e demanda por imóveis anunciados no Airbnb”. Ele disse que o processo de Farmer não tinha mérito.

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Brian Chesky, Executivo-chefe do Airbnb. Foto: Jessica Chou / The New York Times

‘Voltar às nossas raízes’

Em maio, o Airbnb anunciou que iria “voltar às nossas raízes” ao se concentrar em “pessoas comuns que recebem hóspedes em suas casas”.

Essa atitude tem vantagens comerciais. Operadoras de aluguel profissionais com muitos imóveis anunciados podem parecer tirar do mercado moradias e transformar bairros em zonas turísticas, fazendo com que políticos e associações de bairros imponham regulamentações. Uma família que aluga um quarto extra geralmente parece menos ameaçadora.

Em um prospecto financeiro em novembro, o Airbnb disse que 90% de seus anfitriões eram “anfitriões individuais”, definidos como aqueles que criaram seus anúncios diretamente no site em vez de usar um software especializado para se inscrever. Mas de acordo com o Transparent, um provedor de software para operadoras de aluguel de curto prazo, apenas 37% dos anúncios do Airbnb eram gerenciados por pessoas com uma única propriedade em setembro. Aproximadamente metade dos anúncios eram gerenciados por anfitriões com duas a 20 propriedades e 14% por anfitriões com 21 ou mais propriedades.

#BookDirect (reservas diretas)

Um movimento apoiando a adoção de “reservas diretas” agora ganhou força. Há uma série de conferências (The Book Direct Show), uma hashtag (#bookdirect) e até mesmo um feriado promocional (#BookDirect Guest Education Day).

“As pessoas estão começando a pensar: ‘Eu realmente quero ser completamente dependente do Airbnb? Não quero passar pelo que passei em março de 2020 novamente ‘”, disse Ribbers.

Quando o Airbnb abriu o capital em dezembro, reservou 9 milhões de ações para os anfitriões comprarem pelo preço da oferta. Aqueles que aproveitaram mais do que dobraram seu dinheiro em um dia.

Mas mesmo os anfitriões que aproveitaram a oferta, como Elizabeth, disseram que não planejavam ficar apenas com o Airbnb. Elizabeth disse que se inscreveu no VRBO.

“Eu costumava pensar que eles me protegiam e eram parceiros”, disse ela. “Não acredito mais nisso.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Nick Cave lança álbum perfeito para aumentar a depressão na pandemia

Músico se junta a parceiro da banda Bad Seeds para construir emaranhado sonoro fantasmagórico de ‘Carnage’
Ivan Finotti


CARNAGE

  • Onde Disponível nas plataformas de streaming
  • Autor Nick Cave e Warren Ellis
  • Gravadora Goliath Records

“Deixai toda a esperança, vós que entrais”, nos avisa o poeta italiano Dante Alighieri no portão do inferno. Bem, essa sempre foi mais ou menos a vibração de se pôr um álbum de Nick Cave para rodar, e “Carnage”, lançado há duas semanas nas plataformas de streaming, mais uma vez toca nessa paleta sombria.

É de se perguntar quem, no atual momento pandêmico mundial, gostaria de ficar mais deprimido, mais desgostoso, mais infeliz? A resposta é: aqueles capazes de enfrentar qualquer coisa por boa música.

O álbum é uma parceria com Warren Ellis, violinista que entrou na banda de Cave, a Bad Seeds, em 1993. Apesar de ser o primeiro álbum puro, digamos, assinado pelos dois, a dupla já trabalhou em 13 trilhas-sonoras de cinema e duas de teatro desde 2005.

Vale lembrar que os dois últimos discos lançados por Cave, “Skeleton Tree”, de 2016, e “Gostheen”, de 2019, falavam da morte de um de seus filhos gêmeos. Em 2015, Arthur morreu após cair de um penhasco no sudeste da Inglaterra, aos 15 anos.

Assim chegamos à nova floresta negra de Cave, com “Hand of God”. É uma música experimental, que pode assustar, nos dois sentidos, quem esperava apenas uma balada amarga. Traz notas dissonantes e gritos, que passam de uma pessoa para um coral.

Em “Old Time”, Cave passeia de carro e dá vazão a seus pesadelos: “Peguei uma saída errada em algum lugar/ Direto para o passado/ Direto para o passado, com certeza/ As árvores são negras e antigas/ Nos põem de joelhos num tempo frio/ Ah, os sonhos de todo mundo estão mortos/ Onde quer que você esteja, querido, eu não estou muito atrás”.

Com letras nesse naipe e a famosa voz cavernosa de Cave, o multi-instrumentista Ellis vai construindo um fantasmagórico emaranhado sonoro.

Mais reminiscências surgem na canção que dá nome ao disco, “Carnage” —carnificina ou massacre, em inglês—, com o lamento do vocal acompanhado por um dedilhado, cordas e mais corais. Aqui há pela primeira vez um esboço de refrão, em “E é só amor/ Com um pouquinho de chuva/ E eu espero te ver de novo”.

De batida hipnótica, “White Elephant” é quase uma música. Dá até para balançar a cabeça com o ritmo, no entanto a letra é falada, não cantada. E o que o artista tem a nos dizer? “Vou atirar na porra da sua cara/ Caso você pense em vir aqui”.

A segunda metade do disco, se pensarmos no formato LP, mídia formadora de Cave e em que “Carnage” também está sendo lançado, é nitidamente mais leve. São quatro baladas delicadas e mais convencionais, se é que se pode dizer isso de qualquer música deste trabalho.

O que não se pode dizer é que o autor esteja vendo a luz do sol. “Albuquerque”, assim como todo o álbum, foi escrito em 2020, durante a quarentena.

“Nós não iremos para Amsterdã/ Nem para aquele lago na África, amor/ Nós não iremos para lugar nenhum/ Em nenhum momento deste ano”.

“Lavender Fields” retoma a ideia da existência de um reino dos céus, já citada em “Hand of God” e “White Elephant”.

Em um disco conceitual como esse, em que todas as canções estão amarradas por uma tristeza comum, “Balcony Man” encerra servindo como uma redenção.

Cave repete seis vezes que “Esta manhã é incrível/ Assim como você”. Mas a conclusão que vem a seguir é menos palatável, mudando o ditado de que o que não te mata te faz mais forte.

Para o artista, não é bem assim: “O que não te mata te deixa mais louco”. Deve ser difícil ser Nick Cave nesses tempos atuais.