Olivia Frolich for COSTUME Magazine with Ayesha Djwala

Photographer: Olivia Frolich at one represents. Fashion Stylist: Kristine Halken. Hair Stylist: Lasse Pedersen. Makeup Artist: Marie Thomsen. Model: Ayesha Djwala at paparazzi models

Liga da Justiça se une contra Darkseid no trailer final do Snyder Cut

Versão do diretor Zack Snyder estreia em 18 de março

A versão do diretor de Liga da Justiça, popularmente conhecida como Snyder Cut, teve seu trailer final divulgado, que mostra o início da ameaça de Darkseid contra os heróis. Veja acima.

O Snyder Cut de Liga da Justiça foi uma reivindicação dos fãs, que continuaram pedindo pela versão original do longa depois que Snyder deixou o projeto. O diretor confirmou anteriormente que a produção será um filme com 4h de duração – não uma minissérie – e que não terá cenas pós-créditos.

Liga da Justiça de Zack Snyder será lançada em formato digital no dia 18 de março. Em suas redes sociais, Snyder revelou que seu corte do filme chegará no mesmo dia aos países que ainda não têm acesso ao serviço.

No Brasil, o longa ficará acessível nesta modalidade de aluguel digital até o dia 7 de abril. A partir de junho, ele estará disponível exclusivamente para streaming na HBO Max, após o lançamento da plataforma no país.TUDO SOBREDCVER COMENTÁRIOS

AirPods Pro — Jump

Transforme o mundo em seu playground com o AirPods Pro.

Um olhar sobre o novo escritório do Northern Trust em Chicago, Illinois

A empresa financeira Northern Trust contratou recentemente a empresa de arquitetura HED para projetar seu novo escritório em Chicago, Illinois.

northern-trust-office-chicago-4
Communal space

“Distribuídos por 17 andares, totalizando pouco menos de meio milhão de pés quadrados, a empresa decidiu primeiro construir um protótipo das novas ideias de design dentro do espaço para testá-las em ação. O processo de pesquisa do HED começou com uma avaliação da estratégia do local de trabalho e do uso do portfólio atual, pesquisas semanais intensivas pré e pós-ocupação, orientações, visitas abertas, feedback verbal e sessões de agrupamento. Esse processo de teste de protótipo rico em feedback permitiu que a equipe do projeto demonstrasse as soluções disponíveis para comparar custo, aparência e funcionalidade, e resolver problemas de construtibilidade.

O novo espaço de escritório suporta grandes mudanças culturais dentro da empresa por meio de uma realocação de metragem quadrada para espaços mais comuns e compartilhados, juntamente com espaços de alta tecnologia para acomodar a infusão de sistemas de tecnologia significativos nas operações. O escritório possui áreas de “touchdown” e comunitárias, centros sociais e espaços lounge, espaços de equipe para sessões de trabalho mais longas e programação em pares. Mesas móveis, paredes e fontes de energia aumentam a flexibilidade e agilidade, e as telas são ajustáveis ​​em altura para acomodar as metas de privacidade e transparência estabelecidas pela empresa.

Além disso, todo o espaço segue um modelo de trabalho de “endereço livre”, permitindo que os colaboradores se agrupem em vários momentos, para vários projetos e dentro de vários estilos de trabalho. Todas essas decisões sustentam a importância do ‘elemento humano’ na definição da experiência do espaço, impulsionando o trabalho e a cultura social para apoiar a mudança de cultura organizacional desejada ”, afirma HED.

  • Location: Chicago, Illinois
  • Date completed: 2020
  • Size: 490,234 square feet
  • Design: HED
northern-trust-office-chicago-2
Reception
northern-trust-office-chicago-1
Breakout space
northern-trust-office-chicago-3
Breakout space
northern-trust-office-chicago-5
Communal space
northern-trust-office-chicago-6
Communal space / Café
northern-trust-office-chicago-9
Café
northern-trust-office-chicago-7
Breakout space
northern-trust-office-chicago-8
Breakout space
northern-trust-office-chicago-10
Meeting room

Nicole Bentley for Marie Claire Australia with Emma Boyd

Photographer: Nicole Bentley. Fashion Stylist: Naomi Smith. Hair Stylist: Rory Rice. Makeup Artist: Victoria Baron. Model: Emma Boyd.

Videochamadas são uma usina de exaustão e estudo mostra os motivos

Principal forma de interação em tempos de pandemia, chamadas em vídeo por serviços como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams têm demandas específicas para o cérebro, o que leva muita gente a sentir cansaço extremo
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

”Efeitos colaterais” das plataformas de vídeo afetam áreas da saúde física e mental, mas podem ser diminuídos com adaptações durante rotina

Gabriela Costa, 25, é professora de inglês e mestranda em geografia — em tempos de pandemia, serviços como o Zoom foram as suas salas de aula. A mudança foi sentida. “A gente fica muito mais cansado. Quando termina a aula, só me jogo na cama”, diz. Ela não está sozinha. Ao longo do último ano, a sensação de exaustão causada por videochamadas foi sentida por muita gente que teve de trabalhar ou estudar em casa — o fenômeno ganhou até nome, “zoom fatigue” (ou “fadiga de zoom”). Agora, cientistas começam a entender melhor as causas para o problema e os seus efeitos. 

No final de fevereiro, uma pesquisa da Universidade Stanford mostrou que a exposição excessiva às videochamadas são prejudiciais a curto e longo prazo. Entre os sintomas estão dores de cabeça, depressão e crises de ansiedade. Jeremy Bailenson, professor que liderou o estudo, detectou que, entre as causas do cansaço, estão: a relação com os olhares de terceiros, a exposição à própria imagem na tela, a falta de exercício e a frustração em não conseguir se expressar por meio da câmera. 

O primeiro fator descrito por Bailenson é uma espécie de estresse por ser o “centro das atenções”. Ele acontece porque cada um dos participantes da conversa recebe o tempo todo os olhares do grupo. Um painel de conferência pode ter dezenas de olhares diferentes, mas estarão todos voltados para o usuário à medida que ele assiste a própria tela da plataforma. 

Para a neurocientista doutora pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Thaís Gameiro, o problema vai além de apenas mostrar o rosto em uma reunião. Ela explica que a sensação de monitoramento a longo prazo traz reações cerebrais que tendem a nos afastar do conforto de uma situação presencial. “Com a câmera ligada, você é o centro das atenções mesmo quando não está falando. Somos muito sensíveis à avaliação social”, diz Thaís.

A nossa própria imagem transmitida na tela também joga contra. Dar aquela olhadinha no próprio vídeo antes ou durante uma reunião com a câmera ligada é tentador — chega a ser quase uma regra na etiqueta secreta das videoconferências. Mas ficar a maior parte do tempo se olhando pode entrar na conta do estresse. 

“Diante da tela, ficamos olhando o tempo todo para o nosso rosto como se a gente estivesse olhando para um espelho. É o tempo todo olhando a expressão, querendo adequar para que ela possa ser a mais agradável possível. O usuário pode correr o risco de se desconectar do que está fazendo para se analisar”, explica Sylvia van Enck, especialista em dependência de Tecnologia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. 

Arthur Loureiro, cosmólogo e pesquisador na University College of London, sabe bem como é enfrentar esse “problema”. O gaúcho passa até 15 horas por semana em reuniões e não consegue evitar rever a postura e reparar em aspectos de seu quarto enquanto está com a câmera ligada.

“Sempre fico olhando a minha imagem. Às vezes eu percebo e fico um pouco preocupado com o fundo do vídeo, tentando esconder alguma coisa. Mas acontece automaticamente. Tento me policiar e olhar para a pessoa que está falando”. 

A pesquisa de Stanford vai além da recomendação: desligue a própria imagem. Isso pode diminuir a exposição e ser um fator a menos de estresse e autojulgamento. “No mundo real, se alguém estivesse te seguindo com um espelho constantemente — de forma que, enquanto você estivesse falando com as pessoas você estivesse se vendo em um espelho, isso seria loucura”, afirma Bailenson.

Os 4 motivos da “fadiga de Zoom”

Veja as principais causas e efeitos da exaustão provocada pelas videochamadas

Falta de expressão e de movimento

Por um lado, as videochamadas turbinam a exposição de nossas imagens. Por outro, eliminam tudo o que compõe uma conversa presencial: falar, gesticular, fazer caretas. Elisa Brietzke, psiquiatra e professora da Escola Paulista de Medicina, explica que nosso cérebro é programado para reconhecer sinais corporais, que complementam a fala. A falta deles é significativa para a atenção e para a frustração com a conversa. “O cérebro fica o tempo todo procurando por pistas visuais sobre o que está acontecendo”, diz. 

Como são essenciais para a compreensão, é necessário esforço para que eles ocorram na videochamada. O planejamento é mais um dos fatores de estresse encontrados por Bailenson.

“Você precisa ter certeza de que sua cabeça está enquadrada no centro do vídeo. Se quiser mostrar a alguém que está de acordo com essa pessoa, faça um aceno exagerado com a cabeça ou levante o polegar. Isso adiciona carga cognitiva, pois você está usando calorias mentais para se comunicar”, diz o professor no estudo.

Infelizmente, os gestos exagerados talvez sejam os maiores esforços físicos feitos durante a era da videochamada. As longas horas em aulas e reuniões colocaram as pessoas em um novo grau de sedentarismo — mesmo aquelas que já não eram ativas agora sofrem com a falta de pausas para se alongar, beber água e até ir ao banheiro.

“Mesmo em uma reunião prolongada as pessoas levantam e saem. É uma coisa que na etiqueta da videoconferência pega um pouco mal”, explica Elisa. “Eu passo quase 100% do tempo sentado e é muito cansativo. Quando chega no final do dia eu preciso me levantar e dar um tempo livre”, diz Arthur.

E se os intervalos para o cafezinho são escassos, muitas vezes o tempo para praticar algum exercício é quase nulo. Por isso, Bailenson indica que é necessário fazer pausas periódicas para refrescar o corpo e a mente. 

Adaptação

Segundo Thaís, todos os hábitos adquiridos na vida à distância podem ser resolvidos depois da pandemia. Mas, enquanto plataformas como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams estiverem a todo vapor, notificações de exaustão provavelmente vão continuar sendo enviadas para o seu cérebro — todas as empresas foram procuradas pela reportagem e apenas o Google não se pronunciou. O Zoom compartilhou práticas de uso da plataforma, como recomendações de descanso. 

Microsoft informou que trabalha desde o ano passado com pesquisas sobre os impactos da videoconferência em seus usuários. De acordo com a empresa, algumas ferramentas como o “juntos”, que permite que todos os participantes tenham o mesmo plano de fundo na chamada, ajudaram a diminuir a discrepância de imagens na tela e a incluir os membros do vídeo em um mesmo ambiente.

“Presencialmente existem outros tipos de sinais. A gente viu que tornar a experiência um pouco mais próxima do que a gente tem no real era importante. Lançamos o modo ‘juntos’, onde utilizamos inteligência artificial para colocar o vídeo das pessoas em uma perspectiva diferente”, afirma Mariana Hatsuumura, diretora de trabalho moderno da Microsoft Brasil. 

Parece pouco diante do estudo. E, pelo jeito, a única saída é tomar algumas medidas de adaptação. Pausas para caminhar, ir ao banheiro e beber água devem ser feitas periodicamente, além de, sempre que possível, tirar alguns  momentos para ficar com a câmera desligada. 

Reservar um local de trabalho especialmente para as chamadas também pode ajudar o corpo a entender quando é hora de descanso e quando é hora do trabalho. A regra, como para muitas coisas durante a pandemia, é uma só: é preciso se adaptar sem perder a qualidade de vida. 

“Os seres humanos conseguem se adaptar. Então, podemos nos adaptar a essa nova rotina, mas ela precisa ser ajustada”, diz Thaís.

Morre Therezinha Morango, ex-miss Brasil, aos 84 anos

Ela foi vítima de uma parada cardíaca depois de uma cirurgia no fêmur

Therezinha Morango Foto: Reprodução

Morreu nesse sábado, aos 84 anos, no Rio de Janeiro, a ex-miss Brasil Therezinha Morango. Ela foi vítima de uma parada cardíaca depois de uma cirurgia no fêmur. Therezinha foi a primeira amazonense a ganhar o concurso, em 1957. No mesmo ano, ela representou o país no no Miss Universo, na Califórnia, terminando em segundo lugar. A coroa ficou com a peruana Gladys Zender.

“O Amazonas perdeu um ícone, que com certeza inspirou várias jovens a sonharem a serem miss, além revelar ao Brasil e ao mundo a beleza da mulher amazonense. Que neste momento tão triste, Deus seja a fortaleza da família e amigos da nossa eterna Miss Brasil, Therezinha Morango”, disse David Almeida,  prefeito de Manaus.

Nascida em São Paulo de Olivença (a 1.235 quilômetros de Manaus), ela se casou com o empresário catarinense Alberto Pittigliani, dois anos após o concurso, com quem teve um casal de filhos, Alberto Júnior e Andrea. Viúva, ela dwixa também uma neta.