Vogue Germany September 2019 – Adut Akech, Rebecca Leigh, Sohyun Jung, Signe Veiteberg, Felice Noordhoff & Kerolyn Soares

What’s Next Part 2   —   Vogue Germany September 2019   —   www.vogue.de
25/50 Images — Part One
Photography: Chris Colls Model: Adut Akech, Rebecca Leigh, Sohyun Jung, Signe Veiteberg, Felice Noordhoff & Kerolyn Soares Hair: Diego da Silva Make-Up: Christine Cherbonnier & Sil Bruinsma Manicure: Philippe Ovak 
Styling: Nicola Knels & Maximilian Aufschnaiter

Nehera | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Nehera | Fall Winter 2021/2022 | Full Fashion Show in High Definition.
(Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) #FFLikedalot

WSJ. Magazine Spring Men’s 2021 – Cheikh Tall & Cloud Modi By Philip-Daniel Ducasse

All That Jazz   —   WSJ. Magazine Spring Men’s 2021   —   www.wsj.com

Photography: Philip-Daniel Ducasse Model: Cheikh Tall & Cloud Modi Styling: Ronald Burton III Hair: Dana Boyer Make-Up: Dan Duran Set Design: Jess Kaufmann

Veja a lista completa de indicados ao Oscar 2021

Pela primeira vez na história, duas mulheres aparecem na lista de melhor direção: Chloé Zhao (‘Nomadland’) e Emerald Fennell (‘Bela vingança’). Cerimônia acontece no dia 25 de abril

Frances McDormand em cena de ‘Nomadland’, Chloé Zhao: vencedor do Globo de Ouro disputa estatueta de melhor filme Foto: Joshua James Richards

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou nesta segunda-feira (15) os indicados à 93ª edição do Oscar, que será realizada no dia 25 de abril, em formato ainda não definido. Dirigido por David Fincher, “Mank” lidera em número de indicações, com dez no total, incluindo melhor filme, direção e ator (Gary Oldman).

Vencedor do Globo de Ouro“Nomadland” recebeu seis indicações, entre elas as de melhor filme, atriz (Frances McDormand) e direção para Chloé Zhao.

Aliás, pela primeira vez o Oscar contará com duas mulheres entre as indicadas a melhor direção no mesmo ano: além de Zhao, também está no páreo Emerald Fennell, por “Bela vingança”. Elas concorrem com Thomas Vinterberg (“Druk — Mais uma rodada”), Lee Isaac Chung (“Minari”) e David Fincher (“Mank”).

‘Minari’: filme sobre imigrantes sul-coreanos que se mudam para o Arkansas recebeu seis indicações Foto: Divulgação

Outra produção que merece destaque é “Minari”, que acumula seis indicações, entre elas as de melhor filme, direção e ator (Steven Yeun). O filme sobre uma família sul-coreana que se muda para uma fazenda no Arkansas levou o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, mas, no Oscar, compete na categoria principal.

‘Judas e o messias negro’: Daniel Kaluuya está no elenco de filme que recebeu seis indicações ao Oscar Foto: Divulgação

Além de “Nomadland” e “Minari”, outros candidatos a melhor filme empataram com seis indicações cada: “Judas e o messias negro”, “O som do silêncio”, “Meu pai” e “Os 7 de Chicago”. Já “Bela vingança”, que também disputa a categoria mais cobiçada da noite, recebeu cinco indicações.

Pantera Negra presente

Morto am agosto, vítima de um câncer, Chadwick Boseman, astro de “Pantera negra”, recebeu uma indicação póstuma de melhor ator por “A voz suprema do blues”, em que interpreta o trompetista Levee Green.

Chadwick Boseman em 'A voz suprema do blues': indicação póstuma de melhor ator Foto: Netflix / Divulgação
Chadwick Boseman em ‘A voz suprema do blues’: indicação póstuma de melhor ator Foto: Netflix / Divulgação

Sua companheira de cena, Viola Davis, que interpreta a diva Ma Rayney, também foi indicada como melhor atriz. No total, o longa recebeu cinco indicações, mas ficou de fora da lista de melhor filme.

Quem também não entrou no rol de indicados a melhor filme foi “Uma noite em Miami”. Em sua estreia na direção, a atriz Regina King também não foi lembrada, diferente do que ocorreu no Globo e Ouro. O longa aparece apenas três categorias: melhor ator coadjuvante (Leslie Odom Jr.), roteiro adaptado e canção original.

Mas talvez a grande ausência entre os indicados seja “Destacamento Blood”. O filme de Spike Lee foi completamente esquecido pela Academia. Elogiado por público e crítica, Delroy Lindo era dado como presença garantida na categoria de melhor ator por sua performance como o explosivo veterano de guerra Paul.

Delroy Lindo em 'Destacamento Blood': esquecido pela Academia Foto: Netflix / Divulgação
Delroy Lindo em ‘Destacamento Blood’: esquecido pela Academia Foto: Netflix / Divulgação

Streaming cresce

Normalmente realizada entre fevereiro e março, a cerimônia foi adiada para o final de abril por causa da pandemia. É provável que a festa do Oscar não ocorra no tradicional Dolby Theatre, em Hollywood.

Para que o evento seja presencial, a Academia pode escolher como palco a Union Station, no centro de Los Angeles. A estação de trem teria espaço suficiente para abrigar convidados com distanciamento. A intenção seria fugir do formato remoto ou híbrido escolhido por premiações como o Emmy e o Globo de Ouro.

A pandemia, aliás, também influenciou o perfil dos indicados ao Oscar 2021. Com as salas de cinema fechadas por quase um ano, as plataformas virtuais deram seu recado na lista. Pela primeira vez, a Academia permitiu que filmes exibidos diretamente em streaming, sem passagem pelo parque exibidor, pudessem concorrer.

Gary Oldman é a estrela de ‘Mank’, filme de David Fincher sobre o controverso roteirista de ‘Cidadão Kane’ Foto: Divulgação

A Netflix aparece com 35 indicações, 11 a mais do que em 2020, com destaque para “Mank” (dez), “Os 7 de Chicago” (seis) e “A voz suprema do blues” (cinco).

A Amazon Prime Video levou 12 indicações, sendo metade delas por “O som do silêncio”. Outras três vieram de “Uma noite em Miami”, duas por “Borat: Fita de cinema seguinte” e uma pelo documentário “Time”.

'Uma noite em Miami': filme da Amazon recebeu três indicações ao Oscar Foto: Divulgação
‘Uma noite em Miami’: filme da Amazon recebeu três indicações ao Oscar Foto: Divulgação

O Disney+ estreou em grande estilo, com três indicações por “Soul”, duas por “Mulan”, uma por “O grande Ivan” e outra por “Dois irmãos: Uma jornada fantástica”.

A Apple TV+ foi indicada em duas ocasiões: “Greyhound” (melhor som) e “Wolfwalker” (melhor animação). Por fim, a Hulu também foi lembrada com a indicação de melhor atriz para Andra Day em “Estados Unidos Vs. Billie Holiday”.

Confira a lista completa de indicados.

Melhor Filme

“Meu pai”

“Minari”

“O som do silêncio”

“Nomadland”

“Mank”

“Bela vingança”

“Os 7 de Chicago”

“Judas e o messias negro”

Direção

Thomas Vinterberg (“Druk — Mais uma rodada”)

David Fincher (“Mank”)

Lee Isaac Chung (“Minari”)PUBLICIDADE

Chloé Zhao (“Nomadland”)

Emerald Fennell (“Bela vingança”)

Atriz

Viola Davis (“A voz suprema do blues”)

Andra Day (“Estados Unidos Vs. Billie Holiday”)

Vanessa Kirby (“Pieces of a woman”)

Frances McDormand (“Nomadland”)

Carey Mulligan (“Bela vingança”)

Ator

Riz Ahmed (“O som do silêncio”)

Chadwick Boseman (“A voz suprema do blues”)

Anthony Hopkins (“Meu pai”)

Gary Oldman (“Mank”)

Steve Yeun (“Minari”)

Roteiro Adaptado

“Borat: Fita de cinema seguinte”

“Meu pai”

“Nomadland”

“Uma noite em Miami”

“O tigre branco”

Roteiro Original

“Judas e o messias negro”

“Minari”

“Bela vingança”

“O som do silêncio”

“Os 7 de Chicago”

Atriz Coadjuvante

Maria Bakalova (“Borat: Fita de cinema seguinte”)

Glenn Close (“Era uma vez um sonho”)

Olivia Colman (“Meu pai”)

Amanda Seyfried (“Mank”)

YounYuh-jung (“Minari”)

Ator Coadjuvante

Sacha Baron Cohen (“Os 7 de Chicago”)

Daniel Kaluuya (“Judas e o messias negro”)

Leslie Odom Jr. (“Uma noite em Miami”)

Paul Raci (“O som do silêncio”)

LaKeith Stanfield (“Judas e o messias negro”)

Desing de Produção

“Meu pai”

“A voz suprema do blues”

“Mank”

“Relatos do mundo”

“Tenet”

Fotografia

“Judas e o messias negro”

“Mank”

“Relatos do mundo”

“Nomadland”

“Os 7 de Chicago”

Filme Internacional

“Druk — Mais uma rodada” (Dinamarca)

“Better days” (Hong Kong)

“Collective” (Romênia)

“The man who sold his skin” (Tunísia)

“Quo Vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Longa De Animação

“Dois irmãos”

“A caminho da Lua”

‘Shaun, o carneiro, o Filme: A fazenda contra-ataca”

“Soul”

“Wolfwalkers”

Figurino

“Emma”

“Mank”

“A voz suprema do blues”

“Mulan”

“Pinóquio”

Edição/Mixagem De Som

“Greyhound”

“Mank”

“Relatos do Mundo”

“Soul”

“O Som do Silêncio”

Curta De Animação

“Burrow”

“Genius Loci”

“If anything happens I love you”

“Opera”

“Yes-People”

Curta-metragem

“Feeling through”

“The letter room”

“The present”

“Two distant strangers”PUBLICIDADEhttps://ce9b4971bdee8c95511109614d58b997.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

“White eye”

Trilha Sonora

“Destacamento Blood”

“Mank”

“Minari”

“Relatos do mundo”

“Soul”

Efeitos Visuais

“Love and monsters”

“O céu da meia-noite”

“Mulan”

“Tenet”

“O grande Ivan”

Edição

“Meu pai”

“Nomadland”

“Bela vingança”

“Os 7 de Chicago”

“O som do silêncio”

Cabelo e Maquiagem

“Emma”

“Era uma vez um sonho”

“A voz suprema do blues”

“Mank”

“Pinóquio”

Canção Original

“Fight for you” (“Judas e o messias negro”)

“Hear my voice” (“Os 7 de Chicago”)

“Husavik” (“Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”)

“Io Sì” (“Rosa e Momo”)

“Speak now” (“Uma noite em Miami”)

Longa Documentário

“Collective”

“Crip Camp”

“The Mole Agent”

“My Octopus Teacher”

“Time”

Curta Documentário

“Colette”

“A concerto is a conversation”

“Do not split”

“Hunger Ward”

“A love song for Latasha”

Com indicados pouco populares, próxima entrega do Oscar deve ter audiência baixa

Academia de Hollywood anunciou nesta segunda os concorrentes ao prêmio

Mulligan concorre ao prêmio de Melhor Atriz por “Bela Vingança” – Mario Anzuoni -6.mai.2019/Reuters

 Coitado do Oscar. Há mais de uma década que o mais importante prêmio cinematográfico do mundo vem mudando suas regras e seu formato, na tentativa desesperada de estancar a queda da audiência da entrega dos troféus (a transmissão da cerimônia pela TV é a principal fonte de renda da Academia de Hollywood).

Existe uma crença bem fundamentada de que, se um longa de enorme sucesso estiver entre os finalistas, o interesse do público pelo Oscar aumenta. De fato, a premiação de 1998, em que “Titanic” levou 11 estatuetas, registrou números recordes de audiência.

Quase uma década depois, “O Cavaleiro das Trevas” não ficou entre os cinco indicados a melhor filme, apesar das ótimas críticas. A Academia então alterou o regulamento: a partir de 2009, até 10 títulos podem concorrer ao prêmio principal. Imaginava-se que isto facilitaria a entrada de blockbusters no páreo, mas o efeito foi o oposto: um número maior de filmes pequenos e independentes passou a ser lembrado, e o ibope continuou a despencar.

Aí veio 2020, e a pandemia forçou o fechamento de cinemas no mundo inteiro. Isto também fez com que lançamentos de peso, como “Amor Sublime Amor”, de Steven Spielberg, ou “Duna”, de Denis Villeneuve, tivessem suas estreias adiadas para o final de 2021.

Temerosa de não haver candidatos em número suficiente, a Academia estendeu o ano competitivo em dois meses: filmes lançados em janeiro e fevereiro de 2021 podem concorrer à próxima premiação. Também foi permitido que lançamentos exclusivos do streaming competissem, contanto que o plano inicial fosse lançá-los nas salas.

Nada disso afetou a corrida de maneira significativa. A Netflix, a maior plataforma de streaming do mundo, já adota há anos a estratégia de estrear nos cinemas seus principais candidatos ao Oscar, por um período limitado. Fez assim com “Roma”, em 2018, com “O Irlandês”, em 2019, e com “Mank” e “Era Uma Vez Um Sonho” em 2020, inclusive no Brasil.

O resultado é que a maior parte dos finalistas anunciados na manhã desta segunda (15) já estão disponíveis há meses nas plataformas de streaming. “Mank”, “Os 7 de Chicago”, “A Voz Suprema do Blues”, “Pieces of a Woman” e “Relatos do Mundo” estão na Netflix, assim como os documentários “Crip Camp” e “Professor Polvo”. “O Som do Silêncio”, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, “Uma Noite em Miami” e o documentário “Time” fazem parte do catálogo da Amazon Prime Video.

O documentário “O Agente Secreto” pode ser visto no Globoplay, e o longa em animação “Wolfwalkers”, no Apple TV +. O favorito desta categoria, “Soul”, está no Disney +.

Nunca tantos filmes indicados estiveram tão acessíveis ao público antes da entrega do Oscar. No entanto, essa facilidade não se traduz em popularidade. Nenhum dos longas mencionados se transformou em um fenômeno de massas.

Até o momento, nenhum deixou uma marca forte na paisagem cultural (pode ser que “Bela Vingança”, que pode dar o prêmio de melhor atriz a Carey Mulligan, seja lembrado no futuro como um símbolo do movimento #MeToo).

Portanto, não é arriscado apostar que a próxima cerimônia do Oscar terá a mais baixa audiência de todos os tempos. Até porque a festa deverá ser chocha, com as atrações musicais se apresentando sem plateia e muitos vencedores agradecendo por videochamada. O Globo de Ouro, entregue há duas semanas, já amargou os piores números de sua história.

Só que este também será um Oscar da resistência. Os hábitos talvez tenham mudado para sempre, mas o cinema está sobrevivendo à pandemia. Ainda estamos em guerra, e uma celebração esfuziante não combina com esses tempos sombrios. Ano que vem, quem sabe? Talvez já estejamos todos vacinados. [Tony Goes]

93rd Oscars Nominations

Confira a lista completa de indicados.

Melhor Filme

“Meu pai”

“Minari”

“O som do silêncio”

“Nomadland”

“Mank”

“Bela vingança”

“Os 7 de Chicago”

“Judas e o messias negro”

Direção

Thomas Vinterberg (“Druk — Mais uma rodada”)

David Fincher (“Mank”)

Lee Isaac Chung (“Minari”)PUBLICIDADE

Chloé Zhao (“Nomadland”)

Emerald Fennell (“Bela vingança”)

Atriz

Viola Davis (“A voz suprema do blues”)

Andra Day (“Estados Unidos Vs. Billie Holiday”)

Vanessa Kirby (“Pieces of a woman”)

Frances McDormand (“Nomadland”)

Carey Mulligan (“Bela vingança”)

Ator

Riz Ahmed (“O som do silêncio”)

Chadwick Boseman (“A voz suprema do blues”)

Anthony Hopkins (“Meu pai”)

Gary Oldman (“Mank”)

Steve Yeun (“Minari”)

Roteiro Adaptado

“Borat: Fita de cinema seguinte”

“Meu pai”

“Nomadland”

“Uma noite em Miami”

“O tigre branco”

Roteiro Original

“Judas e o messias negro”

“Minari”

“Bela vingança”

“O som do silêncio”

“Os 7 de Chicago”

Atriz Coadjuvante

Maria Bakalova (“Borat: Fita de cinema seguinte”)

Glenn Close (“Era uma vez um sonho”)

Olivia Colman (“Meu pai”)

Amanda Seyfried (“Mank”)

YounYuh-jung (“Minari”)

Ator Coadjuvante

Sacha Baron Cohen (“Os 7 de Chicago”)

Daniel Kaluuya (“Judas e o messias negro”)

Leslie Odom Jr. (“Uma noite em Miami”)

Paul Raci (“O som do silêncio”)

LaKeith Stanfield (“Judas e o messias negro”)

Desing de Produção

“Meu pai”

“A voz suprema do blues”

“Mank”

“Relatos do mundo”

“Tenet”

Fotografia

“Judas e o messias negro”

“Mank”

“Relatos do mundo”

“Nomadland”

“Os 7 de Chicago”

Filme Internacional

“Druk — Mais uma rodada” (Dinamarca)

“Better days” (Hong Kong)

“Collective” (Romênia)

“The man who sold his skin” (Tunísia)

“Quo Vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Longa De Animação

“Dois irmãos”

“A caminho da Lua”

‘Shaun, o carneiro, o Filme: A fazenda contra-ataca”

“Soul”

“Wolfwalkers”

Figurino

“Emma”

“Mank”

“A voz suprema do blues”

“Mulan”

“Pinóquio”

Edição/Mixagem De Som

“Greyhound”

“Mank”

“Relatos do Mundo”

“Soul”

“O Som do Silêncio”

Curta De Animação

“Burrow”

“Genius Loci”

“If anything happens I love you”

“Opera”

“Yes-People”

Curta-metragem

“Feeling through”

“The letter room”

“The present”

“Two distant strangers”PUBLICIDADEhttps://ce9b4971bdee8c95511109614d58b997.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

“White eye”

Trilha Sonora

“Destacamento Blood”

“Mank”

“Minari”

“Relatos do mundo”

“Soul”

Efeitos Visuais

“Love and monsters”

“O céu da meia-noite”

“Mulan”

“Tenet”

“O grande Ivan”

Edição

“Meu pai”

“Nomadland”

“Bela vingança”

“Os 7 de Chicago”

“O som do silêncio”

Cabelo e Maquiagem

“Emma”

“Era uma vez um sonho”

“A voz suprema do blues”

“Mank”

“Pinóquio”

Canção Original

“Fight for you” (“Judas e o messias negro”)

“Hear my voice” (“Os 7 de Chicago”)

“Husavik” (“Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”)

“Io Sì” (“Rosa e Momo”)

“Speak now” (“Uma noite em Miami”)

Longa Documentário

“Collective”

“Crip Camp”

“The Mole Agent”

“My Octopus Teacher”

“Time”

Curta Documentário

“Colette”

“A concerto is a conversation”

“Do not split”

“Hunger Ward”

“A love song for Latasha”

App Store viabiliza mais de 330 mil empregos no Reino Unido

Em um comunicado divulgado hoje, a Apple destacou que a App Store agora viabiliza mais de 330 mil empregos no Reino Unido — um aumento de 10% em relação ao ano passado, apesar das dificuldades na economia amplificadas pela pandemia do novo Coronavírus (COVID-19).

De acordo com a Apple, 2020 foi um “ano revolucionário” para a economia de aplicativos, crescendo cerca de 22% em relação ao ano anterior. No Reino Unido, os desenvolvedores já geraram mais de £3,6 bilhões (quase R$28 bilhões) em receita desde o surgimento da App Store, em 2008.

Em um ano como nenhum outro, o Reino Unido continuou sendo um centro vibrante inovador para empreendedores e desenvolvedores de aplicativos. Mais pessoas do que nunca estão trabalhando como parte do ecossistema de aplicativos para iOS, criando aplicativos interessantes apreciados por pessoas em todo o mundo.

A Maçã informou, ainda, que uma tendência semelhante foi vista na Europa como um todo, onde a economia de aplicativos para iOS expandiu-se e agora viabiliza 1,7 milhão de empregos — um aumento de 7% em relação a 2019.

Busuu
Digital Workroom

A Apple também destacou algumas histórias de sucesso‌ de desenvolvedores britânicos em 2020 — incluindo o Digital Workroom, que desenvolve aplicativos de produtividade como Noted. e ajuda empresas a tentarem criar seus próprios aplicativos; a plataforma comunitária de idiomas Busuu; e a Hutch Games, criadora de títulos como F1 ManagerTop Drives e Rebel Racing. [MacMagazine]

Beyoncé bate recorde no Grammy pandêmico, que coroa Megan Thee Stallion

Até Billie Eilish, vencedora de gravação do ano, reconheceu vitória acachapante de Megan e dedicou seu troféu a ela

Colaboração entre Megan Thee Stallion e Beyoncé na canção Savage rendeu um Grammy de melhor música de rap

Mesmo perdendo boa parte dos prêmios a que concorreu, Beyoncé saiu da cerimônia do 63º Grammy, realizada neste domingo (14) fazendo história. Com os troféus de melhor videoclipe por “Brown Skin Girl”, melhor performance de R&B com “Black Parade” e melhor música de rap e perfomance de rap por “Savage”, ela se tornou a artista mulher com mais gramofones da história –são 28 no total.

É verdade que a vitória contou com uma ajudinha providencial de Megan Thee Stallion, autora de “Savage” que saiu consagrada da premiação. Coincidentemente, Megan é da gravadora de Jay-Z, a Roc Nation, e tanto ela quanto Beyoncé foram criadas em Houston, no Texas.

“Quando crescer, vou ser a Beyoncé do rap”, disse Megan Thee Stallion, emocionada, ao receber o troféu de música de rap. “Minha mãe me dizia: ‘Megan, o que a Beyoncé faria?’ Eu respondia: ‘É verdade, mas vou fazer um pouquinho mais podre.”

Megan ainda ganhou o prêmio de artista revelação, um dos quatro mais importantes do Grammy. Os outros três foram vencidos por Taylor Swift, que teve o disco do ano com “Folklore”, H.E.R., música do ano com “I Can’t Breathe”, e Billie Eilish, com “Everything I Wanted” em gravação do ano.

Até mesmo Eilish, a grande estrela da edição do ano passado, reconheceu a vitória acachapante de Megan. Ao ganhar o prêmio mais importante da noite, ela disse que a colega era a verdadeira merecedora dele.

“Estou até com vergonha. Megan, menina, eu ia escrever um discurso sobre como você merece esse prêmio, mas nunca achei que ia ganhar”, disse Eilish. “Você é uma rainha. Quero chorar pensando no quanto te amo. Torço muito por você. É você que merece, de verdade.”

Megan ainda fez uma das performances mais comentadas da noite. Rebolativa em um body brilhante, ela cantou uma versão de “Savage” que, apesar de requintada, não perdeu a pujança da original.

A apresentação foi só uma abertura para a entrada de Cardi B, com cabelos curtos e tingidos de rosa, cantando “Up”. Em pouco tempo, ela e Megan estavam dividindo o palco, com um sapato de salto alto gigante na cenografia, cantando “WAP”, parceria das duas que só vai concorrer ao prêmio no ano que vem.

música, que fala sobre lubrificação vaginal, já gerou polêmicas com políticos conservadores nos Estados Unidos, e foi um dos momentos menos comportados da noite. Post Malone apareceu rindo e aplaudindo ao fim da performance.

E se Bebel Gilberto e Chico Pinheiro, os brasileiros que concorriam ao Grammy este ano, saíram de mãos abanando, Cardi B levou o Brasil à premiação. Ela inseriu, no meio de “WAP”, um trecho da versão em funk da mesma música, um remix do produtor brasileiro Pedro Sampaio.

Se a faixa já tinha versos suficientes para causar dor de cabeça à transmissão da CBS, ela trouxe versos sujos também em português. Isso porque o remix de Pedro Sampaio tem um trecho que diz “fica de quatro”, em português mesmo.

Por causa da pandemia, o Grammy deste ano foi bastante diferente. Em vez de surgir no centro do palco, cercado por astros e executivos da indústria fonográfica, o apresentador Trevor Noah iniciou a transmissão do lado de fora do ginásio Staples Center, em Los Angeles, onde tradicionalmente acontece a premiação, para conscientizar o público do isolamento social.

Ele foi gradativamente entrando na estrutura de quatro palcos emendados, sem plateia, montado para o evento. Os artistas apareceram dispostos pelo espaço, com uma distância considerável entre si.

britânico Harry Styles foi o primeiro a cantar, mostrando o hit “Watermelon Sugar”.

“É impressionante que alguém tão bonito e com tanto talento venha do mesmo lugar que Boris Johnson”, disse Noah, que distribuiu piadas ao longo da noite.

A música, que já havia dado ao cantor sua primeira vez no topo da lista de mais tocadas da Billboard, garantiu a ele também seu primeiro Grammy. Styles levou a categoria melhor performance pop solo e, no discurso, elogiou seus concorrentes de peso, que incluíam Taylor Swift, Dua Lipa, Billie Eilish, Justin Bieber e Doja Cat.

Uma cena curiosa, que revela o clima despojado da cerimônia, foi quando Megan Thee Stallion recebeu o prêmio de artista revelação. Em uma área externa, com poucas mesas, ela segurava o choro ao agradecer a vitória quando ouviu um carro passando ao fundo e se distraiu.

Outro sinal dos tempos foi o desfile de máscaras estilizadas entre a plateia de celebridades. Styles combinou a máscara com a estampa xadrez de seu paletó, Dua Lipa vestia um modelo prateado e Taylor Swift optou por um acessório com flores grudadas, também fazendo par com seu look.

Swift, que ganhou seu terceiro Grammy de disco do ano, montou um palco que remete a uma casa de campo, com pedras e um gramado para a sua apresentação. A estrutura, baseada na capa do álbum vencedor, “Folklore”, ainda incluiu uma casinha de madeira, na qual ela cantou trechos de “Cardigan”, “August” e “Willow” ao lado dos produtores Aaron Dessner —integrante da banda The National— e Jack Antonoff, que tocaram violão.

Dua Lipa, cujo “Future Nostalgia” ganhou a categoria melhor disco de pop vocal, afirmou no seu discurso de agradecimento que o álbum mudou a percepção dela da própria arte. “Percebi o quanto a felicidade era importante. Me senti insensível no final do meu álbum anterior, porque achei que só conseguia fazer música triste”, disse a cantora, que bateu Lady Gaga, Harry Styles, Taylor Swift e Justin Bieber na categoria.

Em sua performance, Dua Lipa recriou o clima disco-pop-retrô do álbum em um palco rosa e cheio de brilho. Ela cantou um medley com as músicas “Levitating” e “Don’t Start Now”.

Quem também apostou num clima de anos 1970 foi a dupla Bruno Mars e Anderson Paak, cujo projeto conjunto não concorre esta noite. Eles cantaram o single recém-lançado “Leave the Door Open” numa estética de TV antiga, com os dois de paletó cor de tijolo.

Talvez pela falta de plateia, as apresentações aconteceram de maneira dinâmica. Alguns artistas cantaram em palcos simples, caso do Black Pumas e de Styles, enquanto outros transformaram seus palcos de modo que estivessem em sintonia com a estética de suas músicas e discos.

Em alguns casos, como o da performance do BTS, as apresentações se assemelhavam a videoclipes gravados ao vivo. O grupo sul-coreano mostrou o hit “Dynamite” no topo de um prédio, em meio a luzes que se movimentavam conforme os oito integrantes cantavam e dançavam.

A dupla Mars e Paak depois retornou ao palco para o momento reflexivo da transmissão. Este ano, em que diversos músicos morreram de Covid-19, a seção de homenagens póstumas emendou a lista dos artistas que se foram nos tributos. Paak e Mars voltaram aos tempos da brilhantina para cantar “Long Tall Sally” e “Good Golly Miss Molly” em homenagem que fez jus à agressividade de Little Richard.

Lionel Richie fez um número romântico, cantando “Lady” para lembrar Kenny Rogers. A cantora country Brandi Carlile homenageou John Prine, e Brittany Howard fez um dueto com Chris Martin, do Coldplay, cantando “You’ll Never Walk Alone”. A performance foi dedicada a todos os músicos que perderam a vida no ano passado, uma lista que ainda incluiu Bill Withers, Eddie Van Halen, Sophie, Ennio Morricone, MF Doom, Toots Hibbert e Pop Smoke.

Em uma das apresentações mais impactantes da noite, Lil Baby cantou a música “The Bigger Picture” em um cenário cinematográfico. Ele apareceu numa área externa, cercado de carros, recriando um cenário de manifestação do Black Lives Matters.

A performance teve uma encarada do rapper em policiais, um coquetel molotov atirado a prédios, um verso inédito do rapper Killer Mike —da dupla Run the Jewels— e um discurso endereçado ao presidente americano, Joe Biden, da ativista Tamika Mallory. “Presidente Biden, pedimos justiça”, ela disse.
O rapper DaBaby cantou o hit “Rockstar” em versão pomposa —cheia de violinos— ao lado de Roddy Ricch, e o Black Pumas também se apresentou na estrutura de palcos do Grammy.

O porto-riquenho Bad Bunny, que chamou a premiação de “Grammy dos gringos”, cantou ao lado de Jhay Cortez a música “Dakiti”. Bad Bunny levou a categoria de melhor álbum latino, com “YHLQMDLG”. “Queria agradecer a todo mundo que ouve minha música, apoia minha carreira ou minhas ideias”, disse.

TAPETE VERMELHO

Como o evento não tem plateia, poucos artistas passaram por seu tapete vermelho. Alguns deles conseguiram, porém, antecipar os looks que usariam na cerimônia. A cantora Lizzo, grande destaques da edição passada que não concorre este ano, surgiu, por exemplo, com um vestido verde.

Já o rapper porto-riquenho Bad Bunny publicou uma foto com um girassol e uma touca com orelhas de coelho, bem ao seu estilo. Brittany Howard, vocalista da banda Alabama Shakes agora em carreira solo, vestiu preto da cabeça aos pés.

Megan Thee Stallion chegou com tomara que caia laranja cintilante, com fenda na perna. Ela estava acompanhada da cantora Doja Cat, que optou por um vestido preto e branco, de manga comprida, com um decote até o umbigo.

O BTS recriou um cenário de tapete vermelho direto do seu país natal, a Coreia do Sul, para exibir os looks desta noite. O grupo de k-pop vestia a coleção de inverno de 2021 da Louis Vuitton.

PRÉ-CERIMÔNIA

Como o Grammy distribui muitos prêmios, alguns deles já foram entregues na pré-cerimônia. Um dos destaques deste momento foi o de melhor clipe para Blue Ivy, que tem apenas nove anos, por “Brown Skin Girl” —a faixa integra o álbum visual “Black Is King”, de sua mãe, Beyoncé.

Outro destaque desta pré-cerimônia foi o rapper Kanye West, que no ano passado postou um vídeo fazendo xixi em um dos seus 22 troféus dos Grammy.

Agora, ele levou o prêmio em uma categoria nova, a de melhor disco cristão, por “Jesus Is King”. O disco aprofunda o diálogo das batidas experimentais de hip-hop com samples épicos e a manipulação das vozes simultâneas do gospel.


VEJA A LISTA COM OS PRINCIPAIS INDICADOS E OS VENCEDORES JÁ ANUNCIADOS

Gravação do ano
​’Black Parade,’ de Beyoncé
‘Colors’, de Black Pumas
‘Rockstar’, de DaBaby com Roddy Ricch
‘Say So’, de Doja Cat
‘Everything I Wanted’, de Billie Eilish
‘Don’t Start Now’, de Dua Lipa
‘Circles’, de Post Malone
‘Savage’, de Megan Thee Stallion

Disco do ano
‘Chilombo’, de Jhené Aiko
‘Black Pumas’, de Black Pumas
‘Everyday Life’, de Coldplay
‘Djesse Vol. 3’, de Jacob Collier
‘Women in Music Pt. III’, de Haim
‘Future Nostalgia’, de Dua Lipa
‘Hollywood’s Bleeding’, de Post Malone
‘Folklore’, de Taylor Swift

Música do ano
‘Black Parade’, de Beyoncé
‘The Box’, de Roddy Ricch
‘Cardigan’, de Taylor Swift
‘Circles’, de Post Malone
‘Don’t Start Now’, de Dua Lipa
‘Everything I Wanted’, de Billie Eilish
‘I Can’t Breathe’, de H.E.R.
‘If the World Was Ending’, de JP Saxe com Julia Michaels

Artista revelação
Ingrid Andress
Phoebe Bridgers
Chika
Noah Cyrus
D Smoke
Doja Cat
Kaytranada
Megan Thee Stallion

Melhor álbum de rock
‘The New Abnormal’, de The Strokes
‘Sound & Fury’, de Sturgill Simpson
‘Daylight’, de Grace Potter
‘A Hero’s Death’, de Fontaines D.C.
‘Kiwanuka’, de Michael Kiwanuka

Melhor performance de rock
Fiona Apple, por ‘Shameika’
Phoebe Bridgers, por ‘Kyoto’
Haim, por ‘The Steps’
Brittany Howard, por ‘Stay High’
Grace Potter, por ‘Daylight’
Big Thief, por ‘Not’

Melhor música de rock
‘Kyoto’, de Phoebe Bridgers
‘Not’, de Big Thief
‘Lost in Yesterday’, de Tame Impala
‘Stay High’, de Brittany Howard
‘Shameika’, Fiona Apple

Melhor álbum de música alternativa
‘Fetch the Bolt Cutters’, de Fiona Apple
‘Punisher’, de Phoebe Bridgers
‘Hyperspace’, de Beck
‘Jaime’, de Brittany Howard
‘The Slow Rush’, de Tame Impala

Melhor álbum latino ou urbano
‘YHLQMDLG’, de Bad Bunny
‘Pausa’, de Ricky Martin
‘3:33’, de Debi Nova
‘Mesa para Dos’, de Kany García
‘Por Primera Vez’, de Camilo

Melhor álbum de R&B progressivo
‘Ungodly Hour’, de Chloe X Halle
‘CHILOMBO’, de Jhene Aiko
‘Free Nationals’, de Free Nationals
‘F*** Yo Feelings’, de Robert Glasper
‘It Is What It Is’, de Thundercat

Melhor álbum de R&B
‘Take Time’, de Giveon
‘Happy 2 Be Here’, de Ant Clemons
‘To Feel Love/d’, de Luke James
‘Bigger Love’, de John Legend
‘All Rise’, de Gregory Porter

Melhor música de R&B
‘Better Than I Imagine’, de Robert Glasper com H.E.R. e Meshell Ndegeocello
‘Black Parade’, de Beyoncé
‘Collide’, de Tiana Major9 e Earthgang
‘Do It’, de Chloe X Halle
‘Slow Down’, de Skip Marley com H.E.R.

Melhor álbum de rap
‘Black Habits’, de D Smoke
‘Alfredo’, de Freddie Gibbs & The Alchemist
‘A Written Testimony’, de Jay Electronica
‘King’s Disease’, de Nas
‘The Allegory Royce’, de Da 5’9″

Melhor música de rap
‘The Box’, de Roddy Ricch
‘The Bigger Picture’, de Lil Baby
‘Laugh Now, Cry Later’, de Drake com Lil Durk
‘Rockstar’, de DaBaby com Roddy Ricch
‘Savage’, de Megan Thee Stallion com Beyoncé

Melhor performance de rap
‘Deep Reverence’, de Big Sean com Nipsey Hussle
‘Bop’, de DaBaby
‘What’s Poppin’, de Jack Harlow
‘The Bigger Picture’, de Lil Baby
‘Savage’, de Megan Thee Stallion com Beyoncé
‘Dior’, de Pop Smoke

Melhor performance pop solo
‘Yummy’, de Justin Bieber
‘Say So’, de Doja Cat
‘Everything I Wanted’, de Billie Eilish
‘Don’t Start Now’, de Dua Lipa
‘Watermelon Sugar’, de Harry Styles
‘Cardigan’, de Taylor Swift

Melhor performance de grupo ou duo pop
‘Un Día (One Day)’, de J Balvin, Dua Lipa, Bad Bunny e Tainy
‘Intentions’, de Justin Bieber com Quavo
‘Dynamite’, de BTS
‘Rain on Me’, de Lady Gaga com Ariana Grande
‘Exile’, de Taylor Swift com Bon Iver

Melhor disco de pop vocal
‘Changes’, de Justin Bieber
‘Chromatica’, de Lady Gaga
‘Future Nostalgia’, de Dua Lipa
‘Fine Line’, de Harry Styles
‘Folklore’, de Taylor Swift

Melhor performance de metal
‘Bum-Rush’, de Body Count
‘Underneath’, de Code Orange
‘The In-Between’, de In the Moment
‘Bloodmoney’, de Poppy
‘Executioner’s Tax (Swing of the Axe) – Live’, de Power Trip

Melhor música dançante
‘10%’, Kaytranada com Kali Uchis
‘On My Mind’, Diplo & SIDEPIECE
‘My High’, Disclosure com Aminé & Slowthai
‘The Difference’, Flume com Toro y Moi
‘Both Of Us’, Jayda G

Melhor disco de música eletrônica
‘Bubba’, Kaytranada
‘KiCk i’, Arca
‘Planet’s Mad’, Baauer
‘Energy’, Disclosure
‘Good Faith’, Madeon

Produtor do ano
Jack Antonoff
Dan Auerbach
Dave Cobb
Flying Lotus
Andrew Watt

Melhor disco de música cristã contemporânea
‘Jesus Is King’, Kanye West
‘Run To The Father’, Cody Carnes
‘All Of My Best Friends’, Hillsong Young & Free
‘Holy Water’, We The Kingdom
‘Citizen Of Heaven’, Tauren Wells

Melhor disco de reggae
‘Got To Be Tough’, Toots & The Maytals
‘Upside Down 2020’, Buju Banton
‘Higher Place’, Skip Marley
‘It All Comes Back To Love’, Maxi Priest
‘One World’, The Wailers

Melhor álbum de jazz instrumental
‘On the Tender Spot of Every Calloused Moment’, de Ambrose Akinmusire
‘Waiting Game’, de Terri Lyne Carrington e Social Science
‘Happening: Live at the Village Vanguard’, de Gerald Clayton
‘Trilogy 2’, de Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
‘Roudagain’, de Joshua Redman, Brad Mehldau, Christian McBride & Brian Blade

Melhor filme musical
‘Beastie Boys Story’, de Beastie Boys
‘Black Is King’, de Beyoncé
‘We Are Freestyle Love Supreme’, de Freestyle Love Supreme
‘Linda Ronstadt: The Sound of My Voice’, de Linda Ronstadt
‘That Little Ol’ Band From Texas’, de ZZ Top

Melhor videoclipe
‘Brown Skin Girl’, de Beyoncé, Blue Ivy & WizKid
‘Life Is Good’, Future com Drake
‘Lockdown’, Anderson .Paak
‘Adore You’, Harry Styles
‘Goliath’, Woodkid

Melhor álbum de música global
‘Twice as Tall’, de Burna Boy
‘Amadjar’, de Tinariwen
‘Love Letters’, de Anoushka Shankar
‘Agora’, de Bebel Gilberto
‘Fu Chronicles’, de Antibalas

Melhor álbum de jazz latino
‘Tradiciones’, de Afro-Peruvian Jazz Orchestra
‘Four Questions’, de Arturo O’Farrill & The Afro-Latin Jazz Orchestra
‘City of Dreams’, de Chico Pinheiro
‘Viento y Tiempo – Live at Blue Note Tokyo’, de Gonzalo Rubalcaba & Aymée Nuviola
‘Trane’s Delight’, de Poncho Sanchez​

Palácio de Buckingham vai contratar advogados para investigar acusações de assédio contra Meghan

Apuração, que inicialmente seria feita internamente, vai ouvir funionários antigos e atuais, segundo jornal

A família reak reunida: Charles (em pé, à esquerda) e Archie no colo de Meghan Foto: Chris ALLERTON / SUSSEXROYAL / AFP

O Palácio de Buckingham vai contratar profissionais independentes para investigar as acusações do suposto assédio moral exercido por Meghan Markle contra funcionários. Inicialmente, essa apuração  seria feita no âmbito interno, como divulgou a própria realeza. Agora, porém, decidiu-se que uma firma de advocacia terceirizada deve conduzir a investigação, segundo o jornal “The Sunday Times”.

Meghan é acusada de criar um ambiente de trabalho tóxico e levar assistentes às lágrimas, quando morava no Palácio de Kensington, logo após se casar com o príncipe Harry, em maio de 2018.

Com a entrada de investigadores externos no caso, espera-se um aumento nas tensões entre o casal e “A Firma”, como eles se referem à família real, após a explosiva entrevista à Oprah Winfrey.

Príncipe britânico Harry e Meghan, duquesa de Sussex, são entrevistados por Oprah Winfrey. Foto: HARPO PRODUCTIONS / VIA REUTERS

Desde que as acusações vieram a público, um porta-voz de Meghan alega tratar-se de uma estratégia para encobrir as acusações feitas pelo casal, que abriu mão da realeza britânica. “Vamos chamar isso do que é: uma campanha de difamação calculada com base em informações enganosas e prejudiciais”, disse, antes da veiculação da entrevista. “Não é uma coincidência que as acusações distorcidas de vários anos atrás destinadas a minar a duquesa tenham chegado à mídia britânica pouco antes de ela e o duque falarem abertamente e honestamente sobre sua experiência nos últimos anos.”

O “The Times” também afirma que Harry e Markle não devem ser convidados a participar da investigação, cujo objetivo é reunir depoimentos de funcionários antigos e atuais. No mês passado, dois assessores sênior do palácio alegaram que foram intimidados por Markle, enquanto outro ex-funcionário afirmou ter sido pessoalmente “humilhado”, ao passo  que outros dois sofreram bullying, segundo o jornal.

Elizabeth II, Meghan e Harry, durante evento que comemorou o centenário da Força Aérea Real, em 2018 Foto: TOLGA AKMEN / AFP
Elizabeth II, Meghan e Harry, durante evento que comemorou o centenário da Força Aérea Real, em 2018 Foto: TOLGA AKMEN / AFP

Enquanto Meghan nega as acusações, mas uma fonte próxima à família real disse ao veículo que a situação deve ficar ainda mais dramática: “Os piores incidentes reais ainda não foram divulgados. Existem algumas histórias angustiantes para contar”. Outra fonte completou: “Há muita coisa que não foi contada.”

Notícias da investigação independente surgiram quando aliados do príncipe Charles acusaram Harry de “hipocrisia”, desafiando sua afirmação de que seu pai o havia “cortado” financeiramente.

Enquanto o embates não param de ganhar os holofotes, quase metade da população do Reino Unido agora vê o duque de Sussex de forma negativa. É o pior índice de popularidade do neto da rainha Elizabeth II em todos os tempos,  segundo uma pesquisa realizada pela empresa YouGov. O estudo também revelou que seis em cada dez não enxergam a ex-atriz de maneira tão positiva.

Por outro lado, Meghan ainda tem o apoio dos mais jovens — 55% das pessoas entre 18 e 24 anos estão ao seu lado. De acordo com o jornal “The Sun”, 1.664 britânicos foram entrevistados entre os dias 10 e 11 de março, logo depois de a entrevista ir ao ar.