Ad Campaign Spring/Summer 2021 – Achenrin Madit, Abby Champion, Mona Tougaard By Steven Meisel

Zara   —   Ad Campaign Spring/Summer 2021   —   www.zara.com

Photography: Steven Meisel Model: Achenrin Madit, Abby Champion, Mona Tougaard Styling: Karl Templer Hair: Guido Palau Make-Up: Diane Kendal Art Direction/Film: Fabien Baron

Maria Carla Baptista | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Maria Carla Baptista | Fall Winter 2021/2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)

No estúdio e apartamento da cantora Yara Lapidus | Une fille, un style | Vogue Paris

Nascida em Beirute nos anos 70, Yara Lapidus sempre navegou entre a moda e a música. Mas, acima de tudo, é o conceito de arte que a transcende. Passada pela Academia Libanesa de Belas Artes, a esposa do estilista Olivier Lapidus (ex Lanvin) começou em Paris como estilista, lançando edições limitadas chamadas Y da Yara, até 2010. Uma bela história de moda que infelizmente termina quando, após um erro em uma cirurgia, Yara perde o uso da mão esquerda. Forçada a desistir de sua apaixonada profissão, esta morena retorna aos seus primeiros amores: escrever e música. Para a secção A girl, a style, a Vogue Paris foi ao seu encontro para uma visita guiada ao seu apartamento parisiense, onde montou o seu estúdio, onde está a compor o seu 4º álbum.

Jornalista – Eugénie Trochu
Produtor – Mathias Holst
Diretor de fotografia – Etienne Baussan
Editora – Sofiana Pubill
Cabelo e maquiagem – Sergio Villafane
Editor-chefe – Jennifer Neyt

Concreto | Spring Summer 2021 | Full Show

Concreto | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Portugal Fashion) #PortugalFashion​

Nik Kershaw – From Cloudy Bay To Malibu
Robbie Redway – Modern Feeling

Luis Buchinho | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Luís Buchinho | Fall Winter 2021/2022 by Luís Miguel Ferreira Buchinho | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)

Novos iPads Pros devem sair em abril junto com atualização da linha de iPad mini

Além disso, espera-se que os tablets mais potentes da Apple cheguem com um processador similar ao M1, lançado em novembro passado para a família de Macs

iPad Pro é o modelo topo de linha da família de tablets da Apple




Apple planeja atualizar a maior parte da família de iPads em abril, informou a Bloomberg na quarta-feira 17. De acordo com o veículo, o iPad Pro, o iPad básico e o defasado iPad mini devem ter novidades anunciadas no próximo mês. A exceção é o iPad Air, que foi turbinado com tela infinita e leitor biométrico em outubro do ano passado e deve continuar intacto.

Os novos iPads Pros, atualizados pela última vez em março de 2020, deverão manter o mesmo design, mas receberão um novo processador, que com potência equivalente ao veloz M1, lançado no ano passado para substituir os chips Intel na família de Macs. O modelo maior do iPad Pro, de 12,9 polegadas, deve receber tela de mini LED, que oferece maior contraste nas imagens e tem menor possibilidade de burn-in, como pode acontecer com a tecnologia OLED ao deixar a tela ligada por muito tempo, quando os pixels queimam.

A Bloomberg informa que os novos iPads Pros podem receber uma porta de entrada Thunderbolt, desenhada pela Apple para ser mais rápida na transmissão de dados do que o USB-C que se vê na linha hoje. Atualmente, apenas os Macs têm entrada Thunderbolt para se conectar a monitores externos, discos rígidos e outros aparelhos periféricos. 

Além do modelo topo de linha, a Apple planeja atualizar os defasados iPads minis, que não recebem novidades desde 2019. O plano da fabricante americana é aumentar o tamanho das telas da sua menor linha de tablets, que hoje mede 7,9 polegadas. Já os iPads básicos devem ficar mais leves e finos, diz a Bloomberg, que conversou com fontes familiarizadas com o assunto.

YouTube vai notificar vídeos sobre direitos autorais antes da postagem

A empresa anunciou nesta semana a ferramenta Checks, que vai permitir que produtores de conteúdo saibam se os vídeos violam direitos autorais antes de serem publicados

O usuário vai ter acesso a uma tela de verificação que vai identificar partes do vídeo antes da publicação

YouTube anunciou na quarta-feira, 17, o lançamento de uma ferramenta para criadores de conteúdo que indica possíveis infrações de direitos autorais antes dos vídeos serem postados. Segundo a empresa, o recurso, chamado Checks, está disponível globalmente e usa um sistema automático de identificação de trechos nos conteúdos. A informação é do site americano The Verge e foi confirmada pelo Estadão

Com a ferramenta, a intenção é facilitar a interação dos canais com vídeos na plataforma. Muitos produtores de conteúdo utilizam trechos de programas de TV e música que podem esbarrar na legislação de direitos autorais e no limite que cada produtora coloca sobre o seu material. Quando esses vídeos são detectados no ar, muitas vezes são excluídos dos canais por violar esses direitos. 

O Checks quer evitar esse problema. Ao fazer o upload de um vídeo, o usuário vai ter acesso a uma tela de verificação, que vai identificar partes do vídeo que possam estar fora da conformidade. Segundo o YouTube, um sistema chamado Content ID, que já estava sendo utilizado pela empresa, é capaz de fazer essa “varredura” para mapear o conteúdo. Caso algum problema seja encontrado, o usuário será notificado nessa mesma tela, antes do vídeo ir ao ar. 

Além de facilitar o processo para os usuários, o YouTube também está olhando para seus recursos de monetização, uma vez que conteúdos que não são derrubados podem render desde a sua publicação. No caso de violação de direitos autorais, o valor vinculado ao vídeo pode ser retido pela produtora original. 

Em contato com a reportagem, o YouTube afirmou que o recurso já está disponível em todo o mundo desde o dia 16 de março. 

‘WandaVision’ confundiu até o elenco no início, diz atriz Teyonah Parris que faz agente Monica

Atriz afirma que se emocionou ao ingressar na produção da Marvel
LEIGH-ANN JACKSON

Teyonah Parris Diwang Valdez 15.fev.2021/The New York Times

THE NEW YORK TIMES – Se você teve dificuldades iniciais para entender o conceito de “WandaVision”, e seu retrato do pesar pós-Vingadores disfarçado em homenagem a sitcoms clássicas da televisão, saiba que não está sozinho.

Teyonah Parris, uma das estrelas que sugiram na série da Marvel, também teve dificuldade para se acomodar à história. A verdade é que ela não entendia, no começo. Nos preparativos para a audição em 2019, ela recebeu diálogos para decorar, mas não foi informada sobre o contexto da história ou sobre quem era sua personagem.

“Descobri que tinha conseguido o papel”, diz Parris, recordando sua empolgação inicial por estar se tornando parte do elenco da Marvel. “Mas qual era o papel? Eu não fazia ideia.”

Lançado em episódios semanais no serviço de streaming Disney+ –a primeira temporada se encerrou no dia 5 de março–, a série revela lentamente um mistério que gira em torno da feiticeira Wanda Maximoff (interpretada por Elizabeth Olsen) e o androide Vision (Paul Bettany), um casal de super-heróis que encontrou fim trágico no penúltimo filme dos Vingadores.

Agora reunido, o casal parece viver uma visão ligeiramente demente da felicidade caseira que caracterizava diversas séries famosas de TV –de trapalhadas em preto e branco que lembram “A Feiticeira” a cenas que rompem as convenções do humor televisivo tradicional e lembram séries modernas como “Modern Family”.

Em meio a todas as mudanças de canal da série –podemos defini-las assim–, vai se tornando cada vez mais claro que o ambiente idílico em que o casal, seus vizinhos e a personagem de Parris, Geraldine, vive, em um subúrbio de Nova Jersey, resulta de um feitiço lançado pela mente pesarosa de Wanda.

No mundo real, distante da imaginação da feiticeira, Geraldine na verdade é Monica Rambeau, uma agente de inteligência determinada a reconduzir Wanda à realidade. Ao longo do caminho, a lista de tarefas de Monica inclui: processar o fato de que ela e metade da população da Terra estão desaparecidos há cinco anos; lidar com a notícia de que sua mãe morreu nesse meio-tempo; passar por um campo de força sobrenatural capaz de alterar o DNA; e enfrentar uma segunda feiticeira, mais ameaçadora.

“Quando li o roteiro”, diz ela, “minha reação foi, OK, uau. Isso é louco, e maravilhoso, e… calma lá! Como é mesmo que funciona?” Parris, 33, estava no set em Atlanta, em uma pausa das filmagens de “They Cloned Tyrone”, uma nova série da Netflix.

Em conversa por vídeo no mês passado, ela tentou recordar os detalhes de sua iniciação na Marvel, mas teve de interromper a conversa algumas vezes para rememorar os detalhes. O truque, ela explica, era falar muito devagar para não deixar escapar qualquer segredo do Universo Cinematográfico Marvel, ou MCU, ao contrário do que outros atores já fizeram em entrevistas.

Mas ela admite considerável dose de paranoia (durante dois meses, por exemplo, achou que sua escalação para o elenco podia ser uma brincadeira de mau gosto, porque o nome dela não tinha sido anunciado), seguida por muitas lágrimas de alegria (ela caiu no choro ao ver seu rosto pela primeira vez em um cartaz no estúdio Disney).

“Sempre foi um sonho meu ser uma super-heróina da Marvel, diz. “Os fãs já tinham me escolhido para interpretar Monica Rambeau, no Twitter, anos atrás, e por isso já tinha pesquisado sobre a personagem.”

Aqueles que acompanham os detalhes do MCU reconhecerão a personagem Monica Rambeau do filme “Capitã Marvel” (2019), no qual Akira Akbar interpretava Monica quando criança, a filha precoce de Maria Rambeau (Lashana Lynch), melhor amiga da personagem-título.

Parris voltará a interpretar a versão adulta da personagem na continuação do filme, que deve sair em novembro de 2022. Nascida na Carolina do Sul, Parris estudou na Governor’s School for the Arts and Humanities, naquele estado, e depois na Juilliard School, incentivada por pais que apoiavam seu desejo de se tornar atriz.

Ela diz que seu pai e mãe instilaram nela “uma ingenuidade –uma abertura e crença em que qualquer coisa é possível”. “Sempre naveguei pela vida carregando isso no coração”, afirma.

Seu primeiro grande papel foi como Coco Conners, no filme “Dear White People” (2014), de Justin Simien. Depois de vê-la interpretar aquela personagem calculista e obcecada pelo sucesso social, Spike Lee a escalou para o papel principal de “Chi-Raq”, a adaptação de “Lisístrata” que ele dirigiu em 2015.

O currículo dela na TV inclui passagens por “Survivor’s Remorse” e “Empire”. Parris também teve uma participação recorrente na série “Mad Men”, da AMC –foi seu primeiro trabalho com Matt Shakman, o diretor de “WandaVision”. “O que vi naquele trabalho foi a mesma coisa que vi a cada dia em ‘WandaVision'”, disse Shakman, em referência à passagem de Parris pela quinta temporada de “Mad Men”.

“Teyonah combina brilhantemente planejamento e precisão, de um lado, e o instinto do momento, do outro. Ela domina comédia e drama com a mesma facilidade, dos momentos singelos ao desempenho físico forte.”

Ela exibiu postura, um humor rápido e um senso de força interior, nos seus papéis anteriores. Como Dawn Chambers, a orgulhosa secretária de Don Draper (Jon Hamm), ela desbravou território novo como a primeira empregada negra na agência de publicidade de “Mad Men”, Sterling Draper Cooper Pryce. Em “Survivor’s Remorse”, ela estrela como a cerebral (e arrivista) Missy Vaughn, a desbocada mulher de um agente de esportes.

Parris empresta a mesma graça e garra a Monica, mesmo quando está sendo arremessada pelo ar por forças místicas ou fazendo o parto dos miraculosos bebês gêmeos de Wanda no piso de uma sala de estar inspirada pela do seriado “The Brady Bunch”.

“Havia muitos requisitos a satisfazer neste papel”, diz Jac Schaeffer, criadora de “WandaVision”. “Precisávamos de uma atriz que pudesse incorporar o otimismo e a vitalidade da jovem Monica e ao mesmo tempo transmitir a profunda tristeza de uma mulher adulta que lamenta a morte da mãe –e além de tudo isso, ela precisaria ser parte do elenco de uma sitcom clássica”.

“Ela atingiu todas as notas dramáticas de uma mulher lançada ao seu pior pesadelo”, acrescenta Schaeffer. “Mas basta um mínimo sorriso e podemos vislumbrar a menininha travessa que ainda existe por baixo daquilo tudo.”

Ao se comparar a Monica, Parris diz que compartilha da ambição e da natureza audaciosa e intrépida da personagem. “Mas a curiosidade…”, acrescenta. “Sabe aquele momento em que ela vê o campo de força e decide tocá-lo, em vez de recuar? Não acho que eu compartilhe dessa curiosidade com ela.”

“Sou enxerida –quero saber o que está acontecendo”, diz. “Mas não quero saber a ponto de me aproximar de alguma coisa tão bizarra.”https://www.youtube.com/embed/fpSvKp_yIIw?enablejsapi=1

A despeito de sua confusão inicial sobre “WandaVision”, Parris se deixou atrair pela profundidade de Monica, diz, e pelo fato de que, apesar de ser um personagem secundário, ela é apresentada “como um ser humano completo, nuançado”.

“Ela está lá, por natureza, a fim de servir a uma história maior, a história de Wanda e Vision”, afirma Parris. “Mas eles realizaram um grande trabalho, em minha opinião, e conseguiram garantir que ela seja uma pessoa completa, com suas dificuldades e desejos”.

Parris se instruiu sobre os antecedentes de Monica lendo quadrinhos nos quais a personagem tinha participações importantes. Ela já tinha algum conhecimento sobre referências televisivas retrô, porque quando era criança assistia a muitos seriados antigos na sessão Nick at Nite do canal Nickelodeon. E tinha assistido a quase todos os filmes da Marvel.

“Sou a pessoa que vai porque tem vontade de ver as coisas voando, explodindo e brilhando”, diz ela sobre sua mania de ir ao cinema. Agora é ela que voa.

Depois do lançamento do revelador sétimo episódio, no qual Monica exibe os poderes que acaba de descobrir, fãs correram ao Twitter para elogiar sua primeira aterrisagem como super-heroína: um punho cerrado pousado com força no solo, olhos atentos e ferozes. Parris amou filmar a cena.

“Fiquei tão empolgada que acho que exagerei –ainda estou com uma dorzinha no quadril depois de fazer a cena”, diz Parris. “Eu deveria ter deixado a dublê fazer mais, mas queria muito atingir aquela postura.”

Levitação e olhos luminescentes à parte, é aquilo que Monica Rambeau personifica que mais comove a mulher que a interpreta. “Para mim o que importa realmente é a representação pela qual eu ansiava quando era jovem”, diz Parris, se referindo à falta de mulheres parecidas com ela na ficção científica, fantasia e histórias de super-heróis que consumia na infância.

“Quando você vê essas personagens que a fazem sentir poderosa, que a fazem sentir que tem a capacidade de fazer coisas que jamais imaginou, é importante ver diferentes raças e gêneros refletidos naquele espaço.”

Ela sorri ao recordar um elenco repleto de atores negros fazendo papéis de super-heróis, no cinema, em 2018. “Para mim, como adulta, ver ‘Pantera Negra’, aquele nível de empoderamento e de comunidade que senti –que todos sentimos!”, diz.

“Você sente ter sido visto –fico honrada e empolgada por levar isso adiante.” Monica Rambeau já tem um emoji como hashtag oficial no Twitter, que a mostra com sua pele marrom e cabelos crespos. Perguntada se estava preparada para ver sua figura reproduzida em bonecos de ação e fantasias de cosplay, Parris bateu palmas entusiasticamente para acompanhar sua resposta: “Estou pronta!”.

“Estou mais que pronta para ver bebês vestidos de Monica Rambeau no Halloween”, diz. “Meus sobrinhos e sobrinhas querem saber quando vão poder comprar suas fantasias.”

Embora perguntas sobre a filmagem da continuação de “Capitã Marvel” tenham sido respondidas com um seco “sem comentário”, Parris falou com mais liberdade sobre sua vontade de trabalhar de novo com Nia DaCosta, a diretora do filme.

As duas já trabalharam juntas em “A Lenda de Candyman”, uma refilmagem de terror produzida e roteirizada por Jordan Peele, que deve sair em agosto. Quando as filmagens desse trabalho terminaram, Parris não sabia que voltaria a colaborar com a diretora tão cedo.

“Trabalhar com Nia DaCosta, que vai ser a primeira diretora negra de um filme do MCU”, diz Parris, com um suspiro deliciado. “Estou realmente feliz por poder fazer parte de algo assim.”

Tradução de Paulo Migliacci

Um tour pela sede biofílica da Alza em Praga, República Tcheca

A empresa de comércio eletrônico Alza mudou recentemente para uma nova sede em Praga, República Tcheca, que eles próprios projetaram.

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Café

“Os funcionários agora têm uma área de mais de 10.000 metros quadrados que oferece um grande café para reuniões com outros colegas, um espaço verde cheio de plantas vivas e mesas compartilhadas e 42 espaços de reunião. Um deles está localizado dentro da van Saviem 1960 totalmente reconstruída. Para torná-lo funcional, os funcionários da Alza dedicaram dezenas de horas de seu tempo livre à sua restauração.

O espaço central, que acabará por ser utilizado para reuniões de grupos maiores de funcionários com uma apresentação massiva, é dominado por um café. Ele fornece um espaço para reuniões informais de funcionários e seus convidados. Graças às instalações preparadas, será possível fornecer uma gama mais ampla de lanches frios e quentes aqui, uma vez que a situação de pandemia melhore.

Muita energia foi também colocada na criação de vários espaços de cooperação, tanto salas de reuniões como locais de trabalho partilhados no espírito de coworking. Um segundo andar totalmente renovado oferece agora 27 novas salas de reuniões, cada uma delas decorada em um estilo diferente, incluindo o estilo zen ”, diz Jan Moudrik da Alza.

  • Location: Prague, Czech Republic
  • Date completed: 2021
  • Size: 10,000 square feet
  • Design: Jan Moudrik – in-house
  • Photos: Jiri Sebek
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Breakout space
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Lounge pods
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Meeting room
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Meeting room