Uma olhada no novo escritório da Ubisoft em Cingapura

A empresa de videogames Ubisoft contratou recentemente o estúdio de arquitetura e design de interiores SCA Design para projetar seu novo escritório em Cingapura.

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Café

“Os interiores dos escritórios da Ubisoft visam refletir o entusiasmo juvenil e a cultura dinâmica da empresa, levando a um conceito de design temático que reinterpreta de forma criativa os pontos culturais únicos de Cingapura em áreas zonais nas instalações do escritório.

Na entrada, um design de respingos de tinta em cores fortes e revigorantes acentuam a parede principal, junto com um decalque da paisagem de Cingapura para criar uma atmosfera animada. Os visuais atraentes são um ponto focal atraente que saúda os hóspedes na entrada e deixa uma impressão duradoura.

As salas de reuniões privadas receberam nomes de locais icônicos de Cingapura, como Arab Street, Botanic Gardens e Joo Chiat, e foram decoradas com características estéticas representativas dos respectivos locais. Por exemplo, o design da sala Joo Chiat foi inspirado na comunidade Peranakan da localidade, incorporando cadeiras de vime de malha, bem como motivos rústicos e nostálgicos de antigamente.

A despensa aberta serve como uma área de transição entre a entrada e as salas de reuniões, com letras de luz neon sobrepostas em um mural gráfico, imbuindo o espaço com uma vibração casual e animada. Sofás de estande de cores vivas que revestem a entrada do espaço do escritório principal acomodam discussões privadas, mas informais, enquanto cantos designados foram alocados para intervalos e brainstorming criativo. As disposições modulares dos assentos permitem a adaptabilidade nas áreas de colaboração do escritório, permitindo que o espaço seja configurado para várias finalidades, incluindo sessões de breakout.

Um destaque do escritório é a sala de jogos chamada * SCAPE, cujas paredes são adornadas com gráficos animados de temas da cultura pop que exalam vigor. Com o estilo de um playground para jogadores, a sala é caracterizada por uma paleta de cores monocromáticas e está equipada com um sistema de som impressionante para uma ótima experiência de teste e revisão de jogos, de acordo com o campo de experiência da empresa de videogame. ”

  • Location: Singapore
  • Date completed: March 2020
  • Size: 7,642 square feet
  • Design: SCA Design
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Café
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Corridor
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Corridor
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Meeting room
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Meeting room
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Lounge
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Meeting room

Chiara Boni La Petite Robe | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Chiara Boni La Petite Robe | Fall Winter 2021/2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p)

PorterEdit March 22nd, 2021 – Hannah Molter By Juliette Cassidy 

Fresh Take   —   PorterEdit March 22nd, 2021   —   www.net-a-porter.com

Photography: Juliette Cassidy Model: Hannah Molter Styling: Maya Zepinic Hair: Kei Terada Make-Up: Crystabel Riley Production: Rachael Evans  Art Direction: Phil Buckingham

Acne Studios | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Acne Studios | Fall Winter 2021/2022 by Jonny Johansson | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s) #FFLoved

Anton Flanders – Congestion Zone

Febre na pandemia, máscaras faciais viram sinônimo de autocuidado; saiba como escolher

Em gel, creme ou de tecido, têm ação instantânea, mas não substitutem o tratamento de pele
Karina Hollo

Máscaras para a pele têm efeitos variados Foto: Shutterstock


Ela é hit absoluto da quarentena. Pudera: usar máscara facial faz a gente se sentir cuidada e renovada, sem falar que é uma boa oportunidade de dar uma pausa na aflição e correria do dia a dia e dedicar um tempo para si mesma. Em creme ou descartáveis, são ótimas coadjuvantes do skincare, por trazerem ativos em concentração mais alta, prometendo “efeito Cinderela” imediato, iluminador, revitalizante, redutor de oleosidade do rosto ou lifting. “Existem versões indicadas para os dois tipos de queixas, tanto para acne, com ácidos lipossolúveis, como ácido salicílico, quanto para as rugas, com insumos ativos que tratam os aspectos do envelhecimento cutâneo, como o ácido hialurônico”, explica Karina Soeiro, mestre em Ciências Farmacêuticas pela USP e farmacêutica.

No calor, vale investir em ativos que hidratem, refresquem e acalmem a cútis. “Procure por alantoína, que minimiza a irritação e proporciona sensação geladinha durante a aplicação”, sugere a dermatologista Luciana Garbelini, de São Paulo. Há opções de papel e de tecido com propostas diversas. Os ativos podem ser secativos, clareadores ou hidratantes. A diferença é a forma de entrega do produto. Mas, vale ressaltar, não existem milagres. “Não podemos atribuir a elas o poder de resolução de problemas na pele”, observa Karina. Também não significa que os outros cosméticos da rotina diária possam ser eliminados. “Elas não são tratamento”, frisa a dermatologista Ana Paula Fucci, do Rio de Janeiro.

Versões que hidratam profundamente não são indicadas para pessoas de pele oleosa. Já quem tem pele sensível não deve utilizar as secativas. Para recebê-las, o rosto tem que estar limpo e a frequência é relativa. “Algumas são de uso quinzenal; outras, a recomendação é aplicar até duas vezes por semana”, diz Karina.

Com tanta variedade, é importante saber qual escolher. “As de tecido lembram o material dos lenços umedecidos. Atuam melhor quando aplicadas em pele limpa e seca. Isso garante a máxima absorção de seus ativos. E a oclusão gerada pelo tecido permite que os nutrientes penetrem melhor”, explica Luciana. Já a máscara peel off tem consistência em gel e seus efeitos acontecem à medida em que o produto vai secando. Finalmente, as versões em creme, mais convencionais, podem refrescar, hidratar, tonificar, ter ação antioxidante, nutrir e reparar a pele.

Agora é só selecionar a sua preferida.

Clubhouse: um exagero ou criador de tendências?

Alexandra Avelar*

Alexandra Avelar

Hoje, o Clubhouse possui cerca de 2 milhões de usuários ativos por semana, com muitas pessoas ainda esperando para receber um convite. É, sem dúvida, o app do momento e também um dos assuntos mais comentados. Além disso, as aparições de Elon Musk e Mark Zuckerberg o impulsionaram para os holofotes nas últimas semanas. Mas, da mesma forma como muitas pessoas se aglomeram para participar de bate-papos, também houve feedback de que o aplicativo pode ser um bandido do tempo, com os usuários passando horas ouvindo conversas até encontrarem uma boa fonte de informação. Mas o que há de tão quente no Clubhouse?

Essencialmente, o aplicativo está dando às pessoas acesso a conversas estimulantes em um momento em que a pandemia global forçou muitos de nós ao distanciamento. Ele está também, e isso é algo bastante único, democratizando o acesso a líderes inspiradores, celebridades e educação. Onde mais os usuários podem conversar com conhecidos investidores-anjos do Vale do Silício, ouvir magnatas da música e falar com o CEO de uma empresa listada na Fortune 500?

Então, o que a ascensão do Clubhouse significa para os profissionais de marketing? Com base no que sabemos sobre o aplicativo, podemos ver possibilidades infinitas para os especialistas em marketing alcançarem e segmentarem públicos com conteúdo relevante. Da mesma forma que os profissionais da área alavancam nano e microinfluenciadores para alcançar e se envolver com um público em um tópico específico, como maquiagem ou condicionamento físico, as salas do Clubhouse podem servir ao mesmo propósito.

Outro aspecto do app que deve torná-lo atraente para os profissionais de marketing é o contato direto que ele oferece com o público. Agora, mais do que nunca, os consumidores esperam que as marcas sejam autênticas, acessíveis e confiáveis. As empresas que se abrem para o formato interativo do Clubhouse provavelmente ganharão pontos na aposta de credibilidade com seus clientes e consumidores em potencial.

Por fim, o Clubhouse oferece às companhias a oportunidade de apresentar seus conhecimentos. Por exemplo, se você é uma empresa como a Nike, deseja que seus clientes saibam que você tem experiência em entender o que um corredor precisa encontrar em um tênis de corrida de alto desempenho, as salas de bate-papo do aplicativo podem fornecer o ambiente perfeito para mostrar essa experiência e construir credibilidade.

A plataforma claramente tem potencial para ser uma ferramenta poderosa para os profissionais de marketing, mas no mundo digital o sucesso tem seu preço. Com cerca de 2 milhões de usuários ativos por semana, o alcance direto do Clubhouse é pequeno se comparado com as plataformas de mídia social já estabelecidas. Uma coisa é certa, entretanto, quando o Clubhouse decidir se tornar mainstream e se abrir para usuários e anunciantes, ele enfrentará os mesmos desafios que as outras plataformas de mídia social – moderação de conteúdo e poluição digital. O Facebook e o Twitter há muito enfrentam os desafios de verificar o que é postado, empregando uma mistura de tecnologia e mão de obra para resolver o problema. Mas o que os usuários do Clubhouse sentirão quando a plataforma perder seu apelo bruto e não filtrado? E como a ferramenta irá moderar o conteúdo de áudio? A plataforma fez uma postagem sobre moderação da comunidade, o que é, sem dúvida, um bom começo. No entanto, a orientação nesse ponto parece depender muito de indivíduos se comportando bem e seguindo as diretrizes estabelecidas, e menos da tecnologia para ajudá-los a gerenciar a moderação em escala.

Os membros do Clubhouse relatam conversas com líderes empresariais, líderes de pensamento, influenciadores e celebridades. Eles falam de discussões sobre tudo, desde música e filosofia até o stand up comedy, com pitadas de outros assuntos. Onde mais os usuários podem ter essa experiência hoje? A resposta é em lugar nenhum. Mas, como acontece com qualquer aplicativo de mídia social, o sucesso a longo prazo dependerá da sua capacidade de atrair e reter usuários e de se expandir enquanto oferece algo único. Hoje a plataforma é exclusiva, o que adiciona um elemento de desejo e mistério, mas onde estarão os usuários quando a oferta do Twitter Spaces for lançada e se o Facebook decidir lançar um formato competitivo?

*Alexandra Avelar é country manager da Socialbakers no Brasil, empresa líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais

Victoria Beckham | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Victoria Beckham | Fall Winter 2021/2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – LFW/London Fashion Week)

Jeff Dale – I Needed You

Brasileiro André Magozo, criador da Fab Homes lucra com casas de alto padrão no Vale do Silício

Ideia de André Magozo, de 42 anos, era apenas se estabelecer no país, mas acabou criando a Fab Homes, empresa que faz casas modulares e sustentáveis avaliadas em alguns milhões de dólares
Renée Pereira, O Estado de S.Paulo

André Magozo é o criador da Fab Homes, empresa que faz casas modulares e sustentáveis no Vale do Silício. Foto: Arquivo Pessoal

A vida profissional do administrador de empresas André Magozo, de 42 anos, estava indo bem em São Paulo quando sua mulher recebeu um convite para comandar a área de inteligência artificial do Google, nos Estados Unidos. Naquele momento, o executivo tinha dupla jornada numa empresa de private equity e na companhia da família, no setor imobiliário. Apesar disso, ele não titubeou para embarcar na experiência da esposa em terras estrangeiras.

A ideia era se estabelecer no país, organizar a vida por lá e, no futuro, pensar em um novo negócio. Mas, durante as andanças e dificuldades para conseguir uma boa casa para morar, ele viu a oportunidade de explorar o mercado imobiliário americano. Em menos de um ano, ele criou a Fab Homes – uma empresa que faz casas modulares e sustentáveis em Palo Alto, no Vale do Silício. São imóveis desenhados para o estilo de vida e poder aquisitivo dos profissionais locais, e custam alguns milhões de dólares.

“Decidi trazer a arquitetura brasileira para cá em casas pré-fabricadas de luxo e sustentáveis”, diz Magozo. O negócio consiste em comprar terrenos ou casas pequenas e transformá-las em residências luxuosas capazes de atrair os endinheirados do Vale do Silício. A casa adquirida passa por um processo de desconstrução, em que todos os materiais retirados têm alguma destinação, como o concreto, portas, janelas e madeira. Tudo é reaproveitado.

O imóvel novo é construído, em peças, a 350 km de Palo Alto e depois montado no local. “É como um lego, com peças de encaixe”, explica o empresário.

No primeiro negócio, o executivo comprou uma casa de US$ 1,2 milhão, reformou e vendeu por US$ 1,6 milhão; na segunda, comprou por US$ 1,4 milhão e vendeu por US$ 3,5 milhões, em 25 dias.

Magozo usou todas as economias para iniciar o projeto, mas hoje já conta com a parceria de investidores, sobretudo de brasileiros. Com a taxa Selic no atual patamar (subiu para 2,75% ao ano na semana passada), muita gente está em busca de alternativas rentáveis para colocar o dinheiro, incluindo negócios fora do País. Além do capital próprio, ele conseguiu captar R$ 11 milhões – sendo que parte desse valor vem do Brasil. O atrativo está nas elevadas taxas de retorno, entre 10% e 15% ao ano, em dólar.

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Casa construída pela Fab Homes em Palo Alto, no Vale do Silício, e vendida por US$ 3,5 milhões. Foto: Fab Homes/Divulgação

Para cada projeto é criado uma espécie de Sociedade de Propósito Específico (SPE), em que os parceiros compram cotas. Por enquanto, ele só trabalha com investidores profissionais, que investem valores maiores. Por isso, não precisa de aprovação dos órgãos de controle, como a SEC – a CVM americana. “Queremos ser uma referência na Califórnia, para investidores que gostam da segurança do investimento em imóveis e procuram diversificar o risco ao real. Com a desvalorização do real de mais de 30% este ano, esse interesse aumentou muito em 2020”, diz Magozo.

Em dois anos de operação, a Fab Homes alcançou R$ 28 milhões de faturamento. Para 2022, a previsão é chegar a R$ 104,5 milhões. Esses números estão baseados nos próximos projetos da empresa. Um deles é o de uma casa comprada por US$ 3 milhões e que o executivo espera vender por entre US$ 8 milhões e US$ 9 milhões. O projeto tem assinatura do Studio Arthur Casas, autor do Hotel Emiliano, no Rio de Janeiro; do Four Seasons Private Residences, em São Paulo; e das lojas H.Stern de Nova York e Tel Aviv.

O outro projeto é um condomínio de 10 residências premium, cujo valor geral de vendas (VGV) deve ser de R$ 11 milhões. O empreendimento está localizado em East Palo Alto, próximo às sedes do Facebook e Google. Um dos diferenciais dos empreendimentos da Fab Homes é o uso de materiais e procedimentos sustentáveis, que inclui desde a identificação das áreas até a entrega das chaves. Segundo a empresa, a partir da análise de dados, é possível combinar eficiência industrial à montagem customizada do terreno, reduzindo o desperdício de materiais.

Fab Homes
Projeto residencial da Fab Homes com assinatura do escritório do arquiteto brasileiro Arthur Casas. Foto: Fab Homes/Divulgação

Yves Saint Laurent | Fall Winter 2011/2012 | Full Show

Yves Saint Laurent| Fall Winter 2011/2012 by Stefano Pilati | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video – PFW/Paris Fashion Week Women’s) #Throwback