Pelle Lannefors for Harper’s Bazaar Ukraine with Yumi Lambert

Photographer: Pelle Lannefors at SCHIERKE Artists. Fashion Stylist: Maria Barsoum. Hair Stylist: Sofie Begtrup. Makeup Artist: Josefina Zarmén. Casting: Tess von Hofsten. Model: Yumi Lambert.

No centenário de Cacilda Becker, dossiê traz fotografias inéditas, vídeos e depoimentos

Homenagens à atriz que morreu no palco em 1969 serão, por enquanto, pelos meios digitais
Maria Eugênia de Menezes – Estadão

Cacilda Becker
A atriz Cacilda Becker abraçada ao marido, o ator, diretor e produtor Walmor Chagas Foto: Acervo Estadão

Foi uma morte teatral. Carregada do palco depois de ter um aneurisma em cena, Cacilda Becker (1921-1969) ainda vestia os trajes do clown Estragon, quando foi levada ao Hospital São Luiz, em São Paulo. Dizia-se que a montagem de Esperando Godot, que ela apresentava naquele ano de 1969, era o ponto máximo de uma carreira brilhante. O Brasil vivia sufocado pelo AI-5. O casamento com Walmor Chagas havia chegado ao fim, mas ela, ainda apaixonadíssima, contracenava com ele na peça de Samuel Beckett. 

Tinha apenas 48 anos. Nesse curto tempo, atuou em cerca de 70 peças. O suficiente para que se tornasse estrela máxima do teatro nacional. “A nossa maior artista”, sentenciou Alfredo Mesquita, fundador da Escola de Arte Dramática. A ponto de Drummond ter considerado mudar a gramática por sua causa. “Morreram Cacilda Becker”, escreveu. “Era uma pessoa e era um teatro. Morreram mil Cacildas em Cacilda.” A menina de Pirassununga, que encantou o País com o porte altivo, o rosto anguloso e a voz musical, faria cem anos nesta terça, 6. 

Esteve em apenas dois filmes: Luz dos Meus Olhos (1947) e Floradas na Serra (1954). Na época das mocinhas de Hollywood, “fui considerada pessoa não feita para o cinema, antifotogênica”, dizia. Daí que boa parte de seu talento pode ser intuída hoje somente pelas fotografias de suas encenações. Verdade que a atriz teve a sorte de ser retratada por fotógrafos da qualidade de Fredi Kleemann. Mas não deixam de ser imagens estáticas e silentes – o exato oposto do que é o teatro – que nos oferecem não mais do que um vislumbre de sua personalidade singular. 

Outra possibilidade para reconstituir um pouco do que foi Cacilda é ouvir e ler aqueles que – invariavelmente estupefatos – tiveram a chance de vê-la em cena. No livro em que contam a história do teatro de São Paulo, Sábato Magaldi e Maria Thereza Vargas tentam dar conta da sua magnitude: “Cacilda impressionava pela sinceridade, pela funda emoção alcançada com os meios mais simples e diretos. Impossível ver no palco maior magnetismo e vibração do que em Cacilda. Um verdadeiro feixe de nervos, ela deixava transparecer uma lúcida e dolorida experiência de vida”.

O percurso da intérprete teve batalhas, drama e lances de heroísmo. Quando seus pais se separaram, as irmãs Becker Yáconis eram ainda muito crianças. Ao lado da mãe, mudaram-se para a casa dos avós religiosos. Em seu depoimento para o Museu da Imagem e do Som, em 1967, a atriz resumia assim a infância: “Nós sofríamos muito. Todos os sofrimentos. Era uma vida cheia de mentiras e que anteciparam meu amadurecimento (…), os crentes protestantes, a escola dominical e o lanche de domingo. O amanhecer de vovô e vovó lendo em voz alta, à mesa do café, os capítulos da Bíblia, o pecado”.

Ainda criança, enfrentou o avô para fazer sua estreia no teatro Polytheama de Pirassununga. Ela mesma havia concebido coreografia e fantasia da história de uma lagarta que se transforma em borboleta. Ainda no colégio, a normalista ouviu pela primeira vez falar em Isadora Duncan – a bailarina norte-americana considerada a precursora da dança moderna. Já morava em Santos nessa época, e fazia das praias o cenário para seus primeiros passos de balé. Miroel Silveira foi o primeiro a perceber seu talento e lhe descortinar um mundo novo. 

Sem ter condições de seguir carreira como bailarina profissional, descobriu o teatro – que lhe oferecia um meio de subsistência – no Rio de Janeiro. O rádio também foi um alento nesse período. O ponto de inflexão é o encontro com Zbigniew Ziembinski. O diretor polonês, que inaugurara a modernidade do teatro no Brasil com sua revolucionária montagem de Vestido de Noiva, ofereceu a Cacilda em termos práticos, um aprofundamento das lições intelectuais que tivera com Décio de Almeida Prado. 

Em 1948, a abertura de um teatro no bairro do Bexiga, em São Paulo, mudaria outra vez seu destino. A entrada no Teatro Brasileiro de Comédia inaugurava um tempo de alguma estabilidade, com salário fixo, e muitas descobertas. O trabalho era intenso e os diretores – Adolfo Celi, Ruggero Jacobi, Maurice Vaneau –, de perfis e formações diversas. 

Foi depois desse período de aprendizado que abriu a sua própria companhia: o Teatro Cacilda Becker reunia Ziembinski, Cleyde Yáconis, sua irmã, Walmor Chagas, e contou com a participação de outros diretores, como Gianni Ratto e Antonio Abujamra. Ali, sentia-se livre para fazer suas escolhas em montagens como Auto da Compadecida (1959).

Caracterizada como um frágil e solitário menino, Cacilda parecia ter atingido certo paroxismo em Pega Fogo (1950). Eram tais a complexidade e a sutileza com a qual construíra aquele débil personagem. Como imaginar algo além daquilo em termos de representação? Mas, em Esperando Godot, dirigida por Flávio Rangel, foi ainda mais longe. Movida por uma inesgotável curiosidade, sabe-se lá o que teria alcançado se a vida lhe tivesse dado mais tempo.

Itaú Cultural exibe fotos e vídeos online

No centenário de nascimento de Cacilda Becker, os teatros estarão fechados. A situação é certamente pouco propícia para se comemorar o aniversário daquela que disse: “todos os teatros são o meu teatro”. Mas será possível marcar a efeméride com algumas ações virtuais. Em seu site, o Itaú Cultural prepara um dossiê especial sobre a artista. O pacote inclui fotografias inéditas, vídeos, além de depoimentos nos quais artistas e familiares relembram sua trajetória. 

“Foi ela quem cunhou a expressão classe teatral”, conta o diretor José Celso Martinez Côrrea em um dos depoimentos, lembrando que a atriz também esteve à frente da Comissão Estadual de Teatro e enfrentou as ações de repressão da ditadura militar. Sua atuação por um teatro livre, aliás, não se deu apenas após 1964. Antes disso, reuniu a classe para enfrentar a censura imposta à montagem de Boca de Ouro, pela Companhia Brasileira de Comédia e para defender a atriz Nydia Licia, ameaçada de perder seu teatro, em 1960. 

Zé Celso reúne reminiscências a respeito de Cacilda não apenas por ter conhecido e convivido com ela, mas por ser um apaixonado pela trajetória da grande diva do teatro brasileiro. Em 1998, montou Cacilda!, espetáculo livremente inspirado na biografia da atriz. A peça, uma das grandes realizações do Oficina, mereceu sequências nos anos seguintes. É um pouco em torno dessa pesquisa de Zé Celso que se organiza o material do Itaú Cultural, que traz dez entrevistas. Além do encenador, foram ouvidas as intérpretes que viveram Cacilda em cena, como Bete Coelho, Leona Cavalli e Camila Mota. 

A partir do texto do diretor do teatro Oficina, surgiu ainda Viva Cacilda! Felicidade Guerreira, monólogo que Lenise Pinheiro dirigiu recentemente, tendo Isabela Lemos como protagonista. Ambas falam sobre a influência da grande atriz para as artistas que a sucederam. 

Neto de Cacilda, Guilherme Becker é responsável pela guarda de seu acervo e compartilha com o público curiosidades. “Ela era magérrima, de pernas muito finas, o que fez com que alguns a chamassem de ‘Palafita do Teatro’. Mais tarde, já aplaudida nos palcos, lançava moda com seu elã.” Também surgem imagens até agora inéditas dos ensaios de Esperando Godot, último espetáculo de Cacilda, feitas pelo fotógrafo Amancio Chiodi, em 1969.

Floating Islands – Kiran and Yassine at Premier and Will at Menace photographed by Michiel Meewis

Kiran and Yassine at Premier and Will at Menace photographed by Michiel Meewis and styled by Keeley Dawson, for the “FOOD” issue of Fucking Young! magazine.

Discover the recipe of les Îles Flottantes and many others at the FW21 “FOOD” issue of Fucking Young! available HERE!

Set Designer: Fabrizio Panella
Make-up: Lucy Wearing using Kevyn Aucoin beauty
Hair: Oskar Pera (David Artists) using Evo Hair
Assistant Photographer: Charlie Rayner
Assistants Stylist: Rakeem Phillips & Corada Wilson
Thanks to: Harley David & Patrick Egbon Marshall

Loki | Marvel Studios | Trailer Oficial Legendado | Disney+

Confira o novo trailer de #Loki​ da Marvel Studios. Série original com estreia exclusiva em 11 de junho.

Marvel divulgou um novo trailer de Loki, próxima série do estúdio no streaming Disney+. A prévia mostra que o Deus da Trapaça mexeu com o tempo ao roubar o Tesseract em Vingadores: Ultimato e agora vai precisar ajudar a “arrumar” a realidade. 

Com estreia marcada para 11 de junhoLoki revelará o que aconteceu com o personagem após os eventos de Vingadores: Ultimato. Além de Hiddleston, Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di Martino Richard E. Grant também estão no elenco da série.

LG anuncia fim da produção de celulares em todo o mundo

Terceira maior fabricante do País, a empresa sul-coreana tem Taubaté (SP), com cerca de mil trabalhadores, sendo 400 deles dedicados à fabricação de smartphones
Por Bruno Romani e Guilherme Guerra – O Estado de S.Paulo

LG deverá focar em outros negócios, como baterias e peças para o setor automotivo; destino no País é incerto

A fabricante sul-coreana LG anunciou nesta segunda-feira, 5, que irá abandonar a produção de celulares em todo o mundo, alegando prejuízos acumulados da ordem de US$ 4,1 bilhões ao longo de 23 trimestres consecutivos até o fim do ano passado. A notícia já era esperada pelo mercado, que desde janeiro aguarda o anúncio da empresa.

“Depois de avaliar todas as possibilidades para o futuro do nosso negócio de celulares, o Headquarter Global decidiu por fechar esta divisão a fim de fortalecer sua competitividade futura por meio de seleção e foco estratégico”, afirma a LG Brasil em declaração à imprensa. A empresa continuará a atuar nos segmentos de televisores e monitores, produtos de áudio, eletrodomésticos e soluções telas corporativas.

Segundo apurado pelo Estadão com fontes do mercado, a marca no País ampliou a fatia no mercado de smartphones e totalizou 12%, atrás apenas da Samsung e Motorola, líderes no segmento. As fontes esperam que outras participantes abocanhem a fatia da LG e cresçam em participação neste ano, sem haver uma redução do mercado. Marcas menores, como Asus, TCL e Positivo, podem se beneficiar nesse movimento.

Como consequência da desistência da LG, toda a linha de lançamentos de novos smartphones da casa, incluindo o modelo dobrável LG Rollable, deve ser interrompida e não chegará às prateleiras das lojas. Outros negócios mundiais da empresa, como baterias e componentes automotivos, deverão ser o foco e devem absorver os trabalhadores da divisão de smartphones para que não sejam demitidos.

No Brasil, no entanto, o cenário é incerto. Produtora de monitores e celulares, a fábrica da LG no País, localizada em Taubaté (SP), abriga cerca de mil funcionários, sendo 400 deles trabalhadores diretos na produção que está sendo encerrada, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau).

Devido aos rumores de que a sul-coreana fecharia a divisão de celulares, os trabalhadores brasileiros decretaram “estado de greve” em 26 de março para pressionar a fábrica sobre o futuro da instalação — “estado de greve” não é a paralisação dos trabalhos, e sim “um alerta”, explicou o sindicato ao Estadão. O Sindmetau tem reunião marcada com a LG na próxima terça-feira, 6. 

Histórico

Apesar de ser a terceira maior fabricante de smartphones no País, a LG vem encolhendo ano a ano no mercado mundial. Nos mercados americano e sul-coreano, por exemplo, a companhia ocupou 1% da fatia em 2020. Atualmente, os cinco principais fabricantes do mundo são Samsung, AppleHuaweiXiaomi e Oppo, segundo dados da consultoria Gartner.  

A saída da LG do segmento de smartphones encerra também o período em que gigantes dos eletrônicos brigaram por esse mercado. Com exceção da rival Samsung, todos os nomes que disputaram espaço no mundo dos celulares pós-iPhone deixaram de existir. A Nokia e a BlackBerry derreteram até perder importância. No mês passado, a Sony abandonou a maioria dos mercados. A Motorola foi vendida para o Google em 2012 e, posteriormente, para a chinesa Lenovo, o que permitiu uma intervenção que garantiu a sobrevivência e relevância da marca. 

Apesar de seus aparelhos não serem tão marcantes como de alguns concorrentes, a LG fincou o seu nome na história da telefonia celular: a empresa foi a primeira a lançar um smartphone com tela sensível ao toque, antes mesmo do iPhone. Em dezembro de 2006, a fabricante sul-coreana lançou o LG Prada – o iPhone só foi anunciado um mês depois. Porém, o aparelho criado  em parceria com a grife de luxo não trazia a opção de gestos “multi touch”, inovação que a Apple apresentou para permitir a possibilidade de “pinçar” materiais com os dedos. Assim, o Prada rapidamente foi engolido pela história e caiu no esquecimento.  

Com a chegada do iPhone, o mercado de celulares dividiu-se entre a nova categoria de smartphones (mais cara) e modelos mais antigos, que apostavam em formatos híbridos de touchscreen, canetas Stylus e teclados físicos em padrão QWERTY. Esse é o caso da linha LG Chocolate, que, em 2006, trazia o modelo de deslize (“slide in”) para separar a tela e revelar um teclado mecânico completo. Em 2009, o sucessor LG New Chocolate veio com maior altura, mais estreito e totalmente sensível ao toque, similar aos concorrentes recém-lançados.

Já a família LG Optimus, de 2010, tentou fisgar consumidores que buscavam pela primeira vez um smartphone, com câmera com até incríveis 1.080p (para a época, claro) e sistema operacional Android. A continuação dessa família levou a chips mais poderosos, com a inclusão dos processadores da Qualcomm, como o Snapdragon S4 Pro, com quatro núcleos. 

Em 2012, a LG ficou responsável por fabricar os aparelhos da linha Nexus, telefones que levavam a marca do Google e serviam como uma espécie de vitrine da gigante das buscas para aquilo que ela imaginava para o Android. Depois de escolher fabricantes como a HTC e Samsung, o Google escolheu a LG para o Nexus 4 e o Nexus 5. O aparelho nasceu para se tornar um dos mais populares da empresa, reunindo em um só pacote tudo o que a companhia já vinha fazendo desde então. Era totalmente touchscreen, vinha turbinado com o sistema Android, trazia câmera de 1080p com gravação de 30 quadros por segundo (fps, em inglês) e tela de 4,95 polegadas. O nexus 5 chegou a ser vendido no Brasil, mas não fez sucesso. 

Em 2016, a LG experimentou com a ideia de celulares modulares, que permitia o encaixe simples de peças, como bateria e caixas de som, para melhorar e atualizar a experiência com aparelho. Embora elogiada pela crítica, a novidade foi pouco adotada pelos consumidores.

Mais recentemente, em outubro de 2018, o LG V40 ThinQ acompanhou as novidades do mercado: similar ao iPhone X, trouxe um entalhe na tela, muito mais discreto que o concorrente da Apple (já que não inseriu um leitor de reconhecimento facial), continuou a usar chips da Qualcomm (o Snapdragon 845), bateria de 3.300 mAh e tela de 6,4 polegadas. Ele apostava bastante também em inteligência artificial na câmera. O “pecado” dele era que não se destacava entre os concorrentes.

Apesar dos lançamentos de celulares topo de linha, a LG dedicou os últimos anos nas categorias de celulares intermediários e básicos. A escolha ajudou na popularização de smartphones pelo Brasil, mas, com a evolução do consumidor brasileiro para produtos mais sofisticados, a empresa começou a perder apelo e espaço. Nesse período de transformação, celulares básicos começaram a perder território para intermediários avançados, uma categoria na qual a LG não conseguia mais disputar espaço com Samsung, Motorola e a chinesa Xiaomi. 

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James Taylor – Sweet Revival
George Georgia – Premonitions

‘Os 7 de Chicago’, Chadwick Boseman e Viola Davis vencem o SAG Awards 2021

A premiação é considerada um indicador mais confiável das possibilidades de vitória no Oscar
AFP

Chadwick Boseman e Viola Davis estão no filme ‘A Voz Suprema do Blues’ Foto: Netflix

Os 7 de Chicago, de Aaron Sorkin, venceu no domingo a categoria de melhor elenco e Chadwick Boseman recebeu a título póstumo o prêmio de melhor ator no SAG Awards, a premiação do sindicato de atores dos Estados Unidos, uma boa indicação para o Oscar.

“Nós precisamos de líderes para nos guiar na direção de nos odiarmos menos”, disse Frank Langella, que interpreta um juiz racista no drama judicial centrado na repressão dos protestos contra a guerra do Vietnã.

“Temos uma dívida de agradecimento às vozes dos 7 de Chicago“, completou, em referência aos sete acusados no julgamento de 1969, durante a cerimônia pré-gravada e que durou apenas uma hora devido à pandemia de covid-19.

Chadwick Boseman, protagonista de Pantera Negra, falecido no ano passado aos 43 anos vítima de câncer, venceu na categoria de melhor ator por A Voz Suprema do Blues, um drama ambientado na Chicago dos anos 20.

Boseman também está indicado ao Oscar de melhor ator. Apenas dois atores venceram o prêmio da Academia a título póstumo: Peter Finch, por Rede de Intrigas (1976), de Sidney Lumet, e Heath Ledger, por Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan.

Boseman também está indicado ao Oscar de melhor ator. Apenas dois atores venceram o prêmio da Academia a título póstumo: Peter Finch, por Rede de Intrigas (1976), de Sidney Lumet, e Heath Ledger, por Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan.

Viola Davis venceu o SAG entre as atrizes, também por A Voz Suprema do Blues.

A premiação do SAG é considerada um indicador mais confiável das possibilidades de vitória no Oscar, pois os atores constituem o maior grupo de eleitores na Academia. 

A cerimônia do Oscar está prevista para 25 de abril.

Veja os premiados do SAG Awards 2021:

Cinema

Melhor elenco:

Destacamento Blood

A voz suprema do blues

Minari

Uma noite em Miami…

Os 7 de Chicago

Melhor ator:

Riz Ahmed – O som do silêncio

Chadwick Boseman – A Voz Suprema do Blues

Anthony Hopkins – Meu pai

Gary Oldman – Mank

Steven Yeun – Minari

Melhor atriz:

Amy Adams – Era uma Vez um Sonho

Viola Davis – A Voz Suprema do Blues

Vanessa Kirby – Pieces of a Woman

Frances McDormand – Nomadland

Carey Mulligan – Bela vingança

Melhor ator coadjuvante:

Sacha Baron Cohen – Os sete de Chicago

Chadwick Boseman – Destacamento Blood

Daniel Kaluuya – Judas e o Messias Negro

Jared Leto – Os pequenos vestígios

Leslie Odom Jr – Uma Noite em Miami…

Melhor atriz coadjuvante:

Maria Bakalova – Borat: Fita de cinema seguinte

Glenn Close – Era uma vez um sonho

Olivia Colman – Meu pai

Youn Yuh-Jung – Minari

Helena Zengel – News of the World

Televisão

Melhor ator em filme ou minissérie:

Bill Camp – Gambito da Rainha

Daveed Diggs – Hamilton

Hugh Grant – The Undoing

Ethan Hawke – The Good Lord Bird

Mark Ruffalo – I Know This Much Is True

Melhor atriz em filme ou minissérie:

Cate Blanchett – Mrs. America

Michaela Coel – I May Destroy You

Nicole Kidman – The Undoing

Anya Taylor-Joy – Gambito da Rainha

Kerry Washington – Little Fires Everywhere

Melhor atriz em série de drama:

Gillian Anderson – The Crown

Olivia Colman – The Crown

Emma Corrin – The Crown

Julia Garner – Ozark

Laura Linney – Ozark

Melhor ator em série de drama:

Jason Bateman – Ozark

Sterling K. Brown – This Is Us

Josh OConnor – The Crown

Bob Odenkirk – Better Call Saul

Regé-Jean Page – Bridgerton

Melhor atriz em série de comédia:

Christina Applegate – Dead to Me

Linda Cardellini – Dead to Me

Kaley Cuoco – The Flight Attendant

Annie Murphy – Schitts Creek

Catherine O’Hara – Schitt’s Creek

Melhor ator em série de comédia:

Nicholas Hoult – The Great

Daniel Levy – Schitts Creek

Eugene Levy – Schitts Creek

Jason Sudeikis – Ted Lasso

Ramy Youssef – Ramy

Melhor elenco em série de drama

Better Call Saul

Bridgerton

The Crown

Lovecraft Country

Ozark

Melhor elenco em série de comédia

Dead to Me

The Flight Attendant

The Great

Schitt’s Creek

Ted Lasso

Mayara Russi confirmada em “Verdades Secretas 2”

Mayara Russi
E! Divulgação

A top plus size Mayara Russi, agenciada da Rock MGT de Clovis Pessoa, está confirmada para  “Verdades Secretas 2”.  A bela que atua há 15 ano como modelo alça novos voos e faz sua estreia como atriz. Escalada para viver a personagem Vitória, uma modelo plus size bem-sucedida na carreira ela viverá na telinha uma rotina que ela conhece e muito bem, mas com muitas tramas e suspense.

 “Estou muito feliz com essa oportunidade, sempre quis atuar e esse papel é um presente, só tenho a agradecer, principalmente ao Guilherme Gobby, @amoramautner e ao @walcyrcarrasco que confiaram no meu trabalho e me deram essa oportunidade” comenta Mayara.

O nome da personagem combina perfeitamente com a trajetória de Mayara: Vitória. Além de um nome lindo, a palavra define os 15 anos de carreira da Mayara, uma estrada profissional repleta de vitórias, que é claro contou com várias adversidades, mas também com muitas conquistas.

“Em 15 anos de carreira sempre busquei levar aos meus seguidores uma mensagem positiva de aceitação, sempre levantando bandeiras importantes como a do #Bodypositiv. Com essa oportunidade incrível, quero cada vez mais destacar a importância do mercado plus size e quanto sua profissionalização traz frutos positivos” finaliza.

Sobre Mayara Russi

Mayara Russi, agenciada pela Rock MGT de Clovis Pessoa,  é modelo desde 2004. Mãe do Rafa (13) e da Sofia (7), Mayara trabalhou para marcas como “quem disse, berenice?” e Banco Santander, além de Elseve RT5, Vult, Sebastian, Tjama e Itaú. Mayara é uma das pioneiras do mercado a estrelar campanhas que não se restringem ao segmento de moda plus size. Recentemente, ela foi uma das estrelas da campanha Vivara By Life. Em 2018, estrelou um editorial para a revista Marie Claire e, na São Paulo Fashion Week, ganhou visibilidade ao desfilar para a marca Laboratório Fantasma, do cantor Emicida, e para a ONG Free Free. Primeira Plus Size a comandar um Red Carpet do Canal E!, a modelo já protagonizou campanhas especiais nas redes sociais para marcas como Colgate e Sadia. A trajetória pessoal e profissional de Mayara, no entanto, não foi fácil. Aos 18 anos, ela foi diagnosticada com câncer na tireoide, engordou 20 quilos e teve que se afastar da carreira. Depois do bem-sucedido tratamento, Mayara engravidou pela segunda vez e chegou a 165 kg. Em 2015, ela participou de um reality de emagrecimento, perdeu 70 quilos e sua carreira decolou novamente. Atualmente está no ar com a segunda temporada do Beleza GG, no Canal E!

Prédios corporativos ganham novo perfil de inquilinos

Setor imobiliário conta com aumento da demanda de empresas de tecnologia, saúde e finanças para tentar reduzir a taxa de vacância
Fernanda Guimarães, O Estado de S.Paulo

Edifício B32, em São Paulo, foi entregue com 60% de seus andares alugados Foto: Felipe Rau/Estadão

Após uma onda de devoluções de escritórios no rastro do home office, no ano passado, uma leva de novas empresas começa, aos poucos, a ocupar esses espaços, dando uma fisionomia nova aos prédios corporativos que antes tinham um perfil “tradicional”, com baias, salas fechadas e de reuniões. Esse processo de mudança, capitaneado por companhias que foram na contramão da atividade econômica e cresceram em meio à crise, como as de tecnologia, saúde e de assessoria financeira, traz um alento ao setor, que conta com isso para tentar diminuir um pouco a chamada taxa de vacância. 

As estimativas iniciais de especialistas é que o porcentual de empreendimentos sem inquilinos possa superar os 20% até o fim deste ano só na cidade de São Paulo, o dobro do observado no período pré-pandemia. Há um outro problema à vista: a chegada dos prédios que ficarão prontos agora em 2021.

Levantamento da Buildings, empresa de pesquisa imobiliária voltada para o segmento de imóveis comerciais, mostra que 31 novos edifícios deverão ser incorporados em breve ao mercado em São Paulo. Em metragem, considerando os projetos de classe A, são mais 352 mil metros quadrados de área para aluguel ou venda, em comparação aos 220 mil metros em 2020 – aumento de 60%.

“A decisão pela construção desses empreendimentos foi tomada há cerca de três anos, quando havia uma indicação de queda na taxa de vacância”, afirma o sócio-diretor da Buildings, Fernando Didziakas. Segundo ele, a solução pode estar nas empresas que estão fazendo planos de crescimento. “Na pandemia, as empresas conseguiram se adaptar ao home office, mas isso, no longo prazo, não vai se manter integralmente. As empresas vão continuar precisando de espaços físicos, mas a retomada poderá vir de novas empresas que estão chegando ao mercado e aquelas que estão crescendo.”

Um sinal disso é o que aconteceu em um dos edifícios já entregues no início do ano, o B32, localizado no bairro do Itaim, em São Paulo. Ele foi entregue com 60% de seus andares alugados, grande parte para empresas de tecnologia. Apenas o Facebook reservou espaço equivalente a 30% do edifício. Já o e-commerce Shopee, com sede em Cingapura, e que viu seu negócio se expandir rapidamente no Brasil em meio à pandemia, tinha alugado uma área de 4 mil metros quadrados. Agora, já planeja sua expansão, disse uma fonte ao Estadão.

Em outro movimento, a fintech Creditas também não para de expandir seu espaço próximo à Marginal Pinheiros. A mexida no mercado também passa por executivos de bancos e gestoras de investimento que começam a tirar do papel projetos de voo solo e, para isso, precisam de espaço físico para suas atividades. 

Saúde

O responsável pela Pesquisa e Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield, Jadson Andrade também cita empresas dos ramos de seguro, energia e saúde. Neste último caso, Andrade comenta que algumas empresas estão recorrendo a prédios corporativos para montar clínicas e até mesmo hospitais, quando conseguem fazer a adaptação necessária no empreendimento. A Prevent Senior, por exemplo, alugou no ano passado um prédio corporativo na Avenida Brigadeiro Luís Antônio para construir um hospital. Ficou ainda com o antigo prédio onde funcionava a Fnac, em Pinheiros, e outro na Marginal.

“Os escritórios começam a ser adaptados para a nova realidade e para as demandas que começam a surgir agora”, diz Caio Castro, sócio da gestora de fundo imobiliários RBR. Essa adaptação tem passado por maior espaçamento entre os pontos de trabalho e, ainda, áreas de interação, algo que vem se mostrando necessário após o esgotamento do trabalho em casa em 100% do tempo.