Dom Pérignon x Lady Gaga: Creative Freedom is Power

Dom Pérignon tem o orgulho de apresentar uma colaboração inspiradora com Lady Gaga.

Com o visionário criativo Nick Knight, Dom Pérignon e Lady Gaga criaram o Queendom: um mundo onde reina a liberdade criativa absoluta. Um mundo nascido da colisão de suas duas energias efervescentes.
Ela nos convida a seguir em frente e abraçar esse poder para nós mesmos, para encorajá-lo e afirmá-lo para que todos vejam.

Descubra mais em domperignon.com

Este filme não deve ser visto por pessoas abaixo da idade legal para beber ou comprar álcool em seus países. Não deve ser usado em países com restrições à publicidade de bebidas alcoólicas.
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Em meio à pandemia, Brasil adiciona 11 bilionários à lista global da ‘Forbes’

No ranking que considera residentes no País, figuram um total de 56 empresários e executivos; entre estreantes na lista da revista, estão Guilherme Benchimol (XP), Ilson Mateus (Grupo Mateus) e o colombiano David Vélez (Nubank)

Guilherme Benchimol
Guilherme Benchimol, fundador da XP Investimentos. Foto: Felipe Rau/Estadao

A revista americana Forbes divulgou nesta terça-feira, 6, o novo ranking global dos bilionários em 2021. São 2,7 mil pessoas no total. Deste contingente, 56 moram no Brasil, sendo que 11 são novatos na lista – a expansão da presença nacional se deu apesar da crise gerada pela pandemia de covid-19, que fez a economia do País recuar mais de 4% em 2020. Entre os que aparecem pela primeira vez no ranking estão David Vélez (cofundador do Nubank, que é colombiano, mas mora no Brasil), Guilherme Benchimol (fundador da XP) e Ilson Mateus (Grupo Mateus). 

Houve uma mudança na metodologia neste ano. No levantamento atual, a publicação considerou o país de domicílio de executivos e empresários. Desta forma, bilionários brasileiros como Jorge Paulo Lemann, sócio da gigante das bebidas AB InBev e das operações globais da Kraft Heinz e do Burger King, não entram mais na conta brasileira. Lemann mora na Suíça. Da mesma forma, segundo a revista, Antonio Luiz Seabra, da Natura, também aparece como listado pelo Reino Unido. 

Quando essa divisão de domicílio é desconsiderada, e entram na conta empresários brasileiros residentes ou não no País, a presença nacional na lista sobe para um total de 65 pessoas. Mais uma vez, o avanço foi grande – por este método, havia 45 brasileiros listados em 2020. Esses executivos e empresários têm, no total, um patrimônio de quase US$ 220 bilhões – forte alta sobre os US$ 127 bilhões registrados no ano passado, de acordo com a revista. 

Parte dos estreantes na lista da Forbes tem sua ascensão ligada ao crescimento de seus negócios, a investimentos recebidos de fontes privadas ou a aberturas de capital. A XP, por exemplo, abriu o capital na Nasdaq (bolsa americana ligada ao setor de tecnologia) no fim de 2019, mas empreendeu forte crescimento no ano passado. Por isso, Benchimol, seu fundador, agora aparece como representante brasileiro no ranking global de bilionários (veja a lista de “novatos” ao lado).

Já o banco digital Nubank recebeu um aporte de US$ 400 milhões (mais de R$ 2 bilhões) em janeiro de 2021, em uma operação liderada pelo GIC, fundo soberano de Cingapura. Desta forma, o banco fundado por Veléz, que passou a figurar no ranking, chegou a uma avaliação total de US$ 25 bilhões, de acordo com fontes de mercado. Uma abertura de capital já está no horizonte da instituição financeira. A aposta dos investidores é que, como ocorreu com a XP, o Nubank também opte por abrir seu capital nos EUA.

Outro caso curioso da lista é o de Ilson Mateus, ex-garimpeiro que fundou o Grupo Mateus, um dos destaques do setor de atacarejo da região Nordeste. No ano passado, em operação comandada pela XP, a empresa captou R$ 4,63 bilhões em seu IPO (oferta inicial de ações na B3, a Bolsa paulista). O empresário fundou a companhia no Sul do Maranhão, ao lado da primeira esposa, Maria Ribeiro, que também entrou para o ranking de bilionários da Forbes. 

Dança das cadeiras

Na edição brasileira publicada em setembro do ano passado, cujos valores eram listados em reais, o banqueiro Joseph Safra havia desbancado Lemann como o brasileiro mais rico

Com a morte de Safra, em dezembro de 2020, seus herdeiros passaram a constar na lista global da Forbes de forma conjunta, com fortuna de mais de US$ 7 bilhões. No entanto, segundo a publicação, Lemann voltou a ser o brasileiro mais rico, com fortuna de US$ 16,9 bilhões – o suficiente para assumir a 114.ª posição em todo o mundo.

Veja quem são os novos bilionários que moram no Brasil: 

Veja todos os bilionários que moram no Brasil: 

  • Marcel Herrmann Telles, da ABInbev, com US$ 11,5 bilhões;
  • Jorge Neval Moll Filho, da Rede D’Or, com US$ 11,3 bilhões;
  • Família Safra, com US$ 7,1 bilhões;
  • Dulce Pugliese de Godoy Bueno, da Amil, com US$  6 bilhões;
  • Alceu Elias Feldmann, da Fertipar, com US$ 5,4 bilhões;
  • Luiza Helena Trajano, da Magazine Luiza, com US$ 5,3 bilhões;
  • David Vélez, do Nubank, com US$ 5,2 bilhões;
  • Luís Frias, do PagSeguro, com US$ 4,6 bilhões;
  • Andre Esteves, do BTG Pactual, com US$ 4,5 bilhões;
  • Candido Pinheiro Koren de Lima, do Hapvida, com Us$ 3,7 bilhões;
  • Franco Bittar Garcia, do Magazine Luiza, com US$ 3,5 bilhões;
  • Pedro de Godoy Bueno, do Dasa, com US$ 3 bilhões;
  • Joesley Batista, da JBS, com US$ 2,9 bilhões;
  • Wesley Batista, da JBS, com US$ 2,9 bilhões;
  • Luciano Hang, da Havan, com US$ 2,7 bilhões;
  • Guilherme Benchimol, da XP, com US$ 2,6 bilhões;
  • Abilio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar, com US$ 2,6 bilhões;
  • Jose Luis Cutrale, do Sucocitrico Cutrale, com US$ 2,5 bilhões;
  • Pedro Moreira Salles, do Itaú Unibanco, com US$ 2,5 bilhões;
  • Carlos Sanchez, da EMS (produtos farmacêuticos), com US$ 2,5 bilhões;
  • Andre Street, da StoneCo, com US$ 2,5 bilhões 
  • Eduardo de Pontes, da StoneCo, com US$ 2,4 bilhões;
  • Fernando Roberto Moreira Salles, do Itaú Unibanco, com US$ 2,3 bilhões;
  • João Moreira Salles, do Itaú Unibanco, com US$ 2,3 bilhões;
  • Walther Moreira Salles Junior, do Itaú Unibanco, com US$ 2,3 bilhões;
  • Jose Joao Abdalla Filho, do Banco Clássico, com US$ 2,2 bilhões;
  • Miguel Krigsner, do Boticário, com US$ 2,2 bilhões;
  • Rubens Menin Teixeira de Souza, do MRV, com US$ 2,2 bilhões;
  • Julio Bozano, do Banco Bozano, com US$ 2,1 bilhões;
  • Fabricio Garcia, do Magazine Luiza, com US$ 2,1 bilhões;
  • Flavia Bittar Garcia Faleiros, do Magazine Luiza, com US$ 2,1 bilhões;
  • João Alves de Queiroz Filho, da Arisco, com US$ 1,9 bilhão;
  • Ermirio Pereira de Moraes, do Grupo Votorantim, com US$ 1,9 bilhão;
  • Maria Helena Moraes Scripilliti, o Grupo Votorantim, com US$ 1,9 bilhão;
  • João Roberto Marinho, do Grupo Globo, com US$ 1,8 bilhão; 
  • José Roberto Marinho, do Grupo Globo, com US$ 1,8 bilhão; 
  • Roberto Irineu Marinho, do Grupo Globo, com US$ 1,8 bilhão; 
  • Jorge Pinheiro Koren de Lima, do Hapvida, com  US$ 1,8 bilhão; 
  • Candido Pinheiro Koren de Lima Junior, com US$ 1,8 bilhão; 
  • David Feffer, do Grupo Suzano, com US$ 1,7 bilhão; 
  • Alfredo Egydio de Arruda Villela Filho, do Itaú Unibanco, com US$ 1,6 bilhão; 
  • Daniel Feffer, do Grupo Suzano, com US$ 1,6 bilhão; 
  • Jorge Feffer, do Grupo Suzano, com US$ 1,6 bilhão; 
  • Ruben Feffer, do Grupo Suzano, com US$ 1,6 bilhão; 
  • Alexandre Grendene Bartelle, da Grendene, com US$ 1,6 bilhão; 
  • Rubens Ometto Silveira Mello, da Cosan, com US$ 1,6 bilhão; 
  • Lirio Parisotto, da Videolar, com US$ 1,5 bilhão; 
  • Fernando Trajano, do Magazine Luiza, com com US$ 1,5 bilhão;
  • Samuel Barata, da DPSP, com US$ 1,4 bilhão;
  • Maurizio Billi, da Eurofarma, com US$ 1,4 bilhão;
  • Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, do Itaú Unibanco, com US$ 1,4 bilhão;
  • Jayme Brasil Garfinkel, da Porto Seguro, com US$ 1,4 bilhão;
  • Guilherme Peirao Leal, da Natura, com US$ 1,4 bilhão;
  • Anne Marie Werninghaus, da Weg, com US$ 1,1 bilhão;
  • Ilson Mateus, do Grupo Mateus, com US$ 1,4 bilhão;
  • Maria Pinheiro, do Grupo Mateus, com  US$ 1 bilhão

Joss Whedon supostamente fez as coisas realmente ruins no Set de Justice League

INEYE KOMONIBO
LAST UPDATED APRIL 6, 2021, 7:35 PM

Graças à estreia na HBO Max do aguardado corte de Zack Snyder do filme de super-heróis de 2017, Liga da Justiça, a conversa sobre o outro diretor do filme, Joss Whedon, foi retomada. E novas revelações preocupantes sobre a agressão de Whedon contra outros membros do elenco no set do filme DC Extended Universe estão destacando uma história de mau comportamento e abuso.

Em 2020, três anos após o lançamento inicial de Liga da Justiça, Ray Fisher (Cyborg no filme) alegou que Whedon havia sido abusivo e desrespeitoso com seu elenco e equipe durante a produção; Fisher também alegou que a DC Films e a Warner Bros. ignoraram seus relatórios sobre o comportamento de Whedon, optando por ameaçar a carreira do ator. Embora o co-estrela Jason Momoa (Aquaman) também tenha co-assinado as alegações na época, confirmando que “a gravidade desceu” durante as filmagens, Fisher ainda foi cortado de projetos futuros da Liga da Justiça, incluindo The Flash e o filme solo pendente de Cyborg

Meses depois, agora estamos aprendendo mais detalhes sobre exatamente o que aconteceu no set da Liga da Justiça. Em uma nova entrevista para o The Hollywood Reporter, Fisher revelou que grande parte da tensão resultou da recusa de Whedon em receber feedback e críticas construtivas de seu elenco. Na versão Snyder do filme, o personagem de Fisher é o coração da história, um herói traumatizado e relutante que utiliza seu intelecto de nível genial (e tecnologia única) para traçar o curso da equipe para o sucesso. No entanto, Whedon tinha outras idéias para Cyborg; em vez disso, ele se inclinou mais para estereótipos para personificar o humanóide.
“Era como se ele estivesse assumindo como os negros reagiriam, em vez de seguir o conselho do único negro – até onde eu sei – com qualquer tipo de impacto criativo no projeto”, disse Fisher sobre o diretor.

Acontece que Fisher não foi o único a lutar com a ideia estreita de Whedon de como a Liga da Justiça deveria ser na tela prateada. Jeremy Irons (Alfred Pennyworth) e Gal Gadot também tiveram dificuldades no set. Tendo que lidar com novos desenvolvimentos preocupantes no personagem de Diana Príncipe / Mulher Maravilha, Gadot compartilhou seus pensamentos com Whedon, mas o diretor não aceitou bem as sugestões, supostamente respondendo às suas preocupações com ameaças de encerrar sua carreira em Hollywood. As coisas ficaram tão ruins entre os dois que Gadot arranjou uma reunião com o ex-presidente da Warner Bros. Kevin Tsujihara, que Gadot diz ter resultado no “tratamento dos problemas … em tempo hábil”.

As novas reivindicações contra Whedon seguem uma longa linha de histórias angustiantes de estrelas de seus projetos anteriores; Buffy the Vampire Slayer Charisma Carpenter e seus colegas de elenco também tiveram muito a dizer sobre sua experiência negativa com o diretor durante os anos 1990 e início dos anos 2000. No final do dia, diz Fisher, o comportamento de Whedon e a subsequente habilitação de suas ações pela Warner Bros. e DC Films é o resultado de um problema maior da indústria em mãos: a má liderança.

“Não acredito que algumas dessas pessoas sejam adequadas para posições de liderança”, concluiu Fisher. “Não quero que sejam excomungados de Hollywood, mas não acho que devam ser responsáveis ​​pela contratação e demissão de outras pessoas”.

Maria Meira | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Maria Meira | Fall Winter 2020/2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Portugal Fashion) #Portugalfashion

Andy Chandler – Tropic Tide

Those Who Wish Me Dead | Angelina Jolie vive bombeira em primeiras fotos

Those Who Wish Me Dead, próximo filme de Taylor Sheridan com Angelina Jolie, teve suas primeiras imagens reveladas pela EW. Nas fotos, que podem ser conferidas abaixo, Jolie aparece como bombeira, e ao lado de Finn Little

No longa, baseado no livro de 2014 de Michael Koryta, Jolie vive Hannah, uma bombeira traumatizada por uma missão do passado quando encontra Connor, um garoto de 12 anos que é perseguido por dois assassinos. No longa, eles são interpretados por Nicholas Hoult e Aidan Gillen, e o elenco conta também com Jon Bernthal, Tyler Perry, Medina Shenghore, e Jake Weber.

Indicado ao Oscar pelo roteiro de A Qualquer Custo, Sheridan dirigiu também Terra SelvagemThose Who Wish Me Dead será lançado nos cinemas e na HBO Max nos EUA em 14 de maio. 

O serviço de streaming da Warner tem previsão de lançamento para junho no Brasil. 

Baravia | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Baravia | Fall Winter 2021/2022 | Digital

 PorterEdit April 5th, 2021 –  Vanessa Kirby By Toby Coulson 

Center Stage   —   PorterEdit April 5th, 2021   —   www.net-a-porter.com

Photography: Toby Coulson Model: Vanessa Kirby Styling: Marquessa Lucas-Box Hair: Halley Brisker Make-Up: Jo Baker Manicure: Michelle Humphrey  Art Direction: Phil Buckingham

Nova versão de ‘Kung Fu’ estreia em momento crucial para os americanos asiáticos

Série inspirada no original de 1972 tem Olivia Liang estrelando no papel originalmente interpretado por David Carradine
Alicia Rancilio, AP

Olivia Ling
Olivia Ling interpreta Nicky Shen na série Kung Fu Foto: Kailey Schwerman/The CW via AP

Atores promissores às vezes dizem possuir uma série de habilidades que podem ser levadas em consideração para certos papéis, mas Olivia Liang estabeleceu um limite logo no início de sua carreira. “Quando comecei na indústria, as pessoas me perguntavam por que artes marciais não estavam no meu currículo, por causa do estereótipo de asiáticos fazendo papéis de lutadores de artes marciais”, afirmou Olivia. “Então, fiz uma promessa para mim mesma. Prometi que só aprenderia artes marciais se alguém me pagasse para aprender artes marciais.”

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Olivia manteve a promessa. Ela está aprendendo artes marciais para interpretar o papel principal da nova série Kung Fu – e é paga para isso. Produzida pela rede americana The CW, Kung Fu é inspirada na série de 1972, estrelada por David Carradine. A nova versão traz Olivia como Nicky Shen que, durante uma visita à China, entra para um monastério onde aprende os valores e as artes marciais de Shaolin. Quando seu mestre é assassinado, ela volta para casa e encontra sua comunidade ameaçada por uma gangue local. Logo é obrigada a usar as habilidades em artes marciais que aprendeu para proteger sua vizinhança e sua família – e descobre que está na mira do mesmo assassino que matou seu mestre Shaolin.

Olivia afirma que a diferença entre Kung Fu e as séries de super-heróis pelas quais The CW é conhecida é o fato de Nicky não ser uma justiceira. “Ela é heroica, mas não se considera uma heroína. Não tem nenhum complexo de heroísmo quando sai para lutar contra os bandidos. Ela vê coisas ruins acontecendo e sente que precisa fazer algo a respeito delas.”

A série tem no elenco uma maioria de americanos asiáticos, e sua showrunner e produtora executiva, Christina M. Kim, também é americana de origem asiática. “Fico muito animada em poder dar a algumas pessoas essa oportunidade de brilhar”, afirmou Christina.

“Quando entrei no set pela primeira vez, fizemos um teste de câmera, e eu estava olhando para o monitor quando me dei conta que nunca tinha visto uma tela com tantos rostos de americanos asiáticos.”

Christina afirmou que há diversidade também entre os roteiristas. Quatro roteiristas da equipe têm ascendência asiática. Metade dos roteiristas é mulher, o que, segundo afirma Christina, é novidade. “Normalmente era só eu e mais uma mulher na sala.”

Kung Fu estreia na quarta, 7, na The CW. Tzi Ma, que interpreta Jin, o pai de Nicky, afirma que é marcante o fato de haver tantas pessoas de origem asiática trabalhando na série, pois ele não tem de explicar a experiência asiática a pessoas que usam de licença poética para falar do assunto. “Sustentamos o que está representado na tela com o perfil de toda a equipe, dos roteiristas aos diretores convidados. É uma coisa bonita de ver. Estou nesse ramo há algum tempo, e nunca vi uma equipe com essa composição.”

Ma espera que a autenticidade da série ajude a mudar a consciência das pessoas, em um momento em que os crimes de ódio contra americanos asiáticos estão se tornando mais frequentes. “A câmera é um instrumento muito interessante. Quero que os espectadores tenham a oportunidade de ver, finalmente, como é a representação de uma reputação autêntica. E, quando as pessoas aprenderem, começarão a desenvolver seu juízo a respeito do que é bom, do que é real, do que é verdadeiro.”

A comunidade de americanos asiáticos também está atenta – e não somente para assistir às suas histórias na TV, mas também para ver a maneira como elas são contadas. Valerie Soe, professora do Departamento de Estudos Americanos Asiáticos da Universidade Estadual de San Francisco, espera que produtores e roteiristas sejam cuidadosos com as imagens que apresentarão aos telespectadores.

Cena de Kung Fu
Cena da série Kung Fu, com Olivia Liang Foto: Kailey Schwerman/The CW via AP

“A parte complicada será para as pessoas que estão no comando garantir que o programa não se desvie muito para estereótipos e tropos mais antigos”. Ela cita a história da gangue como potencialmente problemática porque promove a teoria “de que todos os homens asiáticos são gângsteres e vilões”. De maneira geral, Valerie afirma que a série é um ganho, porque é mais um exemplo de uma história americana asiática sendo contada.

“Há uma expressão chamada ‘plenitude narrativa’, usada pelo escritor Viet Thanh Nguyen, a respeito de haver muitas histórias diferentes para escolher, para que não fiquemos obcecados somente com uma. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

Ideias fora da caixa para repensar o decor

POR ANELISA LOPES

Já pensou em revestimento cerâmico no quarto? (Foto: Pinterest)

Pensar fora da caixa é um das principais maneiras de conseguir um resultado inédito em um projeto de decoração. E, para isso, precisamos nos livrar de convenções. Veja algumas ideias que rendem uma boa composição.

Áreas molhadas – o papel de parede sempre foi um artifício indicado para salas e quartos e, com sua popularização, ganhou espaço nos lavabos. Derivado dessa ideia de revestimento, o adesivo vinílico permite transformar as áreas molhadas da casa, como banheiros e área de serviço, com pouco investimento e sem quebra-quebra.

Revestimento cerâmico – falando em revestimento – mas, dessa vez, com um pouco mais de planejamento -, a grande oferta de opções para o chão podem se estender para as paredes. E por que não apostar em revestimento cerâmico nos quartos e salas, criando unidade e ampliando cômodos? 

Plantas na cozinha – a ideia de ter plantas na casa não precisa se restringir às varandas ou salas. As cozinhas ganham um charme extra com grandes vasos e plantas pendentes. Vá além da hortinha e preencha sua cozinha com muito verde.  

Pintura no teto – se você acha que usar cor nas paredes pode enjoar, que tal eleger uma tonalidade diferente para o teto? A área é um pouco mais trabalhosa para se pintar, mas garante um resultado incrível e pode ser o ponto de partida para as cores do restante do cômodo.