Fashion Editorials Exclusive – Grazia Magazine Through The Hourglass Issue by Paul Morel

Photographer: Paul Morel. Creative Direction: Dané Stojanovic. Fashion Direction: Marne Schwartz & Anna Castan Digital technician: Julien Dauvillier. Hair Stylist: Chiara Marinosci. Makeup Artist: Ricky Morandin. Manicurist: Sara Ciufo. Post Production: Elisa Ritter. Casting: Sheri Chiu. Model: Emmanuelle Lacou.

At Home with The Pack – Pablo Alan By Devyn Galindo

For Resort 2021, The Pack unveiled its latest editorial titled “At Home with The Pack”, captured by the lens of Devyn Galindo, in Zacualpan de Amilpas (Mexico).

Photographer: Devyn Galindo @devyngalindo
Creative Direction & Styling: Chino Castilla @chino.castilla @chica.studios
Jewelry: VARON @varon_official
Model: Pablo Alan @pab1o.cr @quetarojas
Art Direction: Patricio Campillo @patricio_campillo
Styling Assistant: Fabrizzio Obregón @fabrizziobregon
Shot in Zacualpan de Amilpas, Morelos. Mexico.

Eltee Swim | Spring Summer 2021 | Full Show

Eltee Swim | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – DC Swim Week)

Martin Felix Kaczmarski – Be Brave/Morning Glow

China aplica multa recorde de US$ 2,8 bi ao Alibaba, controlador do AliExpress

Para órgão regulador, as práticas comerciais da empresa limitaram a concorrência, afetaram a inovação, infringiram os direitos dos comerciantes e prejudicaram os interesses dos consumidores
Por Agências – Dow Jones Newswires

Alibaba sofre multa recorde na China 

O órgão regulador antitruste da China impôs uma multa equivalente a US$ 2,8 bilhões contra o Alibaba Group Holding por abuso de posição dominante sobre rivais e comerciantes em suas plataformas de comércio eletrônico – no Brasil, o grupo é conhecido pelo site de comércio eletrônico AliExpress. A penalidade recorde no país, de 18,2 bilhões de yuans, equivale a 4% das vendas domésticas anuais da companhia, e surge em meio a uma onda de escrutínio sobre o império empresarial do fundador da empresa, Jack Ma.

A Administração Estatal da China para Regulação do Mercado informou neste sábado que o Alibaba puniu certos comerciantes que vendiam produtos tanto em sua plataforma quanto em plataformas rivais, uma prática que apelidou de “er xuan yi” – ou “escolha um entre dois”.

De acordo com o regulador, as práticas comerciais do Alibaba limitaram a concorrência, afetaram a inovação, infringiram os direitos dos comerciantes e prejudicaram os interesses dos consumidores.

Como parte da penalidade, os reguladores exigirão que o Alibaba realize uma reformulação abrangente de suas operações e apresente um “relatório de autoexame de conformidade” dentro dos próximos três anos.

“O Alibaba aceita a penalidade com sinceridade e garantirá sua conformidade com a determinação”, declarou a empresa. “Para cumprir sua responsabilidade para com a sociedade, o Alibaba operará de acordo com a lei com o máximo de diligência, continuará a fortalecer seus sistemas de conformidade e desenvolverá o crescimento por meio da inovação.”

A multa aplicada ao Alibaba, que registrou receita de US$ 72 bilhões em seu ano fiscal mais recente, encerrado em março de 2020, superou em muito as penalidades regulatórias chinesas anteriores em termos absolutos. Em 2015, a Qualcomm pagou uma penalidade de US$ 975 milhões, equivalente a 8% das vendas domésticas, após uma investigação de um ano sobre supostas violações da lei antimonopólio da China. Pelas regras chinesas, as multas antitruste são limitadas a 10% das vendas anuais de uma empresa.

“É muito dinheiro, mas não vai atrapalhar seu desenvolvimento”, disse o ex-professor da Escola de Administração Guanghua da Universidade de Pequim, Jeffrey Towson. “Parece um nível apropriado para ação corretiva.”

“A punição do regulador ao Grupo Alibaba é um movimento para padronizar o desenvolvimento da empresa e colocá-la no caminho certo, para purificar a indústria e proteger vigorosamente a concorrência justa no mercado”, disse o jornal do Partido Comunista, o Diário do Povo, em um comentário sobre a declaração do regulador, acrescentando que a multa é “também uma espécie de amor”.

A penalidade não pretende negar a importância da plataforma para o desenvolvimento da China e não significa uma mudança no apoio do Estado ao seu crescimento, disse o jornal.

A punição foi anunciada menos de quatro meses depois que o principal regulador da China lançou uma investigação antitruste sobre o Alibaba, com foco nas alegações de fornecedores de que o Alibaba os pressionou a vender exclusivamente em sua plataforma de e-commerce.

O Alibaba ficou sob escrutínio regulatório depois que Ma irritou autoridades governamentais, incluindo o presidente Xi Jinping, com suas críticas de que as restrições regulatórias estavam impedindo a inovação. Os comentários de Ma também atrapalharam a muito esperada oferta pública inicial do Ant Group.

Desde que a investigação foi anunciada, o Alibaba tem feito gestos conciliatórios, como o estabelecimento de uma força-tarefa para revisar seus negócios internamente e dizendo que arcará com mais responsabilidade social.

Apple TV+: Cornelius Smith Jr. se junta ao elenco de série sobre furacão Katrina

Cornelius Smith Jr. 

Os últimos dias foram agitados na produção de “Five Days at Memorial”, do Apple TV+. Após o anúncio de Vera Farmiga (“Motel Bates”) e de Adepero Oduye (“Falcão e o Soldado Invernal”), mais um nome foi escalado para a minissérie dramática que mostrará os efeitos e dramas do furacão Katrina em um hospital de Nova Orleans.

Segundo informou o DeadlineCornelius Smith Jr. (“Self Made”) interpretará o Dr. Bryant King, um dos poucos médicos negros do hospital. Como falamos, Farmiga será a Drª. Anna Pou (médica de plantão no momento da crise) e Oduye fará o papel de Karen Wynn (gerente de enfermagem da UTI e chefe do comitê de ética).

A minissérie é baseada no livro de não ficção homônimo escrito por Sheri FinkJohn Ridley (vencedor do Oscar por “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (vencedor do Emmy e cocriador de “Lost”) serão showrunners, roteiristas e produtores executivos; Ridley, por sua vez, dirigirá todos os episódios da produção. [MacMagazine]

A.G club edits and bass set in The Lab LDN

Coors e Mixmag apresentam The Lab LDN com A.G assumindo o controle de uma hora de poder de salto em gênero.

Como DJ, ela lida com sons dinâmicos otimizados para a pista de dança, movimentando-se por meio de edições ruidosas e um caleidoscópio de estilos.

Ela também é uma estrela nas áreas de produção, apresentação, transmissão de rádio e trabalho comunitário, com uma série de lançamentos de primeira linha em seu currículo, coapresentando uma residência NTS com Manara e dando aulas particulares e oferecendo workshops na HUB16 Music School de Londres.

Fashion Editorials Exclusive – Grazia Magazine Through The Hourglass Issue by Paul Morel

Photographer: Paul Morel. Creative Direction: Dané Stojanovic. Fashion Direction: Marne Schwartz & Anna Castan Makeup: Manuel Losada. Model: Kristine Angeshi. at mmg.

Livros de Mark Sedgwick e Benjamin Teitelbaum buscam explicar o Tradicionalismo

Estudos investigam o que seria esse tipo de filosofia que, supostamente alheia ao nosso cotidiano, ainda assim o molda de maneira surpreendente
Martim Vasques da Cunha, Estadão

Tradicionalismo
‘Retrato de David Webster’, pintado em 1971 por David Hockney Foto: Toby Melville/Reuters

No filme Inception (A Origem, 2010), de Christopher Nolan, há uma fala que se tornou célebre, dita pelo personagem de Leonardo Di Caprio, cujo assunto é o modo como ocorre a origem de uma ideia e como ela se dissemina, semelhante a um vírus, pelo resto do mundo. “Não há parasita mais resiliente do que uma ideia”, avisa ele, “e uma vez que ela toma conta da mente, é quase impossível erradicá-la. Conforme for o seu crescimento, pode definir ou destruir a sua personalidade”.

Essa descrição se aplica perfeitamente à última bactéria do pensamento que está em voga, em especial na cabeça dos nossos intelectuais progressistas. Trata-se do “Tradicionalismo” – com T maiúsculo mesmo –, para indicar a preocupação com uma tradição religiosa imemorial que influenciaria os nossos dias por meio da sua infiltração em governos populistas, vinculados, de uma forma ou de outra, com a extrema-direita.

Este é o tema de dois livros lançados recentemente no Brasil: Contra o Mundo Moderno, de Mark Sedgwick ( yiné, 637 págs.) e Guerra pela Eternidade, de Benjamin Teitelbaum (Unicamp, 285 págs.). Ambos são estudos feitos por acadêmicos dedicados a expor esse assunto com a ajuda de investigações exaustivas, repletas de citações, entrevistas e notas de rodapé, numa tentativa desesperada de explicar ao leitor o que seria esse tipo de “filosofia ou modo de vida” que, supostamente alheios ao nosso cotidiano, ainda assim o moldam de maneira surpreendente.

A obra de Sedgwick é uma biografia do Tradicionalismo a partir da vida dos três pensadores responsáveis por sua fama no século 20: o francês René Guénon, o italiano Julius Evola e o suíço Frithjof Schuon. O primeiro era simplesmente um gênio, com todas as vantagens e as desvantagens que essa palavra implica. Com sua prosa límpida e um raciocínio perturbador e cristalino, Guénon escreveu livros que eram verdadeiros ataques contra a modernidade, como O Esoterismo de Dante (1925) e O Simbolismo da Cruz (1931), e a sua obra-prima final, O Reino da Quantidade e o Sinal dos Tempos (1945). Seu fascínio era tamanho a quem o lia ou o seguia que ele acabou por influenciar, direta ou indiretamente, os escritos de Evola, um sujeito que iria pelo mesmo caminho de Guénon, se não fosse o seu envolvimento com a luta política fascista na Itália de Mussolini e com os labirintos do poder alemão – em particular, do partido nazista. O terceiro nome, Schuon, era um discípulo direto de Guénon, acompanhando-o inclusive na sua conversão de uma mística cristã, com toques orientais, a um islamismo idiossincrático. Depois, criaria seu próprio séquito e trilharia um caminho bem excêntrico, se comparado ao resto dos outros grupos que compartilham dessa cosmologia.

Se olharmos os títulos das publicações de Guénon, é nítido que essa escola de pensamento lida não só com assuntos espirituais como também medita a respeito de rituais religiosos – ou, pelo menos, a recuperação deles em um mundo que os esqueceu por completo. Daí a classificação de “Tradicionalismo”, de acordo com Sedgwick e Teitelbaum, já que a história dos escritos arcaicos, como os Upanishads, a Bíblia, a Torá e o Corão, além de toda a experiência guardada nela, foi perdida com a ascensão da modernidade laica e racionalista, resultando assim na fragmentação da alma humana, na qual o homem fica absolutamente perdido na busca de um sentido pela vida. O rancor contra o mundo moderno, segundo esses estudiosos, seria uma revolta a um status quo inalterável, fundamentada pela hegemonia da igualdade, e que, por isso mesmo, só será modificada por esses deslocados se eles promovessem uma luta política, somada a uma subversão espiritual, nas nossas instituições democráticas.

Ocorre que classificar a empreitada de Guénon, Evola, Schuon e tantos outros como “tradicionalistas” implica crer que há alguma novidade nela, relacionando-a somente à modernidade – o que nos leva a um erro brutal. O ponto é que não há nada de novo sob o sol nesse grupo aparentemente marginal na história das ideias. Apesar de Sedgwick apontar para uma raiz que nos levaria à “filosofia perene”, atribuída ao renascentista Marsílio Ficino, o fato é que os ensinamentos de Guénon & Cia. são tão velhos quanto a escola de Pitágoras, os avisos oraculares de Héraclito e o surgimento do Cristianismo, como nos avisa Pierre Hadot em seu essencial O Véu de Ísis. Todos surgiram sob nomes diversos, como “gnosticismo”, “ocultismo”, “hermetismo” e “magia”, mas guardam a mesma unidade de sentido: a da “absurda vontade do homem enfermo de orgulho, a sede de um ‘saber’ que desminta ou, melhor, substitua a divina sabedoria”, nas palavras do poeta Bruno Tolentino.

Por isso, é interessante observar que, nas críticas de Sedgwick e Teitelbaum a respeito do Tradicionalismo, não há qualquer menção às observações já feitas sobre este tipo de pensamento e que, por coincidência, vieram dos olhares aguçados de católicos como Jean Daniélou (que estudou Guénon por anos), Hans Urs Von Balthazar (que provou o platonismo desencarnado da filosofia perene) e Joseph Ratzinger (antes de ser Bento XVI, ele anteviu o caráter anti-histórico e, portanto, abstrato deste simbolismo hermético). O motivo é simples – porém aterrador: assim como os tradicionalistas infectaram o nosso século 21 por meio dos governos iliberais, como os de Donald Trump, Vladimir Putin, Viktor Órban e Jair Bolsonaro (esta é a tese de Teitelbaum), esses intelectuais progressistas que os estudaram também foram contaminados pelo mesmo parasita da imaginação.

Pois o Tradicionalismo é exatamente isto: um vírus que se apropria da autenticidade das verdadeiras religiões – a cristã, a judaica e a islâmica – e a deturpa conforme os interesses da sua “sanha do arcanjo caído”, em um desprezo pela dinâmica imprevisível da conduta humana. É neste ponto que tanto Sedgwick como Teitelbaum convergem na suposição de um “tradicionalismo leve” que se imiscuiu na cultura política contemporânea, disfarçando um “tradicionalismo duro” que seria viável somente aos “poucos felizes” que o entenderiam na sua perfeição doutrinária. Seria algo semelhante ao filme Clube da Luta (1999), de David Fincher: uma “teia hierárquica”, sem comando objetivo na aparência, mas que atua na sociedade por causa dos inegáveis talentos persuasivos dos seus membros (os “invisíveis” que a elite se recusa a admitir a existência) os quais manobram o imaginário dos incautos e, logo, a única coisa que lhes resta é a submissão plena da consciência interior de cada um diante de um mestre ou de um grupo que explique os insolúveis paradoxos do real.

Infelizmente, Sedgwick e Teitelbaum, por mais competentes que possam ser na sua técnica investigativa e acadêmica (e são), não entenderam o verdadeiro perigo do que seria o Tradicionalismo. Seus livros sofrem da idolatria pelo mito do progresso e da democracia que os impede ver que o liberalismo em si, sem um vínculo transcendente e encarnado, nunca será a resposta adequada a esta moléstia espiritual. E mais: por este mesmo motivo, não admitem em sua pesquisa que a refutação a esta escola de pensamento já foi dada no passado, feita por ninguém menos que Santo Irineu de Lião em seu tratado Contra os Hereges (174-189 d.C), o qual mostrou como “o plano divino é realizado pelas sucessivas eras de existência física do universo em realidades concretas da natureza e história humanas”.

Contudo, se o leitor pretende algo mais secular, a ficção também poderá ajudá-lo a escapar desta enrascada. No romance Submissão, de Michel Houellebecq, a grande surpresa da sua polêmica trama – a de que a França laica enfim se tornou uma teocracia islâmica – é a descoberta feita pelo protagonista de que o seu chefe, um renomado acadêmico muçulmano, conseguiu seu sucesso graças a uma tese que unia René Guénon e Friedrich Nietzsche. Com uma piscadela irônica, o escritor francês percebeu, mais do que Sedgwick e Teitelbaum, que o homem que lutava contra o mundo moderno encontrou o seu par naquele sujeito que articulou a sua essência. Não à toa, os dois morreram imersos em um universo de paranoia: o primeiro com a certeza de que era perseguido por “poderes inferiores”, disfarçados em amigos e discípulos com quem brigou, enquanto o segundo foi possuído por uma paralisia moral que o deixou afásico. É o que ocorre quando um parasita da imaginação domina a sua personalidade – para depois, no caso de um país como o Brasil, transformá-lo em uma gigantesca vala funerária.

*Martim Vasques da Cunha é autor de A Tirania dos Especialistas (Civilização Brasileira, 2019) e O Contágio da Mentira ( yiné, 2020)

Após ser comprada pelo Nubank, Easynvest se antecipa a aval do Banco Central e zera taxas

Marcelo Mota

Escritório da Easyinvest / Foto: Pedro Moleiro/Easynvest/Divulgação

Easynvest não esperou o sinal verde do Banco Central (BC) para afinar sua operação pela filosofia do Nubank, que comprou a plataforma em setembro. A plataforma de investimentos vai zerar a partir de segunda as taxas de corretagem para transações com ações, opções e BDRs, os recibos de ações estrangeiras negociadas no mercado brasileiro. As transações de renda fixa já eram isentas da taxa e, com a ampliação, 99% das transações realizadas na B3 via Easynvest ficam livres da cobrança.

Compra já teve aval do Cade

A aquisição da plataforma pelo Nubank já tem o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o órgão regulador da concorrência, mas, enquanto o BC não dá sua bênção ao negócio, é vedado aos executivos de ambos os lados combinar o jogo. Isso não impediu que a Easynvest se alinhasse à estratégia do futuro dono do negócio, que frequentemente abre mão de rentabilidade para ganhar participação no mercado.

Segundo o presidente da Easynvest, Fernando Miranda, contrapartidas pela receita perdida só virão a médio prazo. Em compensação, espera ver não só o aumento do número de clientes como mais transações de quem já está na plataforma. Para quem amargou em 2020 um prejuízo de quase R$ 33 milhões, perda quatro vezes maior que a registrada no ano anterior, a medida é uma demonstração de fôlego para brigar pelo mercado.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 09/04, às 15h00.