Maite by Lola Casademunt | Spring Summer 2020 | Full Show

Maite by Lola Casademunt | Spring Summer 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – 080 Barcelona Fashion Week)

Paddy Conn – Young Dream/Open Up Your Eyes/Wildflowers

França propõe pagar cidadãos que trocarem carros por bicicletas elétricas

País planeja oferecer benefício equivalente a R$ 17 mil pela ação
Por Matheus Fiore

A França é um dos países referência no esforço para encontrar meios alternativos aos carros a fim de fomentar uma mobilidade mais saudável para o planeta. Pensando nisso, o país presidido por Emmanuel Macron anunciou que vai oferecer €2,500 (cerca de R$ 17 mil) para que seus cidadãos troquem seus carros por bicicletas elétricas.

A decisão ainda não foi sacramentada, mas legisladores da França já apoiaram a medida em uma votação preliminar. Segundo a Reuters, a Federação Francesa de Usuários de Bicicletas afirma que se o país for adiante com o projeto, seria a primeira nação do mundo a pagar para que seus cidadãos troquem carros por bicicletas elétricas – apesar de a Lituânia ter oferecido um sistema parecido recentemente.

No caso da Lituânia, o projeto foi um sucesso, e mais de 8.500 pessoas se inscreveram no programa, que oferecia mil euros para trocar o carro e pegar scooters elétricas, bicicletas elétricas ou passagens de transporte público. Caso a medida seja aplicada de forma bem-sucedida, é possível imaginar que mais países da União Européia sigam a ideia.

Conforme os veículos elétricos se tornam cada vez mais populares e acessíveis, nações de todo o mundo encontram maneiras de incentivar seus usos para que os danos no meio ambiente sejam resumidos – afinal, veículos movidos a combustíveis fósseis são extremamente prejudiciais para a atmosfera. Não por acaso, gigantes do mercado de veículos como a Harley-Davidson têm lançado modelos de bicicletas elétricas para não ficar para trás no ainda novo mercado.

Spring Fling – The Sunday Times Style April 4th, 2021 – Pooja Mor By Georgia Devey Smith 

Spring Fling   —   The Sunday Times Style April 4th, 2021   —   www.thetimes.co.uk

Photography: Georgia Devey Smith Model: Pooja Mor Styling: Sophie van der Welle Hair: Roku Roppongi Make-Up: Mel Arter Manicure: Michelle Humphrey  Set Design: Jess Murphy

WSJ. Magazine April 2021 (Digital) – Liu Wen By Yuangui Mei 

WSJ. Magazine April 2021 (Digital)   —   www.wsj.com

Photography: Yuangui Mei Model: Liu Wen Styling: Anson Chen Hair: He Zhi-Guo Make-Up: Tai Ling-Yi

UK Elle May 2021 – Altyn Simpson By Tom Schirmacher 

Flash Mob   —   UK Elle May 2021   —   www.elle.co.uk

Photography: Tom Schirmacher Model: Altyn Simpson Styling: Charles Varenne Casting: Giulia Felippelli & Oliver Ress Hair: Gavin Harwin Make-Up: Sil Bruinsma Set Design: Maria Santana  Collages: Patrick Waugh

‘Nomadland’, favorito ao Oscar, chega aos cinemas

Frances McDomand, soberba, viveu entre nômades para fazer papel que rendeu 6ª indicação como melhor atriz
Mario Abbade

Diretora Chloé Zhao e a atriz Frances McDomand

O tal sonho americano, uma ideia amplamente propagada sobre o que seria o sucesso, leva multidões a imigrar para os Estados Unidos todos os anos (muitos, claro, em fuga das mazelas de seus países). Mas cabe perguntar: e os americanos que não seguem esse norte? “Nomadland” — que tem sessões de pré-estreia nos cinemas a partir desta quinta-feira (15-4) — apresenta uma América que foge ao padrão. A diretora chinesa Chloé Zhao entrega um filme introspectivo e reflexivo sobre uma parte da sociedade americana que, diante dos percalços da realidade e de crise econômica, vive, e até é feliz, fora do tal sonho.

Na história, acompanhamos Fern (a sempre ótima Frances McDomand), uma mulher sexagenária, que perdeu o marido e se vê tendo que sair de Empire, no estado de Nevada, que se tornou uma cidade fantasma após o fechamento de uma mina que empregava boa parte dos moradores. Diante das possibilidades, Fern decide viver como nômade em sua van, indo de estado em estado, fazendo biscates e conhecendo gente que vive como ela.

A partir daí, a diretora Chloé Zhao apresenta o jeito de viver dessas pessoas de maneira respeitosa, realçando que também se trata de uma escolha, sem reduzir o tema a uma necessidade. A diretora atinge um nível de realismo extraordinário por combinar poucos atores com indivíduos que de fato vivem como nômades. Em certos momentos, a narrativa lembra mesmo um documentário, pela maneira como Chloé Zhao retrata personagens reais e fictícios.

O roteiro, escrito por ela, é inspirado no relato contundente do livro homônimo da jornalista Jessica Bruder, especialista em subculturas americanas. Com o objetivo de aproximar o espectador desse universo, a diretora criou a personagem Fern reunindo num único rosto algumas passagens da obra de Jessica. Foi uma bela solução para que o público pudesse acompanhar a jornada de Fern e entender suas motivações.

A criação da personagem veio também da vital colaboração da atriz Frances McDomand, mentora do projeto. Para desenvolver Fern, Frances fez como outros atores que, na preparação para um papel, dedicaram-se à imersão na realidade do personagem, vivendo algum tempo nessas comunidades nômades e adotando sua cultura. Para chegar ao nível de excelência de atuação que atingiu, Frances se entregou ao chamado Método Meisner, o estilo de interpretação criado pelo ator e professor Sanford Meisner. Todo esse processo resultou, após a atuação soberba, em sua sexta indicação ao Oscar.

Quando Frances descobriu o livro, resolveu convidar Chloé para comandar a empreitada por causa de sua sensível abordagem nos longas “Domando o destino” (2017), sobre um caubói que após um ferimento quase fatal sai em busca de uma nova maneira de viver em seu país, e “Songs my brothers taught me” (2015), em torno de uma indígena que é obrigada a deixar sua reserva para morar em Los Angeles.

Essa experiência em retratar indivíduos que vivem um confronto com sua realidade foi providencial para que Chloé conseguisse ilustrar com eficácia seu novo tema, pouco conhecido pelo público. Um ponto interessante é que a diretora não fez um filme político sobre a falência de uma cidade que obriga toda uma comunidade a mudar sua maneira de viver, ou qualquer outro tipo de discurso mais batido que tentasse se apoiar em temas ideológicos.

O objetivo da diretora e da atriz é, sobretudo, mostrar que o tal sonho americano não é igual para todos, e que há outras maneiras de viver e de se atingir a realização. As seis indicações, que incluem filme e direção, são mais do que merecidas, e o longa é o grande favorito para levar o prêmio máximo do Oscar.

Huawei investe US$ 1 bi em tecnologia automotiva e diz superar Tesla

A gigante chinesa das telecomunicações está saindo do pior ano já registrado pela empresa
E-INVESTIDOR
einvestidor@estadao.com

(WP Bloomberg) – A Huawei Technologies Co. investirá US$ 1 bilhão em pesquisa para a criação de tecnologias para carros autônomos e elétricos, acelerando seus planos de concorrer com a Tesla Inc. e a Xiaomi Corp. no maior mercado de veículos do mundo.

A tecnologia de direção autônoma da Huawei já superou a da Tesla em alguns aspectos, ao permitir por exemplo que os carros percorram mais de mil quilômetros sem nenhum tipo de intervenção humana, disse a analistas o presidente rotativo da empresa, Eric Xu, em Shenzhen, na segunda-feira (12).

Inicialmente, a gigante chinesa das telecomunicações estabelecerá parcerias com três empresas automotivas para a fabricação de carros que carregarão o nome da Huawei como uma submarca, afirmou Xu, um dos três executivos que se revezam na presidência da empresa.

A Huawei manterá seu círculo de parcerias restrito e colocará seu logotipo — mais ou menos como faz a Intel Corp. para chamar atenção para seus microprocessadores em computadores pessoais — nos carros que adotarem sua tecnologia de direção autônoma, acrescentou ele. Até agora, a gigante da telefonia celular concordou em unir esforços com BAIC Group, Chongqing Changan Automobile Co. e Guangzhou Automobile Group Co.

“A unidade para negócios com carros inteligentes recebe um dos mais altos investimentos na Huawei. Investiremos mais de US$ 1 bilhão no desenvolvimento de componentes automotivos este ano”, afirmou Xu. “A China fabrica 30 milhões de carros ao ano, e este número está crescendo. Mesmo que não tenhamos muita participação nesse mercado fora da China, se conseguirmos ganhar uma média de 10 mil yuans com cada carro vendido na China, isso já significa um grande negócio para a Huawei.”

Em novo teste, Instagram voltará a mostrar número de curtidas

A empresa afirmou que um teste vai dar a opção de esconder ou mostrar a quantidade de curtidas de uma publicação depois de feedback “misto” dos usuários

No teste, o Instagram vai deixar o usuário escolher como quer gerenciar as curtidas em suas publicações 

A opção de mostrar o número de curtidas da sua foto no Instagram está de volta — se você quiser. A plataforma anunciou nesta quarta-feira, 14, que vai iniciar testes em que o usuário vai poder optar em compartilhar ou não o número de likes em uma publicação, além da possibilidade de também visualizar o número de curtidas de outras contas. 

Segundo o Instagram, o feedback recebido depois que decidiu ocultar o número de interações no feed, em 2019, foi “misto”, mostrando que o público estava dividido entre gostar ou não da atualização. A empresa afirmou que muitos usuários se sentiram mais à vontade com a rede social sem expor quantas curtidas existia na publicação, mas uma parcela do público disse que se sentiu afetada na hora de contabilizar métricas e de engajar com sua comunidade.

Assim, a saída encontrada pela plataforma foi deixar à critério do usuário decidir como será a melhor maneira de configurar a sua conta. Entre as opções, será possível esconder o número de likes, mostrar o dado ou impedir que as curtidas de outras pessoas apareçam para você.  

A empresa informou ainda que está trabalhando em um alaternativa semelhante para o Facebook e que os testes serão feitos em todo o mundo, mas para apenas alguns usuários selecionadas, enquanto continua a recolher o feedback sobre a ferramenta.