Feminização facial: entenda a cirurgia que ajuda mulheres trans

Pioneiro na técnica mundial, o Dr. Thiago Marques Tenório explica como o procedimento funciona e ajuda mulheres trans a se sentirem ainda mais bonitas

Foto: Reprodução | Instagram @facialteambrasil

De maneira geral, cirurgias plásticas podem trazer um impacto positivo na vida das pessoas por não só melhorar a autoestima e confiança das pacientes, mas também, seus relacionamentos sociais, profissionais e até mesmo sexuais.

E o Dr. Thiago Marques Tenório leva isso muito a sério ao mudar a vida de mulheres trans. Em sua clínica, a Facial Team, reconhecida mundialmente, ele se tornou o principal nome quando o assunto é a feminização facial.

Para quem não sabe o que é o procedimento, ele começa com um tratamento não cirúrgico, como a utilização de hormônios femininos, depilação facial, corte de cabelo e formato de sobrancelhas. 

“Cerca de um ano após esse primeiro tratamento a paciente já possui muitas características faciais femininas e já está pronta para a segunda etapa, que são as cirurgias de feminização facial”, explica o especialista.

As cirurgias geralmente são múltiplas (várias áreas do rosto são operadas) e complexas, podendo levar até 10 a 12 horas. Apesar disso, o pré e pós operatórios são simples, não diferindo muito de outras cirurgias plásticas faciais, como um Lifting Facial, por exemplo, com inchaço e equimoses (roxo na pele), mas pouco dolorosas.

A cirurgia de feminização facial, além desses benefícios supracitados, torna a aparência compatível com o gênero ao qual a paciente se identifica. As pacientes se sentem mais seguras também, pois, após a cirurgia, os ataques transfóbicos tendem a diminuir muito ou mesmo desaparecer. E geralmente, o procedimento após os 18 anos. Mas, se a aturdição óssea for mais precoce, a cirurgia pode ser feita mais cedo.

Pelas mãos do médico e sua equipe já passaram famosas como Léa T, Ariadna, Tifanny Abreu, Urias, Carol Marra, Viviany Beleboni e outras que pediram sigilo, e ao longo dos mais de 10 anos que atua na área, ele já atendeu mais de mil mulheres.

“A ajuda na autoestima é variável, a depender da feminilidade facial antes da cirurgia e de sua expectativa com relação ao resultado cirúrgico. Via de regra, elas relatam como um renascimento, a oportunidade de ser por fora o que elas sempre foram por dentro, ver no espelho a mulher que elas sempre sentiram ser”, encerra. 

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