Miss Monique – Special B’day Podcast 2021 [Progressive House/ Melodic Techno DJ Mix] 4K

Miss Monique – Podcast especial de aniversário de 2021.

Como o Google quer lidar com a fadiga de videochamada

Com alta da importância e da competição, Google Meet tenta se adaptar aos problemas das chamadas por vídeo
Por Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

As mudanças no design do Google Meet parecem detalhes, mas se tornaram fundamentais para a plataforma na pandemia

Um dos principais fenômenos do período de isolamento social é a “fadiga de Zoom”, nome dado ao cansaço excessivo provocado por chamadas de vídeo. Embora o problema leve o nome de um concorrente, essa foi uma questão que o Google precisou enfrentar também no último ano no desenvolvimento do Google Meet, sua ferramenta de videochamadas. 

“Internamente, chamamos o problema de ‘fadiga de reunião (do inglês, meeting fatigue)”, conta ao Estadão Dave Citron, diretor de produto do Google Meet. “Em nossos estudos, detectamos que problema é real. Ele normalmente está associado a situações de trabalho ou de escola”, conta ele em videochamada feita com a reportagem. 

O executivo cita que os usuários da plataforma da empresa relataram cansaço ao ficarem expostos à própria imagem. É uma conclusão parecida com a de uma pesquisa da Universidade Stanford publicada no final de fevereiro – entre os quatro motivos listados pelo estudo acadêmico estava a alta exposição à própria imagem. Posteriormente, um novo estudo de Stanford mostrou que mulheres sofrem mais com problema.

Com as pesquisas debaixo do braço, o Google decidiu renovar o design do Google Meet. Agora, o usuário poderá redimensionar a janelinha onde aparece seu próprio rosto. Será possível esconder a própria imagem sem deixar de mostrá-la para os envolvidos na conversa. Outras opções serão reposicionar ou diminuir o tamanho da janela, permitindo o foco em outros conteúdos ou contatos. As mudanças foram implementadas na semana passada. 

“Percebemos também que parte do cansaço está atrelada à monotonia, por isso acrescentamos também fundos animados, que permitem aumentar a descontração”, explica Citron. Esse não é um quesito apontado pelo estudo de Stanford, mas o Google acredita que as animações podem ajudar.

De fato, algumas coisas não podem ser ajudados pela tecnologia. O diretor de Google Meet conta algumas de suas estratégias pessoais para fugir do problema. “Reservo pausas para levantar e tomar água. Também reservo momentos na agenda para não realizar chamadas e ficar quieto com outras atividades”, diz ele. 

Importância

As mudanças no design mirando o comportamento de usuários parecem detalhes, mas se tornaram fundamentais para o Google Meet. A plataforma, que antes era apenas uma ferramenta do pacote corporativo, assim como planilhas e calendário, mudou de status na pandemia. Com o home-office e a educação à distância, ela se tornou um dos principais produtos do Google.

Isso, claro, foi um movimento que aqueceu todo o mercado e viu o surgimento de candidatos a rivais antes improváveis. O Zoom, por exemplo, registrou crescimento de 370% no quarto trimestre de 2020 em relação ao mesmo período em 2019. Rivais do mundo corporativo, como Microsoft Cisco, passaram a fazer investimentos. E até serviços voltados para o consumidor final, como o WhatsApp, registraram aumento de videochamadas. 

Para não ficar para trás, o Google abriu o Meet – há um ano, a ferramenta, que antes era exclusiva do mundo corporativo, ficou gratuita. Deu resultado: no primeiro ano, o uso do Google Meet foi multiplicado por 20 só no Brasil. Desde janeiro, o crescimento é de 275%. 

O aumento do fluxo foi global, o que forçou o Google também a se reorganizar internamente. Citron diz que a sua equipe quadruplicou. Foram absorvidas em uma única equipe todos os projetos do Google que envolviam videochamadas. Os engenheiros do Google Duo, um app de videochamadas que nunca conseguiu rivalizar com WhatsApp, foram deslocados para trabalhar no Meet. 

Futuro

Mesmo com o fim da pandemia, a projeção para o futuro é que as videochamadas não devem cair. “Estamos monitorando países que já estão abrindo e a taxa de uso permanece extremamente alta quando comparada com os número de antes da pandemia”, conta ele. 

Um outro problema detectado com o alto volume de videochamadas, porém, parece sem solução: a necessidade de baixar e usar programas diferentes para falar com pessoas diferentes. “A indústria precisaria trabalhar num padrão de comunicação entre plataformas. E não acho que isso vai acontecer”, diz ele. Ou seja: estamos longe do momento de sair deletando software. Uma pena. 

Austria Ulloa By Troy Covey

www.seemanagement.com

Photography: Troy Covey Model: Austria Ulloa Styling: Debbie Hsieh Hair: Clay Nielsen Make-Up: Steven Canavan Casting: Sheri Chiu

Y Como | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

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A história da colorista Eloah que saiu do Complexo do Alemão para conquistar os modernos do eixo Rio-São Paulo

Cabeleireira trans bomba com suas cabeças coloridas pintadas com desenhos de animal print e pássaros
Lívia Breves

Eloah no Care, em Ipanema, onde trabalha no Rio Foto: Ana Branco / Agência O Globo
Eloah no Care, em Ipanema, onde trabalha no Rio Foto: Ana Branco / Agência O Globo

Eloah gosta de comparar as cabeças que cria com telas de pintura. Famosa por descolorir cabelos curtinhos e depois estampá-los com desenhos que vão de animal print a pássaros, a colorista de 24 anos conquistou uma agenda cheia de clientes que querem dar um tapa moderno no visual. “Comecei fazendo trabalhos tradicionais, mas senti uma energia interna que pedia algo mais autoral. Não aguentava mais fazer louros. Fui então criar a minha estética”, conta ela, que passou pelo Fil Hair & Experience e hoje atende no Care, em Ipanema, e uma vez por mês no Cab, em São Paulo. “Sempre gostei de desenhar, pensei em estudar moda. Sinto que junto tudo isso agora.”

Nascida no Complexo do Alemão, Eloah diz que sempre gostou do universo dos salões e costumava cortar o cabelo das amigas no recreio da escola. “Sou uma ‘girl from Rio’. Desde sempre empreendo, ganhava meu dinheirinho ainda pequena. Depois, fui para um salão na favela, onde fazia cabelos de donas de casa e mulheres de bandido. Achava as pessoas de lá mais reais e demorei a ter vontade de vir para a Zona Sul. Mas, como só fazia mechas, escova progressiva e design de sobrancelha, entendi que para ser mais artística teria que mudar de lugar. Cansei de só cortar pontinha e retocar pintura”, resume.

Animal print para a cabeça de Richard Dapne. O make é de Luiza Prevato e Rebeca Castro Foto: Ana Branco / Agência O Globo
Animal print para a cabeça de Richard Dapne. O make é de Luiza Prevato e Rebeca Castro Foto: Ana Branco / Agência O Globo

A mudança de endereço fez com que a tinturista mergulhasse nos estudos de técnicas e na história do colorismo. Ao mesmo tempo, Eloah foi se empoderando e se assumindo como mulher trans com cabelos à la Gisele Bündchen. “Foco em visagismo, análise cromática, adoro criar conteúdo”, define. “Comecei como uma bicha tímida e hoje sou uma mulher forte. Foram as minhas clientes que me deram o nome de Eloah. Tudo aconteceu de maneira natural e ajudou a acabar com a imagem marginalizada da travestilidade que conheci na infância.

A foto da arte feita na cabeça de Lili Am. O make é de Luiza Prevato e Rebeca Castro Foto: Ana Branco / Agência O Globo
A foto da arte feita na cabeça de Lili Am. O make é de Luiza Prevato e Rebeca Castro Foto: Ana Branco / Agência O Globo

Tenho clientes de todos os perfis e não quero que o valor impossibilite ninguém de criar sua personalidade. Por isso, tenho preços que começam em R$ 300 e chegam a R$ 2.000”, conta a profissional, que tem uma agenda frenética de clientes. “Não nasci em berço de ouro, mas estou construindo uma cama king de luxo”, completa.

Camila Queiroz encarna a Angel de ‘Verdades secretas’ 2 em ensaio

ANNA LUIZA SANTIAGO

Camila Queiroz (Foto: Henrique Gendre)

Camila Queiroz encarna a Angel de “Verdades secretas” 2 em ensaio fotográfico de preparação para o papel. A atriz já está gravando nos Estúdios Globo, sob a direção de Amora Mautner:

-Estamos muito contentes com o que fizemos até agora, com o resultado das cenas. A estética da novela é linda, a gente está fazendo cinema. Tenho certeza de que o público vai ficar apaixonado pela proposta que a Amora está trazendo. Eu arrisco dizer que essa é uma novela que não tem nenhuma cena desperdiçada. A novela inteira é intensa, com ação, sexo e drama forte. A gente tem vivido isso desde o primeiro dia de  gravação. Ainda tem muita coisa pela frente, mas está ficando lindo.

Ela conta como se sentiu ao resgatar Angel seis anos depois de interpretá-la pela primeira vez:

– Nunca tinha passado pela minha cabeça a possibilidade de reviver essa personagem. Até porque não estamos acostumados a ver novela com continuação. É a primeira da História.  Foi muito emocionante quando me caracterizei de Angel de novo e coloquei o colar da personagem, que é um acessório tão importante para ela e que foi tão marcante na primeira temporada.

Camila se diz surpresa com os caminhos que a personagem seguirá:

– Desde que surgiu o convite, fiquei imaginando para onde o Walcyr Carrasco levaria a história. E ele, gênio que é, me surpreendeu. Acho que vai surpreender o público também. Tem sido muito gostoso redescobrir a Angel e conhecer a sua nova versão.

Ela, que estreou na TV na primeira versão da trama, em 2015, agora recebe os modelos que serão lançados como atores e atrizes na série, prevista para ir ao ar no Globoplay:

– Fiz questão de recebê-los com todo o meu carinho e meu acolhimento porque sei o quanto é bom ser bem recebida num lugar onde não conheço ninguém. Principalmente sendo um projeto tão importante. Eu sei o que eles estão sentindo, já estive nesse lugar. São meninas e meninos lindíssimos, disponíveis e com muita vontade de fazer dar certo. Chegaram para somar.

Camila Queiroz (Foto: Henrique Gendre)

Clubhouse cria espaço para conversas abertas no Oriente Médio

Em países com limitações de redes sociais, Clubhouse tem sido escape para conversas sobre assuntos censurados
Por Vivian Yee e Farnaz Fassihi – The New York Times

O Clubhouse já foi baixado 1,1 milhão de vezes no Oriente Médio desde que foi disponibilizado em janeiro

Faezeh Hashemi, política iraniana e filha de um ex-presidente, está proibida de falar publicamente no Irã. A televisão estatal não dá espaço a ela. Vigilantes conservadores invadiram suas tentativas de falar em público.

Ainda assim, no mês passado, lá estava ela, numa reunião de seis horas e meia, para uma audiência de mais de 16 mil iranianos dentro e fora do país, clamando por um estado secular e para se retirar o poder absoluto do líder supremo do Irã.

“A República Islâmica ficou pior do que o regime do xá”, disse Hashemi, 58 anos.

Onde estava ela? No Clubhouse, aplicativo de rede social apenas de áudio que oferece aos usuários de países repressivos de todo o Oriente Médio um novo fórum para conectar, debater, desabafar e ouvir em salas de bate-papo em tempo real.

Os sauditas vêm discutindo a legalização do álcool e do aborto, ambos tabus na Arábia Saudita. Os egípcios se perguntam em voz alta o que seria necessário para desafiar seu governante autocrático. Os iranianos estão questionando autoridades do governo e compartilhando histórias de assédio sexual.

As pessoas do Clubhouse, disse um ex-vice-presidente iraniano, Mohammad Ali Abtahi, estão “praticando a democracia em tempo real”. 

Numa região onde a maioria das eleições é predeterminada, os governantes são inacessíveis, os programas de TV só dão opiniões pró-governo e outros aplicativos de mídia social são proibidos ou monitorados de perto pelos serviços de segurança do governo, o Clubhouse virou uma praça virtual.

“Se você não consegue ter qualquer tipo de representação política ou qualquer coisa assim, pode baixar o aplicativo e conversar, ou pelo menos ouvir”, disse Eman al-Hussein, analista saudita que se declara viciado em Clubhouse. “É por isso que ficou importante. Vejo alguns nomes que passam o dia todo lá, de manhã até a noite”.

O Clubhouse já foi baixado 1,1 milhão de vezes no Oriente Médio desde que foi disponibilizado em janeiro, responsável por quase 7% dos downloads globais, de acordo com a Sensor Tower, uma empresa de análise de aplicativos móveis.

Quando eram novidades, as plataformas de mídia social como Twitter Facebook ofereciam quase a mesma promessa que o Clubhouse.

Ativistas e acadêmicos do Oriente Médio expuseram seu potencial para fomentar o diálogo e disseminar reivindicações por mudança.

Uma década atrás, quando manifestantes de todo o mundo árabe usaram as redes sociais para organizar e pedir mudanças e a derrubada de ditadores, a mídia ocidental batizou seus movimentos de “revoluções do Facebook” e “levantes do Twitter”. No Irã, o Twitter e o  acebook ajudaram a mobilizar os manifestantes após a contestada eleição de 2009, e o Telegram e o WhatsApp ajudaram os manifestantes a se conectar em 2019.

Muitos governos do Oriente Médio reagiram aumentando seu controle sobre as mídias sociais. O Irã proibiu o Facebook e o Twitter (embora as proibições sejam amplamente contornadas, inclusive por autoridades iranianas).

O Egito e os Emirados Árabes Unidos prenderam cidadãos comuns por postar as mais brandas críticas ao governo. A Arábia Saudita utilizou exércitos de bots e trolls no Twitter para atiçar o nacionalismo e difamar os oponentes.

Muitos usuários comuns se desconectaram, se não por medo, pela frustração de ver as plataformas invadidas por trolls do governo ou reduzidas a um palco para que oponentes políticos insultassem e ameaçassem uns aos outros.

Já há indícios de que o Clubhouse pode sucumbir ao mesmo ciclo ou ser totalmente bloqueado, como aconteceu na China.

Omã já fez isso e usuários no Irã, Jordânia e Emirados Árabes Unidos relataram dificuldade para acessar o aplicativo. O Clubhouse recebeu críticas da mídia estatal do Egito e de apoiadores do governo na Arábia Saudita.

E, apesar de sua vertiginosa atmosfera de liberdade de expressão, existem riscos óbvios. Os usuários do Clubhouse, que geralmente se cadastram com seus nomes reais, são facilmente identificáveis e suas salas de bate-papo são prontamente monitoradas pelas agências de segurança do governo – embora, com muitas conversas simultâneas acontecendo em tempo real, possa ser uma rede mais difícil monitorar do que uma plataforma baseada em texto, como o Facebook.

Os defensores da privacidade também levantaram questões sobre os dados pessoais que o Clubhouse coleta, o que poderia ser ainda mais arriscado se governos autoritários puderem ter acesso a eles.

As conversas sobre homossexualidade e legalização do álcool no Clubhouse saudita foram gravadas e vazadas online, o que gerou críticas generalizadas. Um apresentador de talk show pró-governo no Egito proclamou que havia “descoberto” uma rede de usuários da Irmandade Muçulmana, o grupo de oposição proibido, sinal de que mais vigilância poderia estar a caminho.

Desde que os downloads sauditas do aplicativo chegaram ao ápice em fevereiro, mais usuários começaram a se inscrever sob nomes e fotos falsos, disse al-Hussein, o analista saudita. Isso pode protegê-los, mas também pode prejudicar o que os usuários dizem ser uma das principais atrações do aplicativo: que até agora ele reuniu pessoas reais, dedicadas a um diálogo civilizado, em vez de avatares sem rosto.

A política do Clubhouse proíbe os usuários de gravar conversas sem o consentimento dos participantes, mas a empresa afirma que grava temporariamente os áudios, para investigar denúncias de violações da política. A plataforma não especificou quem pode ouvir essas gravações ou quando.

Um porta-voz do Clubhouse não quis comentar.

No entanto, algo sobre a natureza espontânea e íntima das conversas – abertas a todos, independentemente da fama ou contagem de seguidores – continua atraindo as pessoas. Longe da propaganda governamental, o Clubhouse está permitindo aos catarianos acesso irrestrito a seus vizinhos sauditas após anos de rixas acirradas entre seus países, e os egípcios agora têm acesso aos defensores da Irmandade Muçulmana.

“As pessoas queriam esse tipo de comunicação havia muito tempo, mas acho que não perceberam até que começaram a usar o Clubhouse”, disse Tharwat Abaza, 28 anos, dentista egípcio que disse ter ouvido salas discutindo assédio sexual, feminismo, saúde mental e a necessidade de educação sexual nos países árabes. “Hoje, é uma das plataformas mais livres e está nos dando espaço para discussões importantes, que devemos fazer sem medo da caça às bruxas”.

No Irã, apesar das previsões de baixo comparecimento para a eleição presidencial de 18 de junho, as salas do Clubhouse com foco nas eleições estão entre as mais populares. Milhares participam das conversas diariamente, num momento em que a campanha presencial está limitada pela pandemia.

Os candidatos à presidência organizaram eventos de campanha. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, respondeu a perguntas. Entre outros palestrantes se encontraram o vice-presidente, um ex-comandante-chefe da Guarda Revolucionária do Irã e o ministro das telecomunicações, que negou que o governo esteja tentando bloquear o aplicativo.

“Esse Clubhouse mudou o discurso polarizado do Irã”, disse um usuário, Maziar Samaei, numa recente sala do Clubhouse. “Eu, como pessoa comum que nunca teve acesso a nenhuma autoridade, agora posso vir aqui e ouvi-las”.

Mas talvez ainda mais notáveis sejam os outros usuários. Expulsos das câmaras de eco geográficas, sociais e políticas que os dividiram desde a revolução do Irã de 1979, iranianos comuns dentro e fora do país, políticos conservadores e reformistas, dissidentes e ativistas da oposição e líderes religiosos estão voltando a se encontrar.

“Os iranianos não se falam há algum tempo”, disse Farid Modarressi, 40 anos, jornalista reformista que apresenta uma popular sala de bate-papo sobre eleições. “No Twitter, estamos xingando uns aos outros. O Clubhouse está nos fazendo ouvir o outro lado”. /Tradução de Renato Prelorentzou

Estrela de ‘Pose’ Mj Rodriguez junta-se a Maya Rudolph na Apple TV + série de comédia de Alan Yang e Matt Hubbard

Michaela Jaé (Mj) Rodriguez, de Pose, estrelará ao lado de Maya Rudolph na série de comédia sem título de meia hora da Apple TV + criada pelos vencedores do Emmy Alan Yang e Matt Hubbard.

Photo by Mandy Talias

Criada e escrita por Yang e Hubbard, a série segue Molly (Rudolph), uma mulher cuja vida aparentemente perfeita é destruída depois que seu marido a deixa com nada além de US $ 87 bilhões.

Rodriguez interpretará Sofia, a trabalhadora diretora executiva da organização sem fins lucrativos financiada por sua chefe bilionária ausente, Molly.

Yang e Hubbard são produtores executivos ao lado de Rudolph por meio de sua produtora, Animal Pictures, com Natasha Lyonne e Danielle Renfrew Behrens também produtoras executivas. Além disso, Dave Becky é o produtor executivo. A Universal Television, uma divisão do Universal Studio Group, servirá como o estúdio.

Rodriguez estrela como a dona-de-casa Blanca na série de Ryan Murphy, indicada ao Emmy e ganhadora do Globo de Ouro e do Peabody, Pose, atualmente em sua terceira e última temporada na Netflix. Rodriguez fez história ao se tornar a primeira mulher trans a receber o prêmio de Melhor Atriz de Televisão por seu papel em Pose no Imagen Awards 2019. Recentemente, ela foi indicada ao Critics Choice Television Award e ao MTV Movie + TV Award, e também ganhou dois Gold Derby Awards por sua atuação.

Do lado do cinema, Rodriguez estrelou o filme independente Saturday Church, que lhe rendeu uma indicação ao Tribeca Film Festival de melhor atriz. Seus outros créditos na televisão incluem Nurse Jackie e Luke Cage da Marvel. Rodriguez é representado por Gersh, Untitled Entertainment e Del, Shaw, Moonves, Tanaka, Finkelstein & Lezcano.