Billie Eilish – Your Power (Live On The Late Show with Stephen Colbert/2021)

Billie Eilish – Your Power (Live On The Late Show with Stephen Colbert/2021)

Instagram terá campo para você exibir seus pronomes no perfil

“Ele/dele”, “ela/dela” ou como você preferir — em breve, a rede terá um espaço especial para você se identificar.

Quem usa mídias sociais com alguma regularidade certamente já viu alguns perfis, em várias redes, contendo pronomes em suas descrições (“ele/dele”“ela/dela”“elu/delu” ou outros). Trata-se de uma forma simples de a pessoa descrever sua identidade de gênero e a forma como prefere ser tratada — esse texto é um bom aprofundamento do tema para quem se interessar, mas resumindo, respeitar as preferências alheias já é o início de um caminho certo.

Pois agora, o Instagram está dando um passo para que cada usuário tenha um espaço especial para exibir seus pronomes em seu perfil. A rede anunciou a novidade no Twitter:

Para adicionar seus pronomes à sua página do Instagram, bastará selecionar a opção “Editar Perfil”; logo abaixo do seu nome, você verá o novo campo, no qual será possível adicionar até quatro pronomes de identificação. Será possível exibir seus pronomes para todos os usuários do Insta ou somente para seus seguidores — no caso de usuários menores de 18 anos, os pronomes serão obrigatoriamente privados.

Para evitar trolls e outros engraçadinhos (ou mal-intencionados), as opções de pronomes são pré-definidas, mas a rede pôs no ar uma página para que os usuários solicitem a adição de novos pronomes caso nenhum atenda à sua identidade. As solicitações serão avaliadas pela rede antes da adição.

O campo especial para os pronomes ainda tem disponibilidade limitada a alguns idiomas — ao menos aqui, nos meu testes, o português do Brasil ainda não está contemplado. O Instagram promete, entretanto, que uma expansão global da novidade está nos planos e deverá acontecer em breve.

Sempre bom – respeito, afinal, nunca é demais. [MacMagazine]

Sally Buzbee é a primeira mulher a chefiar redação do Washington Post em 143 anos

Jornalista, hoje vice-presidente da Associated Press, ocupará o cargo de editora executiva do veículo a partir de junho, substituindo Martin Baron

Sally Buzbee, vice-presidente da Associated Press, substitui Martin Baron e ocupa o cargo de editora executiva do jornal a partir de junho. Foto: Chuck Zoeller/AP

The Washington Post nomeou, nesta terça-feira, 11, a jornalista Sally Buzbee como editora executiva do jornal. A admissão marca a primeira vez em que uma mulher é nomeada para chefiar a redação de 143 anos. Sally, que hoje é vice-presidente da agência Associated Press, assumirá a liderança do grupo de quase 1 mil pessoas a partir de junho, segundo comunicado divulgado pelo jornal.

De acordo com a publicação, a experiência de Sally supervisionando a produção de notícias internacionais a tornou uma candidata atraente à medida que o Post pretende expandir suas operações no exterior. Ela sucede Martin Baron, que se aposentou no fim de fevereiro após atuar como editor por mais de oito anos, e encerra uma busca de mais de dez semanas por um substituto.

Post afirmou que buscava um “jornalista de nível mundial”, com uma força particular em reportagens investigativas e políticas, bem como alguém com “credibilidade e seriedade” para ser uma porta-voz eficaz na profissão.

Sally figurou entre um pequeno grupo de candidatos entrevistados por Jeff Bezos, fundador da Amazon e dono do Post, em Washington na semana passada. “Estávamos em total acordo (sobre a escolha)”, declarou Fred Ryan, publisher e responsável pela seleção da jornalista. 

De acordo com reportagem do próprio Post, Sally foi escolhida, deixando para trás três candidatos.

O primeiro foi Kevin Merida, que passou 22 anos no jornal, chegando ao cargo de editor-chefe de notícias e recursos, antes de sair para ingressar na ESPN em 2015. Os outros eram candidatos internos: Cameron Barr, que substituiu Merida como editor-chefe em 2015 e tem servido como editor executivo interino desde que Baron se aposentou; e Steven Ginsberg, editor nacional que orientou grande parte da cobertura da redação da Casa Branca de Donald Trump.

Trajetória

Ainda de acordo com o Washington Post, a nova chefe de redação do jornal dirige as operações de notícias da AP desde 2017 e está na organização desde que começou a carreira como jornalista, em 1988. A agência de notícias, sediada em Nova York, conta com cerca de 2,8 mil jornalistas e produz centenas de reportagens e fotos todos os dias, que são distribuídos para veículos de notícias em todo o mundo. 

Sally também tem laços com Washington. De 2010 a 2016, ela foi chefe do escritório da AP na capital americana e responsável pela cobertura das eleições presidenciais de 2012 e 2016, bem como pela cobertura do Congresso, da Casa Branca e de agências federais. 

Depois de se formar na Universidade do Kansas em 1988, a jornalista começou sua carreira como repórter da AP no Estado americano. Ela também foi repórter em Los AngelesSan Diego e Washington, e deu o salto para a edição em 1996, como chefe assistente do escritório em Washington. No início de 2004, ela foi editora regional da AP para o Oriente Médio no Cairo, supervisionando a cobertura da Guerra do Iraque. Sally também possui um MBA pela Universidade de Georgetown.

Little Mix faz história no Brit Awards ao ganhar prêmio de melhor grupo e trio critica misoginia da indústria

Trio é o primeiro grupo feminino a ganhar o troféu nesta categoria – Veja o discurso emocionante na íntegra

Little Mix está vivíssimo! O trio formado por Jade Thirlwall, Perrie Edwards e Leigh-Anne Pinnock acaba de receber o prêmio de Melhor Grupo no Brit Awards 2021, feito inédito para uma girlband

Ao subirem no palco da maior premiação de música do Reino Unido, que agita a Arena O2, em Londres, elas fizeram questão de agradecer tanto Jesy Nelson, que se desligou da banda recentemente por problemas de saúde mental, quanto toda a equipe e, claro, os fãs fiéis que as acompanham há uma década. “Estamos juntos há 10 anos. Foram os melhores anos de nossas vidas. Queremos começar agradecendo nossos incríveis fãs e, claro, Jesy. Queremos agradecer nossa equipe de gestão, nossa incrível equipe promocional que tem estado desde nós desde o primeiro dia. Os incríveis escritores com quem trabalhamos em Confetti e todos os incríveis e talentosos criadores envolvidos”, disseram elas, que tinham escrito o discurso previamente e dividiram os microfones para fazer os agradecimentos.

Jade, Perrie e Leigh-Anne também criticaram a misoginia e sexismo da indústria e dedicaram o prêmio para bandas femininas que vieram antes delas (e marcaram a cena pop) como Spice Girls. “Não é fácil ser mulher na indústria pop. Vimos o sexismo e a falta de diversidade. Estamos orgulhosas de como ficamos juntas e nos cercamos de mulheres fortes. O fato de uma banda de garotas nunca ter ganhado esse prêmio diz muito. Este prêmio não é apenas para nós, é para o Spice Girls, The Sugababes, All Saints e todas as bandas femininas incríveis que estão por aí”, finalizaram.

A passagem pelo evento registra uma das primeiras aparições do grupo após Perrie e Leigh revelarem que estão grávidas (sim ao mesmo tempo!). As três cruzaram o tapete vermelho do Brit Awards 2021 com vestidos fluidos brancos e off-white sem estampas. Jade foi de Vivienne Westwood, Perrie de David Koma e Leigh-Anne de Maison Margiella. Os responsáveis pelas produções são os stylists Zack Tate e Jamie Mcfarland.O Brit Awards está reunindo uma plateia de 4 mil trabalhadores que atuaram da linha de frente da pandemia sem distanciamento social e sem máscara. As medidas foram aprovadas pois o Reino Unido não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24 horas e boa parte da população já foi vacinada.

As autoridades estão analisando o Brit Awards como uma espécie de teste para a retomada do entretenimento no país. Espera-se que toda a população adulta esteja vacinada até o mês que vem. Apesar de todo o relaxamento das medidas de restrição, porém, todos serão obrigados a fazer um teste de Covid-19 antes de entrar na Arena.

Brit Awards 2021: Cantora Griff chama a atenção no red carpet com look futurista

Griff, vencedora na categoria de estrela em ascenção, usou uma espécie de véu formado por arames e cristais

LONDON, ENGLAND – MAY 11: Griff poses in the media room during The BRIT Awards 2021 at The O2 Arena on May 11, 2021 in London, England. (Photo by JMEnternational/JMEnternational for BRIT Awards/Getty Images) (Foto: JMEnternational for BRIT Awards/)

O red carpet do Brit Awards 2021 mostrou que os looks tradicionais podem estar perdendo espaço para criações mais ambiciosas que fogem daquilo que o público está acostumado a admirar. A cantora Griff, por exemplo, chegou à premiação com uma espécie de véu formado por arames e cristais.

LONDON, ENGLAND – MAY 11: Griff poses in the media room during The BRIT Awards 2021 at The O2 Arena on May 11, 2021 in London, England. (Photo by JMEnternational/JMEnternational for BRIT Awards/Getty Images) (Foto: JMEnternational for BRIT Awards/)

Vencedora na categoria de estrela em ascenção, ela também incluiu a maquiagem em sua versão de glamour futurista. A testa da artista foi pintada com uma cor azul-acinzentada formando uma espécie de degradê. Para finalizar, uma gota de lágrima.

Já o vestido foi formado por transparências e pedrarias. Que tal?

Conheça os Supermen negros do Universo DC

Próximo filme do herói pode ter ator negro como protagonista
GABRIEL AVILA

A notícia de que a Warner Bros. estaria procurando um ator negro para interpretar o Superman pegou muita gente de surpresa. Em primeiro lugar, por praticamente confirmar que o próximo filme do herói vai apresentar uma versão inédita e diferente de tudo que já foi feito nos cinemas anteriormente. Isso confirma a aposta em um novo Superman vindo de outro universo e não uma substituição no DCEU, similar ao que aconteceu com a escalação de Robert Pattinson como o Batman em um filme independente do universo compartilhado.

Segundo porque abre a possibilidade de que o filme, que terá roteiro do experiente escritor Ta-Nehisi Coates (Pantera NegraCapitão América), apresente algum dos vários Supermen negros que habitam o Multiverso da DC Comics nas HQs.

Para que você conheça – ou relembre – quem são esses personagens, reunimos alguns deles abaixo em ordem cronológica de aparição.

SUPERMAN RAIO DE SOL (TERRA 47)

Cena da HQ Homem-Animal com o Superman Raio de Sol
Divulgação/DC Comics

O Superman Raio de Sol foi apresentado originalmente na icônica revista do Homem-Animal escrita por Grant Morrison. Sua aparição acontece quando o Pirata Psíquico causa uma ruptura no continuum do Universo DC e tenta “reverter” o que ocorreu na Crise nas Infinitas Terras. Se a mega-saga unificou todas as Terras da DC Comics em uma só, o vilão tentou trazer as outras de volta. O curioso é que, além de personagens que realmente existiam como o Sindicato do Crime da Terra 3, ele “trouxe de volta” personagens que na verdade eram inéditos, como o Sindicato do Amor do Mundonírico – uma espécie de Liga da Justiça Hippie que tinha como membro o Superman Raio de Sol.

Desde essa participação na HQ do Homem-Animal, o Superman Raio de Sol e sua equipe fizeram pequenas aparições nas histórias da DC, mas fazem parte do cânone da editora como habitantes da Terra 43.

SUPERMAN (TERRA D)

Cena com Superman e os heróis da Terra D
Divulgação/DC Comics

E por falar em Crise nas Infinitas Terras, chegamos ao Superman da Terra D. O herói apareceu na HQ Legends of the DC Universe: Crisis on Infinite Earths, que conta uma aventura paralela ao grande evento da DC Comics. Lançada quase 15 anos após a saga original, a revista mostra o ataque do Anti-Monitor à Terra-D.

Para conter a ameaça, a Liga da Justiça se junta à Aliança da Justiça, os heróis desse mundo, que são liderados por Kalel, um Superman que tem várias similaridades com sua contra-parte na Terra 1. Entre elas estão a origem como sobrevivente do planeta Krypton e ter como base a Fortaleza da Solidão. Infelizmente, o Superman da Terra D não é visto novamente pois se sacrifica durante os eventos dessa história.

HARVEY DENT (TERRA 9)

Cena com Harvey Dent, o Superman da Terra 9, e Barry Allen
Divulgação/DC

Talvez este seja o mais diferente de todos os Supermen que existem no Multiverso DC, e também um dos mais poderosos. Sem saber, o Harvey Dent da Terra 9 foi parte de um experimento científico que alimentou toda a população de uma cidadezinha com um soro teoricamente capaz de acelerar a evolução humana. Único sobrevivente dessa monstruosa experiência, o rapaz só passou a desenvolver dons especiais graças após cair de um prédio – o que ativou sua capacidade cerebral evoluída. Entre seus poderes estão invulnerabilidade, telepatia, telecinese, vôo e até tecnopatia.

Talvez você esteja se perguntando por que a origem de Harvey Dent é tão diferente dos demais Supermen – tanto dessa lista, quanto do Universo DC. Isso se deve ao fato de que ele faz parte do Universo Tangente da Tangent Comics, uma linha editorial lançada pela DC no final dos anos 1990. Seu objetivo era remodelar quase completamente os principais heróis da editora. Desse modo, essa versão criada por Mark Millar levou o conceito de “Super-Homem” de forma quase literal, mostrando como seria um ser humano completamente evoluído.

CALVIN ELLIS (TERRA 23)

Imagem de Calvin Ellis e a Justiça Encarnda
Divulgação/DC Comics

Assim como em praticamente todos os mundos do Multiverso, a Terra 23 recebeu um Superman após a explosão do planeta Krypton. Filho dos cientistas Jorel e Lara, Kalel foi mandado em um foguete para que pudesse sobreviver e acabou chegando à Terra, onde foi adotado por um casal humilde que o criou como Calvin Ellis. Se a origem de Calvin não foge muito do que estamos acostumados, a grande mudança vem em sua vida adulta: além de salvar o dia como Superman, ele é também o presidente dos Estados Unidos.

Inspirado em figuras reais como Barack Obama Muhammed Ali, Calvin Ellis é nascido em Vathlo, ilha de Krypton apresentada na década de 1970 como um local povoado por kryptonianos negros. Criado durante a Crise Final, ele ganhou grande importância durante a saga Multiverso DC, quando se tornou líder da Justiça Encarnada, grupo formado por heróis de diferentes Terras para proteger o multiverso.

VAL-ZOD (TERRA 2)

Capa de uma HQ da Terra 2 com o Superman Val-Zod ao centro
Divulgação

Último filho da Casa Zod, Val foi enviado por Jor-El e Lara em uma nave para escapar da iminente destruição de Krypton. Ao chegar na Terra, ele foi acolhido por Terry Sloan, que ofereceu abrigo e proteção em um quarto secreto no Asilo Arkham. Libertado pelo supergrupo Maravilhas do Mundo, ele decide usar seus superpoderes para proteger a Terra ao lado de heróis como Batman (Thomas Wayne), Tornado Vermelho (Lois Lane) e Lanterna Verde (Alan Scott).

Em sua primeira missão, Val-Zod precisou deter Brutaal, um clone do Superman criado por Darkseid. Esse desafio foi uma verdadeira prova de fogo para o rapaz, que ganhou liberdade após a morte do verdadeiro Kal-El de seu mundo. Após superar a versão maligna do maior herói da Terra, o kryptoniano assume o manto e se torna o novo Superman desse mundo.

Paris se prepara para retomar desfiles de moda após período de lockdown

Semana de alta-costura é marcada para julho em formato presencial, apesar da Covid-19
Geert De Clercq
Sarah White

Modelos desfilam com coleção da estilista francesa Isabel Marant na Paris Fashion Week em 1º de outubro de 2020
Modelos desfilam com coleção da estilista francesa Isabel Marant na Paris Fashion Week em 1º de outubro de 2020 Lucas Barioulet/AFP

PARIS | REUTERS – As passarelas de Paris reabrirão em julho, após o governo francês flexibilizar as medidas de isolamento social, anunciou a Federação da Alta-Costura e da Moda do país, nesta terça-feira (11).

A semana de alta-costura acontecerá entre os dias 5 e 8 de julho, e as grifes poderão organizar desfiles e apresentações ao vivo, de acordo com o comunicado divulgado pela entidade.

Dependendo das circunstâncias pandêmicas, as apresentações presenciais poderão acolher convidados —uma ação alinhada à diretriz do governo para eventos públicos.

Nenhum grande desfile acontece ao vivo na capital da França desde setembro de 2020, quando algumas marcas, como Dior e Chanel, organizaram alguns shows presenciais, com um número limitado de convidados.

Dependendo das circunstâncias pandêmicas, as apresentações presenciais poderão acolher convidados —uma ação alinhada à diretriz do governo para eventos públicos.

Os franceses estão afrouxando o toque de recolher e outras medidas após o final de seu terceiro lockdown, em abril, visando a reativação total da economia, planejada para julho.

Nos últimos meses, as grifes de moda apresentaram suas novas linhas em eventos virtuais e experimentaram outras maneiras de exibir suas criações, como curtas-metragens e apresentações individuais.

A federação do setor afirmou ainda que sua plataforma online continuará disponível para shows digitais e que também retransmitirá apresentações presenciais.

Na semana de alta-costura, um clube seleto de estilistas exibe trajes únicos e feitos à mão, à diferença das semanas de moda “prêt-à-porter”, nas quais as marcas mostram peças de produção em massa.

WSJ. Magazine May 2021 – Angok Mayen By Davey Adésida 

Buttoned Up   —   WSJ. Magazine May 2021   —   www.wsj.com

Photography: Davey Adésida Model: Angok Mayen Styling: Stella Greenspan Hair: Mideyah Parker Make-Up: Kuma  Manicure: Naomi Yasuda Set Design: Eric Mestman

Naomi Osaka: “Gosto de usar roupas que ninguém se atreve a usar”

Tenista, que será co-host do Met Gala desde ano, fala sobre moda, esporte e outras paixões
3 min de leitura
FERNANDO GOMEZ DOSSENA
MARIE CLAIRE ARGENTINA

Naomi Osaka, tenista e fashionista (Foto: Reprodução/Instagram)
Naomi Osaka, tenista e fashionista (Foto: Reprodução/Instagram)

A tenista Naomi Osaka é a primeira jogadora asiática a vencer qualquer um dos quatro principais torneios do circuito (Australian Open, Roland Garros, Wimbledon, United States Open) e desde 2018 ela é campeã de um a cada ano. Além do destaque no esporte, ela é uma verdadeira fashionista e tem deixado cada vez mais sua marca no mundo da moda e beleza.

Naomi será uma das co-hosts do Met Gala de 2021, que acontece em 13 de setembro, ao lado da poeta Amanda Gorman, da cantora Billie Eilish e do ator Timothée Chalamet. Recentemente, a atleta lançou uma parceria de moda praia com Frankies Bikinis e revelou o lançamento da Kinló, uma linha de cuidados com a pele voltada para pessoas negras.

A tenista ainda foi nomeada embaixador da marca de relógios Tag Heuer, de propriedade da LVMH. Apareceu na campanha primavera / verão 2021 da Louis Vuitton e, no ano passado, Naomi estrelou uma campanha para a marca de jeans Levi’s e desenhou uma coleção com o estilista japonês Hanako Maeda, fundador da marca Adeam, de Nova York.

Tenista Naomi Osaka em colaboração com a Frankies Bikinis  (Foto: Reprodução/Instagram)
Tenista Naomi Osaka em colaboração com a Frankies Bikinis (Foto: Reprodução/Instagram)

Em entrevista à Marie Claire Argentina, Naomi fala das sua paixão por moda, esporte e quem são seus exemplos de vida: 

Marie Claire. Como você lida com a pressão no esporte?
Naomi Osaka.
 Quero dizer bem, mas às vezes me deparo com isso. Eu diria que sou mais dura comigo mesmo do que sou sensível ao que está acontecendo lá fora. Obviamente, há muitas expectativas em mim, mas provavelmente não sou a única a sentir essa pressão. E pode ser um pouco diferente do que meu oponente sente. Não há como uma pessoa entrar em uma quadra e não sentir nada, mas você aprende a aceitar isso.

MC. Como você se prepara para uma partida importante?
NO. 
Eu me preparo muito mais fisicamente fora de temporada. Durante esses treinos, meu corpo está no piloto automático, então eu realmente não paro muito. Mentalmente, é um pouco mais desafiador. O tênis é cheio de altos e baixos e sinto que aprendo com cada jogo . Os jogos mais difíceis tornam-se experiências valiosas que me ajudam no final. Ir à final do Grand Slam é definitivamente o pior. Você realmente não consegue dormir à noite e tende a pensar demais em tudo até o último minuto. Quando isso acontece, costumo ligar para minha família e eles me tranquilizam . Então, vou para a quadra e espero o melhor.

Naomi Osaka, tenista japonesa (Foto: Reprodução/Instagram)
Naomi Osaka, tenista japonesa (Foto: Reprodução/Instagram)

MC. E o que passa pela sua cabeça quando você entra no campo?
NO. 
Honestamente, absolutamente nada! Eu apenas ouço música e me desconecto. Não tenho nenhuma música em particular que goste de ouvir antes do jogo, mas sempre ouço músicas animadas.

MC. O tempo é importante na sua vida?
NO. 
Quando eu era mais jovem, não achava. Mas, à medida que envelheço, percebo mais e mais que cada segundo conta. Definitivamente, aproveitar ao máximo o tempo é algo que aprendi e agora vivo.

MC. De onde vem sua paixão por design e moda?
NO.
 É algo que tenho desde criança. Quando eu era pequena, minha irmã e eu costumávamos desenhar durante as longas viagens. Estou muito grato por todas as oportunidades que tive e pela oportunidade de aprender com todas as pessoas que conheci; Eles realmente me inspiraram e estimularam minha criatividade ao longo dos anos.

Naomi Osaka, tenista e fashionista (Foto: Reprodução/Instagram)
Naomi Osaka, tenista e fashionista (Foto: Reprodução/Instagram)

MC. O que moda significa para você?
NO. 
Dentro e fora das quadras, a moda desempenha um papel muito importante. Para mim, é outra forma de expressar a individualidade. É enriquecedor que todos possam se vestir de maneira diferente e fazer afirmações reais com base no que vestem. Provavelmente é por isso que gosto de usar roupas que ninguém mais pode ter. Eu adoro ir aos locais e encontrar algo completamente único e inesperado.

MC. Você tem modelos de comportamento em sua vida?
NO.
 Na verdade, tenho alguns. Ter muitos modelos de comportamento é ótimo porque você pode extrair características de cada um deles e construir seu próprio ideal. Minha família, claro, sempre será minha influência número um e depois outros atletas, eu realmente admiro Usain Bolt e Serena Williams, por exemplo.