Morre Samuel E. Wright, o caranguejo Sebastião de ‘A Pequena Sereia’

Causa da morte de ator de 74 anos não foi revelada; ele cantou música ganhadora do Oscar de Melhor Canção Original ‘Under the Sea’ em animação da Disney de 1989

Samuel E. Wright viveu o caranguejo Sebastião em A Pequena Sereia (Foto: Getty Images e Divulgação)

O ator Samuel E. Wright, que ficou conhecido por fazer a voz do caranguejo Sebastião na versão em inglês da animação da Disney A Pequena Sereia, morreu aos 74 anos. A morte dele foi anunciada por sua cidade natal Montgomery, no estado de Nova York, com um post no Facebook, nesta terça-feira (25) – Samuel cantou as duas músicas mais famosas da produção de 1989, Under the Sea, vencedora do Oscar de Melhor Canção Original, e Kiss the Girl, também indicada.

“Sam foi uma inspiração para todos nós e junto com sua família fundou o Hudson Valley Conservatory. Além de sua paixão pelas artes e seu amor pela família, Sam era mais conhecido por entrar em uma sala e simplesmente fornecer alegria pura para aqueles que ele interagia. Ele adorava entreter, adorava fazer as pessoas sorrirem e rir e ele adorava amar”, dizia o post na rede social.

Samuel E. Wright viveu o caranguejo Sebastião em A Pequena Sereia (Foto: Divulgação)

Samuel dublou Sebastião também na sequência de A Pequena Sereia no cinema e na série de TV. Ele também deu voz a um dos personagens de Dinossauro (2000) e fez vários papéis na televisão e no cinema, em trabalhos como as séries Lei & Ordem, The Cosby Show e All My Children e o filme Bird. O ator esteve ainda nos musicais O Rei Leão, no qual fez o vilão Mufasa, Jesus Christ Superstar e Pippin.

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Vídeo de Veronica Gaido

Acusações contra Bill Gates não devem afetar Microsoft e fundação filantrópica

O bilionário deverá continuar exercendo influência nas duas instituições
Por Agências – AP

A Microsoft contratou um escritório de advocacia no final de 2019 para conduzir uma investigação sobre um relacionamento entre Gates e uma funcionária

Apesar das acusações de que Bill Gates perseguiu mulheres que trabalharam para ele, não espere mudanças em suas funções nas duas instituições icônicas que ele cofundou: a Microsoft e sua fundação filantrópica homônima.

Os críticos dizem que as revelações levantam questões de responsabilidade, embora não esteja claro até que ponto o dano à reputação de Gates pode afetar as instituições que estão intimamente associadas a ele.

A Fundação Bill e Melinda Gates diz que não está investigando as acusações, já que o relato do incidente envolvendo uma das maiores e mais influentes organizações sem fins lucrativos do mundo foi feito por “uma ex-funcionária anônima”.

“A fundação nunca recebeu qualquer reclamação formal em relação a Bill Gates”, observou o porta-voz em um comunicado à Associated Press. “Quando recebemos uma denúncia de má conduta, levamos muito a sério, conduzimos uma investigação e tomamos medidas adequadas à situação”.

New York Times e o Wall Street Journal detalharam o relato sobre o comportamento de Gates diante das mulheres, desde um caso aberto na Microsoft até a indiferença em relação à sua agora afastada esposa e copresidente da fundação, Melinda French Gates, além de convites a mulheres que se sentiam desconfortáveis com seus avanços em ambas as instituições.

A Microsoft disse que a empresa contratou um escritório de advocacia no final de 2019 para conduzir uma investigação depois que uma engenheira da Microsoft afirmou em carta que ela tivera um affair com Gates durante vários anos.

O porta-voz do escritório de Gates o caracterizou como “um caso de quase vinte anos atrás que terminou de maneira amigável”.

O porta-voz da Microsoft, Frank X. Shaw, se recusou a responder outras perguntas sobre o que o conselho concluiu e por que a investigação não foi divulgada anteriormente – o CEO da empresa, Satya Nadella, porém, afirmou que a investigação não será encerrada. Em março de 2020, a empresa anunciou que Gates estava deixando o conselho para “dedicar mais tempo às suas prioridades filantrópicas”, mas continuaria a atuar como conselheiro de tecnologia para Nadella e outros líderes da Microsoft.

O porta-voz de Gates disse que a investigação não o tirou do conselho e que por anos ele vinha planejando dedicar mais tempo à sua filantropia.

O porta-voz se referiu a uma declaração emitida ao New York Times: “É extremamente decepcionante que tantas inverdades tenham sido publicadas sobre a causa, as circunstâncias e a cronologia do divórcio de Bill Gates”.

Em 3 de maio, os Gates anunciaram no Twitter que haviam decidido encerrar seu casamento de 27 anos.

As acusações contra Bill Gates são uma bandeira vermelha para alguns dos acionistas da Microsoft, disse Natasha Lamb, sócia-gerente da Arjuna Capital, empresa de investimentos que vem pressionando a Microsoft para lidar com as questões de disparidade salarial. Ela disse que a empresa permitir que ele renunciasse foi covarde com ambos os Gates e com o conselho e que as revelações são “um verdadeiro revés para a Microsoft no que diz respeito à sua capacidade de atrair e reter talentos diversos”.

“O caso de Bill Gates é um exemplo clássico de dinheiro e poder. Claramente, sua jogada era dar em cima das funcionárias. Foi assim que ele conheceu sua esposa. É claro que esse tipo de comportamento continuou”, disse Lamb. “Isso deixa uma questão em aberto sobre como o conselho e a liderança estão enfrentando o assédio sexual dentro da empresa. Depois do MeToo, houve algumas mudanças na forma como a empresa estava lidando com essas questões internamente. Mas claramente apareceu esse sinal de mau comportamento no topo, que é o que define a cultura”.

Uma ex-funcionária da Microsoft que travou uma batalha judicial de cinco anos contra a empresa por causa de uma suposta discriminação por gênero em salários e promoções disse que as alegações de Gates refletem problemas mais amplos com a cultura da empresa.

“Muitas de suas políticas sobre assédio no local de trabalho eram muito ineficazes para proteger as mulheres”, disse Katie Moussouris, pesquisadora de segurança cibernética, que desistiu de seu processo contra a Microsoft em novembro. “Não estou nem um pouco surpresa”.

Moussouris, que ingressou na empresa em 2007, sob o comando do então CEO Steve Ballmer, disse que não era incomum que engenheiras ocasionalmente se reunissem com altos executivos corporativos – especialmente quando faziam apresentações sobre suas pesquisas. Ela disse que isto levanta preocupações sobre a continuidade do papel de Gates como conselheiro técnico de Nadella.

“Isso significa que ele vai continuar participando desse tipo de reunião”, disse ela. “O que não o impede de encontrar outras mulheres na Microsoft”.

Não está claro até que ponto Melinda French Gates sabia de tais alegações, mas se aventou que ela estava ciente de suas investidas e ficou horrorizada com sua associação com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. Seu escritório particular, a Pivotal Ventures, não respondeu a um pedido de comentário.

Quando ela pediu o divórcio no início deste mês, o casal prometeu continuar trabalhando junto na fundação. Mas agora os observadores dizem que as recentes revelações podem dar a Melinda French Gates mais motivos para abrir sua própria organização de caridade após o divórcio, com a fatia do dinheiro não comprometido da fortuna dos Gates.

“Quanto mais surgem na imprensa histórias dizendo que Melinda não sabia de nada, menos interessada ela pode ficar em continuar seu papel colaborativo com o ex-marido no futuro”, disse David Callahan, fundador do site Insider Philanthropy e autor de “The Givers: Wealth, Power, and Philanthropy in a New Gilded Age” [Os doadores: riqueza, poder e filantropia em uma nova era dourada].

O porta-voz de Gates refutou todas as afirmações.

“A caracterização de seus encontros com Epstein e outros sobre filantropia está imprecisa, incluindo quem participou. Da mesma forma, é falsa qualquer alegação de que Gates falou sobre seu casamento ou Melinda de maneira depreciativa. A alegação de má conduta no trato com os funcionários também é falsa. Os rumores e especulações em torno do divórcio de Gates estão se tornando cada vez mais absurdos e é uma pena que pessoas que têm pouco ou nenhum conhecimento da situação sejam qualificadas como ‘fontes’”.

É improvável que a maioria dos acionistas queiram balançar o barco da Microsoft, dados seus anos de crescimento constante desde que Nadella assumiu em 2014, os quais a transformaram em uma das empresas mais valiosas do mundo. Seus lucros crescentes e o desempenho das ações não foram afetados pela pandemia devido à importância de seus serviços para as pessoas que trabalham ou estudam em casa.

Em 2019, Arjuna Capital pediu aos acionistas da Microsoft que votassem a favor do relatório da empresa sobre as disparidades de gênero nos salários na reunião anual da empresa. A Microsoft pediu aos investidores que rejeitassem a proposta, o que eles fizeram – embora 30% tenham votado a favor, uma porcentagem relativamente alta para propostas ativistas. A firma de investimento fará uma nova tentativa ainda este ano.

Embora os relatos recentes tenham prejudicado Bill Gates e a fundação que leva seu nome, Lawrence Gostin, especialista em saúde pública da Universidade de Georgetown, diz que isso provavelmente não afetará a forma como as organizações sem fins lucrativos que buscam financiamento abordam a organização.

“A maioria dos beneficiários continuará procurando a fundação em busca de dinheiro, porque estão mais interessados em dinheiro do que nas intrigas que acontecem na fundação”, disse Gostin. Mas, acrescentou ele, os relatos provavelmente influenciarão como o público verá o trabalho da fundação em torno da igualdade de gênero.

“A fundação não será vista como uma instituição que defende os altos padrões que espera que seus beneficiários representem”, disse Gostin, acrescentando que a organização de caridade “terá que trabalhar muito para restaurar sua reputação e, particularmente, demonstrar que está levando a sério as alegações de assédio ou comportamento sexualmente impróprio”. / TRADUÇÃO RENATO PRELORENTZOU

Filho de Chris Hemsworth prefere herói da DC ao Thor e famosos tiram onda

Tristan Hemsworth, de sete anos, usa capa em homenagem ao Superman
EDUARDO PEREIRA

Chris Hemsworth, o Thor do Universo Cinematográfico Marvel, revelou que o filho dele Tristan, de sete anos, sonha ser um super-herói como o pai. Só não ser o mesmo super-herói que o pai, já que o garoto prefere o Superman, do selo rival DC Comics.

O astro de Thor: Ragnarok compartilhou a “decepção” no Instagram, com uma foto em que caminha ao lado do filho, de mãos dadas, enquanto o pequeno usa uma capa vermelha. O adereço poderia servir tanto ao Filho de Odin, quanto ao filho de Krypton, mas qualquer ambuguidade acaba com a legenda escrita por Chris.

“Segurando a mão do meu filho e fazendo a ele a lendária pergunta ‘o que você quer ser quando crescer’. ‘Eu quero ser o Superman’. Que sorte que tenho outras duas crianças”, escreveu Hemsworth. O ator australiano também é pai de India Rose, de nove anos, e Sasha, gêmea de Tristan. As crianças são frutos do casamento com a atriz Elsa Pataky (Velozes e Furiosos 5).

Nos comentários, astros da Marvel e da DC não perdoaram e tiraram onda com o “infortúnio” do Thor das telonas. Ryan Reynolds, o Deadpool, enviou risos e corações, assim como a Mulher-Maravilha, Gal Gadot. Já o intérprete de Thanos, Josh Brolin, rachou o bico com um largo “hahahaha” nos comentários. Enquanto isso, Jason Momoa, o Aquaman, simpatizou com o colega: “Meu filho queria ser o Batman”.

Atualmente, Hemsworth trabalha na reta final de filmagens do quarto filme de Thor, Thor: Love and Thunder. O filme conta marcará o retorno de Natalie Portman ao papel de Jane Foster, e com a promessa de que ela empunhará o martelo do Deus do Trovão asgardiano.

No quadrinho que serve de base para o quarto filme do Thor, o Filho de Odin se tornou indigno de levantar o Mjölnir, depois dos acontecimentos da saga Pecado Original. Com isso, Jane Foster é considerada digna pelo seu altruísmo e a dedicação em salvar vidas como médica e se torna a Poderosa Thor.

Além dos retornos de Chris Hemsworth e Natalie PortmanThor: Love and Thunder terá ainda Tessa Thompson de volta como Valquíria. A direção é, novamente, de Taika Waititi (Jojo Rabbit). Nos EUA, a estreia está marcada para 5 de novembro de 2021.

A pandemia mudou o namoro para sempre?

Limites. Conexões significativas. ‘Bagagem Covid’. Veja como será o namoro em um mundo pós-pandemia
Sara Aridi, The New York Times – Life/Style

Nos EUA, o namoro ganhou força total. Mas pode ser que nunca mais seja como antigamente. Foto: Ilustração de Cécile Gariépy

Tempos atrás, romance frequentemente envolvia um jantar e um filme, alguns drinques em um bar lotado ou um beijo de boa noite – experiências íntimas que foram abruptamente substituídas na pandemia pelo distanciamento social, pelo uso de máscara e pela ameaça de contrair uma doença mortal. Simplificando, namorar em 2020 foi “realmente assustador. Não há nada menos sexy do que, por exemplo, arriscar seu bem-estar físico”, disse recentemente Monica Zahl, estudante de pós-graduação no Brooklyn, em Nova York. Cerca de seis meses depois do início da pandemia, Zahl, de 23 anos, voltou a namorar, começando com encontros ao ar livre em parques e bares.

A máscara permanecia até o momento que ambas as pessoas concordassem em tirá-la, e era necessário um consentimento explícito antes de entrar nos lugares. Atualmente, porém, Zahl já está protegida com a vacina e menos cautelosa a respeito de onde encontra as mulheres e com que cuidado as examina.

“Certamente, estou mais frívola”, comentou a estudante. Ela não está sozinha. Agora que muitas das rotinas corriqueiras anteriores estão de volta, o namoro ganhou força total. Mas pode ser que nunca mais seja como antigamente.

Para algumas pessoas, o coronavírus trouxe temores físicos e existenciais angustiantes demais para que seja possível se livrar deles da noite para o dia, mesmo depois da vacinação. Outras pessoas solteiras disseram que os longos períodos de isolamento inspiraram um despertar e mudaram suas prioridades – para melhor ou para pior. A cantada do momento? ‘Estou vacinado!’ Especialmente para os solteiros que já tomaram a vacina, a demanda – ou o desejo – de encontrar um par é forte. Em janeiro, a Three Day Rule, empresa de matchmaking, começou a ver um crescimento nos negócios.

“Nunca estivemos tão ocupados”, afirmou Talia Goldstein, fundadora e presidente da companhia. Segundo Goldstein, os clientes da empresa são rápidos em mencionar se foram vacinados, tendência que quase ultrapassou as mídias sociais e os aplicativos de namoro. De acordo com um porta-voz do site de namoro OkCupid, em abril, houve um aumento de 680% na menção da palavra “vacinado” nos perfis dos usuários em relação aos dois meses anteriores.

E mais da metade dos usuários do aplicativo de namoro Hinge relatou que planejava ir a mais encontros pessoalmente depois de tomar a vacina, informou a empresa. Você está imunizado. Ela, não. Isso é um problema? As diretrizes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos informam que a reunião em ambiente fechado é segura para aqueles que estão totalmente vacinados.

“Mas o conhecimento dos riscos entre pessoas inoculadas e aquelas não imunizadas ainda está se desenvolvendo. Os riscos são extremamente baixos para os já vacinados, e, eles têm muito menos probabilidade de transmitir o vírus, se infectados. Quanto aos não imunizados, um jovem saudável que mora sozinho e namora uma pessoa vacinada teria um risco relativamente baixo de se contaminar. Mas aqueles que têm um problema de saúde subjacente, já passaram dos 65 anos ou que vivem com alguém acima de 65 devem seguir as medidas de segurança, como o uso de máscara e o distanciamento social”, comentou Chris Beyrer, professor de epidemiologia da Universidade Johns Hopkins.

Medos pandêmicos e perdas podem complicar as coisas. As vacinas vão conter a possibilidade de infecção, mas não necessariamente acabar com as ansiedades sociais do ano passado.

Ilana Diamant, cineasta do Brooklyn, passou por uma separação em janeiro e recentemente recebeu a segunda dose da vacina. “Agora, mesmo sendo vacinada, não tenho esse desejo insaciável de sair. Minha pele ainda se arrepia quando vejo grandes grupos de pessoas”, contou ela. Diamant, de 25 anos, também tem ressalvas em relação a namorar alguém que não tenha levado a pandemia a sério – algo em que pensar nos próximos anos.

Para a cineasta, a questão é parecida com: “A vida humana valia algo para você?”. Mas ela se pergunta como iniciar conversas sobre responsabilidade social “sem ser a pior pessoa com que você poderia falar em uma festa”. Depois de um ano difícil, mais pessoas estão se concentrando em si mesmas. Jenny Taitz, psicóloga clínica em Los Angeles e autora de How to Be Single and Happy (Como ser solteiro e feliz, em tradução livre), disse que a assertividade e a autocompaixão recém-descobertas são uma mudança positiva: “Depois de passar um ano com a vida em espera, acho que as pessoas têm cada vez mais clareza do que importa para elas e do que estão dispostas a suportar”.

Goldstein, da Three Day Rule, relatou que muitos de seus clientes se tornaram menos superficiais. No passado, seus critérios muitas vezes mencionavam altura e riqueza. Agora, mais pessoas estão priorizando as qualidades interiores, como o humor ou uma “mentalidade de crescimento.” E, com a flexibilidade do trabalho remoto, o namoro não é tão localizado como antes. “Estamos combinando pessoas que agora tomam um avião para se conhecerem pessoalmente.”

Carolyn Murphy – Vogue Russia June 2021 By Alexander Saladrigas 

Vogue Russia June 2021   —   www.vogue.ru

Styling: Alexander Saladrigas Model: Carolyn Murphy Styling: Sveta Vashenyak Hair: Lauren Palmer-Smith Make-Up: Karo Kangas Prop Styling/Set Design: Romain Goudinoux

Novo modelo de anúncios da App Store é caro e “terrível”, dizem anunciantes

Os números mostram uma performance muito inferior em relação a outros modelos oferecidos pela própria Apple

Há cerca de um mês, falamos aqui sobre como o iOS 14.5 estrearia um novo modelo de anúncios na App Store, no qual desenvolvedores poderiam fazer campanhas dos seus aplicativos nas seções “Descubra” e “Sugestões” da loja.

À época, cheguei a comentar sobre como o timing da novidade era curioso, considerando que a coisa toda estrearia ao mesmo tempo da Transparência do Rastreamento de Apps — que, como vocês já sabem, sacudiu fortemente toda a indústria de publicidade digital. Agora, já temos mais algumas reações negativas em relação aos novos anúncios da App Store.

Em matéria publicada no Business Insider, diversos anunciantes criticaram o novo modelo. Um dos principais problemas seria o preço: o CPM (custo por mil impressões, uma das principais métricas do marketing digital) estimado do modelo ficou em torno de US$31,10 nos primeiros 10 dias de disponibilidade dos anúncios, chegando a quase US$50 na categoria de utilidades — números muito acima da média da indústria, segundo executivos da área.

A análise, feita pela firma SplitMetrics, levou em conta as campanhas de 70 anunciantes e mais de 5 milhões de impressões de propagandas.

O desempenho dos novos anúncios, segundo os anunciantes, é inferior em relação a outras modalidades de marketing oferecidas pela própria Apple. Um teste inicial feito pelo consultor Thomas Petit indicou que o custo por instalações (isto é, o valor gasto pelo anunciante por cada usuário que vê a propaganda e de fato instala o aplicativo) no novo modelo está entre 30% e mais de 100% acima das outras modalidades oferecidas pela Maçã.

Petit, que classificou os novos anúncios como “terríveis”, afirmou ainda que a porcentagem de usuários atingidos pelas campanhas que de fato instalam os apps está em apenas um dígito, ou na camada mais baixa dos dois dígitos. Para fins de comparação, outras modalidades oferecidas pela Apple têm essa taxa em torno de 50%.

Um dos principais problemas apontados pelos anunciantes está na falta de flexibilidade oferecida pela Apple: as campanhas podem usar elementos como localização, idade, gênero, tipo de dispositivo e tipo de usuário (novos ou já existentes), mas impede que anunciantes formatem os anúncios — tudo é criado automaticamente, de acordo com os metadados da própria App Store.

Ainda assim, o mercado acredita que há espaço para melhorar: conforme a Apple vá recebendo feedbacks dos anunciantes, a empresa tem todas as condições de melhorar o produto e aumentar a sua performance. Que assim seja, então. [MacMagazine]

VIA APPLEINSIDER

Morena Baccarin, estrela brasileira de ‘Deadpool’, diz que a pandemia acabou e é criticada

Atriz brasileira vive nos Estados Unidos, onde as mortes por Covid são de mais de 500 por dia

Morena Baccarin

Morena Baccarin, estrela brasileira de Deadpool, foi criticada em seu perfil no Instagram ao questionar se ela deveria retomar a dieta agora que a pandemia tinha acabado. “A pandemia acabou. Isso significa que eu tenho que fazer dieta”, escreveu ela na legenda de uma imagem em que aparecia em uma mesa cheia de doces. 

Internautas de diferentes nacionalidades criticaram a atitude da atriz. “Só se for no seu mundo”, escreveu uma pessoa. “A pandemia não acabou! Pelo contrário! Este é apenas um momento de calma dentro de uma tempestade. A cepa indiana já está se levantando para ser a mais devastadora que o homem já viu. Atualmente há milhares de vacinados na Alemanha que estão sendo forçados a voltar para a quarentena por causa desta cepa. As coisas vão piorar muito ainda antes de ficarem boas”, explicou um outro internauta. 

Muitos brasileiros também se posicionaram. “A pandemia no Brasil está longe de acabar”, desabafou um seguidor. “Por aqui a pandemia parece que nunca terá fim”, disse outra brasileira. 

Morena nasceu no Rio de Janeiro, mas se mudou para os Estados Unidos aos 7 anos. Ela vive no país com o marido, o ator Ben McKenzie, e os três filhos. Mais de 590 mil pessoas perderam suas vidas para a Covid só nos Estados Unidos. Com mais de 130 milhões de vacinados, os Estados Unidos tem uma média atual de 570 mortes por dia. 

Morena é conhecida pelo filme Deadpool e pelas séries Gothan Homeland. Seu primeiro trabalho no Brasil foi em 2019 na série da Globoplay Sessão de Terapia, ao lado de Selton Mello.

Hana Jirickova – Vogue Germany May/June 2021 By Dan Martensen

Vorzüglich (Excellent)   —   Vogue Germany May/June 2021   —   www.vogue.de

Photography: Dan Martensen Model: Hana Jirickova Styling: Nicola Knels Hair: Cim Mahony Make-Up: Lucy Burt Manicure: Dorthe Devantier