DNMLAB – Denim Like Only You Would Do It

Ninguém estiliza jeans como você. E agora a Bershka dá a você a chance de colocar seu próximo par de jeans quando você comprá-los online – tudo de uma forma mais sustentável.

Com lançamento neste mês, a coleção de cápsulas DNM LAB da Bershka oferece os mais novos estilos de jeans, além da opção de personalizá-los antes de concluir seu pedido. A melhor parte? A coleção utiliza jeans mais sustentáveis ​​e técnicas de customização eficientes.

A coleção é composta por shorts, jeans e jaquetas masculinas e femininas. Todos eles carregam o selo Join Life da Bershka e são feitos com algodão 100% cultivado ecologicamente. E, em colaboração com a Jeanologia, podem ser customizados com tecnologia a laser que usa menos água em comparação com outras técnicas.

Em um processo on-line super simples, você pode escolher seu estilo de jeans favorito e, em seguida, selecionar sua personalização – impressões licenciadas dos personagens de anime Nirvana, Looney Tunes ou Evangelion, que são gravadas a laser em suas roupas, ou efeitos desgastados que rasgam seu jeans do jeito que você gosta deles. Jeanologia é líder mundial em tecnologias de acabamento sustentáveis ​​e eficientes para têxteis. Suas tecnologias inovadoras ajudam a reduzir o uso de água, consumo de energia, emissões e resíduos garantindo contaminação zero.

Annette | Adam Driver canta com Marion Cotillard em prévia do musical

Álbum que virou filme, projeto da banda Sparks fará estreia em Cannes
EDUARDO PEREIRA

Quem ficou com um gostinho de quero mais ao ver Adam Driver arriscar uma cantoria em História de um Casamento vai adorar Annette, musical desenvolvido pela banda norte-americana de pop e rock alternativa Sparks. A produção, que o astro de Star Wars: A Ascensão Skywalker protagoniza ao lado de Marion Cotillard (Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge), trará várias oportunidades de ouvir o ator sotlar a voz, e a primeira já surgiu na forma de uma prévia no YouTube. Veja acima.

O vídeo de mais de três minutos traz letra e música de “So May We Start”, uma das faixas da produção com vozes de Driver, Cotillard, Simon Helberg (The Big Bang Theory) e os próprios Sparks: os irmãos Ron e Russell Mael. Originalmente pensado como um novo álbum da dubla, na ativa desde 1970, Annette passou a tomar forma como musical a partir de 2013. O primeiro trailer do filme, entretanto, não trazia muita cantoria dos atores.

Situado em Los Angeles, o longa conta a história de Henry (Driver), um comediante de stand-up com um humor ácido, e Ann (Cotillard), uma cantora conhecida internacionalmente. Na frente das câmeras os dois formam um casal perfeito, com muita alegria e glamour. Porém, a vida dos dois muda com o nascimento de sua primeira filha, Annette, uma garota misteriosa com um destino excepcional.

Com direção do cineasta francês Leos Carax (Holy Motors), Annette fará sua estreia no Festival de Cannes, em 6 de julho. A estreia nos Estados Unidos, onde a distribuição do filme é da Amazon Studios, está prevista para 6 agosto. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Quem quiser ver Adam Driver soltando a voz enquanto isso pode conferir História de um Casamento, vencedor de um Oscar, na Netflix.

Lady Gaga anuncia edição especial de ‘Born This Way’ em comemoração aos 10 anos do álbum

Relançamento completo será no dia 18 de junho e contará com artistas LGBTQIA+
JOÃO PAULO DOS SANTOS – O ESTADÃO

Nesta sexta-feira, 28, a cantora Lady Gaga anunciou em seu Instagram o relançamento do álbum Born This Way, que completou 10 anos no último dia 23. Segundo Gaga, além das 14 canções originais, a versão especial contará com um segundo disco com interpretações especiais das músicas feitas por artistas que representam e defendem a causa LGBTQIA+.

Batizado de Born This Way The Denth Anniversary, o álbum completo será lançado no dia 18 de junho. Porém, junto com o anúncio da edição especial a cantora também comunicou que a primeira versão especial já está disponível, a faixa Judas na voz da rapper transBig Freedia

No dia que o álbum completou 10 anos, Lady Gaga recebeu simbolicamente a chave da cidade de West Hollywood, na Califórnia, diretamente da prefeita Lindsey P. Horvath. Na comemoração, também foi anunciado que a data será feriado na cidade. 

“Obrigada por esta chave. Vocês têm sido a chave do meu coração. Eu vou honrar e guardar isso com carinho, e eu prometo que sempre estarei aqui neste dia”, disse a cantora. 

Apple adia assinaturas em podcasts para junho

A novidade estava prevista para o fim de maio

No evento do mês passado, a Apple anunciou o lançamento de assinaturas para podcasts, chamado Apple Podcasts Subscriptions. A opção de assinaturas estava prevista para ser lançada no fim de maio, mas até agora nada…

Pois hoje a empresa, em um email enviado para criadores de podcasts, anunciou o adiamento da opção de assinaturas e o lançamento dos canais (conjuntos de podcasts selecionados) para junho. De acordo com o comunicado, isso permitirá que ela forneça a melhor experiência para criadores e ouvintes do Apple Podcasts.

Apple adiando assinaturas e canais de podcasts

A empresa ainda aproveitou para anunciar que, com o lançamento do iOS 14.6resolveu algumas das reclamações dos ouvintes no aplicativo oficial e que apresentará melhorias adicionais à aba Biblioteca nas próximas semanas. Além disso, a Apple disse ter corrigido a lentidão que alguns criadores estavam experienciando no Apple Podcasts Connect.

No mais, quanto mais cedo essas novidades chegarem, melhor para ela e para os criadores de podcasts!

Crítica: Ragnarok dá enorme salto em qualidade na 2ª temporada

Série nórdica da Netflix compensa ano inicial medíocre ao enfim abraçar a fantasia e entregar bons dramas
ARTHUR ELOI

Quando Ragnarok estreou na Netflix, no início de 2020, não era uma boa série de TV. Apesar de ideias interessantes e uma ambientação linda de morrer, o programa norueguês da Netflix tinha ritmo inconsistente e um desenvolvimento bastante questionável. Felizmente, a parte boa da televisão é como as produções conseguem ouvir o público, fazer ajustes e dar a volta por cima em um curto espaço de tempo. Na segunda temporada, Ragnarok enfim atinge seu potencial ao expandir o que funcionou, e melhorar bastante o que precisava de uma atenção especial.

A principal mudança é que já não se trata mais de uma história de descobrimento. O jovem Magne (David Stakston) descobriu ter os poderes de Thor, e que a pequena cidade de Edda, na Noruega, é comandada por gigantes de gelo, que usam como fachada a poderosa e rica família Jutul, dona de uma das maiores (e mais poluentes) empresas do país. A ideia de recontextualizar a eterna batalha entre deuses e as criaturas do caos sob um viés ambientalista é um dos acertos do ano um, mas a leva inicial se focou muito na jornada pessoal de Magne, que não é lá um personagem muito interessante. Agora, com todas as regras estabelecidas, a série melhora ao enfim abraçar os aspectos mais fantasiosos de sua premissa.

A segunda temporada mergulha de cabeça na missão de modernizar a mitologia nórdica. Magne entende seus poderes e seu papel em confrontar os antagonistas, e parte em busca de encontrar outras pessoas com poderes dos deuses para lhe ajudar na batalha. Ainda que continue como o protagonista, a produção deixa o rapaz apenas como fio condutor da narrativa, mas preenche o restante do universo com personagens mais interessantes e conflitos surpreendentemente intrigantes.

É o caso de Laurits (Jonas Strand Gravli), irmão de Magne – e reencarnação de Loki – que já roubava a cena no ano um, mas que agora enfim assume os holofotes ao integrar os arcos mais importantes da leva inédita, como a revelação de sua verdadeira identidade, e as intrigas trazidas por estar dividido entre sua família de criação e os gigantes. O mesmo vale para Saxa Jutul (Theresa Frostad Eggesbø), antagonista que era uma das partes irritantes da temporada anterior, mas que aqui brilha ao bater cabeça com os costumes antiquados da própria família. Ambas as subtramas se misturam e complementam o restante da narrativa, aumentando a tensão interna entre as famílias, e entre todos os personagens da pequena cidade.

Sem perder tempo nos corredores do colégio ou em Magne tentando esconder seus poderes dos colegas, a série demonstra todo o seu potencial de grandeza e entretenimento. Esse teor juvenil não foi totalmente retirado da produção, mas foi reduzido ao ponto de que a sua dose não é mais cansativa e enfadonha. Magne e Laurits continuam tendo problemas comuns da juventude, como amores não correspondidos e uma maior participação no ativismo estudantil, mas dessa vez a dosagem é mais equilibrada, e serve apenas para dar um gostinho de normalidade que contrasta com os embates entre deuses e costumes mitológicos em que os dois estão mergulhados.

Se a primeira temporada de Ragnarok cansou pela inconsistência, a segunda surpreende. A produção demonstra a capacidade de ouvir, melhorar nas fraquezas, e investir nas qualidades, como os personagens secundários interessantes, o choque entre culturas do passado e do presente, e o belíssimo ambiente natural. Com o lado fantástico se tornando cada vez mais forte no cotidiano da pequena cidade, é esperado que as coisas só fiquem mais absurdas daqui para frente. Não dá para prever se a série terá fôlego e ousadia para chegar em um embate épico, mas pelo menos soube se colocar no caminho certo.

NOTA DO CRÍTICO **** Ótimo

Twitter chega aos 15 anos tentando se reinventar, mas sucesso está em xeque

Rede social tenta acrescentar novos recursos para se manter relevante, mas não quer abandonar a essência de conversas em tempo real
Por Guilherme Guerra – O Estado de S. Paulo

Na corrida por tentar se renovar, o Twitter pode acabar deixando para trás a sua essência, focada em acontecimentos do momento

“Estou apenas configurando meu Twitter”, tuitou Jack Dorsey, fundador da empresa, em 21 de março de 2006. Embora inocente, o primeiro tuíte da história sintetizava bem o espírito do serviço nos anos seguintes: uma ferramenta para publicações curtas e eficientes sobre assuntos do momento, mesmo que esses temas sejam extremamente pessoais. Ao atingir 15 anos no ar, porém, a empresa tenta se reinventar. Com a forte concorrência de outras redes sociais, o Twitter vem rascunhando e lançando novas ferramentas para manter o frescor da primeira década e meia. É um processo que parece empolgante, mas especialistas questionam se isso será suficiente para manter o passarinho azul voando.

Nesta quinta, 27, a rede social deixou vazar o que deve ser a principal novidade da plataforma em anos: o Twitter Blue, um serviço de assinatura que terá ferramentas exclusivas como editar tuítes já publicados, pastas para guardar publicações por temas, mudança de cor da plataforma (azul, vermelho, amarelo, roxo, laranja e verde) e um modo de leitura para reunir em um só texto longos fios de tuítes (ou threads). O preço? R$ 15,90 no Brasil (ou US$ 2,99 nos Estados Unidos). 

Antes disso, no início do mês, o Twitter lançou os Espaços, o tão aguardado recurso “inspirado” nas salas de áudio do Clubhouse — a rede social exclusiva que bombou no início deste ano, mas que vem perdendo fôlego. A chegada do Twitter dá um chacoalhão no mercado porque é a primeira grande empresa a lançar sua solução depois do rival (Facebook, por exemplo, também desenvolve algo parecido para não ficar atrás dos concorrentes) e porque, ao contrário do adversário recém-chegado, já existe um público estabelecido na plataforma. Agora, as pessoas podem falar da CPI da Covid em salas de voz e em tempo real, por exemplo. 

Recentemente, a empresa finalizou a compra da Scroll, plataforma de notícias para assinar e ler notícias de portais como Insider, BuzzFeed e USA Today sem anúncios (espécie de streaming de notícias). Além dela , o Twitter comprou a Revue para tentar construir um sistema de newsletter. O ritmo de compras da empresa em 2021 indica que algo acontece nas entranhas do mundo de Jack Dorsey. Foram seis aquisições até agora, maior número desde 2015, quando a rede social abocanhou oito startups. Nas últimas semanas, já é possível dar “gorjetas” para as contas favoritas

A ferramenta recente que teve maior adesão até agora foi inspirada na concorrência: os “fleets”, inspirados nos “snaps” curtos e autodeletáveis do Snapchat (que seriam copiados pelo Instagram, onde ficaria mais conhecido pelos “stories”). O problema é que os fleets são excessivamente longos para uma rede social tão conhecida pela instantaneidade. 

“A pergunta que fica é: qual é a essência da plataforma hoje em dia? O que ela consegue inovar dentro desse ‘what’s happening’?”, reflete Gustavo Daudt Fischer, professor do programa de pós-graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Desafio

O grande desafio de todas essas novidades é não só reter a fiel base da plataforma, mas também atrair novos usuários, o principal calcanhar de Aquiles do Twitter nos últimos anos, e aumentar as fontes de receitas.

É algo com o qual o mercado financeiro parece concordar. No último balanço da empresa, referente ao primeiro trimestre deste ano, as ações da companhia despencaram 10% após o fim do pregão, quando o Twitter desapontou os investidores e revelou um crescimento abaixo da expectativa, de 7 milhões de usuários monetizáveis diariamente ativos na plataforma — a principal métrica para analisar o sucesso de uma rede social. No total, a plataforma somou até março de 2021 um total de 199 milhões de usuários, abaixo dos 200 milhões esperados pelo mercado.

“Para trazer novas audiências e fortes receitas, não basta continuar monetizando a sua base existente de usuários. É preciso trazer uma audiência adicional”, afirma Yuval Ben-Itzhak, o presidente executivo da Socialbakers, empresa de marketing de mídias sociais. Para ele, os Espaços são aperfeiçoamentos à plataforma, e não necessariamente inovações, já que a solução é encontrada em concorrentes.  “E, para inovar, o Twitter precisa criar novas experiências com novos propósitos. Manter retenção é bom, mas não é o suficiente.”

O CEO da Socialbakers acrescenta que, ao contrário de outras redes sociais, o Twitter não está focando em turbinar a comercialização dentro da plataforma, como faz o Grupo Facebook, que incentiva compras por meio de publicidade e páginas próprias para vendedores em suas redes. “Ainda não estamos ouvindo isso do Twitter e o mercado espera algo maior do que esses aperfeiçoamentos”, diz.

O diretor acadêmico da escola Digital House, Edney Souza, aponta que nem todas as novidades anunciadas e projetadas podem funcionar. Para ele, os Espaços podem não atrair novos usuários, mas o projeto de gorjetas tem potencial de fisgar influenciadores digitais de plataformas como Instagram. Como efeito prático, a publicidade digital acompanha esses perfis que trazem consigo prestígio e milhões de seguidores.

“Nós vivemos a era da democratização do acesso ao conteúdo de pessoas com milhões e milhões de seguidores. As pessoas tiveram preferência pelo YouTube porque a plataforma monetiza automaticamente os canais. Posteriormente, o Instagram atraiu por conta da monetização. Se o Twitter conseguir transformar isso em receita alternativa para os influenciadores, pode ser interessante”, explica Souza, acrescentando que a medida pode não ser suficiente para atrair esses perfis com alcance massivo: “Desenvolver um mecanismo de modelo de receita não garante dinheiro para a plataforma.”

“A criação das bonificações do Twitter é o primeiro passo de nosso trabalho para criar novas maneiras de receber e mostrar apoio com dinheiro pela plataforma”, afirma em entrevista por e-mail ao Estadão a gerente sênior de produtos do Twitter, Esther Crawford. Segundo ela, a empresa estuda criar salas de bate-papo em tempo real com ingressos pagos para entregar nos Espaços. “O recurso é uma maneira para que os anfitriões sejam recompensados pelas experiências que estão criando, obtendo apoio financeiro ao mesmo tempo em que oferecemos aos ouvintes acesso exclusivo às conversas que mais lhes interessam.”

Esther Crawford é a gerente de produtos do Twitter
Esther Crawford é a gerente de produtos do Twitter

Identidade

Por outro lado, a empresa vive um dilema. Na corrida por tentar se renovar, a empresa pode acabar deixando para trás a sua essência, focada em acontecimentos do momento. “O Twitter está em uma crise de identidade de adolescente, de ver para onde vai seguir”, diz Fischer. 

No passado, tentativas muito abruptas de mudanças não deram certo. Em 2015, a plataforma comprou o Periscope, ferramenta de vídeo em tempo real (ou seja, de lives), mas o recurso parecia inovador demais para a época e foi fechado em 31 de março deste ano. Antes disso, em 2012, comprou o Vine, rede social de vídeos curtos que é a precursora do TikTok, mas, também à frente de seu tempo, foi descontinuada em 2016. 

Assim, a maior inovação do Twitter continua sendo o lançamento do “próprio Twitter”. Ou seja, o foco em acontecimentos em tempo real ainda é o forte do serviço. “O Twitter ainda é a única plataforma onde as coisas acontecem de forma massiva em tempo real”, afirma Edney Souza. 

Além de aliado de grandes eventos, o Twitter se tornou sinônimo de plataforma para desculpas de celebridades, anúncios presidenciais (o ex-presidente americano Donald Trump e o presidente Jair Bolsonaro são exemplos de chefes de Estado que usam a plataforma de maneira extraoficial) e de boletins noticiosos. 

É nisso que o Twitter aposta: “Somos, e continuaremos sendo, um serviço onde as pessoas podem ter conversas para se manterem informadas sobre o que está acontecendo”, afirma Esther. 

Resta saber se as novidades a caminho não irão distorcer os objetivos da empresa ao mesmo tempo em que trazem frescor para a plataforma. É uma grande equação sem respostas simples. Mas virar adulto nunca foi fácil.

Google é autorizado a construir “cidade” na Califórnia em 2022

Local terá 4 mil casas, hotéis, lojas, restaurantes e parques, ocupando mais de 323 mil metros quadrados
FOTO: REPRODUÇÃO/GOOGLE

A perspectiva de como ficará o mega campus do Google (Foto: Divulgação)

O Google recebeu autorização do conselho municipal de San Jose, na Califórnia, para a construção de um enorme campus. A “cidade” terá 4 mil casas, escritórios, lojas e parques distribuídos em 80 acres de terra (mais de 323 mil metros quadrados), e será um dos maiores campi do Google no mundo.

Segundo o “Business Insider”, das 4 mil casas do projeto “Downtown West”, como foi batizado em 2017, 1 mil serão destinadas a programa de habitação popular, mas os valores ainda não foram definidos.

Os escritórios terão capacidade para receber 20 mil trabalhadores. No ramo de hospedagem, 300 quartos de hotel e 800 alojamentos, para os hóspedes corporativos do Google que ficarem por pouco tempo. E 60 mil metros quadrados de parques para relaxar.

Os investimentos passarão de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões na cotação desta sexta-feira, 28), disse a diretora do campus, Alexa Arena: serão US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), para entre treinamento profissional, auxílio para moradores de rua e apoio a pequenos negócios, e outros US$ 890 milhões (R$4,6 bilhões) na melhoria da infraestrutura.

Um porta-voz do Google contou ao jornal “San Francisco Chronicle” que as obras devem começar em 2022 e que San Jose receberá US$ 3 milhões (R$ 15,7 milhões) em 30 dias após a aprovação do projeto.

Levi’s Pride 2021 – All pronouns. All Love

Para o Pride 2021, a Levi’s visa promover a empatia e a inclusão com uma nova coleção do Pride inspiradora que celebra a comunidade LGBTQIA e explora a importância de aprender e respeitar o uso adequado de pronomes. Intitulado “Todos os pronomes. All Love ”, esta coleção é inspirada em histórias de amor, compreensão e otimismo.

Criada como uma carta de amor para a comunidade LGBTQIA, a coleção Levi’s Pride 2021 apresenta uma linha unissex de roupas clássicas da Levi, apresentando sua nova estampa arco-íris inspirada na bandeira do distrito de Castro, em São Francisco.

“A Levi’s tem uma longa história de fazer a coisa certa para seus funcionários e fãs, apoiando a comunidade LGBTQIA. Temos orgulho de celebrar a comunidade LGBTQIA a cada ano com nossa coleção Pride e participando de eventos do Pride em todo o mundo. Parece-nos muito importante ver as pessoas como elas querem que sejam vistas. Portanto, este ano, nosso objetivo é mostrar a coleção Pride, chamando a atenção para algo que você não pode ignorar: respeitar todos os pronomes “, disse Jen Sey, presidente da Levi’s.

Dê uma olhada na coleção completa abaixo:

Made In Manhattan – Elle USA April 2021 – Julia Hafstrom By Jens Ingvarsson 

Made In Manhattan   —   Elle USA April 2021   —   www.elle.com

Photography: Jens Ingvarsson Model: Julia Hafstrom Styling: Rebecca Dennett Hair: Ayumi Yamamoto Make-Up: Allie Smith