Um olhar sobre o novo escritório da GIB Asset Management em Londres, Inglaterra

A gestora global de ativos GIB Asset Management contratou recentemente a empresa de design de locais de trabalho Peldon Rose para projetar seu novo escritório em Londres, Inglaterra.

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Reception

“Para a GIB AM, causar uma impressão positiva é parte integrante de seus negócios, por isso era importante que o escritório da empresa fizesse o mesmo desde o início. Isso significava que a recepção no local de trabalho precisava criar um impacto, agindo como um espaço multifuncional para hospedar reuniões, receber clientes e entreter convidados de alto nível. A equipe Peldon Rose criou uma impressionante e convidativa suíte de reuniões na frente da casa, que inclui instalações de catering, para que possa ser facilmente adaptada para uma variedade de reuniões e eventos.

Criando um espaço positivo

O bem-estar do funcionário é uma das principais prioridades da GIB AM, então a empresa queria um layout de escritório que oferecesse flexibilidade, inclusão e acomodasse uma equipe em crescimento. Afastando-se da ideia de cubículos celulares e estações de trabalho fixas, Peldon Rose projetou o novo escritório com uma variedade de espaços flexíveis para suportar diferentes estilos de trabalho e propósitos sem comprometer a capacidade. Isso inclui espaços para reuniões de equipe colaborativas, catchups um para um e áreas mais silenciosas para chamadas telefônicas confidenciais. A equipe também garantiu que o espaço fosse cuidadosamente projetado para que as estações de trabalho dos funcionários fossem posicionadas em locais sempre que possível com acesso à luz natural, para ajudar a elevar a saúde e o bem-estar da equipe.

Alinhando-se com os valores de sustentabilidade da GIB AM, Peldon Rose se propôs a obter o credenciamento para defender o compromisso da empresa com o meio ambiente. Por meio da obtenção de materiais sustentáveis ​​e naturais, como carpete em placas com uma base 100% reciclável, selecionando produtos britânicos sempre que possível e com o gerenciamento cuidadoso do processo de construção, o local de trabalho recebeu a certificação SKA Gold.

Incorporando a herança da empresa

Georgia Nogas, designer de projeto da Peldon Rose disse: “Foi muito importante que as raízes da herança da empresa estivessem firmemente plantadas no escritório. Inspirados pela geografia do Oriente Médio, tivemos a ideia de criar uma “ilha” central. Isso atua como o ponto focal do nosso design, abrigando ambientes de trabalho alternativos e áreas voltadas para o bem-estar, como zonas de toque, uma sala de bem-estar e cabines de trabalho mais silenciosas para concentração.

Um local de trabalho acessível a todos

A GIB AM está comprometida em ser um empregador totalmente inclusivo e é um orgulhoso membro da iniciativa Valuable 500, um movimento global que coloca a deficiência na agenda da liderança empresarial. Isso significa que a criação de um espaço acessível e inclusivo para todos sustentou todo o processo de design. Isso incluiu a instalação de portas automáticas e a incorporação de uma variedade de ambientes de trabalho confortáveis. O projeto também traz áreas privativas para incentivar o trabalho focado, desenhadas com cores calmantes, adaptadas para serem utilizadas por quem está sujeito à sobrecarga sensorial ”, afirma Peldon Rose.

  • Location: London, England
  • Date completed: 2021
  • Size: 12,150 square feet
  • Design: Peldon Rose
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Breakout space
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Breakout space / Coffee point
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Breakout space / Coffee point
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Meeting room
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Meeting room
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Meeting space

Per Florian Appelgren for L’Officiel Baltic with Kris Gottschalk

Photographer: Per Florian Appelgren. Fashion Stylist: Mascha Möller at Nina Klein. Hair & Makeup: Kerstin Huesges at Nina Klein. Model: Kris Gottschalk.

‘Um estranho cuspiu em mim no hospital’: preconceito atinge as médicas de origem asiática nos EUA

A maior atenção ao ódio antiasiático me força a reconhecer o quanto nós, médicas de ascendência asiática, somos humilhadas e como a coragem que mostramos na pandemia não nos protege do racismo nem do sexismo
Chaya Bhuvaneswar, do New York Times

Em depoimento, médica conta o preconceito que asiáticas sofrem nos EUA, até mesmo dentro de hospitais Foto: Shreya Gupta/NYT

No comecinho da pandemia, em meados de abril de 2020, um estranho cuspiu em mim. Depois de supostamente notar meu crachá e a máscara, anunciou que, mesmo sendo médica, eu trouxera a doença. Ele me chamou de “hindu”, além de soltar uma série de xingamentos. Eu me afastei rapidamente, tirei a saliva do cabelo no banheiro do hospital e comecei o dia de trabalho. Tinha outras coisas na cabeça: nós, profissionais da saúde, estávamos fazendo plantões extras, mesmo que o vírus tivesse virado nossa vida do avesso.

Tive um orgulho imenso de ser médica – sou psiquiatra de um hospital da Grande Boston – quando o país mais precisou de mim, e isso bateu fundo na minha americanidade. Eu me senti necessária e notada, comovida ao ouvir estranhos agradecidos batendo panelas, demonstrando sua admiração por todos nós na linha de frente, fazendo nosso trabalho sem reclamar.

Eu checava minha temperatura e minha saturação duas vezes por dia, e cumpri a quarentena longe dos meus filhos pequenos. Atravessava a cidade para chegar a lojas de suprimentos médicos, garantir o estoque de equipamentos pessoais de proteção e compartilhá-lo com os colegas e funcionários. Oferecia máscaras extras para caixas de supermercados e doava material de limpeza para hospitais que já estavam no limite. Eu nunca fora para a guerra, mas agora me via no campo de batalha.

Eu preferia me concentrar em tudo isso, e não nas palavras cruéis do estranho. Mas o fato é que eu já fora submetida ao mesmo tipo de ódio e preconceito que ele demonstrou, em locais públicos e no ambiente hospitalar, mas até este ano não tinha enfrentado nem reconhecido integralmente o impacto desse tipo de agressão. Meu treinamento médico me estimulava a focar o trabalho e negar/minimizar a discriminação que enfrentava.

Mas a maior atenção que vem sendo dada ao ódio antiasiático me força a reconhecer quanto nós, médicas de ascendência asiática, somos humilhadas como grupo, e como a coragem que mostramos, arriscando a vida para trabalhar durante a pandemia, não nos protege de ter de enfrentar o racismo e o sexismo.

Fui percebendo isso aos poucos, com o andar da pandemia, vendo o preconceito se intensificar. Donald Trump, usando expressões cruéis – como “vírus chinês” e “Kung Flu” (trocadilho em menção a gripe) –, sem dúvida foi inspiração para parte dos abusos. Com o assassinato das asiático-americanas em Atlanta e a proliferação de espancamentos brutais sofridos por membros desse grupo, incluindo idosos e mulheres, ficou impossível ignorar tal ódio.

Quando ouvi a suposta explicação do suspeito de matar oito pessoas, sendo seis asiático-americanas, eu sabia que estava ouvindo os estereótipos normalmente usados para nos caracterizar, independentemente de nossa profissão. “Tentação”, foi como se referiu às vítimas, de acordo com as autoridades. Para ele, o rosto e o corpo daquelas mulheres estavam relacionados com seu tormento.

Também já fui estereotipada por colegas e pacientes: dócil e passiva. Respeitosa. Hesitante. Servil. O preconceito insistente e pernicioso dos norte-americanos contra as mulheres como eu nos invalida diariamente. O jaleco branco e o crachá do hospital não desencorajam a agressão – pelo contrário, tornam-nos alvos. Nossa existência nesse papel relativamente poderoso desafia a dominância do homem branco.

Não é surpresa, portanto, o fato de que a uma das primeiras médicas asiático-americanas a clinicar nos EUA, a dra. Margaret Chung, foi permitido estudar, ainda que tenha sido forçada a atuar apenas como enfermeira nos primeiros meses depois da conclusão da faculdade de medicina, em 1916.

Quando as restrições às cotas de imigrantes foram afrouxadas na tentativa de acabar com a falta de médicos, no fim dos anos 60, uma geração inteira de médicas diplomadas em outros países abriu caminho para que suas filhas e netas pudessem praticar a medicina. Acontece que não só os estereótipos nos seguiram, mas a violência também.

Ouço casos de amigas, colegas de profissão e de faculdade, em uma espécie de “telefone sem fio” de médicas de origem asiática naturalizadas em vários pontos do país que dividem experiências que vão de microagressões à violência física, como ser tratada pelo primeiro nome e por apelidos humilhantes por médicos e enfermeiros brancos e ter de recusar com calma e paciência as exigências inapropriadas dos pacientes homens que pedem massagem. Nunca me esqueci da história de uma médica de origem coreana que me contou de um médico branco que lhe exibiu as partes íntimas na biblioteca da universidade, enquanto ela estudava para as provas.

Lidar com esses desafios pode ser uma experiência intensamente solitária e isolante. Não chegamos nem perto do número que muita gente imagina, baseada na infinidade de séries de TV e filmes que colocam mulheres asiáticas no papel de médicas. Em 2018, cerca de nove por cento dos quase 800 mil médicos entrevistados pela Associação de Faculdades de Medicina dos EUA se identificaram como mulheres asiático-americanas de acordo com a raça e o gênero (as médicas negras e hispânicas são ainda mais raras, representando cerca de três por cento cada). Só para comparar, 43 por cento dos participantes se identificaram como homens brancos.

No ano passado, somente 64 diretorias dos departamentos médicos do país, das mais de três mil registradas, eram ocupadas por médicas asiático-americanas (em relação a 2.037 por homens brancos e somente 49 por mulheres negras, que também enfrentam atitudes discriminatórias).

Desde que eu ainda era estudante, alguns pacientes disseram a mim e a outras médicas de origem asiática que não pertencemos a este país. Em março, Lucy Li, anestesista residente de ascendência chinesa, foi agredida verbalmente quando saía do plantão no hospital. Oranicha Jumreornvong, que imigrou da Tailândia em 2014, foi agredida fisicamente em fevereiro, a caminho da faculdade de medicina em Nova York, onde estuda.

Passei a crer que todos esses incidentes são insuflados pelas mesmas atitudes racistas e misóginas – e que a contribuição e os sacrifícios a que me disponho como médica nunca serão suficientes para proteger a mim e/ou a outras mulheres como eu.

Apesar de tudo, continuo tendo orgulho do meu trabalho durante a pandemia. Só não posso mais ignorar o ódio específico, fetichizado e misógino que a mulher asiático-americana sofre, tanto dentro como fora do ambiente hospitalar. Algo tem de mudar. Nossa coragem deveria se reservar apenas para o desafio da pandemia, e não ser necessária para tolerar percepções distorcidas e palavras feias como as que nos atingem todo dia.

* Chaya Bhuvaneswar é médica e autora de “White Dancing Elephants”, coletânea sobre experiências de mulheres de cor que enfrentam assédio sexual e violência racial

Novos materiais podem transformar ficção científica em realidade

Metamateriais permitem controlar feixes de luz com a mesma facilidade que chips comandam a eletricidade
Por John Markoff – The New York Times

Os metamateriais podem tornar possível controlar feixes de luz, como heróis do cinema

Imagine usar um computador movendo as mãos no ar como Tony Stark faz em Homem de Ferro. Ou utilizar um smartphone para ampliar um objeto, como faz o dispositivo que o personagem de Harrison Ford usa em Blade Runner. Ou participar de uma videoconferência de última geração em que óculos de realidade aumentada possibilitam a visualização de avatares em 3D. Ou uma geração de veículos autônomos capazes de dirigir com segurança no trânsito da cidade.

Esses avanços e muitos outros no horizonte poderiam acontecer por causa dos metamateriais, tornando possível controlar feixes de luz com a mesma facilidade que os chips de computador controlam a eletricidade.

O termo metamateriais se refere a uma ampla classe de materiais manufaturados compostos de estruturas que são mais finas do que o comprimento de onda de luz visível, ondas de rádio e outros tipos de radiação eletromagnética. Juntos, eles agora estão dando aos engenheiros um controle extraordinário no design de novos tipos de sensores ultrabaratos que variam de lentes de telescópio a um termômetro infravermelho.

“Estamos entrando na fase de consumo de metamateriais”, disse Alan Huang, diretor de tecnologia da Terabit Corp., uma empresa de consultoria do Vale do Silício, que fez as primeiras pesquisas em computação óptica durante seus 12 anos na Bell Labs. “Vai muito além de câmeras e projetores e nos levará a coisas que não esperamos. É realmente uma área de sonhos.”

Os primeiros bens de consumo a tirar proveito de metamateriais baratos serão os smartphones, que irão melhorar seu desempenho, mas a capacidade de controlar as ondas de luz de novas maneiras também permitirá em breve a criação de produtos como óculos de realidade aumentada que sobrepõem imagens computadorizadas no mundo real.

As tecnologias em si não são novas. No início do século 19, o físico francês Augustin-Jean Fresnel propôs a ideia de achatar e iluminar lentes ópticas empregando uma série de ranhuras concêntricas para focar a luz. Uma inovação importante por trás dos metamateriais é que eles são construídos com subcomponentes menores do que o comprimento de onda do tipo de radiação que eles foram projetados para manipular.

Por exemplo, para fazer uma lente de metamateriais, você corta o silício (que é apenas vidro) fino o suficiente para que fique transparente e, em seguida, pode incorporar estruturas na fina camada de vidro que focalizam a luz à medida que ela passa.

Uma das primeiras pessoas a perceber o potencial comercial dos metamateriais foi Nathan Myhrvold, um físico que antes era o chefe de pesquisa da Microsoft.

“Quando comecei a me envolver com isso, foi bastante controverso”, disse Myhrvold. “Havia cientistas que diziam que era tudo bobagem.”

Desde então, Myhrvold fundou meia dúzia de empresas com base em tecnologias de metamateriais. Várias dessas empresas estão buscando mercados ópticos de consumo, incluindo a Lumotive, uma empresa com sede em Seattle que está desenvolvendo um sistema de imagem LiDAR sem peças móveis.

LiDARS usam lasers para criar mapas precisos de objetos ao redor até distâncias de centenas de metros. Os LiDARS são amplamente usados por empresas que desenvolvem veículos autônomos e hoje são, em sua maioria, sistemas mecânicos que giram rapidamente um feixe de laser para criar um mapa.

Em contrapartida, a Lumotive usa a tecnologia de tela de cristal líquido desenvolvida originalmente para telas planas para “direcionar” um feixe de luz laser. O sistema resultante é muito menos caro do que o LiDAR mecânico, tornando possível considerá-los para uma gama de novas aplicações, como drones para fazer entregas, carros autônomos e robôs domésticos móveis como aspiradores de pó inteligentes.

Uma vez que a indústria automotiva está repleta de muitos fabricantes de LiDAR, os funcionários da empresa Lumotive redirecionaram seus esforços em novos mercados para robôs domésticos e industriais. Eles ainda não anunciaram clientes.

“Estamos indo em uma direção em que um dos outros atributos que temos é a capacidade de reduzir essas coisas a um tamanho muito pequeno, o que nos torna únicos”, disse Bill Colleran, CEO e cofundador da Lumotive.

Outra empresa que está tentando aproveitar o potencial dos metamateriais é a Metalenz, fundada em 2017 por Robert Devlin e Federico Capasso, que atualmente está trabalhando em uma nova maneira de fazer lentes ópticas usando tecnologias poderosas e baratas de fabricação de chips de computador.

Muitos tipos de metamateriais estão sendo fabricados com o mesmo equipamento que fabrica os chips de computador. Isso é significativo porque dá indícios de uma geração de chips baratos que aproveitam a luz, da mesma forma que os chips de computador eram capazes de controlar a eletricidade na década de 1960. Essa inovação levou ao surgimento de uma vasta nova indústria de consumo: relógios eletrônicos, seguidos de videogames e computadores pessoais, todos cresceram a partir da capacidade de gravar circuitos em silício.

Pegando carona na tecnologia de microchip, será possível fazer dezenas de milhares ou até milhões de lentes bidimensionais que são capazes de curvar a luz com base em padrões de materiais transparentes embutidos em sua superfície por uma fração do custo das lentes ópticas de hoje.

A pergunta que essas empresas precisam responder é se podem oferecer desempenho aprimorado o suficiente e menor custo para persuadir os fabricantes a abandonar seus componentes atuais (neste caso, lentes de plástico baratas).

Um primeiro passo óbvio para a nova tecnologia será substituir as lentes de plástico encontradas nos smartphones, o que a Metalenz começará a fazer no ano que vem, mas esse é apenas o primeiro mercado de massa para metamateriais. De acordo com Devlin, também haverá aplicações para controlar como interagimos com computadores e sistemas de segurança automotiva, assim como melhorar a capacidade de robôs baratos se moverem em ambientes com pouco espaço.

Apple está supostamente trabalhando em um projeto para um sistema que transferirá muitas funções do smartphone para o que acabará se tornando, em algum momento, um par de óculos finos e leves.

O atributo mais poderoso da microeletrônica era a capacidade de reduzir circuitos, tornando-os mais rápidos, mais poderosos e menos caros, ao longo de muitas décadas. De maneira semelhante, os metamateriais transformarão a maneira como os designers utilizam os feixes de luz.

Por exemplo, os cientistas que estão concluindo um avançado telescópio milimétrico programado para ser instalado no Observatório Simons, no Chile, no próximo ano, recorreram a metamateriais para as peças que revestirão o interior do telescópio para capturar virtualmente toda a luz dispersa. Os fótons que pousam na superfície dessas peças são presos por uma superfície de estruturas em forma de cone ultrapequenas, disse Mark Devlin (sem nenhuma ligação com o fundador da Metalenz), professor de astronomia e astrofísica da Universidade da Pensilvânia, que está liderando o projeto do telescópio.

“As peças são leves, baratas, fáceis de instalar”, disse ele, “e não se despregam e caem”.

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha cozinha de chef e muita luz natural

Projeto precisou adequar a planta do imóvel às necessidades dos moradores, dentre eles um cozinheiro!
LUIZA QUEIROZ | FOTOS: JÚLIA NOVOA @NOVOAJULIAA

(Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)

Uma série de desafios foram enfrentados até que este apartamento de 135 m² no bairro dos Jardins, em São Paulo, virasse o lar sonhado por seus novos proprietários. Em primeiro lugar, o casal precisava de um espaço rápido para que pudessem se mudar antes da chegada de sua primeira filha. A arquiteta Laís Labate, à frente do projeto, acompanhou a família até que achassem um apartamento ideal. Mas quando o projeto estava prestes a começar, a compra acabou não dando certo. Felizmente, o casal conseguiu outro imóvel no mesmo prédio, que oferecia uma metragem até mais ampla do que a do apê anterior. Por isso, a reforma de Labate pôde ser ainda mais completa.

Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)

O ponto de partida, explica a arquiteta, foi a cozinha, já que o marido é cozinheiro e o casal gosta de receber. “Desde o começo, a ideia era uma cozinha bastante clara, com bancadas e revestimentos brancos e também prateleiras no lugar de armários, para que panelas e acessórios ficassem à vista”, diz Laís.

Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)

Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)

Para atualizar a planta do imóvel, datado de 1975, foi necessário derrubar a parede que separava cozinha e living. Dessa forma, a sala de estar acabou recebendo muito mais luz natural vinda das janelas da cozinha, por onde o sol incide com mais força à tarde. De quebra, os espaços integrados acabaram recebendo mais ventilação também.

Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)

Ainda na área social, a arquiteta usou diferentes revestimentos para setorizar os ambientes. Enquanto a cozinha recebeu majoritariamente tons claros, a sala de estar ganhou piso e móveis de madeira, que trazem um contraponto por terem uma estética mais rústica. “Outro ponto importante são as portas ripadas brancas de correr que dão acesso ao corredor dos quartos e ao escritório, permitindo uma integração de ambientes ainda maior. Além desse aspecto espacial, elas criam uma textura muito bonita que costura os dois ambientes — sala de jantar e cozinha — por sua materialidade”, diz a arquiteta.

Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)
Apartamento de 1975 tem cozinha de chef, tons claros e muita luz natural (Foto: Júlia Novoa @novoajuliaa)

Nas áreas íntimas, o projeto também segue uma paleta de cores mais suaves e tons mais claros. No quarto da filha do casal, porém, as paredes ganharam um papel de parede lúdico com estampa de bolinha, que trouxe mais diversão e leveza ao ambiente. Curtiu?