Camilla de Lucas se posiciona contra homofobia: “A sexualidade sendo ainda questionada”

“Não faz sentido dizer: ‘Sou contra você, mas te respeito'”, avisa ex-BBB no Twitter, nesta terça-feira (1)

Camilla de Lucas veste Salvatore Ferragamo e joias Marisa Clermann (Foto: Brunno Rangel/ Quem)

Camilla de Lucas usou seu perfil no Twitter para se manifestar sobre o polêmico vídeo em que o pastor Cláudio Duarte falando sobre casamento homoafetivo e usando expressões consideradas lgbtfóbicas. Indignada, a influencer e ex-BBB lembrou que estavamos em 2021 e que não se deve questionar a sexualidade das pessoas, criticando a fala dele.

“Não faz sentido dizer: “SOU CONTRA VOCÊ, MAS TE RESPEITO!” ????”, desabafou ela. “2021 e a sexualidade do povo sendo ainda questionada! Até quando as pessoas vão ter o direito de serem felizes barrado?”, questionou Camila, nesta terça-feira (1), na rede social.

ENTENDA

O vídeo do pastor foi reproduzido por Rafa Kalimann e Caio Castro em suas redes sociais. A ex-BBB foi duramente criticada e pediu desculpas. “Quis vir aqui me desculpar por um vídeo que compartilhei nos stories. Meu intuito era repassar aquilo para aqueles que tratam mal os LGBTs por conta de religião, para de uma vez por todas isso parar”, afirmou. “Sinto muito se ofendi, e se pareceu que eu discordo de relacionamentos afetivos (jamais!). Apaguei depois de ver que estavam levando como opinião minha, e está longe de ser, muito pelo contrário”, disse Rafa.

Entre as críticas que ela recebeu estava a de Gil Nogueira, do BBB21. “Rafa, a questão é que ele disse que tem valores e que acha errado MAS RESPEITA e é contra isto que lutamos, contra pessoas que acham que relacionamentos homoafetivos são errados e contra os valores. Sou bicha e tenho valores!. Mas que bom que você apagou e entendeu!”, afirmou ele.

No vídeo o pastor diz: “Não sou a favor do relacionamento [homoafetivo]. Por mais que eu respeite, tenho as minhas convicções. Tenho a base daquilo que acredito. Eu fui criado – é até algo difícil de falar. O meu pai se casou diversas vezes, e eu fui criado por muitas famílias diferentes. Por onde passei, muitas vezes saí desses lares porque não falava. Porque não cumpria o padrão daquela casa. Me via mudando. Não fui maltratado, mas tinha o padrão de uma casa que não era a outra, e quando estava lá, não seguia aquele padrão.

“O que eu falava me causava mal. Em um desses lares, vivi com um cara que foi meu irmão. Ele tinha uma situação melhor que a minha, eu usava as roupas dele. Se você me perguntar se eu acho certo, eu vou dizer que não. Mas isso não nos torna inimigos. Por que não vou sentar com você e bater um papo? Por que não posso te dar um abraço e te respeitar? Por que você não pode fazer uma visita à igreja que eu pastoreio e ser bem recebido? Essa coisa absurda da extremidade que torna o mundo no que está. Nunca vou negociar com divórcio, adultério, com homossexualidade. Não vou negociar, mas vou amar, vou respeitar”, argumentou ele.

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